terça-feira, 31 de agosto de 2010

Oficina de Quadrinhos em Ceilândia (DF)


Vem sendo realizado desde o mês de junho de 2008 no Centro Cultural de Ceilândia, Distrito Federal, um projeto que envolve oficinas de produção de Histórias em Quadrinhos. As oficinas têm como coordenador o professor de artes plásticas Mauro César Bandeira e conta com os apoios da administração pública de Ceilândia e da Secretaria de Cultura do Distrito Federal. No momento, está previsto o retorno da Oficina de Quadrinhos em Setembro de 2010.

na QNN 13 área especial – módulo B. Mais informações pelos telefones (61) 3471-9817 ou pelo

e-mail: maurobandeiras@gmail.com.

Fábrica do Traço prepara a revista Carcará Quadrinhos


A Fábrica do Traço, coletivo de profissionais ilustradores de Campina Grande (PB), publicará a revista independente Carcará Quadrinhos – ainda em produção. O projeto será uma coletânea de quadrinistas e cartunistas paraibanos iniciantes ou profissionais. A seleção do material ficará a cargo do corpo editorial formado por Flaw Mendes, Joel Pereira e Carlos Henry.

O intuito da revista é publicar quadrinhos adultos de Ficção Científica, terror, fantasia, humor negro, urbano-policial, cangaço, aventura etc. De acordo com os idealizadores, “tudo na linha de revistas conceituadas do segmento, a exemplo da Fierro, Skorpio, Metal Hurlant, Blue Jeans, Zona 84, Cimoc, Aventura & Ficcção, Porrada! Special etc.

A coletânea será lançada pelo sistema de Impressão Por Demanda. O formato escolhido para a Caracará Quadrinhos é: capa colorida em papel couchê 300g, miolo em papel offset 75g, impressão preta e branca, no formato A5 (14,8cm de largura x 21cm de altura) – o preço ainda não foi divulgado.

Para o número de estreia estão previstas as HQs: Conto de Areia, com roteiro e desenho Carlos Henry e arte final de André Gomes; Versões, desenho de Flaw Mendes e roteiro Gian Danton; e Leviatã com desenho de Joel Pereira, arte final Di Ângelo e roteiro Gian Danton - dentre outras.

ORIGINALMENTE PUBLICADO NO BIGORNA

TIRAS DA TURMA DO XAXADO: ELEIÇÕES



Clique em cima das tirinhas para ampliar!

PUBLICADO ORIGINALMENTE EM TIRAS EM QUADRINHOS

Folclore, religião e literatura na Maturi 2


O Grupehq - Grupo de Pesquisa e Histórias em Quadrinhos, fundado em 1971 e em plena atuação na produção de quadrinhos no Rio Grande do Norte, lançou o segundo número da revista Maturi (40 páginas).

A edição tem patrocínio do COSERN, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Câmara Cascudo, da Fundação José Augusto.

A revista reúne diversos artistas potiguares: Emanoel Amaral, Gilvan Lira, Luiz Elson, José Veríssimo, Robson Nascimento, Wolclenes, Márcio Coelho e Ivan Cabral.

O projeto prevê que até o fim do ano serão lançadas mais quatro edições da revista, num total de seis números, todos voltados para o resgate da cultura do Rio Grande do Norte por meio da linguagem dos quadrinhos.

A presente edição faz um tributo à figura de um dos mais importantes nomes da cultura potiguar: Câmara Cascudo. O grupo de artistas retratou em quadrinhos diversos aspectos da cultura potiguar, capitaneados pelos contos, textos e pesquisas do mestre Luís da Câmara Cascudo, abordando temáticas diversas, como folclore, religião e literatura, promovendo uma releitura de algumas de suas obras.

Interessados em adquirir a revista podem entrar em contato por e-mail.

ORIGINALMENTE PUBLICADO NO UNIVERSO HQ

Jornada de Estudos sobre Romances Gráficos


Dia 2 de setembro, quinta-feira, haverá ciclo de palestras e debates sobre Histórias em Quadrinhos, denominado Jornada de Estudos sobre Romances Gráficos, no Auditório Augostinho da Silva, localizado no Departamento de Teoria Literária e Literaturas (UnB), em Brasília. A iniciativa e realização do evento é por parte do Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea da Universidade de Brasília – UnB. Para participar os interessados devem se inscrever por email (jornadaromancesgraficos@gmail.com) até o dia 31 de agosto. Para saber mais, vá ao blog TOKA DI RATO.

domingo, 29 de agosto de 2010

Estudantes de Artes da UnB fazem petição por disciplina sobre Histórias em Quadrinhos


Encabeçada pelo estudante Adriano Carvalho Saturnino, aluno do Curso de Artes Plásticas do Instituto de Artes da Universidade de Brasília (UnB), está disponível na Internet, dirigida apenas a alunos do curso, uma petição solicitando à Diretoria do Instituto que analise a demanda para introdução no curso de uma disciplina sobre histórias em quadrinhos, a ser oferecida no Departamento de Artes Visuais. A petição menciona que a Faculdade de Comunicação da UnB oferece esporadicamente a disciplina "Introdução às Histórias em Quadrinhos", mas defende que "o Instituto de Artes pode oferecer uma leitura diferente do assunto".

Trata-se de uma proposta de mérito, que demonstra a consciência, por parte de alguns alunos do Curso de Artes Plásticas, dos benefícios de uma disciplina sobre histórias em quadrinhos em sua formação acadêmica. Por enquanto, a petição conta ainda com pequena parcela de assinantes. Ressalta aos olhos a utilização do espaço virtual por parte de alguns brincalhões, que assinaram com pseudônimos, e de algumas pessoas, aparentemente externas ao curso, que apóiam a proposição. É discutível se brincadeiras de mau gosto ou a se participação de não estudantes irão colaborar efetivamente para que a petição atinja o êxito pretendido.

O Observatório de Histórias em Quadrinhos da Universidade de São Paulo aplaude e parabeniza os estudantes do Instituto de Artes Plásticas da UnB pela iniciativa e deseja-lhes muito sucesso, esperando que a Direção do Instituto seja sensível a essa legítima demanda de seus alunos.

A petição está disponível no endereço http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?idahq&1.

Prof. Dr. Waldomiro Vergueiro

A programação da IV Semana de Quadrinhos da UFRJ




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Adulto também compra história em quadrinhos


Fábio Galão - Folha de Londrina

Histórias em quadrinhos deixaram de ser coisa de criança há muito tempo. Nos últimos anos, parece que o mercado editorial brasileiro vem acordando para essa realidade. Cada vez mais estão sendo disponibilizados, em livrarias e lojas especializadas, títulos de quadrinhos voltados para o público adulto.

Nesse caso, conteúdo ''adulto'' não representa necessariamente histórias recheadas de sexo e violência (embora muitas contenham esses elementos), mas sim tramas mais complexas, que vão além da atmosfera juvenil que muitos atribuem às HQs. ''Umbigo Sem Fundo'', de Dash Shaw, e ''Jimmy Corrigan, o Menino Mais Esperto do Mundo'', de Chris Ware, abordam temas difíceis, como conflitos familiares e revisão do passado, com uma profundidade que se aproxima da melhor literatura.

''Está havendo mais interesse por parte das editoras em lançar títulos voltados para um público mais maduro'', explica Mitie Taketani, gerente da loja curitibana Itiban, especializada em HQs. ''Os quadrinhos deixaram se ser uma forma de arte marginal e não existe mais aquele preconceito, de que HQ é coisa para criança. Existem, nesse formato, grandes autores e grandes artistas.''

Liber Eugenio Paz, professor do curso de Design da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e fã de quadrinhos, explica que os títulos voltados para o público adulto muitas vezes têm como grande diferencial o preço, que ultrapassa os R$ 40. Isso porque esses livros têm muitas páginas e acabamento melhor.

''Mas o que define esses títulos não é exatamente o preço. Existem opções, como '100 Balas' e 'Ex-Machina', que são mais econômicas, com preço inferior a R$ 20. O que define (esse mercado) é o conteúdo voltado para um público mais maduro'', explica o professor.

Mitie Taketani cita que já há algum tempo editoras de médio e pequeno porte vinham lançando quadrinhos adultos. Um indicativo de que há uma demanda crescente é que a gigante Companhia das Letras criou recentemente um selo especializado em HQs, a Quadrinhos na Cia.

''A respeito de lançamentos de quadrinhos estrangeiros no Brasil, a (editora) Panini tem se dado bem com os títulos da Vertigo (selo adulto da editora DC Comics), e também sincronizando lançamentos com o mercado de cinema. A Quadrinhos na Cia também fez isso recentemente, lançando 'Scott Pilgrim' (do canadense Bryan Lee O'Malley) no Brasil para aproveitar o lançamento do filme'', explica a gerente.

Mesmo em lojas não especializadas, nota-se um aumento da procura por quadrinhos adultos. A Livrarias Curitiba informou que, entre 2008 e o ano passado, as vendas desse tipo de títulos aumentaram quase 200% nas lojas da rede.


ORIGINALMENTE PUBLICADO EM:
http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-39--219-20100819

POSTADO EM:
http://maurobandeiras.blogspot.com/2010/08/adulto-tambem-compra-historia-em.html

Cresce adaptação de livros para história em quadrinhos


PEDRO CIRNE
colaboração para a Folha de S.Paulo

Não é de hoje que editoras nacionais investem em adaptações de clássicos da literatura brasileira para quadrinhos, mas 2009 está sendo um ano de crescimento do gênero.

Entre os lançamentos recentes estão "Jubiabá" (ed. Quadrinhos na Cia., 96 pág., R$ 33), em que Spacca recria Jorge Amado; "O Pagador de Promessas" (ed. Agir, 72 pág., R$ 44,90), peça de Dias Gomes ilustrada por Eloar Guazzelli; Luiz Gê e Ivan Jaf transportando "O Guarani" (ed. Ática, 96 pág, R$ 22,90), de José de Alencar, aos quadrinhos; e uma nova adaptação de "O Alienista" (ed. Ática, 72 pág., R$ 22,90), agora por Luiz Antonio Aguiar e Cesar Lobo.

Esses lançamentos e as promessas de novas adaptações mostram que editoras e quadrinistas têm se aprofundado no gênero. Para 2009, estão previstos "O Ateneu", de Bira Dantas (Escala); "O Cortiço", de Ivan Jaf e Rodrigo Rosa (Ática); e "Triste Fim de Policarpo Quaresma", de Edgar Vasques e Flavio Braga (Desiderata).

Uma novidade é o reaparecimento de Luiz Gê, grande quadrinista dos anos 80, que volta a fazer HQs para uma editora depois de quase uma década parado. O resultado é "O Guarani", que não deixa o lado romântico de lado, mas prima pelas sequências de aventura.

"É preciso ter estrutura editorial para fazer quadrinhos de página [publicados em livros ou revistas], que é diferente das tiras em quadrinhos [publicadas em jornais]", diz Gê, ao explicar por que se envolveu com projetos fora das HQs. "As editoras grandes abriram os olhos e estão publicando quadrinhos. É a primeira vez na minha vida que existem boas condições para fazer quadrinhos no Brasil."

Se "O Guarani" foi para Gê um retorno aos quadrinhos, "Jubiabá" foi para Spacca uma mudança de gênero -suas três últimas obras foram biografias de pessoas ligadas à história brasileira. O livro é uma adaptação de um dos primeiros romances escritos por Jorge Amado, em 1935.

"A história traz muitas situações que seriam abordadas em outras obras de Jorge Amado: circo, greve, pai de santo, Recôncavo Baiano, boxe como espetáculo público, jagunço...", comenta Spacca.

Já em "O Pagador de Promessas", Eloar Guazzelli adapta a peça de teatro de Dias Gomes. "É impossível adaptar uma peça de teatro sem fazer interferências. Posso cortar, mas não posso colocar nada extra", diz. "A diferença é a liberdade. Em um trabalho autoral, faço o que quero."

"O Alienista" parece ter caído no gosto dos quadrinistas nacionais. A versão de Luiz Antonio Aguiar e Cesar Lobo é a terceira em três anos --as outras duas foram dos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá, em 2007, e a de Lailson de Holanda Cavalcanti, no ano passado.

Futuro

Para Spacca, a onda de adaptações literárias pode servir para criar novos leitores de quadrinhos. "Espero que sejam uma brecha para impactar os leitores e mostrar que as histórias em quadrinhos são muito mais que isso."

Guazzelli vê um paralelo entre as adaptações da literatura para os quadrinhos de hoje com as para a televisão feitas décadas atrás. "A televisão começou assim e, se você olhar hoje para adaptações televisivas, verá que são verdadeiras obras-primas", afirma. "É um espaço que se está criando. Tenho certeza de que o nível do material está entre médio e bom."

"Cada um que aparece mostra um jeito independente de adaptar", pondera Luiz Gê. "Muito pode ser feito. O gênero está longe de se esgotar."

ORIGINALMENTE PUBLICADO NA FOLHA

ARTIGO SUGERIDO POR MAURO CÉSAR

AS NOVAS EDIÇÕES INFANTIS CRIADAS PELO EMT- ESTÚDIO MOACIR TORRES

O cartunista e escritor Moacir Torres (Turma do Gabi) anuncia que as novas edições das revistas de atividades produzidas para a Ed. Minuano estará nas bancas e livrarias de todo o país em Setembro. As publicações são: Belzinha, Bichinhos da Fazenda e Clubinho da Criança . Essas revistas estão recheadas de passatempos e desenhos legais para colorir. Em breve nas bancas! Maiores informações e quadrinhos da Turma do Gabi: www.turmadogabi.blogspot.com

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Lançamento Picles # 0


AQC-ESP - Associação dos Quadrinhistas e Caracaturistas do Estado de São Paulo, disponibilizou para download gratuito a edição nº 0 da revista Picles, que conta com a participação de 27 cartunistas, dentre eles Bira Dantas, Laudo, Salvador Messina, Sergio Morettini, Floreal Andrade e muitos outros.

Para conhecer o blog da AQC clique aqui e para baixar diretamente a Picles #0 basta acessar aqui.

POSTADO ORIGINALMENTE NO BIGORNA

Fundação Cartier fará exposição com Moebius


A Fondation Cartier pour l'art contemporain realizará uma exposição sobre Moebius (Jean Giraud).

Moebius-Transe-Forme abrirá para o público em 12 de outubro e ficará em exibição até 13 de março de 2011.

Mais de 300 desenhos originais, incluindo várias ilustrações inéditas, estarão expostos cobrindo os principais momentos da carreira de Moebius, dos seus desenhos realistas nos quadrinhos de faroestes (fortemente inspirados no trabalho de Jijé), com o pseudônimo Gir, às histórias de ficção científica, sua participação na produção de filmes como O Quinto Elemento e as HQs mais delirantes.

A metamorfose e o transe são dois elementos importantes na carreira de Jean Giraud. Moebius visitou o México algumas vezes, entre as décadas de 1950 e 1960, onde entrou em contato com a cultura xamanista e com substâncias alucinógenas.

Dois filmes serão exibidos na exposição: um desenho animado realizado por Moebius e BUF Compagnie, com roteiro baseado na HQ La Planète Encore; e um documentário de 52 minutos sobre Moebius, realizado por Damian Pettigrew e Olivier Gal.

Por ocasião da exposição, a editora Actes Sud lançará o livro Moebius Transe Forme, editado por Alberto Manoel, com 244 páginas sobre Moebius. O volume terá mais de 150 ilustrações e uma antologia de artigos relevantes sobre o artista. Moebius Transe Forme custará € 49,00 (R$ 109,76).

A Fondation Cartier pour l'art contemporain está localizada no Boulevard Raspail, 261, em Paris, na França.

POSTADO ORIGINALMENTE NO UNIVERSO HQ

História em Quadrinhos e Educação Ambiental no PROEJA


Alternativas e Sustentabilidade”. A proposta conduzida pelo professor de Arte-Educação Alberto de Souza contou com aulas de desenho e estudo da linguagem das histórias em quadrinhos. Contando com a participação do professor Adriano Ferrarez, representando o Grupo de Estudos em Energia Alternativa e Tecnologia Social (GREATS), foi ministrada uma palestra para a turma com vistas a introduzir o tema a ser abordado nas histórias em quadrinhos. A partir daí foram diversas tarefas envolvidas na produção das tirinhas: pesquisa, roteiro, esboço, desenho, finalização à tinta, digitalização, colorização, letreiramento. Primeiramente foi feito um esboço em papel do que seria a história em quadrinhos, a seguir esse desenho foi finalizado à nanquim para, posteriormente, ser digitalizado em scanner. Uma vez obtidos os arquivos digitais, a colorização e letreiramento foram feitos utilizando as ferramentas digitais. Assim os alunos puderam também se familiarizar com o computador e manejar de forma conjugada a arte e a tecnologia.

Alberto de Souza, que é também cartunista com trabalhos publicados na imprensa sob o pseudônimo Beralto e designer gráfico formado pelo IF Fluminense, mostrou-se satisfeito com os resultados: “desde o processo de pesquisa em que os alunos foram estimulados a fazer uma imersão no tema proposto, através de pesquisas referenciais, até a etapa de elaboração das histórias em tiras de quadrinhos, houve uma apropriação espontânea, por parte dos alunos, dos conhecimentos necessários para o processo criativo de uma forma que só a arte pode fazê-lo”.

O professor Adriano Ferrarez, que pretende repetir a experiência em novas oportunidades, comenta que “uma proposta interdisciplinar como essa é importante para que o PROEJA cumpra uma de suas missões qual seja integrar educação, ciência e cultura”.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO PORTAL CLICK

Quadrinhos na Cultura em Brasília


Neste final de semana, dias 28 e 29, ocorrerá em Brasília a segunda edição do evento Quadrinhos na Cultura, na livraria Cultura, Unidade CasaPark Shopping Center, no endereço SGCV - Sul, Lote 22, - Zona Industrial - Guará/DF. Ao todo está programado a presença de mais de vinte artistas locais ou colaboradores de publicações locais como SAMBA, ZOO e Bongolê Bongoró, dentre outras.

Abaixo segue a programação completa:

Palestra
Sexta-feira, 3 de setembro às 19h30
Tema: "O simbolismo dos Super Heróis"
Palestrante: Guilherme dos Reis
Local: Auditório

POSTADO ORIGINALMENTE NO BIGORNA

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Ação Cultural Oficina HQ


A Ação Cultural Oficina HQ, coordenada por Wilton Bernardo, comemora sete anos de funcionamento e para tal realizará, entre os dias 15 de setembro e 15 de novembro, várias oficinas de Quadrinhos gratuitas em comunidades carentes da cidade de Salvador, na Bahia. Ao todo são 80 vagas, sendo 20 em cada bairro. As inscrições vão de 2 a 13 de setembro e podem ser feitas pelos pelos telefones: (71) 3014-4331, do Estúdio Oficina HQ, e (71) 8807-4331 com o próprio Wilton.

Mais informações pelo site oficial da Ação Cultura Oficina HQ aqui.

POSTADO ORIGINALMENTE NO BIGORNA

Conrad lança A Arte da Guerra - O Nascimento do Império Chinês

Antes de se tornar o país que é hoje, a China era uma terra dividida em diversos reinos. Qin Shi Huang conseguiu unificar o território fragmentado após uma série de guerras sangrentas e se tornou o primeiro imperador chinês, dando início à dinastia Qin.

Após sua morte e o colapso da dinastia Qin, houve diversos levantes comandados pelos reinos que haviam sido subjugados. Dois deles conseguiram se restaurar e passaram a dividir o controle do país.

Era apenas uma questão de tempo até que ambos entrassem em confronto pela supremacia da China. Essa é a história da contenda entre os reinos Chu e Han, uma disputa permeada pela filosofia da arte da guerra.

O confronto entre esses dois reinos ficou marcado por jogadas militares e políticas, que se tornaram parte da cultura chinesa. A história da China é a história da arte da guerra.

Arte da Guerra: O nascimento do Império Chinês - Vol 1 (formato 21 x 25 cm, 208 páginas, R$ 29,90), de Ko Woo-young, é uma publicação da Conrad Editora. A obra terá oito volumes.

O autor, Ko Woo-young (1939-2005), nasceu na China e se mudou para a Coreia no fim da Segunda Guerra Mundial. Estreou nos quadrinhos em 1954, com uma versão coreana do Mickey Mouse. Ele é considerado um dos maiores quadrinhistas coreanos e o grande responsável pela popularização do manhwa (quadrinho coreano) na Coreia do Sul.

POSTADO ORIGINALMENTE NO UNIVERSO HQ

Projeto resgata memória das Tirinhas paraibanas

O Grupo de Pesquisa em Humor, Quadrinhos e Games – GP-HQG, da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, criou há um tempo um projeto que consiste a catalogar e revitalizar a memória das Tirinhas paraibanas. A ação pertencente ao Núcleo de Artes Midiáticas, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGC) com a pesquisa coordenada pelo professor Marcos Nicolau e realizada pelos alunos da graduação Thiago AlmeidaLusyane Costa (História) e pelo aluno da Pós-Graduação em Comunicação, Alexandre Câmara. (Comunicação),

No site é possível ver mais de 30 anos da produção paraibana de Tiras, indo da série Planeta Maluco (1973), de Deodato, passando por Bartolo, o bebum! (1986), de Cristovam TadeuBalões (2007), de Vítor Nicolau. até

Para acessar a página dedicada ao projeto clique aqui.

POSTADO ORIGINALMENTE NO BIGORNA

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Educadores municipais fazem curso para a produção de histórias em quadrinhos


Cerca de 120 educadores da rede municipal de educação começaram nesta segunda-feira (23) as aulas do curso de HQ. A capacitação é oferecida pela Prefeitura de Boa Vista e ajudará os profissionais na elaboração de histórias em quadrinhos.

As aulas têm a participação de professores de 36 escolas municipais e do programa TV Escola Itinerante. As atividades serão realizadas até esta quarta-feira (25), das 8h às 12h e das 14h às 18h, na Secretaria Municipal de Educação (SMEC), na Via das Flores, 1.696, Pricumã.


O objetivo do curso é ensinar os professores a utilizar o aplicativo HQ, usado para a construção de histórias em quadrinhos, o que ajudará na elaboração de aulas mais dinâmicas e lúdicas.


"Por meio desta capacitação os educadores irão aprimorar seus conhecimentos e preparar uma aula mais interativa para seus alunos, auxiliando no aprendizado", ressalta o coordenador do Núcleo de Tecnologia e Difusão Educacional, Mozarildo Abreu.


"É muito importante esta iniciativa, pois vou aprimorar meus conhecimentos e passá-los aos alunos. Além disso, vamos inovar o conteúdo programático das aulas", afirma o professor Valdivino Barros da escola municipal Maria Gertrudes Mota de Lima.


Após o curso, os participantes serão multiplicadores dos conhecimentos também para os professores de sala de aula, para que utilizem essa ferramenta para executar projetos pedagógicos.


PUBLICADO ORIGINALMENTE NO BV NEWS

Memórias Póstumas de Brás Cubas em quadrinhos


A editora Desiderata, do grupo Ediouro, lançou este mês Memórias Póstumas de Brás Cubas, quarto volume da série Grandes Clássicos em Graphic Novel, que adapta para os quadrinhos grandes obras da literatura brasileira. A série já trouxe O Alienista (por Fábio Moon e Gabriel Bá), O Pagador de Promessas (por Eloar Guazzelli) e Triste Fim de Policarpo Quaresma (por Edgar Vasquez).

Um dos símbolos da literatura nacional e fundador da Academia Brasileira de Letras,
Machado de Assis ficou conhecido pela crítica a sociedade de seu tempo, por meio de diversos contos e romances. Memórias Póstumas de Brás Cubas se tornou um de seus mais conhecidos e elogiados clássicos.

Nesta adaptação,
João Batista Melado e Wellington Srbek contam em quadrinhos a história de Brás Cubas, um homem que depois de morto resolveu escrever sua biografia. Considerada a primeira obra de Realismo no Brasil, essa adaptação é feita para os fãs de revistas em quadrinhos e de boa literatura.

O álbum tem 88 páginas coloridas, formato 15,5 x 23 cm e custa R$ 39,90.


Confira os outros volumes da coleção:


O Alienista

O Pagador de Promessas
Triste Fim de Policarpo Quaresma

POSTADO ORIGINALMENTE NO HQ MANIACS

Terceira edição do Mercado das Pulgas, em São Paulo


O portal Guia dos Quadrinhos organiza, com o apoio da Devir Livraria, Terramédia e da Gal Editora, a terceira edição do Mercado de Pulgas Guia dos Quadrinhos.

Desta vez, os fãs e colecionadores de HQ que forem ao salão da Terramédia terão a chance de vender, comprar ou trocar quadrinhos, videogames, figurinhas, mangás, RPG, DVDs, figuras de ação e demais itens colecionáveis.

Durante o evento, o público aficionado por quadrinhos estará à vontade para trocar informações e se inteirar das novidades deste universo fantástico.

Além disso, o desenhista profissional Álvaro Omine, que já trabalhou em grandes editoras e ilustrou vários livros de RPG, vai fazer análise de portfólio, a partir das 15h. Outra atração será o sorteio de brindes, de hora em hora.

O evento será no dia 11 de setembro, das 11h às 17h, na Rua Teodureto Souto, 624, São Paulo/SP.

POSTADO ORIGINALMENTE NO UNIVERSO HQ

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Alunos interagem com autora


Fazer maquetes, transformar garrafas recicláveis em mosquitos da dengue, escrever histórias em quadrinhos, cantar músicas e até mesmo monitorar as armadilhas contra a dengue em casas próximas à escola Tranquilo Pisseti, no bairro Nossa Senhora de Fátima, em Içara, foram as missões dos alunos de 1ª a 5ª série da instituição. O projeto iniciou após as crianças terem contato com os livros da autora de Criciúma, Jheine Rose Barreto Danielski.

Os estudantes leram os três livros da autora: “O Mistério do Crânio”; “Uma aventura na Barragem do Rio São Bento”; e “O mosquito Malvado”, todos doados à biblioteca da instituição. Hoje foi o dia de se apresentarem e questionarem Jheine, que esteve na escola com o personagem das histórias, o “Professor Fortulino”.


“É importante esse evento para que se possa aproximar o escritor da criança para que no futuro as crianças possam ser não só leitores, mas também escritores”, diz a coordenadora pedagógica, Luciana De Cássia Geremias.


A pequena Júlia Luiz Domingo, de oito anos, entrou no clima e cantou uma música sobre o mosquito da dengue. “Eu gostei do livro porque me ajudou a prevenir a dengue lá em casa”, afirmou a menina que está na segunda série.


Jheine falou sobre como começou a escrever, após perder uma filha no ventre, mas que ganhou um monte de crianças com a literatura. “Ver que as crianças estão se conscientizando e aprendendo com o meu trabalho não tem preço, porque o meu trabalho foi feito com amor”, emociona-se a autora.


PUBLICADOORIGINALMENTE NO PORTAL CLICATRIBUNA

Agatha Christie em quadrinhos pela L&PM


A editora L&PM lançou este mês em um único volume, dois dos mais famosos livros de Agatha Christie, a escritora considerada a Rainha do Crime, adaptados para os quadrinhos.

Assassinato no Expresso Oriente seguido de Morte no Nilo
traz dois famosos casos vividos pelo detetive belga Hercule Poirot, escritas originalmente em 1934 e 1937. As histórias trazem o detetive às voltas com crimes praticados nos cenários mais exóticos: a bordo do Expresso Oriente, luxuoso trem que liga Paris a Istambul, e, em seguida, no Egito, terra dos faraós - e justo durante suas férias.

Publicadas originalmente na Bélgica pela editora
Lefranq na década de 1990, as obras ganharam versões em inglês a partir de 2007 no Reino Unido pela editora Harper Collins, após a falência da editora belga. Os roteiros ficaram por conta de François Rivière, artista francês especialista nas obras da autora. Já os desenhos ficaram a cargo do também francês Solidor, pseudônimo de Jean-François Miniac, artista que já foi aluno de Hergé, criador de Tintim.

Além dessas duas adaptações, ainda existem outras seis, todas escritas por Rivière, mas com artistas diferentes:
Assassinato no Campo de Golfe, O Segredo de Chimneys, Morte na Mesopotâmia, O Caso dos Dez Negrinhos, Noite sem Fim e O Inimigo Secreto. A L&PM deverá publicar todas as histórias (portanto, mais três volumes com duas histórias cada).

Assassinato no Expresso Oriente seguido de Morte no Nilo
tem formato 16 x 23, com 104 páginas e custa R$ 42,00. A tradução é de Alexandre Boide. Para conferir um preview, clique aqui.

Agatha Christie (1890-1976), foi uma escritora inglesa do gênero policial, tendo escrito mais de oitenta obras em seus 85 anos de vida. Entre suas criações mais conhecidas, estão os personagens Hercule Poirot e
Ms. Marple. Seus livros mais conhecidos são Assassinato no Expresso Oriente, O Caso dos Dez Negrinhos e O Assassinato de Roger Ackroyd.

POSTADO ORIGINALMENTE NO HQ MANIACS

Toninho Mendes no Sábados da Memória das Artes Gráficas


Esta semana o Sábados da Memória das Artes Gráficas ocorrerá dia 28, tendo como homenageado o editor Toninho Mendes. Assim como os outros antes dele, Toninho dará um depoimento sobre sua carreira ao público presente. O bate-papo será gravado e transcrito, gerando cadernos biográficos que serão vendidos a preço de custo na própria Biblioteca, e disponível ao público em geral. Após a sessão de depoimento, ele deixará a marca de sua mão em uma lajota de concreto, que será aplicada num totem da fama dentro da Biblioteca. O evento terá mediação de Gonçalo Jr. e terá início as 14hs, na Biblioteca de São Paulo, no Parque da Juventude, na Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana – São Paulo (SP). Informações pelo telefone: (11) 2089-0800 (11) 2089-0800, ou pelo site da biblioteca, aqui.

POSTADO ORIGINALMENTE NO BIGORNANET

Prêmio Escola inscreve até dia 31 de agosto


Histórias em quadrinhos sobre aids, gravidez na adolescência e uso de drogas, produzidas por estudantes de escolas públicas e particulares de todo o Brasil, podem concorrer a viagem turística e pen drive. A iniciativa, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), faz parte da quinta edição do Prêmio Escola. As inscrições terminam no dia 31 de agosto e podem ser feitas pela página da Unesco na internet.

Além dos prêmios destinados aos autores das histórias em quadrinhos, a escola vencedora receberá materiais educativos e o professor coordenador ganhará um netbook. A avaliação dos trabalhos será feita por um comitê composto por representantes das agências das Nações Unidas, dos ministérios da Saúde e da Educação. O resultado será divulgado na segunda quinzena de outubro.

POSTADO ORIGINALMENTE NO INFONET

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Psicólogos afirmam que os super-heróis do cinema são nocivos aos jovens


Os super-heróis de hoje praticam violência sem parar, são agressivos, sarcásticos e raramente falam da virtude de fazer o bem à humanidade.

Esses e outros elementos reprováveis seriam as mensagens e imagens passadas aos jovens do sexo masculino pelo Homem de Ferro, Batman, Homem-Aranha, Super-Homem e toda a galeria de superfantasiados dos longas-metragens de cinema, de acordo com um estudo de psicólogos dos Estados Unidos apresentado na semana passada durante a Convenção Anual da Associação Psicológica Americana.

Sharon Lamb, professora de saúde mental da Universidade de Massachusetts-Boston e orientadora do estudo, disse ao jornal britânico The Guardian que os super-heróis dos gibis de antigamente eram bem mais "bonzinhos" e que a diferença deles para os dos filmes da atualidade é que sujeitos como o Homem de Ferro da tela grande são exploradores de mulheres, exibem joias caras e demonstram sua virilidade usando armas.

Para ela, os meninos são mais ajustados mentalmente quando resistem à interiorização dessas imagens machistas.

Lamb e outros psicólogos chegaram a essas conclusões depois de entrevistar cerca de 700 garotos entre quatro e 18 anos de idade e acompanhar o que eles assistem na TV e no cinema.

A polêmica está lançada. Mas é importante notar que algumas observações da psicóloga sobre o comportamento dos super-heróis dos filmes também são aplicáveis aos dos gibis de hoje, como há três anos o Universo HQ apontou na reportagem Artigo afirma que quadrinhos não são feitos para crianças, que gerou debates entre os leitores sobre o fim da ingenuidade nos quadrinhos dos ícones de capas esvoaçantes.

Para o bem ou para o mal, os super-heróis do cinema podem não passar apenas de um reflexo dos seus originais das HQs.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO UNIVERSO HQ

Lançamento Xaxado e sua Turma #3


Já está nas bancas a terceira edição da revista da Turma do Xaxado, de Antonio Cedraz. Neste novo número, a garotada confere uma aventura onde a princesa Marieta, que vive em um reino muito, muito distante, procura seu cavaleiro errante, que deverá salvá-la de um terrível dragão. Em outra aventura, Xaxado e sua turma recebem a visita de um extraterrestre.

A edição também traz "Bebê Radical", uma aventura em que Xaxado passa por diversos apuros para levar um bebê à sua mãe; "Dengue", historinha que mostra como se pode prevenir essa doença com dicas simples e eficientes; e ainda cinco outras histórias recheadas de aventura, diversão e alertas sobre problemas que assolam o mundo. Ainda há tirinhas do Xaxado com a participação especial de Zé Pequeno, além de passatempos, curiosidades e seção de cartas.

Serviço:
Xaxado e sua Turma #3
36 páginas em cores
R$ 2,90
HQM Editora

POSTADO ORIGINALMENTE NO BIGORNA

Polêmica na Alemanha: Pato Donald e Hitler juntos em HQ Disney


O ex-ditador nazista Adolf Hitler é hoje uma figura tabu na Alemanha por motivos tão óbvios quanto o que sua existência representou para a humanidade.

No final da semana passada, um novo episódio envolvendo a imagem do Führer ganhou tamanha proporção negativa no país - a ponto de ganhar os noticiários internacionais em poucas horas - que somente o tratamento comedido dispensado ao assunto pelos alemães explica a repercussão.

Desta vez, os quadrinhos Disney estão no olho do furacão.

Tudo começou quando um jovem de 15 anos de idade, folheando o gibi Lustiges Taschenbuch # 370 - publicado pela editora Egmont Ehapa Verlag e lançado na Alemanha no dia 6 de novembro de 2007 -, encontrou em alguns quadrinhos da história Die Superschurkenschule (A Escola de Supervilões) um personagem com as feições e postura de Hitler.

Na aventura, o Pato Donald, após desastrosas e sucessivas derrotas diante das tentativas de consertar o encanamento de sua casa, resolve se matricular em um curso para encanadores. Atrapalhado como sempre, ele acaba entrando em uma escola de supervilões, da qual faz parte o caricato Hitler.

Informado pelo leitor, o jornal alemão Bild procurou a editora para colher esclarecimentos.

Um porta-voz da Egmont afirmou que o italiano Pasquale Venanzio, autor dos desenhos da HQ, não trabalha mais na companhia, mas que sua intenção teria sido apenas a de fazer uma alusão irônica do líder nazista em um grupo de vilões.

Coincidência ou não, esse foi o último trabalho de Venanzio na editora. A HQ - lançada simultaneamente em vários países da Europa - não foi republicada desde então, o que não impediu de as imagens de Hitler serem "descobertas" há poucos dias.

Segundo o porta-voz, Die Superschurkenschule está suspensa para exportação, até sofrer os necessários cortes ou retoques nos quadros polêmicos.

Escrita pelo norte-americano Stefan Petrucha, a aventura de 30 páginas permanece inédita no Brasil.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO UNIVERSO HQ

Workshop de Caricaturas com J. Lima


Amanhã, sábado dia 21, as 15hs, o ilustrador J. Lima estará na Saraiva Mega Store do Shopping Ibirapuera (Av. Ibirapuera, 3.103 - Moema), em São Paulo, para ministrar um WorkShop de Caricaturas. Um mês depois, já no dia 22 de setembro, numa quarta-feira, as 19hs J. Lima estará na FENAC do Shopping D' Pedro ( Av. Guilherme de Campos, 500 - Campinas - SP) para ministrar o mesmo WorkShop de Caricaturas. Os eventos são gratuitos e o material para desenho será distribuído na hora aos participantes. Mais informações pelo email contato@afabricadedesenhos.com.br. Mais fotos de eventos anteriores podem ser vistas aqui.

POSTADO ORINALMENTE NO BIGORNA

Cartunista Daniel Franklin ganha exposição em Macaé, no Rio de Janeiro


O cartunista Daniel Franklin, autor do blog Tira de jornal é tema de uma exposição em Macaé, Rio de Janeiro, sua cidade natal.

A mostra, toda focada nas tiras que o autor produz para a sua página pessoal na internet, será inaugurada hoje e vai até 19 de setembro, e pode ser conferida no Solar dos Mellos - Museu da Cidade de Macaé (Rua Conde de Araruama 248 - Centro).

As histórias do Tiras de jornal são estreladas pelos personagens Amora, Godém, Topete e QI.

POSTADO ORIGINALMENTE NO UNIVERSO HQ

domingo, 22 de agosto de 2010

PASSANDO PELA BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO


Estive ontem na 21ª Bienal Internacional do livro que, como sempre, estava lotada. Muita coisa para ver, pouco tempo, então fui direto onde eu sabia que tinha o que eu precisava - e fico pensando no que eu deixei de comprar por falta de tempo, em editoras que não consegui visitar. Cheguei às 13 h (tarde, eu sei) e saí às 18:00.

De cara fui na loja da Comix e comprei alguns quadrinhos para lazer e trabalho. Comprei O Leão Negro, que ainda não conhecia e Hiroshima, mangá que já foi anunciado aqui, dentre outros. Comprei muitos livro, tirei muitas fotos e encontrei muitas pessoas - infelizmente perdi a oportunidade de encontrar outras - como o Sidney Gusman.

Estive no lançamento do quinto livro da Série Percy Jackson, O último olimpiano, e comprei, claro. Tirei fotos o Maurício, como sempre, mas não enfrentei fila para autógrafo. Se eu tivesse que ficar lado a lado com ele, seria para conversar muito, e ali não havia jeito. Então, ficarei esperando um oportunidade que, quem sabe um dia chegue.


As fotos, vou dever até semana que vem, pois eu esqueci minha máquina em São Paulo (eu estou em Florianópolis, para participar de um evento na UFSC). Aguardem!

Rascunhos que viram gibis


Sabe aquela aula em que você fica o tempo todo se perguntando: “por que estou aqui”? Vários colegas se retiram, vão jogar truco, sinuca e quem sabe até videogame. Mas chega-se a um ponto, em que não adianta: você estará preso a uma aula que lhe desagrada e não haverá saída possível. Nesse ponto, antes de atingir o desespero, vale tudo! Você pode ler essa matéria enquanto seu colega joga xadrez no celular e a menina a sua frente faz uma lista dos afazeres da semana…mas a maior parte da sala desenha.Rabiscos, estrelinhas, caricaturas ou histórias em quadrinhos. Essa arte toda, pode até fazer história, acredite ou não!

Foi o que aconteceu nos anos 70 com a Revista Balão. Nunca ouviu falar? Mas tenho certeza que conhece seus membros: Laerte, os irmãos Caruso, Gus, Luiz Gê, Xalberto e Angeli. A publicação teve oito edições e tinha pequena tiragem. A temática era muito variada, desde o apoio a caronas no Campus até discussões políticas.

Para o professor da ECA, Waldomiro Vergueiro, que há 30 anos estuda HQs: “O grande exemplo da Balão é que é possível fazer um quadrinho de qualidade, com uma proposta diferenciada em relação ao que existe no mercado, no ambiente universitário. Acho que o ambiente pode ser o berço de grandes vocações na área de quadrinhos”.

Desde o fim da Balão, muitas outras revistas e fanzines surgiram. Foi o caso das revistas Brigite, Garatuja, Pompom, Quadreca, Rhino e diversas outras. Contudo é a Revista Cogumelo que tem se mostrado mais estável. Criada em 1998, na FAU,já chegou a sua décima edição. Mas entre 2005 e 2008 as atividades pararam.

É o que conta Alexandre Sato, aluno do quinto ano de arquitetura, membro da atual revista Cogumelo. “As aulas mal dadas foram fundamentais para a nossa mobilização de retomar a revista”, diz. Desde a retomada, a décima edição foi feita e vendida na FLIP de 2009.

Para Waldomiro, a Universidade é espaço para o surgimento dessas formas de livre-expressão: “O ambiente universitário é um ambiente efervescente de ideias, de propostas culturais. É natural do jovem nessa fase, procurar novas possibilidades, novas formas de se manifestar. Já faz parte do mundo da universidade”. Alexandre concorda e afirma que se não fosse o convívio universitário, a Cogumelo não existiria.

POSTADO ORGINALMENTE NO JORNAL DO CAMPUS

Oficinas gratuitas no Ponto de Cultura Leitura Viva em Mesquita

O Ponto de Cultura Leitura Viva, que funciona no Centro Cultural Oscar Romero, abre inscrições para suas oficinas gratuítas. Haverá oficina de Projetos Culturais, Criação de Texto em Prosa e Verso, Histórias em Quadrinhos e Contação de Histórias

A oficina de Projetos Culturais propõe a orientação, como uma assessoria, de Projetos Culturais assim como as etapas na elaboração textual, formatação, criação do orçamento e prestação de contas. O horário será das 19h às 21h, às terças-feiras (quinzenalmente).

A oficina de Criação de Texto em Prosa e Verso pretende estimular o participante, a ter a percepção da escrita em verso e prosa, explorando a criatividade. A partir da leitura de diversos autores, os alunos apresentarão um sarau ao final da oficina com os textos produzidos por eles. A oficina será aos sábados das 9h às 21h

Na oficina de Criação de Histórias em Quadrinhos, o aluno aprenderá as principais técnicas para a criação da revistinha em quadrinhos, assim como o story board, sombreamento, profundidade e a criação da história. Será às quartas-feiras, das 9h às 11h e das 14h às 16h.

Na oficina de Contação de Histórias será abordado, de maneira lúdica e criativa, o ato de contar uma historia. Os participantes exercitarão a dicção, desenvoltura e o domínio, na apresentação da narrativa. Será as segundas-feiras, das 16:30h às 18h e das 18:30h às 20h.

As aulas estão previstas para começar no início de setembro, no Centro Cultural Oscar Romero, localizado na Rua Elpídio, 530, no Centro de Mesquita.

As vagas são limitadas e a inscrição pode ser feita pelo telefone 2697-8257, pelo email: amigosbcor@gmail.

O Centro Cultural Oscar Romero, também, oferece outros cursos a preços populares, como Teatro, Violão, Dança de Salão, Pintura em Tela, Desenho Artístico, Informática e Inglês.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO SITE DA BAIXADA

Oficina sobre histórias em quadrinhos capacita coordenadores municipais

Cento e vinte educadores que atuam nos laboratórios de informática das escolas municipais e no programa TV Escola Itinerante participam na próxima semana de uma oficina para elaboração de histórias em quadrinhos. A capacitação é ofertada pela Prefeitura de Boa Vista.

As aulas começam segunda-feira (23) e serão realizadas até o dia 25, das 8h às 12h e das 14h às 18h no laboratório de informática da Secretaria Municipal de Educação (SMEC), na avenida Via das Flores, 1696, Pricumã. O treinamento tem a duração de três dias.

Durante o curso, os participantes terão a chance de aprender a utilizar o aplicativo HQ, usado para a construção de histórias em quadrinhos. Após a oficina, os servidores serão multiplicadores de formação para os professores de sala de aula, que poderão utilizar essa ferramenta para executar projetos pedagógicos.

“A intenção é repassar conhecimento para os educadores ajudando os mesmos a elaborar aulas mais dinâmicas, utilizando este recurso para ajudar os alunos no desenvolvimento de habilidades como linguagem oral, interpretação, leitura e escrita”, explica Mozarildo Abreu, coordenador o Núcleo de Tecnologia e Difusão Educacional (NTDE).

Por meio desse Núcleo, A Prefeitura oferece cursos de capacitação para coordenadores das salas de informática, professores das salas multifuncionais e da TV Escola, além de funcionários e gestores das escolas municipais.

O NTDE também oferece capacitação para pessoas da comunidade em programações da Escola Aberta. A intenção da Prefeitura é promover a inclusão digital, erradicando o analfabetismo digital e oferecendo a oportunidade para que mais pessoas tenham a chance de aprender a manusear um computador e se qualificar para o mercado de trabalho.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO SITE BOA VISTA AGORA

terça-feira, 17 de agosto de 2010

HQ finlandesa "Mumin" retrata raça mitológica como seres fofos


Personagens também viraram filme com trilha sonora de Björk

DIOGO BERCITO
DE SÃO PAULO

Alguns países são famosos por um estilo específico de HQs -como o Japão, associado aos mangás. Outros ficam marcados por um gibi -como o Irã, com "Persépolis", de Marjane Satrapi.

A Finlândia está no segundo grupo com "Mumin". Os personagens criados por Tove Jansson (1914-2001) são criaturas arredondadas e de olhos piedosos que vivem no idílico vale dos Mumin.

Eles são da raça dos trolls, seres mitológicos escandinavos retratados também em "O Senhor dos Anéis" (mas, naquele caso, como monstros malignos, e não fofos).
O protagonista recolhe conchinhas na praia e sonha em poder "viver em paz, plantar batatas e sonhar".

A editora Conrad lança no Brasil o primeiro volume da coletânea de tiras "Mumin", mas esse universo inclui livros, séries de TV e filmes.

O longa mais recente, "Moomins and the Comet Chase" (Mumins e a perseguição do cometa, em tradução livre), estreou neste mês na Finlândia, com Björk na trilha sonora, e ainda não tem data para chegar aqui.

A edição brasileira de "Mumin" traz um epílogo sucinto, mas esclarecedor, a respeito das condições de produção das tirinhas.

Os elogios à natureza são consequência das férias que Jansson passou nas ilhas finlandesas quando jovem.

Já o ambiente familiar esdrúxulo sofre influência da criação dela, cercada por um macaco de estimação fissurado em malhas xadrez de lã e por uma babá que lia Platão. Jansson escreveu também romances para adultos e pintou murais. Em 1966, recebeu a medalha Hans Christian Andersen, entregue a renomados ilustradores

MUMIN - VOL. 1
AUTOR Tove Jansson
EDITORA Conrad
QUANTO R$ 37,90 (96 págs.)

ORIGINALMENTE PUBLICADO NA FOLHA

A fragilidade dos super-heróis em exposição de arte


Os super-heróis submetidos a vulnerabilidades físicas ou psicológicas. Esse é o conceito das esculturas em tamanho real produzidas pelo artista plástico italiano Adrian Tranquilli.

Na semana passada, Tranquilli encerrou na galeria de arte de Porto Cervo, na Itália, a primeira fase da exposição das obras que mostram Homem-Aranha, Batman, Super-Homem e Wolverine em situações de fragilidade humana.

A exposição deverá correr outras cidades italianas.

Confira as imagens, que falam por si.

ORIGINALMENTE POSTADO NO UNIVERSO HQ

A saga patética de Patópolis


Em novo livro, Marcelo Coelho usa o universo da Disney para satirizar mitos culturais, religiosos e políticos

ALCINO LEITE NETO
EDITOR DA PUBLIFOLHA

O escritor e jornalista Marcelo Coelho é um intelectual de fina erudição. Quem acompanha as suas colunas na Folha sabe com que desenvoltura e rigor ele passa da poesia de Valéry à música de Schoenberg, do pensamento de Adorno à literatura de Proust.
Que leitor, entretanto, imaginaria que Coelho é também um cultíssimo "connaisseur" dos quadrinhos de Pato Donald e Tio Patinhas? E que um dia mergulharia de cabeça na mitologia de Disney para tirar daí a substância de um livro inteiro, "Patópolis", que é lançado hoje?

O título é tão perverso quanto o conteúdo. Atenção! Esta não é uma obra para crianças!

É uma metralhadora giratória, que quer abater, com feroz compulsão satírica, tudo o que vê pela frente: a própria afetação erudita, os mitos culturais e políticos, o cristianismo, a publicidade, a mesquinhez da vida brasileira e, sobretudo, o persistente infantilismo de todos nós -inclusive do autor.

"A única coisa levada a sério é o Pato Donald. Parafraseando Karl Marx, é como se a história se repetisse não como farsa, mas como história em quadrinhos", afirma Coelho, que é membro do Conselho Editorial da Folha.

O livro vai mais longe ainda em seu pessimismo e sua ironia. É como se não apenas a vida social tivesse sido "achatada" até o nível dos gibis, mas a realidade, ela mesma, não passasse de uma representação bidimensional.

"É uma alucinação psicológica que me ocorre há anos, espero livrar-me dela depois deste livro", diz.

HUMOR DELIRANTE
Obra inclassificável, entre ensaio, ficção e memória, "Patópolis" é um arriscado experimento literário, que não respeita regras, cânones e nem mesmo o leitor, cuja seriedade é desafiada o tempo todo pelo humor delirante do autor.

O livro se constrói por meio de uma espécie de escrita automática, que vai liberando um enxame de reflexões, associações de ideias e citações.

A unidade do conjunto é garantida pela firmeza intelectual do projeto -e o resultado é um "divertimento" cruel até não poder mais.

"Nunca parei de pensar um pouco como criança"

"Patópolis" levou cerca de 15 anos para ser terminado; livro será lançado hoje na Livraria da Vila, em São Paulo

Obra é pontuada pelas reminiscências de leituras da infância, quando autor "pensava um pouco como adulto"

DO EDITOR DA PUBLIFOLHA

"Patópolis", de Marcelo Coelho, praticamente começa com a descrição de um quadrinho: Pato Donald lê, em sua poltrona, uma obra que se chama "Livro Chato".
O tema desencadeia as reminiscências do autor, bem como um torvelinho de reflexões e ironias sobre a chatice das coisas e o "achatamento" do mundo.

A cidade imaginária de Disney vai se sobrepondo às memórias e à realidade, até se transformar -mais real que o real- na referência primordial de todas as coisas. Tudo se miniaturiza, se quadriniza e se "patifica".

Coelho conta que o livro começou a ser feito há cerca de 15 anos. "Escrevi dois capítulos, mas me perdi no labirinto das especulações e não conseguia sair."

Para dar ao leitor um exemplo de "livro chato", o escritor iniciou um conto que seria inserido no meio de "Patópolis". O conto, porém, ganhou vida própria e se transformou na novela (também satírica) "Jantando com Melvin", lançada em 1998.

"Patópolis" continuou empacado, até que, no final do ano passado, Coelho se colocou como resolução de ano novo terminar a obra.

Para tanto, quase não precisou reler os gibis de Disney. "Eu os li muito até os nove anos. Tudo o que citei são coisas das quais me recordo.

Nunca parei de pensar um pouco como criança e, quando era criança, pensava um pouco como adulto", diz o autor, pai de dois garotos que não ligam para gibis.

ANTIGAS LEITURAS
O livro é pontuado pelas reminiscências de Coelho a respeito das leituras que fez na infância e na juventude.

"Desde pequeno eu lia muito. Os livros acabaram sendo uma realidade mais intensamente vivida por mim. A experiência de vida foi substituída por uma experiência de leitura", explica.

São essas leituras que norteiam as lembranças do passado, do qual Coelho faz uma descrição patética e rebaixada. Aproveita, no caminho, para demolir a religião ("nunca vimos um pato na cruz"), sistemas filosóficos e políticos, além de uma série de paixões intelectuais, como Pascal ("nome aliás de pato enfermiço").

Coelho é, porém, cauteloso ao falar de "Patópolis" como um ataque à regressão social e cultural de nossa época. "Não sei se a dificuldade de maturação é um tema do livro, ou se o livro é um sintoma disso. Adorno estaria denunciando a regressão de nossa época, eu estou me debatendo com isso e desfrutando", confessa.
(ALCINO LEITE NETO)

PATÓPOLIS
AUTOR Marcelo Coelho
EDITORA Iluminuras
QUANTO R$ 35 (136 págs.)
LANÇAMENTO hoje, às 18h30, na Livraria da Vila (r. Fradique Coutinho, 915, Pinheiros, tel. 0/xx/11/3814-5811)

TRECHO

Se em Patópolis, como em qualquer outra cidade, está em pleno vigor a separação entre animais e seres humanos, seria forçoso concluir que Donald não é propriamente um pato, nem Mickey, um rato, nem Pateta, um cachorro.

São humanos como quaisquer outros de nós, apenas travestidos em animais. Não é impossível, aliás, imaginar em que tipo de bicho se transformariam nossos amigos, nossos parentes, o caixa do banco, o condutor do ônibus, o apresentador de um programa de TV. O rosto pendurado de um velho tio, mostrando o avesso prepucial e cor-de-rosa da pele das pálpebras inferiores, era digno de um sabujo; (...) priminhos recém-nascidos, cobertos de lã branca, eram coelhos convincentes.

Eis que surge a voz de Sartre, coaxando de um café em Saint-Germain-des-Prés: "o homem é uma paixão inútil". Ecoa, como de um sapo calvo em lagoa próxima, a voz de Foucault: "o homem é uma invenção recente": espécie de dobra no discurso, rosto na areia que se desvanece ao contato do mar. Mas que mar? O da História? O da Linguagem? O da Revolução? O da Estrutura? Em qualquer deles naufragamos -para reaparecer, pois tudo é raso, no próximo quadrinho

PUBLICADO ORIGINALMENTE NA FOLHA