sexta-feira, 3 de julho de 2009

1° BH HUMOR – Salão Internacional de Humor Gráfico de Belo Horizonte (MG)


stão abertas as inscrições para o 1° BH HUMOR – Salão Internacional de Humor Gráfico de Belo Horizonte (MG), nas categorias Cartum Temático (tema O Lixo) e Caricaturaartistas gráficos em geral, amadores ou profissionais, de nacionalidade brasileira ou estrangeira.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 1º de setembro de 2009; o julgamento dos trabalhosaqui.
(tema livre). Podem participar os acontecerá entre os dias 2 e 5 de setembro de 2009; e a exposição será realizada entre os dias 10 de setembro a 18 de outubro de 2009. Premiação: 1º lugar cartum - R$ 10.000,00; 2º lugar cartum - R$ 3.000,00; 3º lugar cartum - R$ 1.000,00; 1º lugar caricatura - R$ 10.000,00; 2º lugar caricatura - R$ 3.000,00; e 3º lugar caricatura - R$ 1.000,00. Ficha de inscrição e regulamento completo estão disponíveis aqui.

Fonte: http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1246620982

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Taubaté terá Semana Cultural da História em Quadrinhos

O prefeito de Taubaté sancionou a Lei nº 4250, de 25 de junho de 2009, instituindo no município a Semana Cultural da História em Quadrinhos, a ser realizada anualmente de 11 a 17 de outubro.

Lei sancionada no final de junho, marca evento de 11 a 17 de outubro

A data final coincide com o dia do pioneirismo, lançamento da primeira revista considerada como história em quadrinhos em território nacional.

Autor do projeto, o vereador Henrique Nunes (PV) enfatizou a importância das histórias em quadrinhos (HQs) para as crianças. "Elas aprendem a identificar comportamentos nos personagens e a distingui-los na sociedade", disse.

Na justificativa do projeto, o parlamentar fez um histórico pormenorizado das HQs, que começaram a aparecer por volta do século 18, na França, época em que se vendiam as chamadas “canções de cego”, que tinham por propósito “dar ao povo a chance de transferir-se para a vida romanceada de seus ídolos”.

Fonte: http://www.vnews.com.br/noticia.php?id=52542

Caravana de autores franceses no Ano da França no Brasil


De 30 de junho a 11 de julho, o Brasil receberá a segunda caravana de autores de língua francesa, prevista no quadro do Ano da França. Por esse motivo, a 7a edição da FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) receberá a visita excepcional de alguns dos mais importantes autores franceses da atualidade :

Sophie Calle, artista plástica de renome internacional e escritora (pela Actes Sud), vem ao Brasil para o lançamento da tradução de seu livro "Histoires Vraies" (Ediouro) e para uma grande exposição ("Prenez Soin de vous") que será inaugurada em São Paulo, no momento do festival Video Brasil.

Atiq Rahimi, escritor e cineasta afegão de língua francesa, ganhador do Prêmio Goncourt 2008 pelo romance "Synghé Sabour" - cuja
tradução será lançada no Brasil pela editora Estaçao Liberdade.

Catherine Millet, romancista, autora de "La Vie sexuelle de Catherine M.", e grande crítica de arte (diretora da revista Art Press), virá ao Brasil lançar a tradução de seu último livro "Jours de souffrance" (pela Agir/Ediouro).

Ollivier Pourriol, autor do ensaio "Cinéphilo" sobre as relações entre a Filosofia e o Cinema, que será lançado no Brasil pela editora Jorge Zahar.

David Foenkinos, jovem romancista e roteirista de cinema, autor de "Qui se souvient de D. Fornkinos?", publicado no Brasil pela Rocco.

Além de diferentes mesas-redondas, onde os autores estarão presentes, uma programação especial da FLIP "França.br 2009" acontecerá na Casa de Cultura de Paraty. Parte desta caravana também aportará em São Paulo (SESC-SP) e no Rio (Livraria da Travessa Leblon e Estação Botafogo de Cinema).

Para maiores informações, acesse : www.maisondefrance.org.br/mediateca

A Exposição de quadrinhos da Turma do Xaxado na Biblioteca Central dos Barris de 01 a 30 de julho de 2009


O Projeto Xaxado Itinerante - É uma ação comemorativa aos 10 anos da Turma do Xaxado e trata-se de uma atividade cultural de fomento aos quadrinhos e a literatura nordestina, aliada a uma política de conscientização do uso destes produtos como ferramentas de educação de crianças e adolescentes.


O Projeto consta de uma exposição e edição de um superlivro da Turma do Xaxado com 1.000 tiras, 216 páginas e 21,0 X 28,0 cm. Com prefácio do professor, escritor e jornalista Sérgio Matos, que foi o primeiro editor a publicar o Xaxado no caderno Municípios do jornal A Tarde e orelha do jornalista Paulo Ramos do Blog dos Quadrinhos.


A exposição de quadrinhos é feitos pelo idealizador da Turma do Xaxado, Antonio Cedraz e por renomados cartunistas convidados entre eles: Bira Dantas, Flávio Luiz, Sidney Falcão, Lailson de Holanda, Spacca, Cau Gomez, João Marcos, Lucas Lima e Hector Salas.


O projeto tem apoio institucional do Programa de Fomento à Cultura do Fundo de Cultura do Governo da Bahia.


O livro 1.000 tiras em quadrinhos da Turma do Xaxado já está a venda na livraria LDM, na Piedade e na lojinha do Farol da Barra.


Escola de Brasília promove mostra cultural de quadrinhos

A gente só tem a aprender com o trabalho de outras escolas. Achei a mostra muito legal, uma ótima idéia para fazermos aqui, em Leopoldina, e não apenas na nossa escola!

Concurso Histórias do Trabalho abre inscrições dia 2 de julho


O Concurso Histórias de Trabalho abre inscrições de 2 de julho a 10 de setembro. O concurso abrange seis categorias: histórias Verdadeiras; histórias inventadas; poesia; fotografia; ensaio acadêmico; histórias em quadrinhos e cartum.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pessoalmente, por terceiros, pelo correio ou pelo site da prefeitura. Os interessados podem inscrever até três trabalhos. A seleção é feita uma comissão julgadora composta por 12 especialistas - três em cada categoria, que elege, por consenso ou por maioria, de três a dez trabalhos, conforme a qualidade e a quantidade de inscritos. Esses trabalhos vão compor o livro Histórias de Trabalho, que é lançado no ano seguinte ao da seleção. Essa série recebeu o título de leitura "altamente recomendável" pelo Ministério da Educação.

Para realizar a inscrição é indispensável a leitura atenta do regulamento, pois a organização não assume qualquer responsabilidade por inscrições que desrespeitem o texto e venham a ser anuladas. Leia aqui o regulamento.

A Coordenação do Livro e Literatura do Centro Municipal de Cultura Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues (av. Erico Verissimo, 307), receberá os interessados de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h.

Informações podem ser obtidas através do telefone (51) 3289.8072 ou (51) 3289.8073 ou pelo endereço eletrônico historiastrabalho@smc.prefpoa.com.br

Fonte: http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=49566

A História dos Judeus


A História dos Judeus (formato 14 x 21 cm, 288 páginas, R$ 45,00) é um lançamento da editora Via Lettera.

A obra traz um novo olhar sobre 4 mil anos de história Judaica.

O leitor confere o início da jornada há quatro mil anos, perto do Rio Eufrates, quando um chefe de tribo nômade chamado Abrão encontrou seu Deus pela primeira vez. E segue aos pés do Monte Sinai, quando este mesmo Deus negociou com Moisés.

Os profetas; as mulheres que representam força intelectual e educativa; as principais correntes da história ocidental e outros temas numa homenagem aos personagens e fatos que marcaram a história do povo judeu, apresentados em forma de narrativa gráfica.

O autor é Stan Mack, cartunista e ex-diretor de arte do New York Times Sunday Magazine. Seus cartuns já foram publicados nos jornais New York Times e New Yorker e nas revistas Adweek, Bon Appetit, Modern Maturity e Natural History. Também é autor e ilustrador de diversos livros para crianças, adolescentes e adultos.

Fonte: UNIVERSO HQ

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Bitstrips: sua imaginação em quadrinhos cômicos


Chegou a hora de colocar sua imaginação em cena. Com o Bitstrips: http://www.bitstrips.com/ você cria personagens para serem inseridos em quadrinhos/tirinhas, abusando do humor e fazendo cada combinação, uma mais engraçada que a outra.No web site você cria quadrinhos gratuitamente, de forma simples, mas com muitos recursos.

Se uma história engraçada ficou marcada em sua memória, use o Bitstrips para reproduzi-la e enviá-la aos seus amigos. O melhor ainda é que você consegue reproduzi-los, pois é possível alterar o formato do rosto, olhos, boca, sobrancelhas, cor de pele, enfim, muitas gargalhadas estarão garantidas com o resultado final.Para conferir alguns exemplos, visualize os quadrinhos já criados através dos links do menu superior do site, das seguintes categorias: Humor, Notícias/Política, Cultura Pop, Drama, entre outros.

No menu lateral você encontra os seguintes links: “Read” (visualiza as tirinhas), “Create” (cria quadrinhos, personagens, amigos e cenas) e campos para se conectar no site. Se os dados já foram informados nesta área, o item que aparecerá será o “My Stuff” (visualiza seus objetos, entre eles a caixa de entrada de mensagens, perfil e amigos). Há também o link “Shop” (venda de camisetas personalizadas) e “Bitstrips” (informações gerais sobre o site, tópico de ajuda, entre outros).Para começar a montar seu primeiro quadrinho, a primeira coisa a ser feita é escolher o seu personagem, na página principal do web site.

Selecione o rosto masculinho ou feminino e comece a personalizá-lo. É só clicar em um objetivo ou numa parte do rosto para alterar a sua forma, através das setas laterais. Para avançar ao próximo passo, clique no botão “Next”. Agora você muda o físico do personagem. Clique no corpo ou nas setas para alterar o formato. Avance novamente. O que precisa fazer agora é alterar o estilo e cor da roupa. Feito? Então avance e comece a escolher algumas sugestões de cenários. Você consegue alterar também a expressão facial do personagem e colocar um texto (sem acento) no seu balão de diálogo.

É possível enviar o quadrinho por e-mail, para isso avance e preencha os seguintes campos: seu e-mail, e-mail de destinatário (pode ser usado mais de um e-mail, só que para isso use vírgula entre eles), o título e texto principal da mensagem. Clique em “Send” para fazer o envio ou “Ship” para não. É possível salvar seu quadrinho, para isso clique em “Save Your Comic” na próxima tela. Preencha com seus dados particulares (nome de usuário, senha, e-mail e nome real) para ser criado sua conta no web site. Não se esqueça de deixar selecionado o campo sobre a política da empresa, onde você afirma que leu e aceita os termos de uso da política de privacidade do Bitstrips.

Aperte o botão “Sign Up Now” e pronto. Divulgue o quadrinho da forma que desejar através das opções da próxima página. No canto superior direito do web site, você aparecerá como conectado em sua conta. Clique no nome de usuário para entrar na sua página principal (“My Profile”). Repare que aparecerá um aviso dizendo que está faltando a confirmação do cadastro, através de link. Ele deve chegar no e-mail que você forneceu quando efetuou a inscrição. Se ele não chegar, clique em “Re-send Confirmation”, para a mensagem ser enviado novamente. Quando fiz a minha inscrição, precisei usar esse botão, pois o e-mail não chegou já que finalizei o cadastro. Personalize o seu avatar (personagem), para isso entre no link do título “You don't have an avatar yet! Start by designing an avatar”.

A forma que aparecerá é a mais simples. Também é possível criá-lo de uma maneira mais avançada, para isso clique no botão “Advanced Builder”. Com o mouse você consegue personalizar bem facilmente o seu personagem. Para salvar pelo modo fácil, acesse o último botão de personalização e clique em “Save”. No modo avançado o botão de salvar está abaixo do seu nome de usuário.

Na página principal de sua conta é possível alterar o avatar, em “Edit my Avatar”, alterar informações pessoais em “Edit Profile”, mostrar data de criação da conta e quantos acessos ela já teve e a adição do personagem em camisa, “Put yourself on a Product”. É possível também localizar seus amigos, “Find Friends”, suas últimas tirinhas, “Latest Strip”, visualizar seus quadrinhos favoritos, “Latest Favorite” e seus personagens, “Character”. No menu “My Bitstrips” há o submenu “My Profile” onde você visualiza as páginas de tirinhas, personagens, cenas, favoritos e amigos.Para criar uma história ou quadrinho você pode clicar em “Comic” que fica no menu esquerdo em “Create”.

Na tela você consegue escolher quantos quadros sua história vai ter (“Layout”), adicionar personagens, objetos, etc (“Art Library”), textos em balões de diálogos (“Text Bubbles”) e controle/expressão dos personagens (“Controls”). Há também uma barra, onde é possível determinar algumas funções, como: voltar (“Undo”), avançar (“Redo”), tamanho de quadro (“Camera Pan”), visão (“Camera Zoom”), ângulo (“Camera Angle”), destravar (“Unlock From Ground“), travar (“Lock”), rotacionar (“Rotate”), copiar (“Copy”), colar (“Paste”), limpar (“Clear Panel”), remover (“Remove Panel”), adicionar (“Add Panel”) e linha (“Add Row”).Com a criação finalizada e salva. Você precisa publicá-la, para que outros usuários possam acessá-la e comentá-la.

Selecione o gênero da história (“Select Genre”), suas tags (palavras-chave que o identificam) e quem pode editá-la (“Who can edit this bitstrip?”): qualquer pessoa (“Anybody”), apenas amigos (“Friends Only”) ou ninguém além de mim (“Nobodyn but Me”). Publique clicando em “Publish Now”. É possível enviar para um amigo avisando a sua publicação, para isso é só preencher o e-mail dele em “Email Friends”.Na sua página principal (“My Profile”) o novo quadrinho feito aparecerá. Assim você consegue ter o controle de quantas pessoas já o visualizaram (“Views”), sorriram com ela (“Laughs”), não gostaram (“Groan”), deram crédito (Kudos) e adotaram como favorito (“Favorite”).

Também é possível visualizar seus comentários (“Comment”), como foi compartilhado ("Share"), alterar (“Edit”) e comprar brinde com sua criatividade (“Merch”). O ícone “Flag” indica que algum usuário achou que seu quadrinho foi desrespeitoso.O Bitstrips realmente tem muitos recursos. Faça vários testes e solte sua imaginação através de quadrinhos cômicos... nada substitui a criatividade colocada em prática. Divulgue as tirinhas para seus colegas, amigos, parentes e vizinhos. Crie personagens para todos eles e monte as histórias. Eles vão adorar!

Colabore!
Quando finalizar alguma história ou quadrinho cômico, nos envie por e-mail. Assim sua criatividade ficará disponível para acesso no seguinte endereço: www.footos.com.br/bitstrips.

I Concurso Cultural de Ilustração Livraria da Vila


As inscrições para o I Concurso Cultural de Ilustração Livraria da Vila vão até o dia 15 de agosto de 2009, organizado pela Livraria da Vila em parceria com a editora Brinque-Book e com o escritor Ilan Brenman. Podem participar todos os residentes em território nacional, com no mínimo 18 anos de idade, desde que não tenham nenhum livro publicado com ISBN. O vencedor ilustrará um livro do escritor Ilan Brenman que será lançado pela editora Brinque-Book até dezembro de 2011 e receberá 1% de direitos autorais sobre as vendas do mesmo. O resultado será divulgado no dia 12 de outubro.

REGULAMENTO
1. O Concurso Cultural é uma realização conjunta da Livraria da Vila, editora Brinque-Book e escritor Ilan Brenman e será realizado entre 1/6 a 15/8 e é aberto a todos os residentes em território nacional com idade a partir de 18 anos.
2. Poderão participar do Concurso apenas aqueles que não possuírem um livro publicado com ISBN.
3. Temática do Concurso: CONTO DE FADAS.
4. A ilustração vencedora não necessariamente será utilizada no livro a ser publicado.
5. Não poderão participar do Concurso funcionários e/ou parentes em primeiro grau da Livraria da Vila, da Brinque-Book, do escritor Ilan Brenman e ilustradores convidados.
6. Só serão aceitas ilustrações a 4 (quatro) cores.
7. O candidato deverá enviar 3 ilustrações originais e diferentes entre si em tamanho A4 dentro de um envelope ou pasta colecionadora.
8. A identificação dos originais deverá ser feita por meio de nome e sobrenome no verso de cada original. Em um deles deverá constar: nome completo, cpf, endereço, telefone e e-mail).
9. O júri será constituído pela seguinte comissão: • Ilan Brenman, escritor que terá a obra ilustrada pelo artista vencedor, • Suzana Sanson, Diretora Executiva da Editora Brinque Book, • Ilustradora Ionit Zilberman • Ilustradora Janaina Tokitaka • Representante da Livraria da Vila
10. A decisão do júri será anunciada no dia 12/10/2009, em horário e local a serem determinados e divulgados.
11. As ilustrações deverão ser endereçadas a: Concurso Cultural de Ilustração da Livraria da Vila, Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena – Cep 05416-011 - São Paulo - Setor de Marketing, como Carta Registrada, pois não haverá confirmação do recebimento dos originais em hipóteses alguma e por nenhum meio.
11b. Os originais só serão devolvidos se o participante do concurso anexar um envelope pré-selado junto com o envelope contendo as ilustrações.
12. As inscrições estarão abertas de 1 de junho a 15 de agosto de 2009, considerada esta a data limite de postagem para o correio.
13. A Livraria da Vila e os demais envolvidos se comprometem a não divulgar e utilizar as ilustrações não selecionadas.
14. O participante garante a originalidade e autenticidade da ilustração.
15. É de responsabilidade do ganhador arcar com despesas de transporte, hospedagem, entre outros, que envolvam a vinda ao evento de premiação.
16. A divulgação deste Concurso se dará nos meios da Livraria da Vila, tais como: Revista Vila Cultural, site, newsletter e por Assessoria de Imprensa, além dos meios de comunicação dos parceiros, tais como: mailing da editora, dos ilustradores e do escritor Ilan Brenman.
17. A participação neste concurso implica na aceitação deste regulamento. Quaisquer dúvidas ou divergências não previstas neste regulamento serão julgadas e decididas de forma soberana e irrevogável pela comissão julgadora.
18. Para participar deste concurso, que tem caráter exclusivamente cultural, e que é realizado segundo a Lei nº 5.768/71, art. 3º, regulamentada pelo Decreto nº 70.951/72 art 3: “ não é necessária a compra de qualquer bem, direito ou serviço da empresa promotora ou de terceiros, e a apuração dos vencedores não está sujeita a qualquer tipo de sorteio ou operação assemelhada”.

Fontes:

Chico Xavier em Quadrinhos


Acaba de ser lançado pela Ediouro o álbum Chico Xavier em Quadrinhos, que narra a vida do divulgador do Espiritismo no Brasil. Os autores são Rodolfo Zalla e Franco de Rosa. Na obra, o leitor acompanha a infância de Chico Xavier na cidade mineira de Pedro Leopoldo, assim como sua “comunicação com os espíritos”..

Na obra, o leitor acompanha a infância humilde e sofrida de Chico Xavier na cidade mineira de Pedro Leopoldo, assim como o momento da descoberta da sua comunicação com os espíritos.

O argentino Rodolfo Zalla é desenhista e editor de histórias em quadrinhos, e vive no Brasil desde 1963. Destacou-se ao fundar a Editora D-Arte e publicar as revistas Calafrio e Mestres do Terror, consideradas marcos da história dos gibis nacionais.

Já o paulistano Franco de Rosa é jornalista, cartunista, ilustrador, escritor, redator, editor, produtor gráfico. Foi um dos fundadores da Mythos Editora em 1997 e, em 1999, criou a Opera Graphica, em parceria com Carlos Mann.

A editora colocou no ar um hotsite para divulgar a obra, e no mesmo é possível ler um trecho do album, como você pode conferir clicando aqui.

ORIGINALMENTE PUBLICADO NO SITE Zine Brasil

Saímos no Portal do Professor


Saiu, hoje, uma reportagem sobre a Gibiteca no Portal do Professor, do MEC. Saímos no Jornal do Professor, um dos segmentos do Portal, um veículo inteiramente dedicado a revelar o cotidiano da sala de aula, trazendo quinzenalmente temas ligados à educação. O título é Gibis estimulam aprendizagem de história. Para ir ao portal e ver todas as notícias do Jornal do Professor, clique aqui. Para ir direto à reportagem, clique aqui.

A matéria está circulando na net e já foi publicada nos seguintes links:

http://www.joaopaulo.g12.br/noticias/noticias_noticia_jp.php?id_noticia=8232
http://trabalhosfeitos.blogspot.com/2009/07/gibis-ajudam-atrair-interesse-pela.html
http://www.informems.com.br/index.php?p=noticias&canal=educacao&cat=4&id=34997
http://genilbezerra.blogspot.com/2009/07/gibis-ajudam-atrair-interesse-pela.html
http://twitter.com/fundacaoeducar

domingo, 28 de junho de 2009

50 anos de Maurício de Souza


le comanda uma empresa que lidera 80% do mercado de quadrinhos no Brasil, além exportar para 126 países não apenas revistas, mas outro produtos Ubiratan BrasilAgência EstadoMauricio de Sousa é capaz de dar a volta pelo mundo em poucos minutos - pelo telefone, acerta um contrato com a China; via e-mail, responde a uma consulta de empresários americanos; sob sua mesa, no estúdio que mantém na Lapa, na zona oeste de São Paulo, estão revistas publicadas na Indonésia com seus personagens.

O criador da Turma da Mônica mantém uma rotina espartana para manter a qualidade de um produto que vai completar 50 anos no dia 18 de julho - foi nessa data, em 1959, que saiu publicada a primeira tirinha, com Bidu e um menino que, com o tempo, se transformou no Franjinha. "Foi uma longa jornada, na qual aprendi muita coisa sozinho", conta Mauricio, hoje no comando de uma empresa que lidera 80% do mercado de quadrinhos no Brasil, além exportar para 126 países não apenas revistas, mas produtos como livros, material escolar, brinquedos e também desenhos para cinema, televisão e até celular.

Os 50 anos serão comemorados ao longo de um ano, a partir de 18 de julho, com eventos diversos. Um dos mais originais será a publicação do livro "MSP 50", que significa "Mauricio de Sousa Por 50 Artistas Brasileiros", um trocadilho com a sigla da empresa, Mauricio de Sousa Produções. "Convidei 50 artistas para cada um recriar seu personagem preferido de acordo com o traço próprio", conta Sidney Gusman, organizador do volume, que contará com desenhos de Ziraldo, Laerte, Renato Guedes, Gabriel Bá e Fábio Moon, entre outros.

"Quase todos confessaram ter aprendido com o Mauricio." De fato, aos 73 anos e pai de dez filhos, Mauricio de Sousa busca informações no seu dia a dia. "Quando comecei, jovem ainda, a única experiência que realmente dominava era a minha relação com um cãozinho, daí o Bidu ter sido o primeiro personagem. Em seguida, ao observar o comportamento das minhas filhas, consegui me sentir seguro para criar a Mônica, a Magali.

E hoje ainda observo os pequenos e suas relações com a tecnologia para ficar sempre atualizado." Foi a partir de tal observação que Mauricio vislumbrou o passo seguinte à Turma da Mônica, ou seja, iniciar uma coleção com os personagens já adolescentes. Mais: notou a voracidade com que os jovens brasileiros devoravam quadrinhos em mangá e decidiu criar a Turma da Mônica Jovem que, agora em seu décimo número, tem uma tiragem média de 200 mil exemplares. É pela editora Panini que Mauricio desdobra seus projetos, que incluem livros e coleções. Antes, ele passou pela Editora Abril, onde começou a publicar em 1970, e Globo (1988).

"Foram grandes parceiros mas, em um determinado momento, senti falta de mais fôlego nos investimentos." Ele, de fato, é insaciável. Depois de uma frustrada negociação com a TV Globo nos anos 1990, Mauricio pretende retomar a produção de desenhos para telas pequena e grande. Na televisão, ele negocia com o canal Discovery um programa com bonecos, semelhante ao Vila Sésamo. No cinema, o esquema envolve parceria com produtoras de diversos países, cada uma cuidando de um personagem. "Assim, teremos vários filmes em um mesmo tempo." E os quadrinhos continuam na pauta: já há um projeto de histórias do Penadinho com o traço tridimensional.

"Quero agora investir em educação", conta Mauricio, que já acertou com a China conteúdos sobre a história do Brasil. "Eles se interessaram, por exemplo, sobre o descobrimento do nosso País. Quero fazer isso também aqui." As Homenagens Aos 50 Anos

- Um documentário sobre Mauricio de Sousa no canal Biography, que será exibido no dia 18 julho para toda a América Latina;

- O livro "MSP 50 - Mauricio de Sousa por 50 Artistas Brasileiros", no qual 50 profissionais do traço homenagearão o criador da Turma da Mônica fazendo, no seu próprio estilo, histórias em quadrinhos com personagens criadas por Mauricio. Previsão de lançamento: setembro, na Bienal Internacional do Livro do Rio;

- O livro "Bidu 50 Anos", para comemorar e relembrar os 50 anos do Bidu, o primeiro personagem de Mauricio de Sousa. A edição vai trazer uma edição fac-similar de Bidu 1, a raríssima primeira revista-solo de Mauricio, publicada em 1960 pela Editora Continental. Previsão de lançamento: setembro, na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro;

- No site Máquina de Quadrinhos, crianças de todas as idades poderão criar suas próprias histórias da Turma da Mônica utilizando bancos de imagens com personagens, cenários, objetos e balões;

- Um livro - ainda não batizado - vai contar a trajetória artística de Mauricio de Sousa, década a década. A obra apresentará as informações contidas na exposição do MuBE de forma mais completa e outras inéditas. Previsão de lançamento: dezembro de 2009.

Polêmica na biblioteca


Começou com uma história em quadrinhos em São Paulo, passou por um romance em Santa Catarina e na semana passada teve ecos no Rio Grande do Sul a recente polêmica a respeito de que leituras crianças e adolescentes devem ter acesso por meio da escola. A questão vai além de casos específicos como os registrados no último mês (veja o quadro nesta página) e aponta para uma discussão mais candente: até que ponto os educadores cumprem seu papel como mediadores entre a produção artística e os alunos?

No Rio Grande do Sul, a questão foi saber se três álbuns em quadrinhos do artista americano Will Eisner – um deles o aclamado Um Contrato com Deus, marco das HQs – eram adequados para figurar nas bibliotecas de escolas estaduais. Comprados por um programa federal, os livros foram alvo de uma recomendação da Secretaria Estadual da Educação para que fossem retirados das estantes, por tratarem de temas como adultério, violência e pedofilia em imagens contundentes.

Uma recomendação veementemente contestada pelo cineasta e escritor Jorge Furtado, em artigo publicado em Zero Hora. Um debate que dá espaço à pergunta: há temas proibidos para estudantes?– Quem não quer falar sobre esses temas, a criança ou o adulto? – pergunta o psiquiatra e escritor para jovens e crianças Celso Gutfreind. – Isso é uma não-compreensão da criança.

Há cem anos, imperava a ideia de que a criança era um ser desprovido de maldade, de sexualidade, que não entendia nada. Vejo tudo isso como um resquício dessa história, ainda recente. É a necessidade de idealizar a criança como um reservatório da pureza, o que é diferente de vê-la e ouvi-la. Ela é curiosa e pode se interessar por qualquer tema, e não há calendário para isso.O próprio Gutfreind viveu experiências parecidas. Ao chegar a escolas para falar com a criançada, já ouviu a recomendação: não mencionar algumas de suas obras como O Pum, que traz a palavra “bunda” e Vovó não Vai para o Céu, que trata da morte – uma hipocrisia, na opinião do autor.Hipocrisia por quê?

O argumento é que a escola não pode funcionar como muralha para situações, termos e questionamentos que são da sociedade – e facilmente encontráveis do lado de fora: na internet, na TV ou até na esquina de casa. Uma opinião partilhada, no todo ou em parte, pelos defensores da escola como um fórum adequado para tratar de temas contemporâneos. A pedagoga Beth Serra, secretária-geral da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), é uma delas. Teme que tais episódios representem uma onda de conservadorismo que afaste a realidade da escola.

– Os professores têm que saber lidar com a realidade. Quando um tema aparece na literatura por que não aproveitar para tratar da questão?

Falta preparo, uma cultura de conhecer o texto literário. E aí a reação é conservadora ao novo, ao inesperado. E a defesa é o ataque.Nem todos partilham da mesma concepção. Embora concorde que a escola, por despreparo dos professores, muitas vezes abdica do papel que seria o seu, o de mediar o acesso ao conhecimento, o professor César Aparecido Nunes, do Grupo de Estudos e Pesquisas em Filosofia e Educação (Paideia), da Unicamp, ressalva que o argumento da realidade na escola deve ser tomado com cautela.

– A cada faixa etária corresponde uma determinada concepção de mundo, uma determinada capacidade de entendimento, e a escola é uma instituição que tem um papel regulador. Ela não pode ser espelho da sociedade, pelo contrário, ela é modelar, deve partir da realidade e ser um exemplo. O papel da escola é chamado deontológico, ou seja: é o “dever-ser”, não uma reprodução moral dos costumes.Nunes não é um proibicionista, contudo. Acha que a escola não deve banir conteúdos e obras, e sim selecioná-las mais adequadamente, e lembra que clássicos da literatura brasileira e estrangeira sempre abordaram temas delicados e polêmicos. Se sexo e violência fossem barrados das bibliotecas escolares, poucos autores se salvariam. Talvez não os melhores.

– João Ubaldo Ribeiro, Dalton Trevisan e o Jorge Amado tratam de temas um tanto árduos, e aí que destaco o papel dos pais no que a criança lê e a figura do professor – afirma Nunes.Algo que passa, na opinião do educador, pela questão do preparo dos professores para apresentar tais obras aos alunos em um contexto educativo e não se restringe aos docentes de sala de aula em alguns dos casos recentes. Apesar de tratar-se de um negócio que movimenta milhões (a título de exemplo, somente para o ano letivo de 2009, o Governo Federal gastou R$ 70 milhões na compra de 10.389.487 livros, segundo o MEC) não há consenso entre os educadores sobre o que, dentre as obras contemporâneas, deve ser indicado para leitura. O que foi avaliado positivamente por técnicos da Secretaria de Educação de São Paulo mais tarde foi contestado pelo próprio secretário.

E no Rio Grande do Sul o que passou pelo crivo de especialistas do MEC não agradou à secretária estadual de Educação, Mariza Abreu.A questão não exclui um viés econômico (o Governo é o maior comprador de livros do mercado nacional) nem político – conforme apontado por Jorge Furtado em seu artigo de 22 de junho em ZH e corroborado por especialistas ouvidos por Zero Hora. Na maioria dos episódios, as autoridades educacionais responsáveis foram alvo de cobranças por parte da oposição, independentemente de partido. O PT que acusou o governo de Serra está no Governo Federal que compra os livros do MEC.

– Não é uma discussão neutra, há um caráter político. O que vem de um partido é criticado por outro – diz Raimundo Helvécio Aguiar, doutor em Educação pela Universidade de Campinas e professor da Faculdade de Educação da UFRGS.A despeito do caráter político ou econômico e do dissenso sobre que temas devem ser abordados nas escolas, essa polêmica converge para uma discussão acerca do valor estético e literário de determinadas obras para leitores em formação. Alguns temas exigem uma abordagem diferenciada? Há limite ou formas adequadas para ensinar o aluno a perceber a diferença entre o chulo a serviço da estética e o simplesmente vulgar?

O livro em quadrinhos Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol foi recolhido das escolas em São Paulo porque, indicado para alunos do Ensino Fundamental, trazia em uma de suas histórias a expressão “chupa minha rola” – a própria editora e alguns autores reforçaram que o álbum foi concebido como publicação para adultos, e que não se esperava que fosse indicado para crianças.– Na literatura você encontra palavrões, mas se há uma coisa que choca apenas pelo lugar-comum, sem nenhuma beleza, daí não é questão de censura, mas de ensinar a apreciar o que é bem escrito – ressalva Beth Serra.

– Essa linguagem existe, o que não significa que se possa falar assim em qualquer momento e lugar. É uma boa oportunidade de se dizer que o livro é um objeto de arte, não uma linguagem oral. E acho que podemos mostrar essa diferença para a criança. É um trabalho difícil, mas vamos lá. Não é censurando e ocultando que vamos chegar a um lugar melhor – rebate Celso Gutfreind, que ainda destaca a importância dos pais também como mediadores.

– O problema para a criança e o adolescente não se resume ao acesso a determinados assuntos, mas a não ter com quem compartilhar o seu espanto, com quem conversar.Autor das fotos publicadas na capa e na central do Cultura, o carioca Alécio de Andrade (1938 – 2003) fez carreira na França. Parte da sua obra, toda em preto-e-branco, está em exposição na Galeria do Instituto Moreira Salles, no Shopping Bourbon Country (Avenida Túlio de Rose, 100), na Capital.

Fonte: Zero Hora

De Limoeiro do Norte para o mundo

Gente, é uma história muito legal. Talento bem aproveitado e persistência. Às vezes, só isto é suficiente para o sucesso.


O cearense José Edilbenes, ex-servente de pedreiro,faz sucesso desenhando super-heróis para uma das mais poderosas editoras de quadrinhos dos Estados Unidos

Em Limoeiro do Norte, no interior do Ceará, onde as carroças ainda disputam espaço com motos e bicicletas nas ruas, todos conhecem José Edilbenes Bezerra, de 36 anos, como "aquele que desenha". Desde os 18, quando deixou de fazer bicos em uma fábrica de filtros e de trabalhar como servente de pedreiro, ele passa até onze horas por dia, incluindo sábados e domingos, sentado numa escrivaninha com o lápis em punho.

Mesmo sem entender inglês nem nunca ter saído do país, Edilbenes é contratado exclusivo da poderosa DC Comics, a segunda maior editora de quadrinhos dos Estados Unidos, detentora de títulos como Batman e Superman. Os quadrinhos que desenha raramente chegam a uma das três bancas de Limoeiro, mas ele não se incomoda com isso.

"Aqui todos sabem o que eu faço. Vira e mexe vem um garoto me mostrar uma ilustração e pedir dicas", diz Ed Benes, apelido pelo qual é conhecido no exterior. O cearense não é o único brasileiro do ramo a fazer sucesso nos Estados Unidos. O número de artistas nacionais que emprestam seus traços às editoras de quadrinhos americanas triplicou nos últimos quatro anos. Atualmente, outros 150 desenhistas e coloristas trabalham nesse mercado. A maioria faz 22 páginas por mês, o equivalente ao tamanho de uma edição. Como recebem de 50 a 500 dólares por página desenhada, sua renda mensal varia de 1 100 a 11 000 dólares.

Os desenhistas brasileiros são parte de uma indústria que movimenta anualmente, só com a venda de publicações, 330 milhões de dólares nos Estados Unidos. Neste ano, dos dez quadrinhos mais vendidos por mês, dois foram desenhados por artistas nacionais. O traço brasileiro não agrada só ao público: faz sucesso também entre os críticos.

Em 2008, o gaúcho Rafael Grampá e os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá, de São Paulo, venceram o Eisner Awards, premiação americana que é considerada "o Oscar dos quadrinhos". A equipe, que inclui dois outros desenhistas estrangeiros, ganhou com uma série de histórias sem balões em que os personagens são os próprios desenhistas. "Depois do prêmio, ficou muito mais fácil discutir novos projetos com as editoras", conta Moon. Hoje, ele e o irmão trabalham juntos em projetos para duas editoras internacionais.

O crescimento da participação de estrangeiros no mercado de quadrinhos americano (além dos brasileiros, também italianos e filipinos vêm ganhando espaço nele) deve-se principalmente à facilidade com que, graças à internet, as editoras identificam novos artistas e recebem deles os desenhos. Além disso, o preço de página de um iniciante estrangeiro é menor do que o de seu equivalente americano. "Enquanto um brasileiro que está começando cobra, no máximo, 75 dólares por página, um americano não trabalha por menos que isso", diz Joseph Rybandt, editor da Dynamite Entertainment. "Claro que, quando eles ficam mais renomados, o salário acaba se igualando", diz.

As agências especializadas, que se encarregam de fazer a ligação entre artistas e editoras, são outro elemento facilitador na contratação de estrangeiros pelos americanos. Segundo Chris Allo, coordenador de talentos da Marvel Comics, grande parte dos desenhistas brasileiros não fala inglês e, portanto, não entende os roteiros originais das histórias que ilustra.

As agências é que se encarregam de fazer a tradução. Ed Benes usa esse tipo de serviço. Mas, quando tem de se comunicar com o intermediário que vende originais de seus trabalhos a fãs nos Estados Unidos (ao preço de até 10 000 dólares cada desenho), recorre ao tradutor automático do Google. Mensalmente, ele recebe da DC Comics em torno de 8 000 dólares, descontados os 18% que ficam com a agência. O dinheiro o tornou um dos moradores mais ricos de sua cidade. Difícil é gastá-lo, já que na pequena Limoeiro nem cinema tem. Para ver seus heróis na tela, o artista tem de viajar 200 quilômetros até Fortaleza.

Quando os primeiros desenhistas brasileiros começaram a ser contratados nos Estados Unidos, no fim da década de 80, os editores temeram que seus nomes soassem latinos demais para os ouvidos americanos. Ao sul-mato-grossense Marcelo Campos, por exemplo, sugeriram que assinasse "Marc Fields". "Não gostei, mas acabei topando assinar como Marc Campos", diz. Um dos pioneiros do mercado, ele foi desenhista dos mutantes do X-Men e do Homem de Ferro, entre outros personagens.

Hoje, Marc voltou a ser Marcelo e abriu uma escola de desenho em São Paulo, para ensinar garotos que aspiram um dia dar vida ao Superman ou mostrar uma batalha entre o Homem-Aranha e o Duende Verde na Times Square – ainda que nunca tenham estado lá, como Ed Benes. Há algum tempo, o artista cearense foi convidado pela DC Comics para participar de uma convenção de quadrinhos em San Diego, na Califórnia. "Tudo pago, mas eu não quis ir. Nem passaporte eu tenho, e daria muito trabalho para tirar." Ed chegou a morar em São Paulo, mas não gostou da experiência. "Lá é um desassossego só. Não quero sair daqui, não." Nem precisa. De Limoeiro do Norte, seus desenhos já dão a volta ao mundo.

sábado, 27 de junho de 2009

fotos da Gibiteca no Social em Ação

A participação da GIBITECA no Social em Ação foi um sucesso. Tivemos muitas visitas, principalmente de crianças, e elas mostraram um entusiasmos enorme pelos gibis.

Gostariamos de agradecer ao convite para participar do evento. Todos adoramos e nossos "voluntários" se divertiram muito.

Seguem algumas das fotos!


sexta-feira, 26 de junho de 2009

Recebemos doação de gibis da Turma da Mônica


Hoje recebemos uma grande doação de gibis da Turma da Mônica. São aproximadamente 100 gibis, praticamente novos, doados por Cristiano Fófano, do A2 Criação e designer. Agradecemos muito a generosidade e lembramos a todos que estamos sempre precisando de doações, pois apesar de nossa acervo ter crescido muito, os gibis são um material frágil e que, com o constante manuseio, estão sempre precisando ser substituídos.

Gibiteca no Social em Ação


Amanhã, das 09 às 14 horas, a gibiteca estará participando do Social em Ação, evento destinado à comunidade do Bairro Bela Vista e arredores, com uma mini-gibiteca, onde estaremos mostrando nosso trabalho, falando mais sobre gibis e disponibilizando um pequeno espaço para a leitura. Venham conferir!

Acidentes que podem acontecer nas festas juninas

A professora Gisele, de ciências, trabalhou com o 6º ano os acidentes que podem acontecer nas festas juninas. O trabalho foi em forma de quadrinhos, que estão sendo expostos em um painel.

A professora, que está na escola este ano e que ainda não conhecia nossa gibiteca está adorando o material e disse que a experiência foi muito enriquecedora para ela e que aprendeu tanto quanto os alunos (e aprendeu com os alunos).

Os quadrinhos e as ilustrações estão muito lindos e os alunos mostraram que entenderam bem o conteúdo e estão dando o recado de forma bem lúdica. Seguem algumas fotos do painel.


quinta-feira, 25 de junho de 2009

Talento precoce na E. M. Judith Lintz Guedes Machado

Temos na nossa escola uma aluna extremamente talentosa e que tem desenvolvido muito sua técnica de ilustração. Ela tem 14 anos e está cursando o 6ª ano do Ensino Fundamental II. Ingrid já tem se destacado já há uns 3 anos, participando de oficinas que a gibiteca ofereceu e, atualmente, faz aulas de grafite. Seguem algumas de suas ilustrações:






Curso de produção de Quadrinhos na UNICID (SP)


O publicitário e apresentador do programa Tô no palco (AllTV), Allan Albuquerque, e o Prof. Juarez Tadeu de Paula Xavier, Diretor do Curso de Comunicação Social da UNICID estão coordenando um Curso de produção de HQs nas dependências da UNICID - Universidade Cidade de São Paulo. O curso tem caráter de extensão universitária e abordará, além de desenho e roteiro, história da arte e mercadologia aplicada às Histórias em Quadrinhos, onde os alunos terão a possibilidade de aprender como explorar várias ferramentas para lançar um personagem/projeto novo no mercado, como divulgar e lucrar com seu trabalho independente, além de conhecer as leis de incentivo e vários editais que são abertos durante o ano.

Segundo os organizadores, o objetivo do curso é preparar o aluno para a concepção e prática das técnicas de desenho e roteiro. Levá-lo a compreender o processo de criação de personagens. Estimular o potencial criativo e promover o desenvolvimento de uma visão mercadológica do segmento publicitário e de Histórias em Quadrinhos. Os professores que ministrarão o curso são dois velhos conhecidos do público de HQs nacionais, confiram abaixo. Os interessados em realizar o curso podem obter mais informações no site da UNICID.

* Professor de Roteiro: Daniel Esteves Machado PereiraMinicurrículo: Graduado e licenciado em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Roteirista, palestrante e vencedor do Prêmio HQMIX 2006 de Roteirista Revelação.

* Professor de Desenho: Wanderson de SouzaMinicurrículo: Desenhista, professor de História em Quadrinhos da escola HQEMFOCO, desenhou para revistas como Nanquim Descartável e Front Quadrinhos.

Fonte: Bigorna