terça-feira, 30 de março de 2010

Charges e caricaturas curitibanas em exposição na Casa Romário Martins

Depois de passar por obras de restauração, a Casa Romário Martins (Largo da Ordem, 30, Curitiba/PR) reabriu com uma exposição e lançamento de um boletim que retrata o universo das charges e caricaturas em Curitiba na primeira metade do século passado.

Factos da actualidade: Charges e caricaturas em Curitiba, 1900 - 1950, escrito pelas pesquisadoras Aparecida Vaz da Silva Bahls e Mariane Cristina Buso, é uma edição especial da série Boletim Casa Romário Martins, publicada pela Fundação Cultural de Curitiba. Ele apresenta o resultado de pesquisas iniciadas em 2006, com o resgate de um rico material que retrata uma época pelo traço de importantes chargistas.

São mais de setecentas imagens, tendo como ponto de partida as obras de João Pedro, o Mulato. O trabalho desdobrou-se nas charges e caricaturas das revistas, culminando com as criações de Alceu Chichorro.

A exposição tem o mesmo nome do boletim e faz um recorte da publicação. São 108 imagens distribuídas em dez painéis que versam sobre os diversos temas discutidos na sociedade curitibana daquele período, como anticlericalismo, modernidade, política, condição da mulher e problemas de infraestrutura urbana.

O material foi pesquisado principalmente no acervo da Fundação Cultural de Curitiba, nas revistas de época e nos desenhos originais criados por Alceu Chichorro, os quais destacam a Segunda Guerra Mundial, a política nacional e estadual e a visão que o artista tinha sobre a mulher. Duas vitrines deixam expostas à apreciação do público 14 obras originais desse material.

Para outras informações, clique aqui.

FONTE: UNIVERSO HQ

Exposição Literatura Brasileira em Quadrinhos

A ideia principal da exposição é divulgar o acervo pessoal da instituição e apresentar a importância dos quadrinhos para o âmbito cultural e político através da arte e do humor-gráfico, uma vez que quadrinhos não são apenas voltados para o público infantil.

A biblioteca tem um vasto material que mostra o histórico desse tipo de literatura, através de livros, fotos em reprodução A2, cartazes e reproduções de histórias em quadrinhos e as próprias revistas em expositores.

De 23/02 a 30/03 - Seg, Ter, Qua, Qui, Sex, Sab e Dom
Horário: Das 8h às 21h
Gratuito

Biblioteca Pública
Rua General Labatut - 27
Barris
Fone: 3328-4555

FONTE: CIDADES DE SALVADOR

Lançamento da HQ ExpoLondrina 50 Anos


O Jovem Pé Vermelho na Exposição de Londrina (ExpoLondrina 50 Anos), revista comemorativa do cinquentenário da Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina, terá um evento de lançamento nesta terça-feira, dia 30 de março, a partir das 19h, na Revistaria Odisseia (Rua Sen. Souza Naves, 307 - Centro - Londrina-PR); a entrada é franca. O editor e quadrinhista Eloyr Pacheco criou, roteirizou e coordenou a produção da revista, realizada por integrantes da AQL - Associação dos Quadrinhistas de Londrina.

O personagem Pé Vermelho foi criado por Eloyr para as comemorações dos 75 anos de Londrina, e atualmente é a mascote oficial do Projeto Corredor Ecológico da ONG MAE. A revista, com 16 páginas de Quadrinhos (duas HQs: 50 anos de Festa e Presente Fantástico, Futuro Promissor) e 4 páginas de atividades para as crianças, será distribuída gratuitamente durante a 50ª ExpoLondrina, que acontecerá no Parque Ney Braga entre os dias 1º e 11 de abril. Saiba mais sobre a 50ª ExpoLondrina aqui.

FONTE: BIGORNA

Jurassic Park de volta aos quadrinhos

O livro Jurassic Park (O Parque dos Dinossauros, no Brasil), escrito por Michael Crichton e que em 1993 chegou às telas de cinema em um longa-metragem de sucesso dirigido por Steven Spielberg, voltará aos quadrinhos pela norte-americana IDW Publishing.

No próximo mês de junho, chegará às comic shops a série inédita Jurassic Park: Redemption, em cinco partes escritas por Bob Schreck, com arte de Nate Van Dyke e, na edição de estreia, capas ilustradas por Tom Yeates e Frank Miller - nas seguintes, capas variantes assinadas por Arthur Adams, Bernie Wrightson, Bill Stout e Paul Pope.

Cada uma das cinco edições de Jurassic Park: Redemption terá 32 páginas coloridas e custará US$ 3.99.

A primeira incursão da obra de Crichton nos gibis aconteceu ainda na década de 1990, em uma série curta da Topps, nos Estados Unidos. A IDW reunirá essas edições - além de outras que não chegaram a ser publicadas pela antiga editora - em um encadernado especial.

FONTE: UNIVERSO HQ

Série 'C.S.I.' tem episódio em mangá

A série televisa C.S.I. - Crime Scene Investigation é a mais popular do gênero policial. Semanalmente, novos episódios são apresentados mostrando a equipe especial de agentes tentando desvendar os mais complicados crimes. A atração é tão bem recebida pelo público que fez com que duas sucursais do seriado fossem abertas nas cidades de Nova York e em Miami. Seu universo agora é expandido além da televisão e invade o mundo das histórias em quadrinhos, ou melhor, o mundo dos mangás com o lançamento de CSI: Investigação Criminal - Estágio de Risco (NewPOP Editora, R$ 14, 160 páginas).

A publicação conta a história de um grupo de estagiários que acaba de passar por disputado processo de seleção do programa da polícia de Las Vegas para trabalhar como aprendizes dos representantes da divisão de investigação criminal. O foco do enredo gira em torno de Kiyomi, garota pobre que batalha muito para estar entre os cinco jovens que farão parte do projeto. O trabalho fará com que forme equipe com Damian, Christof, Kirin e Gregory.

Em meio a apresentação do local de trabalho do grupo e das aulas que tem junto a peritos como o Dr. Robbins, chefe dos médicos, e o detetive Gil Grissom, líder da unidade, é mostrado como eles lidam com sua nova vida. Alguns demonstram não ter estômago forte o bastante ao entrar em contato pela primeira vez com um cadáver, enquanto outros são fascinados pelos avançados aparelhos tecnológicos utilizados na resolução dos crimes.

O quinteto tem como primeira missão investigar o assassinato da jovem Greta Yates, que estava no primeiro ano do ensino médio e estudava no colégio Las Vegas, assim como todos os estagiários. O fato faz com que Kiyomi se sinta na responsabilidade de ajudara descobrir quem é o assassino, sendo que o crime poderia ter ocorrido com algum conhecido ou, até mesmo, com ela, além de ela se identificar com a vítima.

O grupo mostrará que não é de meros novatos em relação à investigação forense, estilo adotado pela unidade criminal que mistura ciência e leis e que analisa as inconsistências do comportamento humano.

Eles furtam arquivos importantes, invadem salas de autópsia e observam detalhes que nem mesmo os verdadeiros CSIs conseguiram enxergar. As pistas os levam a conclusão de que alguém que tenha conhecimento sobre o método de investigação forense é o assassino.

A HQ de origem norte-americana tem roteiro escrito por Sekou Hamilton e os desenhos ficam a cargo de Steve Cummings. A dupla aposta no tradicional estilo japonês devido a sua popularidade entre os leitores, mas todo o trabalho não justifica a escolha.

A protagonista Kiyomi poderia muito bem ter um nome ocidental. Entretanto, parece que a opção pelo projeto em mangá os obrigou a lhe dar uma identidade japonesa.

As páginas em preto e branco chegam a atrapalhar em alguns momentos, como quando estão na cena do crime e fica difícil identificar o que é sangue e o que é sombra. Destaque para o fato da presença de versões em quadrinhos de personagens conhecidos da série.

Apesar de tudo, o enredo segue um pouco a linha do seriado televisivo e ajuda os leitores que não conhecem C.S.I. a terem uma leve noção do que se trata a atração. Claro que o caso é bem mais simples dos que os que são apresentados geralmente, porém nada que não seja de se esperar em uma história em quadrinhos para o público infantojuvenil.

FONTE: DIÁRIO DO ABC

segunda-feira, 29 de março de 2010

Indústria Editorial e as Mídias Digitais

As emergentes mídias digitais estão influenciando diretamente no concorrido tempo dos consumidores modernos e transformando o hábito de leitura em todo o mundo. O texto não é mais lido apenas no papel. Ele está também onipresente em uma miríade de suportes suspensos e em uma diversidade de aparelhos tecnológicos, móveis e de comunicação (como o Kindle, o iPhone etc). E uma série de meios é o que promete transformar definitivamente a realidade dos livros, jornais e revistas através de uma convergência digital e cultural sem precedentes.

O objetivo do curso “A Indústria Editorial e as Mídias Digitais” é fazer um review de todo o mercado editorial convencional presente, frente às transformações das mídias digitais, do ponto de vista exclusivamente dos negócios ou da atualização enquanto profissional. O objetivo central do curso é pontuar em que passo estamos da digitalidade, antever ou se preparar para a próxima tendência e o que podemos fazer para manter os nossos negócios na Web 2.0 e tirar ainda mais proveito da Era da Informação. Ao se inscrever no curso, o participante pode levar para o dia a dia dos seus negócios o esclarecimento preciso frente a digitalização dos meios de comunicação. O participante sai do curso com experiência a respeito da convergência dos livros, revistas e jornais no seu formato clássico em papel, tanto quanto nos formatos eletrônicos (Blogs) e até em áudio (Podcasts).

A QUEM SE DESTINA O CURSO

O curso se destina a todos os interessados em geral e profissionais da cadeira produtiva da indústria editorial brasileira, desde os que atuam na produção e na área editorial quanto os profissionais que atuam nas vendas, comercialização e marketing dos livros, jornais e revistas. Isto inclui os profissionais que atuam dentro das editoras, das livrarias, distribuidoras, bibliotecas etc.

Dia: 17 de abril de 2010 (sábado)
Horário: das 9h às 13h
Valor único: R$ 120,00.

Sala de aulas: Rua Mourato Coelho, 393 conjunto 1
(esquina com Rua Teodoro Sampaio)
CEP 05417-010 – Bairro de Pinheiros, São Paulo, SP
Telefone: (11) 3034-2981 begin_of_the_skype_highlighting (11) 3034-2981 end_of_the_skype_highlighting

Docente:

Ednei Procópio – Atualmente é membro da Comissão do Livro Digital da Câmara Brasileira do Livro [ CBL ]. É editor e sócio-fundador da Giz Editorial selo paulistano que publicou mais de 150 títulos [ em versão impressa e eletrônica ] em apenas quatro anos de vida. De 2000 até 2005 colaborou, também como editor, com a equipe da iEditora, empresa pioneira na publicação de livros eletrônicos na América Latina. E com a Edições Inteligentes editora especializada em Self Publishing. Em 2001, Procópio fundou o website eBookCult cuja biblioteca digital contabilizou somente nos primeiros três anos mais de 5 milhões de downloads de livros eletrônicos [ auditorados ]. O eBookCult Digital Solutions, mais tarde, seria a primeira empresa na América do Sul a comercializar um eReader com o conceito de Biblioteca Digital Portátil criado e desenvolvido por Procópio; e também o único site desde então a figurar no topo da busca do Google internacional com a palavra-chave “eBook”. Desde 1998 escreve textos e artigos sobre os livros eletrônicos em sites como eBookzine, eBook Business e eBook Reader. Todos os sites por ele criado. Em 2005, publicou o livro “Construindo uma Biblioteca Digital”. Atualmente está empenhado no desenvolvimento de uma plataforma de livros e leitura chamada LIVRUS, que é baseada no conceito Web 2.o de criação alternativa, colaboração, compartilhamento e convergência cultural.

Escola do Escritor
escoladoescritor@escoladoescritor.com.br
www.escoladoescritor.com.br

FONTE: GHQ

Bira Dantas na FNAC Campinas

No dia 31 de março, quarta-feira, às 19h, a FNAC Campinas comemora 8 anos de existência com uma homenagem ao cartunista e quadrinhista Bira Dantas. O autor, que ilustrou HQs dos Trapalhões e, mais recentemente, a adaptação do livro Memórias de um Sargento de Milícias, foi premiado com o Troféu HQMIX 2009 pela sua versão em Quadrinhos do clássico D. Quixote, de Miguel de Cervantes.

Além disso, é professor de charge, cartum e caricatura na Escola de Arte Pandora, sediada em Campinas. Durante o evento, Bira falará sobre sua carreira e a Exposição 100 Anos sem Angelo Agostini, organizada pela Pandora. A entrada é franca.

FONTE: BIGORNA

Bienvenido, livro sobre a HQ argentina, terá capa de Liniers

Bienvenido - Um passeio pelos quadrinhos argentinos, de Paulo Ramos, sairá com uma capa em HQ criada por Liniers. A ideia partiu do editor do livro, Claudio Martini, da Zarabatana Books, que também publica a série Macanudo. Foi ele quem cuidou do contato com o artista, dando liberdade criativa total.

A obra é mais que um passeio superficial ou uma introdução aos quadrinhos argentinos. O livro passa por todos os principais títulos, autores e personagens, desde a origem até os nomes mais atuais.

Quino, Oesterheld, Quinterno, Liniers, Fontanarrosa, Gaturro, O Eternauta, o papel da imprensa, as coleções do Clarín, a revista Fierro, até dicas para brasileiros em viagem - Bienvenido é um panorama completo.

É fruto de muita pesquisa e de uma série de viagens do jornalista e pesquisador Paulo Ramos, autor do Blog dos Quadrinhos - em que o autor já publicou uma série dedicada às HQs daquele país.

O lançamento de Bienvenido está previsto para o final de abril.

FONTE: UNIVERSO HQ

domingo, 28 de março de 2010

O humor dos quadrinhos como instrumento educacional

"O humor bem elaborado por professores e alunos transgride a escola. Sou otimista, acredito no movimento que cresce contrário ao pensamento único."

Betania Libanio Dantas de Araújo nasceu no Rio de Janeiro, é filha de potiguares e mora há bastante tempo em São Paulo. Autodidata desde cedo, sua mãe conta que aprendeu a falar com um jumento que relinchava no bairro carioca onde morava. Então, antes de falar a língua dos humanos, falou a voz do jumento. Aprendeu a escrever com três anos de idade porque a mãe ia descansar e, ficando na sua solidão infantil, olhando o irmão estudar em voz alta para a escola, alfabetizou-se sozinha. Ao chegar em São Paulo, sofreu com o mal-humor da cidade e com as agressões que os professores aplicavam nos alunos. Cresceu numa escola estadual paulista onde era impossível fazer várias coisas, entre elas cantar, fazer teatro, desenhar, pintar, fazer redações e não faltavam comparações com as experiências de escola que tinha em sua terra natal. No catecismo era repreendida pela professora porque se perdia em meio aos vitrais da igreja e depois de responder que Jesus era o pai de Deus, seu fim foi certeiro, ainda que tenha conseguido formar-se no catecismo.

Os conflitos de uma educação insignificante em São Paulo fizeram com que estudasse a Arte para pensar qual a escola que queria. Seria possível expressar-se simbolicamente em meio às expressões secas e truculentas da escola?

Tornou-se professora de Arte na Prefeitura de São Paulo e professora universitária. Fez graduação em Artes Plásticas pela Belas Artes de São Paulo, mestrado em Artes Visuais pela UNESP e doutorado em Educação pela USP, em ambas as pesquisas estudou qual contribuição que a linguagem do humor no desenho traria para a escola. Acredita que a pesquisa só tem função se retornar à comunidade, é o que tem feito nesses anos, mas ainda não publicou as pesquisas que considera importantes para os professores, os arte-educadores e leitores em geral. Participa atualmente do Grupo Ler e Escrever em Arte pela PMSP.

Carta Maior - Você acredita numa educação escolar mais leve, mais arejada, com mais humor? Como implantá-la se o humor é tão transgressivo e as respostas da pedagogia são tão confluentes ao pensamento único?
Betania Libanio Dantas de Araújo - Eu acredito no humor instigado, pesquisado, elaborado, no humor como prática de liberdade. O humor à-toa, de puro deboche, da exclusão por preconceito, eu considero mal-humor e, lamentavelmente, é o que acontece na escola sob a sua autorização, veja só! O humor sem qualidade é bastante trabalhado na TV por programas como Zorra Total e outros encontrados aos montes. Piadas de preconceitos, ridicularização da mulher, deboche sobre o homossexual, O bom humor, ao contrário, é comprometido e só exerce a sua função se for transgressivo. O humor atua como pensamento divergente, mas é diferente do processo da criatividade. Na criatividade, o pensamento divergente atua na criação e a descoberta permanece. No humor, o pensamento divergente nega a todo momento a sua própria descoberta, ocorre a negação da negação. Um pensamento criado é sempre transgredido. O humor bem elaborado por professores e alunos transgride a escola. Sou otimista, acredito no movimento que cresce contrário ao pensamento único. Como professora falo seriamente, usando os contrários. Aos poucos, os alunos começam a prestar atenção na maneira controvertida de se falar. Algumas mães conversaram comigo e contam encontrar seus filhos preparando-se para a escola, pesquisando outras maneiras de falar, isso é muito bom. Aos poucos, essa outra percepção vai tomando conta das relações. E aí o professor deve estar atento aos alunos espirituosos e eles fazem muita diferença na sala-de-aula. Muitas vezes dizem uma verdade que a turma inteira queria dizer mas não tinha coragem, em outras vezes, fazem grandes conclusões (sacadas) sobre as pesquisas que fazemos, certo dia começam a puxar uma legião de imitadores mostrando que o trabalho deu certo. O bom humor deve estar comprometido em mudar o estado das coisas, portanto é mais sério do que imaginamos. Parte da impossibilidade do que desejamos para a realidade e fala pelos contrários.

CM - Em que medida recursos como história em quadrinhos podem ser utilizados no processo educativo como elemento que lida com conteúdos e com as formas de expressão? Incorporar estes recursos ao cotidiano das escolas não lhes roubaria o caráter transgressivo, normatizando-os?
BL - Trabalho com quadrinhos e o meu olhar é sobre os cartuns e as charges. Lá acontece uma condensação de idéias e a síntese é uma marca também do humor visual. Os quadrinhos de Quino são os quadrinhos que mais gosto. Toda Mafalda (na foto), tirinhas com textos escritos, reúne os quadrinhos da menina revolucionária Mafalda que é reforçada pelas ideologias tão distintas dos colegas, é graças a essas crianças que Mafalda surpreende. Mas Quino produz também os quadrinhos sem texto escrito e, neles, os alunos desenvolvem percepções detalhadas para compreendê-los. Olhando rapidamente é difícil entender, precisa detalhar o olhar para ver. Penso que se eu não levar Quino, Henfil, quadrinhos, cartuns e charges grande parte dos alunos não conhecerão. É papel da escola levar filmes, livros, imagens a que, talvez, só pouquíssimos alunos teriam acesso. A linguagem do humor gráfico contribui com o estudo das caricaturas, da síntese gráfica e visual. Imagine que um cartunista ou chargista dispõe de apenas um quadro para contar a história. Isso é síntese e, na síntese, exclui-se tudo o que é desnecessário e é isso que o estudante também precisa aprender. A institucionalização de qualquer prática é muito perigosa. Graças aos estudantes, a leitura de gibis permanece marginalizada, tudo o de que a escola não conseguiu se apoderar é muito bom que continue acontecendo à parte e que sobreviva mesmo nos tempos da TV, internet e qualquer mídia que venha a aparecer.

CM - A teoria da “abordagem triangular”, proposta pela arte-educadora Ana Mae Barbosa, entende a necessidade da existência de educadores atualizados, artistas e acesso aos trabalhos contemporâneos para que os estudantes consigam atingir o máximo do desenvolvimento do conhecimento. Como isso se traduz no trabalho específico com quadrinhos? Os arte-educadores conhecem o universo temático e formal dos quadrinhos? Os artistas desta área costumam visitar escolas? Os alunos, principalemnte os da rede pública, têm acesso aos quadrinhos publicados?
BL - Ana Mae Barbosa é uma referência em todo o Brasil. A sua proposta, a abordagem triangular, atua em todas as instâncias do conhecimento. É claro que alguns professores na História do Brasil já faziam isso no passado e foi necessário que Ana Mae pensasse o processo de conhecimento e nos explicasse sobre a abordagem triangular para nos dizer que, se atuamos apenas no fazer sem reflexão ou só na leitura alheia ao fazer, quebra-se aí o princípio da aprendizagem significativa. Esse é um problema em muitas escolas que ensinam quadrinhos apenas como repetição de uma técnica determinada impedindo os seus estudantes de criar os seus próprios personagens com traços próprios e perdem quando não lêem sobre a história em quadrinho, não debatem. Enfim, permanece muito do procedimento das primeiras escolas de Arte no Brasil. Os quadrinhos e toda a arte, todas as áreas do conhecimento só acontecem por esses três momentos da aprendizagem. Quer dizer que se uma garota produz quadrinhos com repertório (ou seja, se ela lê quadrinhos), com estudos dirigidos e livres, se repensa o que produziu, pesquisa, aprender a ver, debate, enfim, vai criar com mais propriedade.

Certa vez, meu marido lecionava em uma escola particular e percebeu que os professores de arte pegaram todos os livros dos impressionistas deixados pela editora numa mesa (só as nossas escolas públicas é que não recebem essas visitas editoriais). Quando olhou na mesa só havia sobrado um livro sobre história em quadrinhos e me deu (aliás, as editoras teimam em republicar milhares de livros impressionistas, mas o desenho gráfico não é contemplado sendo o desenho mais visto por nossos alunos fora da escola). Quando li, apaixonei-me, meus alunos das oitavas séries fizeram seminários criativos sobre capítulos do livro: entrevistaram pessoas na rua e perguntaram sobre a leitura de gibis na infância. Um grupo trouxe um filme inspirado em quadrinhos e fez um paralelo entre cinema e história em quadrinhos , outro grupo dramatizou uma história em quadrinho lida, fantasiados a caráter, foram muitas propostas. É claro que isso não surge do nada, os professores vão explodindo milhares de idéias para que os alunos criem repertórios de escolha. Os arte-educadores não conhecem o universo dos quadrinhos (salvo um ou outro curioso) e a culpa não é deles, a culpa está na faculdade que não incorporou essa linguagem como disciplina permanecendo ou nos cânones ou na arte contemporânea. A culpa é editorial, há muita publicação de arte moderna, um pouco de arte clássica, um pouquinho de arte contemporânea e praticamente nada de quadrinhos. Parece-me que alguns quadrinistas, cartunistas e chargistas vão à escola, mas é raro. O arte-educador também não sabe como encontrá-los. Recentemente (2006) o grupo Caostidiano de Ferraz de Vasconcelos, que tem a participação do arte-educador Onézio Cruz, fez um maravilhoso trabalho com os alunos da escola em que trabalho, vindo gentilmente à nossa escola. Os cartunistas Bira e Baraldi deram uma palestra há alguns anos atrás bancando os seus próprios gastos, vindo de Campinas e Santo André. Os estudantes têm acesso a quadrinhos da indústria cultural e a nossa comunicação começa por esse viés, aprendendo com eles e depois os aproximando dos quadrinhos que não conhecem porque não estão nas bancas. Eu tenho o meu acervo próprio, toda escola municipal tem a Mafalda do Quino e a escola pode aumentar o acervo da sala de leitura com os pedidos do arte-educador.

CM - Você conhece (e poderia citar) algumas iniciativas de trabalho educacional a partir das artes, se possível no campo das histórias em quadrinho, que aconteça fora da escola, em espaços alternativos, como oficinas, ateliês, centros culturais etc.? Estes trabalhos são norteados por diretrizes pedagógicas?
BL - A Gibiteca Henfil (dentro do Centro Cultural Vergueiro), a gibiteca do Sesi (Av. Paulista 1313), Animanga, Comics, Devir Livraria, E-Comics, Revistaria Luca. Devir, no Cambuci.Comix, na Alameda Santos.Jeremias, o Bar, na Avanhandava.
Tem livraria de quadrinhos na av. São João altura do Largo do Paissandu. Quanto as atividades o Grupo Caostidiano de Ferraz de Vasconcelos são amigos profissionais que atuam em diversas áreas das Artes Gráficas. Como atelier lembro: Universohq, fábrica de quadrinhos, hq em foco, Cosmo hq, as oficinas culturais do estado, Centro Cultural, as oficinas municipais de São Paulo, todas essas escolas e muito mais você pode pesquisar na internet. Em Campinas, há a escola Pandora. Se você acessar a internet com os termos desenhistas de quadrinhos, escola de quadrinhos vai encontrar muita coisa, inclusive a bibliografia e os espaços que tem material. Como a própria situação hierárquica em que a Arte se encontra na escola, os quadrinhos também sofrem e as gibitecas (lugar pra ler quadrinhos, biblioteca de quadrinhos) estão abandonadas pela cidade, além de serem pouquíssimas.

CM - É papel do professor de arte fazer com que as relações entre a arte produzida em sociedade e os alunos não sejam relações ingênuas? Como instrumentalizar os alunos a chegarem a esta relação no plano da participação, criação e transformação dos conceitos pré-determinados pelo modelo educacional vigente?
BL - Passar branquinho no balão dos quadrinhos e xerocar para que os alunos escrevam a fala ou pedir para que dividam a folha em quatro ou oito partes iguais e façam um desenho em seqüência é empobrecer os quadrinhos. É necessário ler quadrinhos em sala de aula. A partir do 5º ano, os mangas já são de maior interesse. A banca de bairro só vende quadrinho americano e japonês. Começar a olhar a tomada de cena (de onde o desenhista ou o personagem olha, é o seu campo de visão), observar o tempo em que a cena acontece (rápida, lenta), a distância ou aproximação, ficar só mostrando aos alunos que existe onomatopéia, balão não faz avançar. É necessário estudar os símbolos do desenho gráfico. É necessário matar a cobra e mostra o pau, indo diretamente nos quadrinhos conversando com a turma. A escola é muito boa em falar de coisas sem mostrá-las. Estudamos as palavras fora do seu contexto, conhecemos definições de figuras de linguagem, mas não a entendemos e não conseguimos fazer. O "leia em casa para a prova" deve acabar. A maioria dos alunos não lêem, é necessário ler juntos, ler quadrinhos, ler charges, ler cartuns. Eu não entendo de futebol apesar do meu pai ter sido técnico de times masculinos e do primeiro futebol feminino, então os meus alunos me ensinam a ler as charges de futebol. É necessário abertura para compreender que o aluno tem conhecimento a contribuir. Uma leitura coletiva é sempre gostosa, não invalida as leituras individuais que cada um deve fazer.

Fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=13583

O primeiro centenário da Mônica

FONTE: POP NEWS

Estava olhando os meus arquivos e me deparei com um quadrinho muito especial do passado. Queria compartilhar com vocês. Ele é de agosto de 1978, publicado pela Editora Abril e representa um marco para a história de Mauricio de Sousa. Afinal, era a primeira vez que um título seu chegava ao número 100. E foram muitas de lá pra cá. Mas é também um número exemplar para se analisar uma época dos quadrinhos nacionais, em comparação aos dias de hoje, com ataques dioclecianos a inocentes personagens infantis.

De cara se pode notar que as revistas tinham uma proporção diferente, mais parecidas com o padrão norteamericano, do que as atuais. Também a quantidade de quadrinhos por página diminuiu consideravelmente. É por isso que, hoje em dia, é muito mais rápido se ler um quadrinho da Mônica do que era há trinta anos. E, finalmente, não existia a metalinguagem nas histórias da turminha — no máximo, elas chegavam às histórias do Bidu.

Os desenhos do estúdio, então comandado pelo grande mestre Jayme Cortez, marcaram época, sendo o estilo desse período um dos mais marcantes da história dos quadrinhos de Mauricio. Este número 100 também abre com um raro desprendimento comercial, em que a Turma da Mônica abraça a campanha contra a destruição dos orelhões telefônicos, um marco da antiga operadora estatal paulista, a Telesp.

Crítica de Delfin
(Delfin é editor, jornalista, designer gráfico e dirige atualmente o escritório de produção editorial Studio DelRey. Colabora com o site especializado em quadrinho Universo HQ)

Figuram a seguir Mônica, o Louco, Bidu em duas histórias (e uma delas antológica, quando se apaixona por uma terrível gata), Magali, Cebolinha e Chico Bento, que figurava nessas páginas antes de ganhar o seu gibi, na década seguinte. Histórias ainda hoje muito boas, mas difíceis de serem reprisadas em edições regulares. Pois o paradigma dos desenhos, ainda mais gordinhos e agora influenciados pelos mangás, mudou bastante.

Interessante notar também a quantidade de propagandas na revista. Descontando os produtos diretamente ligados à turma, havia promoções de revistas infantis da Abril, como Destaque e Brinque, e propagandas dos pirulitos Embaré, dos livros do Círculo do Livro (nada infantis), de clubes de compras e do clássico Instituto Universal Brasileiro. Fora a Telesp, subliminarmente citada.

Eram dias divertidos. Continuam sendo para as crianças. Vendo gibis como esse e comparando com os atuais, é que dá pra se perceber que qualquer um pode ideologizar o que quiser para cima dos quadrinhos infantis. Mas eles vão continuar sendo apenas o que foram criados para ser. Teorizar qualquer coisa além disso num gibi criado para crianças é apenas querer aparecer.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Sesinho em versão teen


A centésima edição da revista em quadrinhos Sesinho - publicação produzida mensalmente pela agência Exa World e distribuída de forma gratuita, em todo o Brasil, nas unidades do SESI - Serviço Social da Indústria - traz um HQ especial na qual os personagens encarnam uma versão adolescente.

De acordo com informações divulgadas na imprensa, Sesinho e sua turma poderão, em breve, estrelar um título periódico de suas "contrapartes juvenis", dessa vez em estilo mangá, assim como Luluzinha Teen e Didi & Lili, gibis que surgiram na esteira do sucesso da Turma da Mônica Jovem.

A revista mensal de Sesinho estreou em 1947, vendida em bancas e com sistema de assinaturas. Desde então, tem como público-alvo crianças, jovens e adultos, para os quais apresenta contos, fábulas adaptadas e atualizadas, textos teatrais, partituras, passatempos, orientação para trabalhos manuais, reportagens sobre assistência às famílias operárias e outras atividades do SESI desenvolvidas em todo o País.

O título foi cancelado em 1960 e retornou em 2001, com nova numeração. Atualmente, o gibi é usado em escolas públicas e particulares como instrumento educacional, transmitindo conhecimentos variados, atuais ou de interesse contínuo, bem como princípios e valores relacionados à cidadania, amizade e solidariedade, ao companheirismo, à importância dos estudos e ao respeito com o meio ambiente, dentre outros temas, sempre utilizando quadrinhos, passatempos e matérias dissertativas.

As 32 páginas editoriais de Sesinho # 100 também estão disponíveis gratuitamente para leitura o online ou download. Clique aqui e confira.

FONTE: UNIVERSO HQ

Professor defende que mito de Superman é essencialmente americano

Tom De Haven, romancista, professor e pesquisador da área de quadrinhos, acaba de lançar um novo livro, e quer comprovar uma tese: a história de Superman só poderia ter sido criada nos EUA.

Our Hero: Superman on Earth, lançado pela Yale University Press, defende que o super-herói encarna alguns dos principais mitos do sonho americano - por mais que entretenha públicos do mundo inteiro.

"Como órfão e imigrante, ele divide sua história com a de muitos estadunidenses que vieram para o país em busca de uma vida melhor, e seus feitos supreendentes representam as realizações mais loucas do sonho americano", diz a descrição do livro. De Haven analisa 70 anos de quadrinhos, programas de rádio e TV, além dos filmes, para mostrar a "americanidade" do herói.

Our Hero: Superman on Earth tem 240 páginas e custa US$ 24. Na Amazon, também está disponível para Kindle.

FONTE: OMELETE

Exposição em São Paulo homenageia Glauco

A Pizzaria do Babbo (R. Joaquim Antunes, 824, Pinheiros, São Paulo/SP) realizará, a partir do próximo dia 30 de março, às 20h, a exposição Fala, Panga!, que reunirá trabalhos de 28 desenhistas em homenagem ao cartunista Glauco, falecido recentemente.

As obras, produzidas por amigos e colegas do artista, revisitam os personagens de Glauco, no traço de cada autor.

Com curadoria de Orlando Pedroso, a exposição terá a participação de Adão Iturrusgarai, Airon, Alcy, Allan Sieber, Angeli, Arnaldo Branco, Benett, Caco Galhardo, Chiquinha, André Dahmer, Dalcio, Emílio Damiani, Galvão, Luiz Gê, Fernando Gonsales, Gustavo Duarte, Jaguar, Jean, Leonardo, Mariza, Nani, Orlando, Paulo Caruso, Pelicano (irmão de Glauco), Solda, Spacca, Tiago Recchia e Ziraldo.

A exposição Fala, Panga! - cujo nome se refere à forma amistosa com que Glauco se dirigia aos amigos - seguirá até 30 de maio, sempre de terça-feira a domingo, das 18h às 23h30min.

FONTE: UNIVERSO HQ

Curso de História em Quadrinhos: História, Análise e Crítica

Coordenação: Luciano Klockner
Ministrante: Guilherme Sfredo Miorando e Samir Machado de Machado

Início: 10/04/2010

Informações Gerais:
Unidade Promotora: Faculdade de Comunicação Social
Duração: 10/04/2010 - 10/07/2010
Carga Horária: 39 horas/aula
Sábados: 09h às 12h

Informações e inscrições:
Local: Prédio 40 - Sala 201
Horário: Segunda a sexta-feira - 8h às 20h

Investimento:
Alunos e diplomados PUCRS: R$ 300,00
Demais interessados: R$ 330,00

Público-alvo:
Interessados em geral.

Programação:

Aula 01 | 10/04

Definições de quadrinhos; Elementos; Tipos; Quadrinhos pelo mundo; Opostos Complementares, Classificação quanto ao conteúdo, Apresentação do Guia das Narrativas
Vídeos: Guia para Entender os Quadrinhos, de Scott McCloud: O Poder do Mito, Joseph Campbell

Aula 02 | 17/04
Quadrinhos primitivos, Histórias Ilustradas: de Töpffer à Agostini, Primeiros personagens: Yellow Kid, Sobrinhos do Capitão, Chiquinho, Krazy Kat e Pequeno Nemo; as Pulp Fictions, Surgimento das comic strips, as adventure strips; autores consagrados; Hal Foster, Chester Gould, Alex Raymond, Lee Falk, Milton Caniff, Burne Hogart, Al Capp; O alvorecer dos comic books; a National Periodical e a Era das Revistas.
Vídeo: Winsor McCay e Little Nemo in Slumberland.

Aula 03 | 24/04
O mundo na década de 1930; Jerry Siegel e Joe Shuster, antecedentes do Superman, Superman: o primeiro super-herói; impacto cultural; o Universo do Superman.
Vídeo: Superman dos Irmãos Fleischer, Kill Bill V.2.

Batman: criação e referencias visuais, A esperteza de Bob Kane, Robin, Vilões do Batman, Universo do Batman.
Vídeo: Documentário Batman, a Sombra do Morcego, Parte 1.

Aula 04 | 08/05
Contextualização: Anos 40. Capitão Marvel: criação, popularidade e universo; Timely Comics, All-American Comics, Flash Comics: Flash e Gavião Negro, Lanterna Verde, Aquaman, Arqueiro Verde, Sociedade da Justiça, Mulher-Maravilha: espelho de seu criador?, o apelo erótico da Mulher Maravilha e dos super-heróis; Quality Comics, Jack Cole e o Homem-Borracha, Will Eisner e o Spirit; Capitão América
Quadrinhos na Segunda Guerra: impacto no mercado, xenofobia e racismo: o perigo amarelo, conseqüências do fim da guerra para os quadrinhos.

Aula 05 | 15/05
Contextualização dos anos 1950; quadrinhos de Romance e quadrinhos de Terror. Apogeu do Quadrinhos de Crime e Horror, EC Comics, Fredric Wertham, Sedução dos Inocentes, O Comics Code Authority.
Releituras pós-Guerra: Flash e Lanterna Verde. A Liga da Justiça: características, inimigos, Atlas Comics: os Monstros da Marvel, O "novo" Superboy, Crise e Surto criativo em Superman no final da décad de 50, Lois Lane e Jimmy Olsen; Turma Titã: formação original.

Aula 06 | 22/05
Contextualizando os anos 1960, a Marvel Comics: Quarteto Fantástico, O Incrível Hulk, Homem-Aranha: características, inspirações, vilões, universo; Vingadores, Thor, Homem de Ferro, A volta do Capitão América, X-Men: formação original, Demolidor,
Vídeo: Stan Lee, Mutants, Marvels & Monsters.
Afundando e salvando o Batman, Batmania dos anos 60, Neal Adams, Relevância Social, O ano de 1968, Quadrinhos Underground.

Aula 07 | 29/05
Contextualizando os anos 1970, Arqueiro Verde / Lanterna Verde. Momento de Transição: os super-heróis e a Guerra do Vietnã, a morte como fator de alavancamento de vendas; O Quarto Mundo de Jack Kirby, Wolverine, Justiceiro, Os Novos X-Men: características, temas sociais, nova formação, vilões, universo, X-Men de Byrne & Claremont, Implosão da DC, Howard O Pato, Heróis de Minorias, Fandom, Cultura de Massa e Individualismo.
Contextualizando os anos 1980, Os Novos Titãs: características, vilões, nova formação. O Mercado Direto. Frank Miller e o Demolidor, Elektra, os heróis de John Byrne, Camelot 3000, Crossovers e minisséries
O ano de 1986, Grim'n Gritty, Tartarugas Ninja, Sandman, Todd mcFarlane no Homem-Aranha, A Morte do Robin, Batman:o Filme, Mauz.
Vídeo: Novos Titãs.

Aula 08 | 05/06
Contextualização dos anos 1990, Jim Lee e os X-Men, Image Comics, Spawn, Universo Animado da DC, Explosão das Bad Girls: Witchblade.Hellboy, A Bolha Especulativa, a revista Wizard e os gimmicks, A Morte e o Retorno do Superman, A Queda do Morcego, Vertigo, Alex Ross: Marvels e Reino do Amanhã, Banalização dos Crossovers: Dc vs. Marvel, Era de Apocalipse, Massacre Marvel, Heróis Renascem, Zero Hora. Grant Morrison e a JLA. Crise criativa: Superman Elétrico e Saga do Clone.
Teoria das Eras

Aula 09 | 12/06
Analise da obra de Frank Miller
Influências, início de carreira e estilo. Demolidor, Ronin, Análise de Batman: O Cavaleiro das Trevas. Batman Ano Um. Elektra Assassina. Hard Boiled. Martha Washington. Análise de Sin City. 300 de Esparta, Cavaleiro das Trevas 2.
Vídeo: As Fitas de Frank Miller.

Aula 10 | 19/06
Análise da obra de Alan Moore
Influências, início de carreira e estilo. Fase Ingleesa: Capitão Bretanha,, revista Warrior. Análise de V de Vingança. Análise de Miracleman. A Balada de Halo Jones. Fase Americana: DC Comics, Monstro do Pântano. Análise de Watchmen. Fase Independente: Do Inferno. Fase Image: Spawn, Supremo. Linha ABC: Tom Strong, Promethea, A Liga Extraordinária. Lost Girls.
Vídeo: The Mindscape of Alan Moore.

Aula 11 | 26/06
Análise da obra de Neil Gaiman
Influência, início de carreira e estilo. Violent Cases, Miracleman, Orquídea Negra. Análise de Sandman. Os Livros da Magia. Morte. Stardust. Marvel 1602. Os Eternos.

Aula 12 | 03/07
O Tico-Tico, A Gazetinha, O Suplemento Infantil e o Suplemento Juvenil, Globo Juvenil, o Gibi, EBAL: Superman, O Pato Donald, RGE, Catecismos, Pererê. Maurício de Souza: Bidu, Turma da Mônica, Super-Heróis Shell. Marvel na RGE, Super-Heróis na Abril. Estúdios Disney na Abril, Editora Globo, Super-Heróis Premium e o Mercado Paralelo, Pequenas Editoras, Panini Comics. Fim dos Heróis na Abril. Os Encadernados e o mercado horizontal.
Vídeo: Desenhos Desanimados da Marvel.

Aula 13 | 10/07
Momento de Transição: Salvando a Marvel: Avi Arad e Joe Quesada. Contextualização dos anos 2000. Uma nova era: Marvel Millenium. Marvel MAX. Anos 2000: a era dos quadrinhos no cinema. Super-Heróis na TV: Smallville. Popularização dos TPBs. Sinergia Criativa: quadrinhos, cinema, TV, literatura. Virgin Comics. Os Supremos.
Vídeo: Os Supremos.
Obras atuais: Estranhos no Paraíso, DC - A Nova Fronteira, 100 Balas, Fábulas.
Autores Atuais: Grant Morrison, Garth Ennis, Warren Ellis, Jeph Loeb, Mark Millar, Brian Michael Bendis, J. Michael Strackzinsky, Robert Kirkman, Bryan K. Vaughn.


Mais informações aqui.

FONTE: TOKA DI RATO

quinta-feira, 25 de março de 2010

Jornalismo 'na estrada' vira história em quadrinhos


Rio de Janeiro (O Repórter) - A expedição jornalística “Brasil: cada canto um encanto”, realizada pelo jornalista Laércio Guidio que até o momento já percorreu cidades nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Bahia, virou tema de história em quadrinhos.

Com o objetivo de mostrar as belezas naturais do país, visitando cidades com alto potencial turístico, mas nem sempre divulgados, o jornalista iniciou a expedição em novembro de 2009, a princípio com a companhia de um jovem escritor mineiro que fazia o mesmo percurso com o projeto literário “Um ano na estrada”.

A aventura partiu de Presidente Prudente, interior paulista e ganhou seguidores na internet, que sugerem lugares para serem visitados através do twitter (BrasilCadaCanto).

Agora o mochilão que em breve volta para estrada com a meta de percorrer a segunda etapa da missão de “caçar paraísos”, conta com uma nova ferramenta que agradará desde o público infantil ao adulto, visando atingir cada vez mais pessoas, a viagem começa a ser retratada em história em quadrinhos, para continuar mostrando as belezas naturais e fazer com que a informação jornalística assuma diferentes formas para atingir diferentes públicos.

O ator e jornalista Vasco Valentino que interpreta o personagem Amaro na novela “Cama de Gato” já declarou em entrevistas sua preocupação com as questões ecológicas e foi convidado a participar desta aventura em desenho; seu personagem irá incentivar as pessoas a preservarem o meio ambiente.

Valentino que também é conhecido por evitar em seu cotidiano o uso de papéis que não sejam reciclados e não ser adepto ao uso de sacolas plásticas vem a ser de fundamental importância para conscientizar os leitores das responsabilidades com o planeta.

O criador da história em quadrinhos que conta os passos da expedição é o ilustrador de livros infantis e cartunista Hugo César.

O artista da cidade de Ilha Solteira tem suas charges e tirinhas publicadas em vários jornais pelo país, além de postadas no site “Tiras Nacionais” e no seu blog pessoal, “Hugo Tira de Letra”.

Atualmente o cartunista está escrevendo um livro de infanto-juvenil que conta a história assustadora de uma lenda urbana de Ilha Solteira que será totalmente ilustrado pelo próprio autor.

A expedição “Brasil: cada canto um encanto” na versão história em quadrinhos será postada semanalmente no blog da expedição: http://cadacantoumencanto.blogspot.com

FONTE: O REPORTER

1º Salão Interplanetário MAD e Brazilcartoon


O 1º Salão Interplanetário MAD e Brazilcartoon, organizado pela revista MAD brasileira (publicada pela editora Panini) em parceria com o site Brazilcartoon, abriu inscrições nas categorias Cartum Engraçado, Caricatura Temática e História em Quadrinhos ou Série de Tiras.

Os melhores trabalhos receberão os seguinte prêmios: 1° Lugar - troféu dente de ouro MAD + 2 revistas e camiseta Brazilcartoon; 2° Lugar - troféu dente de prata MAD + 2 revistas e camiseta Brazilcartoon; e 3° Lugar - troféu dente de bronze MAD + 2 revistas e camiseta Brazilcartoon; também serão concedidas 2 menções honrosas para cada categoria. As inscrições vão até o dia 25 de abril, e a premiação acontecerá no dia 10 de maio.

O texto de apresentação do Salão, divulgado no blog da MAD: "Gosta de perder seu tempo desenhando, fazendo caricaturas e criando Histórias em Quadrinhos? Então perca seu tempo participando do mais inacreditavelmente imbecil Salão de Humor de todos os tempos! Vamos abrir espaço para você mostrar suas ideias mais babacas e fazer um monte de desocupados desopilarem o fígado de tanto rir!!! E, claro, vamos dar prêmios a altura das suas tolices mais infantis!!". Confira aqui o regulamento completo do Salão.

FONTE: BIGORNA

Semana de Quadrinhos do UFRJ

Está no ar o Blog da Semana de Quadrinhos do UFRJ.

A intensão do espaço e divulgar informações e entrevistas com os participantes do evento. De acordo com a carta de apresentação do blog, a Semana de Quadrinhos agora possuí parceria entre a ECO/EBA e o SESC-Madureira. A nova edição será realizada em maio na EBA (Campus da UFRJ-Fundão), nos SESC-Madureira e na ECO (Campus da UFRJ-Praia Vermelha). Além disso, “o evento irá homenagear Angelo Agostini, pois fazem 100 anos do seu falecimento”.

A Semana de Quadrinhos é um projeto conjunto da Escola de Belas Artes (EBA) e da Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ.

Mais informações aqui.

FONTE: TOKA DI RATO

quarta-feira, 24 de março de 2010

Anime Yuu 2010 em Londrina


O Anime Yuu 2010, evento voltado para aficionados por mangás, animês e cultura japonesa em geral, será realizado nos dias 27 e 28 de março (sábado e domingo), das 10h às 20h, na Unifil - Centro Universitário Filadélfia (Rua Alagoas, 2.050 - Centro - Londrina-PR). Haverá palestras com Tatiana Kelpmair e Thiago Kelpmair (dubladores de Sakura e Rock Lee no animê Naruto), com a desenhista Erica Awano (Holy Avenger; Alice in Wonderland), e com Bruno Cerkuenik (grupo medieval Ars Gladiatoria).

Também acontecerá uma eliminatória do World Cosplay Summit (WCS), o campeonato mundial de Cosplay. Outras atrações do evento: xadrez, paper craft, tênis de mesa, matsuri dance, artes marciais, futebol de botão, desfile Lolita, desfile Visual Kei, Miss Anime Yuu 2010, Concurso de Cosplay, e muito mais. Ingressos: antecipado R$ 8,00 (até o dia 25 de março); meia R$ 10,00; e inteira R$ 20,00 (todos pagarão preço de meia no dia do evento), à venda na K2 Mangá Point (Av. Rio de Janeiro, 912 - próximo ao Cemitério São Pedro - Centro - Londrina-PR - fone [43] 3024 155), a organizadora do evento. Confira aqui a programação completa do Anime Yuu 2010.

FONTE: BIGORNA

Guia Mangá de Cálculo Diferencial e Integral


Noriko está apenas iniciando a carreira de repórter no jornal Times Asagake. Ela quer cobrir assuntos importantes, como política e relações internacionais, mas será que está preparada? Felizmente, o Sr. Seki, seu exigente e rigoroso chefe, está disposto a ensiná-la a analisar suas matérias com olhar matemático.

No Guia Mangá de Cálculo Diferencial e Integral você vai descobrir, durante o aprendizado de Noriko, que o cálculo é mais do que apenas uma disciplina para assustar os candidatos a cientistas. Você verá que o cálculo é uma forma útil de entender padrões em física, economia e no mundo que nos rodeia, com a ajuda de exemplos da vida real, como probabilidade, curvas de oferta e procura, economia da poluição e densidade do "shochu" (uma bebida japonesa).

O Sr. Seki ensina Noriko a:

· Usar a derivação para entender a taxa de mudança de uma função

· Aplicar o teorema fundamental do cálculo e compreender a relação entre a derivada de uma função e sua integral

· Integrar e derivar as funções trigonométricas e outras funções complicadas

· Usar cálculo multivariável e derivação parcial para lidar com funções complicadas

· Usar Expansões de Taylor para aproximar funções difíceis com precisão por meio de polinômios

Se está enfrentando um curso de cálculo pela primeira vez ou se só precisa de uma breve reciclagem, você vai encontrar o que está procurando no Guia Mangá de Cálculo Diferencial e Integral.

Autor: Hiroyuki Kojimae Becom Co. Ltd.
ISBN: 978-85-7522-208-9
Páginas: 256
Ano: 2010

Preço: R$ 39,00

Link: http://www.novatec.com.br/livros/mangacalculo/

FONTE: PROJETO CONTINUUN

Heróis das HQs viram objetos para casa


Aí vai uma boa notícia para os fãs de histórias em quadrinhos – e também para aqueles que gostam de produtos fofinhos: em comemoração aos 75 anos de existência, a editora de quadrinhos DC Comics fechou uma parceria com a marca Téo Jasmin para lançar objetos para casa e acessórios estampados com seus super-heróis.

Até agora apenas Super Homem e Mulher Maravilha viraram sofás, almofadas e bolsas. Mas vale lembrar que a editora norte-americana ainda detém os direitos de personagens como Batman, Aquaman e Lanterna Verde, portanto ainda dá para esperar muitas criações bacanas por aí.

A francesa Téo Jasmin já é conhecida por realizar trabalhos deste tipo. A marca é fabricante de sofás, cadeiras, objetos de decoração e acessórios estampados com os rostos de famosos e possui até coleções especiais da diva Brigitte Bardot e dos Beatles.

Por enquanto os produtos inspirados nos heróis das HQs estão à venda apenas na loja da marca, em Paris. A previsão é de que até o fim deste mês eles cheguem às vitrines de outras lojas francesas – e em seus sites, esperam os fãs.

FONTE: CRIATIVA

Dia do fã 2010 em São Paulo (SP)

O Dia do Fã será comemorado no dia 28 de março, domingo, das 9h às 17h, na Estação Ciência (Rua Guaicurus, 1394 - Lapa - São Paulo-SP), com uma programação repleta de atrações, como palestras, concurso de fantasias, jogos e brincadeiras para os fãs de ficção, fantasia, ação e aventura. Haverá exposição de coleções particulares dos fã-clubes Conselho Jedi São Paulo, Hogfriends, Twilight Universe, Percy Jackson, Conselho Branco - Toca São Paulo, Universo Transformers, Speed Racer, Sindicato do Fã, Adorável Noite, Grupo Zona Neutra e Grupo de Ficção Científica Alpha, e FFESP - Federação da Frota Estelar São Paulo.

Todas as atividades do evento são gratuitas; o ingresso cobrado é o da entrada da Estação Ciência (INDIVIDUAL: R$ 2,00; FAMÍLIA: R$ 5,00 - até 4 pessoas - a partir do quinto integrante da família, R$ 1,00 por pessoa; ISENTOS: menores de 6 anos, maiores de 60 anos, portadores de necessidades especiais com um acompanhante, professores, comunidade USP). Os organizadores pedem que todos levem 1kg de alimento não-perecível, que será doado para a ACEDEMSP, instituição que cuida de crianças e jovens excepcionais no bairro de São Miguel Paulista em São Paulo. Confira a seguir a programação do auditório do evento (sujeita a alterações).

09h15 - Episódio Arquivo X - O ser do espaço
10h05 - Episódio Pistoleiros Solitários
10h50 - Bate-papo Arquivo X e sua influência nos seriados
11h40 - Star Trek - Palestra Grupo de Ficção Científica Alpha
12h20 - Curta-metragem Alive in Joburg
12h30 - Bate-papo Star Wars The Clone Wars
13h15 - Bate-papo Harry Potter com o grupo Hogfriends
14h00 - Bate-papo Novidades no mundo do entretenimento - O que vem por aí em 2010
15h00 - Concurso de Cosplay Twilight Universe
16h00 - Bate-papo Games
16h45 - Desfile de Fantasias

FONTE: BIGORNA

Banca de Quadrinhos: Gusman, Beyruth e Cau

A 56ª edição do programa Banca de Quadrinhos traz entrevistas com o editor Sidney Gusman (na Mauricio de Sousa Produções, falando sobre a produção do álbum MSP+50, com novas HQs da Turma da Mônica criadas por grandes nomes do Quadrinho nacional), e com os quadrinhistas Danilo Beyruth (Necronauta) e Mário Cau (Pieces), que falaram sobre sua participação no álbum MSP+50 e sobre seus próximos projetos.

O recentemente falecido cartunista Glauco (saiba mais aqui) foi homenageado no final do programa. O Banca de Quadrinhos é exibido nas quartas-feiras, às 20h30, na BLUETV - TVA-18/36 - Rio e São Paulo e no site da emissora. Clique aqui para assistir esta edição e também as edições anteriores do programa.

FONTE: BIGORNA

terça-feira, 23 de março de 2010

Mande um recado para a Turma do Ronaldinho


A editora Panini, que publica os quadrinhos Ronaldinho Gaucho está convidando todos para os fãs do personagem para enviarem seus recados para a seção de correspondência da revista ( na revista tem o endereço e o e-mail para contato).

Quem tiver filho (a), sobrinho (a), afilhado (a), irmão (ã) ou até mesmo uma criança conhecida e quiser mandar um recadinho, fique à vontade. É necessário informar o nome completo da criança, a idade e a cidade onde mora. Ah, e claro, tem que mandar uma foto com uma BOA RESOLUÇÃO.

Homenagem a Claudio Seto em escola de Curitiba


Hoje, dia 23 de março, às 11h15, a Escola Municipal Tanira Regina Schimidt (Rua Victor Kotovis, s/n - Abranches - Curitiba-PR) fará uma homenagem ao jornalista, artista plástico, poeta, escritor, chargista, animador cultural e bonsaísta Claudio Seto (1944-2008). O jardim oriental da escola receberá o nome do desenhista.

FONTE: BIGORNA

Exposição comemora o aniversário de Salvador

Comemorando o aniversário de Salvador e os 25 anos da axé music, a Caco de Telha e EBEC Galeria de Arte apresentam a exposição coletiva Axé Comics - Mostra de Humor com Sotaque Baiano, com abertura no dia 30 de março, às 19h na EBEC Galeria de Arte (Rua Amazonas, 746 - Salvador/BA).

A exposição, produzida pela Ação Cultural Oficina HQ, com curadoria e coordenação de Wilton Bernardo, reúne caricaturas, charges, cartuns, ilustrações, quadrinhos e tiras de vários artistas gráficos, que se inspiraram na cidade de Salvador, na cultura, no imaginário, no comportamento e no sotaque peculiar da Bahia.

A exposição contará também com uma versão online.

Além de homenagear os 25 anos da axé music, destacando as figuras de grandes nomes da música baiana, a exposição vai homenagear também o Dicionário Baianês, que surgiu em 1991, seu criador Nivaldo Lariú e o cartunista Lage, que faleceu em 2006 e foi o responsável pela parte gráfica do livro.

A empresa de entretenimento Caco de Telha é parceira do projeto e promoverá um leilão virtual dos trabalhos na internet. O valor arrecadado será doado a uma instituição de caridade que ainda não foi definida pela empresa.

A Ação Cultural Oficina HQ atua em Salvador desde 2003 realizando oficinas, exposições e atividades educativas em escolas e centros culturais de Salvador.

E já estão abertas inscrições para as oficinas Quadrinhos para Adolescentes e Adultos e Desenhos para Crianças de 7 a 12 Anos, que serão realizadas a partir de 23 de abril na EBEC Galeria de Arte e Aliança Francesa. Informações podem ser obtidas por e-mail.

FONTE: UNIVERSO HQ