sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Homenagem de Bira Dantas ao Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos


O chargista, cartunista, quadrinhista e ilustrador Bira Dantas postou em seu blog Caricas do Bira sua homenagem ao Dia do Quadrinho Nacional, comemorado hoje, dia 30 de janeiro. A HQ de uma página faz parte da exposição Desenhos em Cubinhos, que será aberta hoje no Espaço Cultural Pandora (Rua Joaquim Novaes, 25, no Cambuí - Campinas-SP) e ficará aberta ao público até o dia 16 de fevereiro, de segunda a sexta das 9h às 19h, e aos sábados das 9h às 12h; a entrada é franca. A arte de Bira estará ao lado de trabalhos de artistas como Henfil, Ziraldo, Mauricio de Sousa, Laerte, Angeli e Jayme Cortez. Visite o Caricas do Bira e veja as homenagens a David Levine (com passo-a-passo), Claude Moliterni e Tide Hellmeister
recentemente feitas pelo artista.

Fonte: http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1233321870

Reportagem sobre quadrinhos

Pessoal, Valéria Fernandes gravou uma reportagem que saiu hoje, sobre o dia Nacional dos Quadrinhos , em Brasília. Vale a pena assistir! Tem até professor de matemática dando oficina!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Arte toma conta da biblioteca

Monografia do Professor Mauro Bandeira incentiva projeto de Inclusão Social


O trabalho do graduando rendeu um projeto de inclusão social na biblioteca Carlos Drummond de Andrade, em Ceilândia Norte. Professor, Mauro César Bandeira propôs à diretora da biblioteca a criação de uma oficina de quadrinhos para crianças e jovens da região a fim de desenvolver um trabalho social durante o tempo ocioso. A idéia surgiu porque o graduando percebeu a ausência de atividades educacionais que incentivassem crianças e jovens de Ceilândia. “No início achei que o projeto seria inviável“, afirma Honorita Luzia Barbosa. “Comentei com minha família e os meus netos mostraram tanto interesse que resolvitestar“, conta a diretora.


Honorita diz que a biblioteca ficou mais conhecida depois da inclusão do projeto. “As estatísticas provam que a freqüência dobrou depois da inclusão da oficina“, afirma Honorita. “É muito gratificante ver a biblioteca lotada de crianças e jovens“, comemora.


A oficina funciona aos sábados, das 8h às 12h, e conta com oito professores de quadrinhos. O sucesso foi tão grande que toda a família participa. Atualmente o projeto atende a 140 pessoas, entre crianças, jovens e adultos. “A oficina incentiva crianças e jovens nos estudos“, garante Mauro. “Os quadrinhos auxiliam na memorização do conteúdo escolar“, confirma.


Todo o trabalho desenvolvido durante o projeto fica exposto no saguão da biblioteca. Para comemorar o aniversário de 14 anos da instituição, a diretora está preparando uma exposição com todos os quadrinhos desenvolvidos durante o projeto. “Teremos uma grande festa regada a quadrinhos e atividades para todos“, entusiasma-se a diretora.


Administração dá o seu apoio

O projeto conta com o apoio da Administração de Ceilândia, que doa todo material utilizado na oficina. Lápis de cor, papel, caneta nanquim, CDs, DVDs e quadros foram cedidos para o projeto.

A oficina tira as crianças das ruas e da ociosidade, além de reduzir a criminalidade“, acredita o administrador Leonardo Moraes.


São talentos escondidos por falta de oportunidade que precisamos despertar“, defende Moraes, que atua em 89 escolas públicas de Ceilândia com 88 mil alunos.


O baixo custo do projeto chama a atenção. “Investimos apenas R$ 1.500 e o retorno não tem preço“, diz o administrador. “O que não for gasto em oportunidades para as crianças e jovens será gasto em segurança pública no futuro“, acredita.


E a oficina já colhe bons frutos. Grandes empresas do mercado já estão de olho no trabalho das crianças e dos jovens. “Alguns têm futuro garantido no mercado de trabalho“, assegura Moraes. “Uma grande empresa da capital pretende fazer um campeonato com os participantes e aproveitar os melhores talentos“, adianta o administrador.


Os participantes da oficina estão elaborando uma revista para a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). A idéia é mostrar a importância da água em Sobradinho por meio dos quadrinhos. Ficamos lisonjeados com o convite”, conta o colaborador do projeto, Anderson Costa. “A revista vai incentivar ainda mais os participantes“, aposta.


Outro apoio que o projeto recebe é da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, que doou uma mala de gibis para a oficina. “Os gibis servem de inspiração para o projeto“, acredita Costa. “Deles os alunos tiram idéias e desenvolvem a criatividade“, enfatiza o colaborador.

Fone: (61) 3901-1360


Texto enviado por e-mail pelo Mauro Cesar Bandeira, professor, formado em Artes Plásticas, Habilitação em Licenciatura, do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade de Brasília; e autor da Monografia “A importância das Histórias em Quadrinhos para a Educação”. O texto Foi originalmente publicado no Jornal da Comunidade.


Fonte: http://zinebrasil.wordpress.com/

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Exposição itinerante de Caratinga convida artistas


Dando continuidade ao projeto do acervo permanente de caricaturas de Ziraldo, os responsáveis pelo Salão de Humor de Caratinga apresentam uma nova proposta: coletar trabalhos com artistas do meio, para fazer parte da exposição permanente na Casa de Artes e Cultura em Caratinga, de forma itinerante.

O resultado final será convertido num catálogo denominado Ao Mestre Com Carinho.

Interessados em participar devem enviar seus trabalhos pelo correio para Rua Geraldo Alves Pinto, 238, Centro - Caratinga/MG - CEP 35300-000 ou para o e-mail edra@uai.com.br, sendo aceita a aplicação de qualquer técnica, inclusive vetorizada.

Para outras informações, visite o blog Edra Uai.

Fonte: http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/n28012009_05.cfm

O Dia do Quadrinho Nacional pelo Brasil

Pessoal, mais eventos, em várias partes do país, em comemoração à Semana do Quadrinho Nacional. Confira!

Em Belo Horizonte, a comemoração será realizada pela Associação Cultural Nação HQ, que pelo quarto ano consecutivo realiza encontros e exposições para celebrar a data.

Nesta sexta-feira, o evento acontece no Restaurante e Centro Histórico Alphino, no centro da capital mineira, e conta com uma exposição do quadrinista Darío Velasco, lançamento de projetos colaborativos, e o já tradicional encontro de artistas.

Além da exposição, jam sessions de desenhos e o acompanhamento musical do Grupo Roda Moinho completam a programação 2009 do Dia do Quadrinho Nacional em Belo Horizonte. O evento tem entrada franca.

Em
São Paulo, também na sexta-feira, dia 30 de janeiro, Dia do Quadrinho Nacional, acontece a palestra A Produção de Histórias em Quadrinhos no Brasil, no Centro Cultural da Juventude (Avenida Deputado Emilio Carlos, 3641 - Vila Nova Cachoeirinha - São Paulo/SP).

A palestra será ministrada pelo pesquisador Nobu Chinen, e versará sobre a origem, evolução e estado atual da produção das histórias em quadrinhos no Brasil, entre outros assuntos.

As vagas são limitadas - inscrições no local.

Em Londrina (PR), a data será marcada pela Inauguração da sala da AQL – Associação dos Quadrinhistas de Londrina na Revistaria Odisséia (Av. Senador Souza Naves, 307 – Centro - Fundos); o espaço, que também funcionará como estúdio de produção de HQs, foi cedido pelo proprietário da loja, Carlos Martins. O evento, com entrada franca, terá início às 19h, com a presença dos quadrinhistas Eloyr Pacheco (A Mosca no Copo de Vidro; Tempestade Cerebral #3), Carlos Nascimento (Fanzineria #1) e Lucas Tanaka (Deu Nisso?! #3), que conversarão com o público e autografarão suas revistas e fanzines. Haverá uma exposição de HQs, ilustrações e pinturas de Carlos Nascimento e Lucas Tanaka em um mural, que poderá ser visto pelo público até o dia 10 de fevereiro. O evento foi organizado pela Associação dos Quadrinhistas de Londrina em parceria com a Revistaria Odisséia e o coletivo Syndicate Ink (formado por Eloyr Pacheco, Carlos Nascimento e Lucas Tanaka), com o apoio do site Bigorna.net. Mais informações pelo telefone (43) 3027-4250.

No Rio de Janeiro, acontece nessa quinta-feira, 29 de janeiro, o evento Humor Enquadrado - Gargalhadas em Quadrinhos na Livraria da Travessa do Leblon. Na ocasião, acontece uma mesa-redonda para comemorar o Dia do Quadrinho Nacional. A entrada é franca.

O debate, organizado por Alzira V, será mediado pelo jornalista e quadrinista Arnaldo Branco, criador do Capitão Presença. Entre os convidados, estão os autores Allan Sieber, André Dahmer e Clara Gomes.

A livraria fica no Shopping Leblon, na Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 - loja 205-A, no Rio de Janeiro. Para maiores informações, entre em contato com (xx21) 3138-9600.

Fonte:
http://hqmaniacs.uol.com.br/principal.asp?acao=noticias&cod_noticia=18986
http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/n28012009_08.cfm
http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1233117589
http://hqmaniacs.uol.com.br/principal.asp?acao=noticias&cod_noticia=18984

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Evento em comemoração à Semana do Quadrinho Nacional, em Brasília


No dia 30/01, dia do Quadrinho Nacional, as 18h00min a quadrinista Verônica Saiki (entrevistada pelo Zine Brasil aqui) avisa que estará ministrando uma Oficina de Roteiro no Terraço Shopping / Brasília. Mais cedo, ainda serão ministradas mais duas oficinas, a oficina de Mangá Onigiri, com o Rafael Gatti e Marco Aurélio as 15h00min; e a oficina de Ilustração para Quadrinho, ministrada por Jailson Belfort as 15:00.


Após as oficinas ainda haverá um concurso e desfile Cosplay, com inscrições gratuitas, mas as vagas são limitadas. Para Mais informações acesse o blog da Verônica, clicando aqui, ou visite o site do Terraço Shopping aqui.


Fonte:http://zinebrasil.wordpress.com/

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

PRORROGADAS AS INSCRIÇÕES PARA A OFICINA DE CRIAÇÃO DE DESENHOS INFANTIS COM O CARTUNISTA MOACIR TORRES


Fundação Pró-Memória resolveu prorrogar as inscrições para as oficinas que serão ministradas durante o ano no Casarão. Com isso, quem quiser participar da Oficina de Criação de Desenhos Infantis no Casarão Cultural Pau Preto ainda restam algumas vagas.

A oficina é dirigida a crianças de 9 a 14 anos, e serão ministradas todas as terças e quintas feiras. As inscrições vão até o dia 30 de janeiro e devem ser feitas na Biblioteca do Casarão.
Maiores informações: (19) 3875-8383 e 3834-6319
www.promemoria.indaiatuba.sp.gov.br

O Troféu Angelo Agostini

A AQC-ESP (Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo) foi criada em 1984, para reunir os profissionais da categoria, procurando defender seus interesses e abrir perspectivas para semi profissionais e incentivar os amadores a abraçar esta arte. A Associação procura, entre outras coisas, resgatar e dar evidência aos grandes artistas do quadrinho nacional, através do Troféu Angelo Agostini.

Para quem ainda não sabe Angelo Agostini é considerado o pai das histórias em quadrinhos brasileiras e um dos pioneiros na produção de quadrinhos no mundo. A primeira HQ com personagem fixo foi As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte, que durou nove capítulos, publicada pela primeira vez em 30 de janeiro de 1869. A AQC-ESP resolveu instituir um prêmio e um dia especial do ano, para marcar o trabalho de dezenas de artistas, que desenharam nossa história em quadrinhos. Assim surgiu o Dia do Quadrinho Nacional e o Trofeu Angelo Agostini.

Foram divulgados os vencedores da 25ª edição do Prêmio Ângelo Agostini, voltado para a produção nacional de quadrinhos. A cerimônia de premiação acontece no dia 14 de fevereiro, no Auditório Nobre do Senac Consolação, em São Paulo (Rua Dr. Vila Nova, 228, Centro). No dia, haverá palestras e apresentação de lançamentos, entre outras atividades. A entrada é franca.

Confira a lista de premiados:

Melhor Desenhista – Laudo Ferreira Júnior
Melhor Roteirista – Daniel Esteves
Melhor Cartunista – Marcio Baraldi
Melhor Lançamento – Menina Infinito (Editora Desiderata)
Melhor Fanzine – Quadrinhos Independentes (Edgard Guimarães)
Troféu Jayme Cortez – Coletivo Quarto Mundo
Mestres do Quadrinho Nacional: Emir Ribeiro, Deodato Filho, Mozart Couto, Sebastião Seabra, Sergio Morettini e Watson Portela

Fontes:
http://www.bigorna.net/index.php?secao=artigos&id=1134708984
http://hqmaniacs.uol.com.br/principal.asp?acao=noticias&cod_noticia=18943

domingo, 25 de janeiro de 2009

Algumas considerações sobre como montar uma Gibiteca na escola


Tenho recebido muitos e-mail de pessoas - geralmente professores - , que têm interesse em montar uma gibiteca em suas escolas. A maioria me pede orientações gerais, dicas de como montar o acervo, etc Procuro ajudar da melhor maneira possível, mas é sempre bom lembrar que cada caso é um caso.

Cada escola tem suas particularidades, assim, quando um professor resolve implantar uma gibiteca ele dever levar,em primeiro lugar, procurar a direção e os especialistas para debater sobre o assunto, apresentado a eles suas idéias - preferencialmente projeto escrito - e buscar apoio entre os colegas de trabalho. Nem todos vão apoiar . Ainda há nas escolas muita divisão entre professores. Muitos deles não querem ter "mais trabalho".

Conquistado o apoio de colegas e da direção, é hora de correr atrás do espaço físico (uma sala pequena serve) e de mobiliário. Comece com o básico: uma ou duas estantes, uma mesa e uma cadeira. Podem ser usadas e reformadas, tiradas do depósito da escola. Isto não é problema. Depois, comece a divulgar o projeto fora e dentro da escola. Eu usei o blog para isto. É muito útil para fazer contatos com outros professores e possíveis doadores e serve, também, para dar transparência e credibilidade ao trabalho.

Vá às rádios locais e peça doações à comunidade. Eles sempre chegam. Você irá receber desde caixas fechadas com revistas semi-novas a exemplares surrados e sem capa. Todos servem. Temos uma pequena oficiana improvisada na gibiteca onde colocamos capas de papel cartão ou cartolina em revistas; aproveitamos partes de revistas para fazer uma revista inteira; folhas avulsas são separadas para serem usadas em trabalhos de colagem pelos alunos, em oficinas; tudo tem como ser aproveitado.

Quanto maior for se tornando o acervo da gibiteca, mais doações ela irá receber. Quando começamos, tínhamos um acervo reduzido de HQs infantis, por esta razão não fazíamos empréstimos individuais: o professor levava as revistas para a sala ou trazia os alunos à gibiteca. Com o tempo, o acervo cresceu e hoje fazemos centenas de empréstimos por semana.

Para controlar a entrada e saída de HQs temos um livro de empréstimos. Temos também um livro de registro de doações, além de um banco de dados no computador. Se uma revista é perdida, se ela é furtada, damos baixa e registramos. Fazendo isto conseguimos ter controle sobre o acervo. Nosso acervo, até hoje não chegou a perder nem 0.5 % de seu total.

Para trabalhar na gibiteca e organizar tudo não temos um funcionário. Eu sou a coordenadora e seleciono, entre os alunos da escola, alguns que se interessem em trabalhar na gibiteca,
voluntariamente uma ou duas vezes por semana, no contra-turno. É uma excelente solução. Os alunos que vão para a gibiteca estão lá porque gostam e seu trabalho é impecável.

Enfim, para montar uma gibiteca não é preciso dinheiro, mas dedicação e disposição. Se você tem isto já está na metade do caminho. Aliás, eu adoro saber que uma nova gibiteca está sendo inaugurada em uma escola, então, quando resolver fazer a sua, nos avise! Ajudamos a fazer divulgação com o maior prazer!

sábado, 24 de janeiro de 2009

Mais sobre a exposição de quadrinhos no Louvre


Para minha alegria, fiquei sabendo por intermédio do amigo Pedro Bouça, que a exposição de quadrinhos que está acontecendo no Louvre, virá para o Brasil, em Outubro deste ano, mais especificamente Belo Horizonte (MG). Ele me repassou a notícia, que está no site Actua BD. Para ter acesso a toda a notícia, clique aqui.

Museu do Louvre exibe quadrinhos pela primeira vez


Pela primeira vez na história, o Museu do Louvre está exibindo quadrinhos em uma de suas galerias. Na exposição "Cartoons - The Louvre invites comic-strip art", aberta nesta quinta-feira (22), os visitantes poderão apreciar os trabalhos de cinco artistas das HQs.

Entre as obras, estarão "Période Glaciaire" (período glacial), de Nicolas de Crécy; " Les Sous-sols du Révolu" (o porão da Revolução), de Marc-Antoine Mathieu; "Aux Heures Impaires" (as horas ímpares), de Éric Liberge; "Rohan au Louvre" (Rohan no Louvre), de Hirohiko Araki e "Le Ciel au-dessus du Louvre" (o céu acima do Louvre), de Bernar Yslaire.

Em todos eles, a história se passa no próprio museu. A aventura criada por Yslaire, por exemplo, acontece em 1793, quando um pintor recebe a ordem de criar um retrato do revolucionário Maximilien de Robespierre no museu, então recém-inaugurado.

Os desenhos de Yslaire, somente em preto e branco ou sépia, mas com alguns traços em vermelho, "lembram aos leitores que há vida, sangue, tristeza e amor" em meio clima sombrio da Revolução Francesa, diz o quadrinista.

Por meio de recursos digitais, o público ainda pode interagir com a obra, recriando seus traços com um lápis eletrônico.

Qualidade estética

O curador Fabrice Douar disse que a iniciativa não é de "modernizar" o Louvre, de "validar" os quadrinhos como forma de arte e nem de conquistar o público jovem para o museu.

"Nós queremos apresentar essa arte com o objetivo de mostrar sua qualidade estética, mas também sua qualidade no sentido de confrontação entre o mundo do Louvre e esse universo alternativo, que é o dos quadrinhos", afirma Douar.

Ele diz ainda que cada quadrinho foi escolhido para refletir a diversidade da arte. "Quadrinhos não apenas algo alegre... há também quadrinhos contemporâneos, que falam mais sobre a criação, há graphic novels, histórias de detetives e mangá", diz o curador.

A expectativa é quebrar estereótipos não apenas sobre os quadrinhos, mas também sobre o famoso museu. "Assim como quadrinhos não apenas para diversão ou entretenimento, o Louvre não é apenas empoeirado e chato", completa Douar.

Saiba mais informações visitando o site oficial do Museu, clicando aqui.

ORIGINALMENTE PUBLICADO EM http://www.alemtemporeal.com.br/?pag=curiosidades&cod=2519

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O universo multicultural das HQ’s


O Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso promove um projeto chamado Semana Temática que chega à sua quarta edição no mês de fevereiro com o seguinte tema: O universo multicultural das HQ’s.

Com curadoria de Gazy Andraus - professor na UNIFIG, Doutor em Ciências da Comunicação, pela ECA-USP, premiado com a melhor tese de 2006 pelo HQ Mix 2007 - a presente proposta, oferece uma programação sobre a linguagem das histórias em quadrinhos e seu universo multicultural.

Será uma semana em que diversos profissionais da área de quadrinhos estarão presentes em palestras, debates e workshops e o público irá curtir exposições contemporâneas de HQs.

Não perca e se programe para uma semana recheada de conteúdo e entretenimento.

Programação de fevereiro do CCJ - Semana Temática

CCJ Visita: Gibiteca Henfil - Centro Cultural São Paulo
Dia 07, sábado – das 10h | Hall de entrada | 48 vagas

Mensalmente, o CCJ promove visitas monitoradas a equipamentos culturais e patrimônios históricos da cidade. A visita desse mês será na Gibiteca Henfil que possui 75 mil gibis, álbuns, revistas e fanzines.

Exposição: Lanza em Astillero – O cavaleiro Dom Quixote e outras suas tristes figuras - Parceria com o Centro Cultural da Espanha – AECID
De 03 a 28/02 - das 10h às 20 (terça a sábado) e das 10h às 18h (domingo) | Biblioteca

Exposição feita com quadrinhos contemporâneos que reúne alguns dos mais expressivos artistas dos quadrinhos na Espanha, inspirados no romance Dom Quixote de La Mancha. A mostra reúne 22 painéis, com visões bem particulares de diversas passagens da novela de Miguel de Cervantes.

Palestra -Quadrinhos como manifestação artística
Dia 13, sexta-feira – das 16:30 às 18:30| Biblioteca| 50 vagas

Esta palestra enfocará na importância das histórias em quadrinhos para a mente humana, num diálogo integrado entre o criativo e o lógico (imagens e palavras), que auxilia na inteligência e na imaginação e também a questão da autoralidade e do trabalho em conjunto no processo de elaboração de uma HQ.

Gazy Andraus, professor na UNIFIG, Doutor em Ciências da Comunicação, pela ECA-USP, (premiado com a melhor tese de 2006 pelo HQ-MIX-2007)
Gualberto Costa ou Gual, é resumidamente criador do troféu HQ-MIX e diretor da Associação dos Cartunistas do Brasil, além de organizador de vários salões de humor pelo país

Workshop - As HQtrônicas na Internet
Dia 14, sábado - das 14h às 15h30 | Sala de Projetos| 25vagas

Apresentará a atual produção de quadrinhos na Internet (também chamados de webcomics, quadrinhos online ou hqtrônicas), demonstrando as ferramentas utilizadas para a publicação, como blogs e sites específicos de quadrinhos, e evidenciando os principais modelos de negócios nesse novo mercado que surge para as HQs.

Com
Edgar Franco, quadrinhista e artista multimídia que criou o projeto musical Posthuman Tantra, desdobramento sonoro de sua pesquisa de doutorado na USP que resultou no desenvolvimento do universo ficcional Aurora Pós-humana.
Cadu Simões, quadrinista e historiador, estudante de Grego Antigo, editou junto com o coletivo Sócios Ltda a revista em quadrinhos Garagem Hermética, é membro-fundador do Quarto Mundo, o coletivo de quadrinistas independentes, foi eleito como Roteirista Revelação no 20º Troféu HQMix.

Debate - HQtrônicas e a divulgação na internet
Dia 14, sábado - das 16h às 18h | Biblioteca| 50 vagas

As Histórias em Quadrinhos nos meios eletrônicos, ou HQtrônicas, são uma opção ao meio impresso há algum tempo. Desde o advento dos computadores, quadrinistas das mais diferentes formações e estilos utilizam experimentalmente o suporte digital como alternativa ao papel. Hoje as HQtrônicas se concentram essencialmente na internet, enriquecendo e diversificando sua linguagem e incorporando características da nova mídia.
O público dessa palestra terá a possibilidade de entender como as HQs consolidaram sua linguagem através do século XX e também como ganharam características híbridas nos dias atuais.

Com:
Edgar Franco, quadrinhista e artista multimídia que criou o projeto musical Posthuman Tantra, desdobramento sonoro de sua pesquisa de doutorado na USP que resultou no desenvolvimento do universo ficcional Aurora Pós-humana.
Anselmo Gimenez Mendo, mestre na Área de Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista, a UNESP, autor do livro: História em Quadrinhos - Impresso VS. Web.

Oficina - Da IDÉIA ao ROTEIRO
Dia 15, domingo - das 13h30 às 15h30 | Biblioteca| 25 vagas

Como trabalhar uma história desde uma proposta específica, passando pelo ponto de vista a respeito do tema, até o desenvolvimento de uma trama e de personagens interessantes para o público. Trará dicas práticas de roteirização de HQs focando na relação: comunicador (roteirista) x mensagem (idéia) x receptor (público).
Com Daniel Esteves, roteirista, quadrinista independente, professor nos cursos de Roteiro, História em Quadrinhos, Mangá e diretor da Escola HQEMFOCO.

Oficina – Mangá
Dia 17/02, terça-feira – das 15h às 17h| Sala de Projetos| 20 vagas

Este workshop tem como objetivo demonstrar as especificidades do estilo japonês de fazer quadrinhos, através de seu caráter único de narrativa visual, além de apresentar o software utilizado no Japão para a confecção de mangás.

Com Harriot Junior, roteirista e editor das publicações: Cão e Tokyoaki

Palestra - Mangá: cultura nipônico-brasileira

Dia 17, terça-feira - das 17h30 às 19h30 | Biblioteca| 50 vagas

Esta palestra irá apresentar ao público um pano de fundo sobre a indústria do mangá e suas interações com outros produtos culturais no Japão atual, bem como apontar aspectos do interesse constante do público brasileiro por essa cultura tipicamente japonesa e suas influências entre nós.

Com:
Selma Meireles – Professora doutora na Área de Língua Alemã na FFLCH/USP e pesquisadora do Observatório de Histórias em Quadrinhos da ECA/USP, com ênfase no estudo de mangás.
Patrícia M. Borges - Professora Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo, PUC/ SP. Título: Traços ideogramáticos na linguagem dos animes, indicação da tese para o Troféu HQ MIX 2006.

Palestra - A questão do preconceito racial nas HQs
Dia 18, quarta-feira – das 15h às 17h|Biblioteca| 50 vagas

Desde os seus primórdios, os quadrinhos basearam-se na caricatura e nos estereótipos para representar os diferentes grupos étnicos. O exagero nos traços físicos e o tratamento debochado de hábitos e costumes peculiares serviam para ressaltar o “diferente” e provocar o riso. A palestra mostra como esses sinais de preconceito se manifestavam nas histórias-em-quadrinhos e como, aos poucos, eles foram diminuindo. Serão abordados diversos exemplos, com destaque para personagens negros.

Com Nobu Chinen professor universitário e redator da seção VuptVaptPum, página semanal sobre HQs, publicada entre 1987-1989, no jornal Valeparaibano, de São José dos Campos. Organizador da Primeira Expo Quadrinhos do Vale, em 1986. Ex-editor do fanzine Clube do Mangá, da Abrademi. Colaborador dos livros “Hentai. A Sedução do Mangá” e “O Tico-Tico. Centenário da Primeira Revista de Quadrinhos do Brasil”.

Palestra - O universo feminino nas HQs
Dia 18, quarta-feira – das 17h30 às 19h30|Biblioteca| 50 vagas

Abordará a representação das mulheres e do universo feminino nas HQs (autoras, leitoras, personagens bravas e sensuais, enfoques para Re bordosa , Maitena , Monica e Valentina, Junks).

Com
Patrícia M. Borges, Professora Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo, PUC/ SP. Título: Traços ideogramáticos na linguagem dos Animes, indicação da tese para o Troféu HQ MIX 2006.

Oficina - Caricatura digital
Dias 19 e 20, quinta e sexta-feira – das 14h às 15h30| Sala de Projetos| 25 vagas

Os participantes irão aprender a transformar fotografias em caricaturas. Utilizando o programa Gimp, de fácil manipulação de imagem, será ensinado como é possível fazer um trabalho de nível profissional de uma maneira simples.
Com Rodrigo Nogueira - artista gráfico, arte-finalista e ilustrador 2D, com habilidade em criação de personagens, quadrinhos e desenvolvimento de HQs.

Oficina - Charge, cartum e caricatura

Dia 19, quinta-feira, - das 16h às 18h | Ateliê | 20 vagas

Nesta oficina os participantes irão conhecer a diferença entre esses três gêneros, uma introdução a história da Charge e aprender a fazer caricaturas: quando o segredo não é só exagerar pra mais.

Com Bira Dantas, cartunista, ilustrador e chargista vencedor de vários prêmios em salões de humor nacionais e internacionais, com história em quadrinhos publicada fora do País. Foi um dos desenhistas da saudosa revista em quadrinhos Os Trapalhões (Bloch), entre 1980 a 1982, e colaborou em diversas revistas como Porrada, Megazine e Bundas, além dos jornais Folha da Tarde (São Paulo/SP), Diário do Povo (Campinas/SP) e Pasquim21, entre outros. O artista também ilustrou livros didáticos das editoras Ática e Atual.

Oficina - criação e roteiro de HQ comercial de forma autoral
Dia 20, sexta-feira – das 16h às 18h| Sala 11| 25 vagas

Este workshop apresentará a possibilidade de criação de histórias em quadrinhos dentro de uma proposta pré-estabelicida, porém correspondendo ao mesmo tempo o anseio do solicitante, no caso, a editora, e o anseio artístico do desenhista/roteirista.

Com Laudo Ferreira, ilustrador, seus principais trabalhos são A Voz do Louco (série de tiras publicada em jornais das cidades de Algarve e Portimão, Portugal); Balada para o Futuro (Complexo Cultural D. Pedro II, 1987); Hugo Terrara (Complexo Cultural D. Pedro II, 1988); À Meia-Noite Levarei a sua Alma (Nova Sampa, 1995); O Duelo (Edição de Edgard Guimarães, 1992), e Subversivos - Companheiro Germano (Editora Nona Arte, 2000). Também ilustrou O Estranho Mundo de Zé do Caixão - Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (Taquara Editorial, 1997) e participou da coletânea Brazilian Heavy Metal (Comix, 1999??) com uma HQ do Zé do Caixão. Atualmente trabalha regularmente a série Sacanagens da Tianinha (Editora Rickdan).

Debate - Blog de HQ : divulgação
Dia 20, sexta-feira – das 19h às 21h| Biblioteca| 50 vagas

A proposta deste debates será discutir a importância divulgação online das histórias em quadrinhos por meio dos blogs.

Com
Paulo Ramos - jornalista, professor universitário, consultor de língua portuguesa da Folha de S.Paulo e do UOL, co-autor do livro “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto), criador do Blog dos Quadrinhos (foi premiado como Articulista de quadrinhos).
Renato Lebeau - criador do blog Impulso HQ, é designer Gráfico - Graduado na Oswaldo Cruz - Criação e desenvolvimento de projetos gráficos. Atuou em empresas de presentes corporativos e publicidade e propaganda, é um pesquisador e admirador da arte seqüencial.

Diálogos com Marcatti - Do quadrinho alternativo à HQ Literária
Dia 15, domingo – das 16h às 18h | Biblioteca| 25 vagas

O projeto Diálogos promove encontros mensais com personalidades dispostas a compartilhar suas experiências com público jovem. Em fevereiro o convidado é Francisco A. Marcatti Jr, considerado o mais importante autor de quadrinhos underground no Brasil. Publica desde 1977 e tendo uma lista imensa de trabalhos consagrados, com destaque aos livros lançados pela Conrad Editora: Mariposa (recebeu prêmio Ângelo Agostini de melhor roteirista de 2005) e A Relíquia (adaptação para os quadrinhos da obra homônima escrita por Eça de Queiroz, em 1887).


Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso

Fone: 3984-2466 - ramal 33
http://ccjuve.prefeitura.sp.gov.br/

Fonte: http://www.impulsohq.com.br/2009/01/23/o-universo-multicultural-das-hq%E2%80%99s/#more-2248

Exposição homenageia Dia da História em Quadrinhos

De 30 de janeiro a 16 de fevereiro, Espaço Cultural Pandora expõe ilustrações, charges, tiras e caricaturas em homenagem ao Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos em Campinas; a entrada é gratuita.

Henfil, Ziraldo, Maurício de Sousa, Laerte, Angeli, Cortez e outros mestres dos quadrinhos nacionais podem ser vistos em cubos na cidade de Campinas a de 30 de janeiro a 16 de fevereiro. O Espaço Cultural Pandora está sediando uma exposição com ilustrações, charges, tiras e caricaturas que homenageiam o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, comemorado na sexta-feira 30 de janeiro. Para mostrar os vários lados das HQs brasileiras, a maior parte do acervo foi montada em peças em forma de cubo, cujas faces podem ser vistas de acordo com a vontade do visitante.

“Na verdade a idéia do espaço em si é se tornar um local permanente de exposições com enfoque nos quadrinhos, em especial para que sejam mostrados e conhecidos o trabalho dos cartunistas de Campinas e região. Até porque não faltam bons artistas na RMC”, diz Mário Cau, curador da exposição. Ao todo, cerca de 80 trabalhos estarão à disposição para visitação - de segunda a sexta das 9 às 19 horas, e aos sábados das 9 às 12 horas.

No dia 30, na abertura da mostra, artistas de Campinas estarão no local fazendo confecções ao vivo de desenhos e roteiros de histórias em quadrinhos no local. Bem como caricaturas e ilustrações dos visitantes.

“Tanto a idéia do espaço quanto a homenagem aos quadrinhos nacionais é de extrema importância. Hoje as HQs movimentam um mercado milionário em todo o mundo, são instrumento de persuasão e ferramenta educacional, o que lhes confere grande importância. Por outro lado, o trabalho do quadrinista brasileiro ainda não tem tanto espaço como poderia e carece de registro na memória da população. Basta ver que qualquer criança conhece Batman ou Super Homem, mas pouca gente sabe que já tivemos mais de 250 super-heróis brasileiros nos gibis”, pontua o especialista em quadrinhos DJota Carvalho, autor do livro a Educação está no Gibi.

O próprio DJota chegou a fazer, em 2005, uma série de suas tiras (Só Dando Gizada, publicada no jornal Correio Popular) homenageando personagens brasileiros das HQs – a série também será mostrada na exposição.

O dia 30 de Janeiro foi instituído como Dia Nacional da História em Quadrinhos devido à primeira publicação de uma história em quadrinhos no Brasil ter ocorrido justamente nesta data, em 1869. A obra em questão foi Nhô Quim, um caipira criado pelo artitsta ítalo-brasileiro Angelo Agostini – que inclusive dá nome hoje a um prêmio dado anualmente aos melhores quadrinhos nacionais. O Espaço Cultural Pandora fica na Rua Joaquim Novaes, 25, no Cambuí. Mais informações informações podem ser obtidas pelo telefone
(19) 3305-4731.

Exposição em Homenagem ao Quadrinho Nacional
Quando? De 30 de janeiro a 16 de fevereiro de 2009
Segundas a sextas-feiras, das 9h às 19h
Sábados, das 9h às 12h
Na abertura, confecção de quadrinhos e caricaturas ao vivo.
Onde? Espaço Cultural Pandora - Rua Joaquim Novaes, 25, no Cambuí.

Fonte: http://www.cosmo.com.br/noticia/19577/2009-01-22/exposicao-homenageia-dia-brda-historia-em-quadrinhos.html

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Morre o quadrinhista e escritor Claude Moliterni

Claude Moliterni é considerado um dos maiores quadrinhistas da atualidade. Ele morreu no dia 21 de janeiro de 2009. Veja o que foi publicado sobre ele:

Claude Moliterni - a melhor combinação de quadrinhista e enciclopedista da Nona Arte, em todos os tempos - é um velho amigo do Brasil. Em 1979, Moliterni esteve no Brasil, visitando o Salão de Humor de Piracicaba. A empatia com a cidade e com o festival foi tão grande que Moliterni deixou sua passagem registrada em álbum, ao ambientar uma das aventuras do personagem Harry Chase na cidade. Trata-se de Piracicaba, Mon Amour, de 1980, ilustrado por Fahrer, em que temos um fato insólito e bem humorado: o vilão da história é ninguém mais ninguém menos do que o pesquisador brasileiro de quadrinhos Álvaro de Moya.

Agora, com o Ano do Brasil na França, o autor voltou a saudar a história dos quadrinhos no Brasil, resgatando (até com direito a surpresas de cronistas menos avisados), num artigo publicado no início do mês, que seu "personagem" Álvaro de Moya, juntamente com Reinaldo de Oliveira, Jayme Cortez Martins, Syllas Roberg e Miguel Penteado foram, sim, os protagonistas da primeira exposição internacional de quadrinhos do mundo, em 1951. Moliterni também brindou os leitores com um pequeno porém muito bem desenhado roteiro histórico dos quadrinhos no Brasil. Mais um "'favor" que o Brasil deve a Piracicaba. Claude Moliterni também é o responsável pela Larousse dos Quadrinhos (Larousse de la BD), e pelo guia anual de referência BD Guide. (Fonte: AJDARIC, Marko. Claude Moliterni e o Brasil. Disponível em: http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1124454363)


Faleceu ontem (21 de janeiro de 2009), o crítico, historiador e quadrinista francês Claude Moliterni. Foi um dos idealizadores do famoso Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême. Por aqui, o primeiro a dar a notícia foi Bira Dantas, em seu blog Caricas do Bira.

Com um currículo invejável, fez de tudo um pouco dentro do ambiente da “Banda Desenhada” – sua paixão maior –, como a produção da primeira Enciclopédia Larousse dos Quadrinhos, e a idealização do “ICON” (International Comic Organization), o 1º Congresso Internacional de Quadrinhos, que ocorreu em abril de 1972, em Nova York. Na ocasião, Moliterni reuniu a nata das HQs mundiais, como Hergé, Druilet, Emílio Freixas, Harvey Kurtzman, Neal Adams, Stan Lee, Jayme Cortez e Mauricio de Sousa, entre tantos outros.

Criador do personagem Harry Chase, ambientou uma de suas histórias no Brasil, com direito a colocar o amigo – e também lenda dos Quadrinhos – Álvaro de Moya como o vilão da trama (fonte: GUEDES, Roberto. Au revoir Moliterni!. Disponível em: http://guedes-manifesto.blogspot.com/2009/01/au-revoir-moliterni.html)

O Cartunista Bita Dantas prestou homenagem a Morliterni com a ilustração abaixo
:Fonte: DANTAS, Bira. Minha homenagem a Moliterni. Disponível em: http://caricasdobira.blogspot.com/2009/01/minha-homenagem-claude-moliterni.html

Mais sobre Moliterni, vá ao site oficial do autor, clicando aqui.

6º Encontro dos Cartunistas: ABC e S. Paulo

O encontro comemora os 140 anos do quadrinho nacional,cujo pioneiro foi Ângelo Agostini.Piemontês radicado no Brasil,jornalista e desenhista era um crítico mordaz do reinado de D.Pedro II defendendo a república e a abolição da escravatura.

Em 30 de janeiro de1869 publica as aventuras de Nhô- Quim,no periódico Vida Fluminense considerada uma das primeiras HQs do mundo.

Além de pioneiro nos quadrinhos era excelente chargista e caricaturista.

Para comemorar a data os cartunistas,quadrinhistas,chargistas e caricaturistas

Se reunirão no Fran’S Café Portugal na av. Portugal ,1126 em Santo André ,a partir das 16:00hs até 23:00hs neste 30 de janeiro.


Veja as atividades do dia:


Entrada: 1 gibi que se destinará ao acervo da gibiteca de Santo André

- Exposição Relâmpago: Somente no dia com o tema “Faixa de Gaza”.

- Análise de Portfolio: Para todos os desenhistas iniciantes.

- Autógrafos: Ala Voloshyn autografa o livro “ Pimenta do Reino”.


O Quarto Mundo autografa várias revistas de HQ.


Os 7 autografam sua 1ª revista de cartuns.


-Pacotão da Editora Virgo : Descontos especiais em vários livros de cartuns.

-Caricaturas: Faça sua caricatura a preços populares.


Presenças confirmadas:

Ala Voloshyn, Gláucia Lanzoni, Airon, Verde, Luigi Rocco, Jorge Barreto,Ed Sarro, Daniel Alves,Cerito,Zitto,André Liberal,Onésio,Cassiano,Humberto Pessoa, Mastrotti,Will, Marcos Venceslau,Antonio Carlos pires,Gilmar de Godoy,Rafael Dourado,Peixe, Melo, Rice,Odair Lima , Richard.


Organizador: Mastrotti ,cartunista e editor

Informações: 87799934

Patrocínio: Fran’S Café Portugal e Papelaria Lupapel

Livro de Paulo Ramos sobre quadrinhos e escola


A leitura dos quadrinhos

Quadrinhos combinam com escola? Se houve um tempo em que a resposta era negativa, agora o cenário mudou. E muito. A presença deles nas provas de vestibular, a sua inclusão no Parâmetro Curricular Nacional e a distribuição de obras ao ensino levaram obrigatoriamente a linguagem dos quadrinhos para a realidade pedagógica do professor. Neste livro inovador, Paulo Ramos relaciona duas áreas ainda não muito estudadas em conjunto: quadrinhos e estudos lingüísticos. Afinal, ler quadrinhos é ler sua linguagem, tanto em seu aspecto verbal quanto visual (ou não-verbal). Assim, a relação entre fala e imagem, a onomatopéia, as vozes narrativas, o tempo e o espaço e os diversos tipos de balões utilizados são analisados com crítica e fundamentação. Trata-se de uma leitura construtiva e fundamental.
Leia um trecho do livro em pdf, clicando aqui.

Anita Garibaldi em Quadrinhos


O cartunista, chargista e ilustrador paulistano Custódio começou a produção da HQ Anita Garibaldi – Biografia em Quadrinhos, projeto que será publicado com apoio do PAC e tem previsão de lançamento para o dia 04 de agosto deste ano, data em que serão completados 160 anos da morte de Anita Garibaldi. Custódio criou um blog sobre a produção da HQ, que está no estágio de pesquisa, aqui.

Sobre Anita Garibaldi
A heroína brasileira Ana Maria de Jesus Ribeiro, que posteriormente ficou conhecida como Anita Garibaldi, nasceu em 1821, em Laguna, Santa Catarina. Possuía um espírito muito livre, era uma excelente amazona, percebendo isso, sua mãe optou por casá-la o mais rápido possível. Dessa forma, quando tinha entre 14 e 15 anos casou-se com um sapateiro, um homem simples cujo nome era Manuel Duarte de Aguiar. Eram muito diferentes, tinham até divergência política. Após três anos de casada, conheceu Garibaldi. Foi ele quem transformou Ana em Anita, na época ela tinha 18 e ele, 32. Quando se conheceram, o marido de Anita se encontrava junto às tropas imperiais.

Ao lado de sua nova paixão (Garibaldi), Anita lançou-se nos campos de batalha. As principais demonstrações de bravura de Anita Garibaldi foram durante a Revolução Farroupilha (1835-1845), onde passou por inúmeras privações e dificuldades. A união de Anita e Garibaldi foi oficializada somente três anos depois, no Uruguai, casamento que resultou em quatro filhos. Em certo momento da disputa, o grupo de rebeldes liderados por Garibaldi encontrava-se em desvantagem, por isso o líder decidiu mandar sua mulher em segurança para a terra. Para isso, disse a ela que descesse do barco e fosse para a terra em busca de reforços e permanecesse no continente. No entanto, não conseguiu ajuda e voltou. Ao perder a luta, o casal fugiu, mas não deixou de lutar, participou de outras batalhas no Brasil e no exterior. Em sua última fuga, Anita ficou doente. Em 4 de agosto de 1849, grávida de seis meses do quinto filho, Anita morreu, a causa de sua morte nunca foi esclarecida.

Fonte:
http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1232426022
http://www.brasilescola.com/historia/anita-garibaldi.htm

Dia do Quadrinho Nacional em Rio Grande (RS)


O Dia do Quadrinho Nacional será comemorado na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, com uma grande reunião de quadrinhistas locais. O Ponto de Cultura Artestação, o Estúdio Areia Hostil (Lorde Lobo e Law Tissot) e a revista Idéia (Wagner Passos e Alisson Afonso) encabeçam o evento que será realizado no dia 31 (sábado), a partir das 16h. Ozi (Areia Hostil), Jayme de Freitas e Rafael Vianna também confirmaram presença no evento. No dia, revistas de HQB como Penitente, Ultra L.I.N.S., Defensores da Pátria, Idéia e Areia Hostil estarão sendo comercializadas. O Ponto de Cultura Artestação fica na entrada do Balneário Cassino. A entrada é franca.
Fonte: http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1232595201

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Turma da Mônica e a reforma ortográfica


Tenho que reconhecer que o Maurício não perde uma! Taí um gibi que eu pretendo comprar sem falta ainda esta semana!

A nova edição do gibi Saiba Mais! Turma da Mônica traz uma aventura na qual os principais personagens de Mauricio de Sousa explicam tudo sobre a reforma ortográfica que, desde o dia 1º de janeiro de 2009, está valendo para todos os países de língua portuguesa.

Com a participação do português António Alfacinha, um dos mais novos personagens da Turma da Mônica, o gibi também apresenta passatempos e curiosidades sobre o tema da vez, além de um brinde especial: uma mini-revista que explica as novas regras de ortografia.

Saiba Mais! Turma da Mônica # 16 - Reforma ortográfica tem 32 páginas, custa R$ 5,20 e é uma publicação da Panini Comics.

Fonte: http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/n20012009_05.cfm

Cursos de desenho do Estúdio Imaginação


O Estúdio Imaginação está oferecendo 3 CURSOS DE DESENHO. Entre eles está o curso de Desenho Estilizado onde os alunos aprendem três estilos diferentes de desenho: mangá, super-herói e Cartum. A novidade destas férias é o curso prático de história em quadrinhos e o curso de férias de mangá avançado.

No curso prático de história em quadrinhos, aprende-se a essência da história em quadrinhos, os principais pontos que constituem uma história. Desde o argumento e o roteiro, até a execução final da capa e criação do fanzine. Sim, o aluno sairá com um gibi criado por ele durante todas as etapas do curso! Fantástico!

O curso de férias é voltado para a demanda de pedidos para que houvesse um curso avançado pra galera que curte mangá, assim como houvesse um curso de férias pro pessoal que estuda e trabalha curtir algo diferente, ou aprimorar seus conhecimentos como fazem o pessoal que estuda design ou publicidade e propaganda por exemplo.
Aí estão os nossos novos cursos.

Curso de Desenho Estilizado
Curso de Prático de Histórias em Quadrinhos
Curso de Férias – Mangá Avançado

- AS INSCRIÇÕES ESTÃO ABERTAS!

Os cursos acontecerão em dois locais:
-Centro Integrado de Artes Cênicas (CIAC), Rua Mal. Deodoro, 31 – Centro.
-Rua Garibaldi, 766 – Bairro São Francisco

Para informações:
Fones: (54) 3452 2562 / (54) 9135 9064 – falar com Douglas.

Imaginação Studios
Fábio Dias / Douglas Dias

Fonte: Imaginação Estúdios

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Como se faz uma história em quadrinhos?

O texto abaixo mostra como é processo de criação de uma hq. No caso, fala sobre as HQs da Turma da Mônica, editadas pela Panini. Não é um roteiro de oficina, mas esclarece como é o trabalho profissional feito com quadrinhos. É interessante a leitura.

SAIBA COMO SE FAZ HISTÓRIAS EM QUADRINHOS


É difícil encontrar alguém que não goste de gibi. As revistinhas fazem sucesso com pessoas de todas as idades. Há histórias para diferentes faixas etárias e personagens que ganharam fama no mundo inteiro. Raro apontar também quem nunca tenha tentado fazer a sua própria história em quadrinhos. O Correio Criança visitou o estúdio Mauricio de Sousa, que fica em São Paulo, para mostra a você como se faz um gibi.

Se alguém ainda não sabe, Mauricio de Sousa é um dos maiores cartunistas do País, criador da Turma da Mônica, da Turma do Penadinho, do Horácio, do Chico Bento, do Ronaldinho, entre outras histórias, e, mais recentemente, da Turma da Mônica Jovem.

Sua empresa cresceu tanto que, há algum tempo, Mauricio quase não desenha mais e nem inventa as histórias. Dezenas de roteiristas e desenhistas desenvolvem os quadrinhos, mas nenhum é publicado sem antes passar por sua aprovação. Somente as revistas do Horácio são criadas por ele, pois é seu personagem preferido e é através do dinossauro que Mauricio expressa suas ideias. Mensalmente são publicadas pelo estúdio Mauricio de Sousa nove revistas com histórias inéditas, fora as edições especiais. Esse trabalho soma 800 páginas por mês.

PASSO A PASSO

1 - As histórias dos quadrinhos e das tiras publicadas em jornais são criadas por roteiristas. No estúdio Mauricio de Sousa, são cerca de dez roteiristas fixos e outros que prestam serviços vez ou outra. A maior parte deles não vai para o estúdio todos os dias, mas manda a sugestão de casa, por e-mail. O roteirista Robson Barreto de Lacerda conta que eles desenham os quadrinhos numa folha de papel chamada gabarito, que vem com marcações dos quadrinhos para o profissional basear os diálogos. Os temas das histórias são livres e o número de páginas pode variar. Eles podem entregar as páginas coloridas ou não.

2 - Todas as sugestões de roteiros vão para apreciação do Maurício, que devolve com um visto parecido com o de um professor. Por exemplo: VB é Visto Bom; VO é Visto Ótimo e VR é Visto Regular.

3 - História aprovada, ela segue para o desenhista, que coloca nos personagens o estilo de desenho do Mauricio. Os desenhistas usam o papel opaline, um pouco mais grosso que cartolina, tamanho A3 (maior que a folha de sulfite) para facilitar a visualização. Eles utilizam grafite azul para fazer o esboço e lapiseira comum para detalhar o desenho, já com as expressões em cada personagem. O desenhista Lino Paes trabalha no estúdio há nove anos, mas conta que foi difícil conseguir a vaga. Fã da Turma da Mônica, sempre treinou bastante os traços e, por anos e anos, mandou seus desenhos para o Mauricio analisar. Num belo dia, Mauricio o convidou para fazer um estágio. Em seu caso, no segundo mês seus desenhos já estavam sendo publicados, mas há desenhistas que ficam meses e meses em treinamento até atingir o estilo adequado.

4 - O desenho pronto vai em seguida para o letrista. É ele quem faz os títulos, os dizeres que vão nos balões, as onomatopéias (tradução dos sons, tipo toc-toc, bum!, bang-bang!) e é quem define a forma que os balões vão ter. Nas histórias da Turma da Mônica Jovem, o letreiramento e os balões são feitos em papel separado e aplicados na imagem virtual do desenho. É que a revista é exportada para outros países. Desta forma, fica fácil do texto ser aplicado no idioma local.

5 - É o arte-finalista quem vai imprimir, quadro a quadro, a noção de textura, de perspectiva e de movimento da história. O arte-finalista usa caneta tipo pena com pontas de espessuras diferentes para dar efeitos como grosso, fino etc. Nos gibis da Turma da Mônica Jovem, alguns desses efeitos são obtidos pelo computador, usando o programa Mangá Studio, facilmente trabalhado num tablet (mesa digitalizadora). A Turma da Mônica Jovem é a única história em que a arte-final é informatizada.

6 - É no setor de acabamento que é feita a definição e o contorno dos quadros, chamados pelos profissionais de requadros. O que é totalmente preto na história é preenchido nesta etapa e, quando a tinta seca, todos os vestígios de lápis são apagados. O adolescente Kaio Renato Bruder, de 17 anos, trabalha no setor há sete meses. Não é fácil conseguir essa vaga, mas ele a conquistou por ter trabalhado alguns anos no estúdio como patrulheiro. Foi assim que ele exercitou seu talento para o desenho e chamou a atenção dos colegas, garantindo seu espaço.

7 - Os coloristas definem as cores das páginas, que depois seguem para serem coloridas por software de computador.

8 - O material é digitalizado e impresso em gráfica terceirizada, da Editora Panini. Fonte: http://www.cosmo.com.br/noticia/19139/2009-01-17/saiba-como-se-faz-brhistorias-em-quadrinhos.html

Você sabe o que é Cosplay?

Pois é, só há alguns anos atrás, quando fui a um evento de Cosplay, em Juiz e Fora, é que eu fiquei sabendo. Apesar de frequentar sempre que posso os blogs dos amigos Alexandre e Valéria, tem muita coisa referente ao mundo dos mangás que eu confesso que não sei.

Daí, aproveitando o ócio as férias, resolvi fazer esta postagem. Informação nunca é demais e se alguém quer usar gibis na escola tem saber um pouco mais sobre eles. Os mangás são, por sinal, um dos gêneros de HQ mais populares do mundo.


Cosplay surgiu nos anos 70, com os fãs de "Guerra nas Estrelas". É uma brincadeira de se vestir e agir como os personagens favoritos. A maioria faz parte dos animés e mangás, animações e quadrinhos japoneses. Mas também valem personagens nacionais como Flora e Donatella da novela "A Favorita".

Fãs de toda a América Latina vieram pra uma feira em São Paulo. A cosplayer Cláudia Simão de Almeida usa até prótese no dente. Para encarnar o personagem, ela apostou no luxo “É um vestido 'Elisabetano', de veludo, com partes em cetim”, explicou Cláudia.

Se você não é familiarizado com a linguagem da cultura pop japonesa, certamente vai se sentir um estranho no ninho. Mas conhecer um pouco desse universo pode ser uma experiência curiosa. E, às vezes, não é preciso se vestir como os personagens para saber como seria estar na pele de um deles. Em uma oficina de mangá, os desenhistas conseguem colocar qualquer pessoa em uma história em quadrinhos.

O cosplay também dá lucro. “Tem roupa de R$ 60, R$ 50, R$ 100, de todos os valores, pra todos os bolsos depende da complexidade da fantasia”, disse uma vendedora. Só não dá para comprar fôlego de super-herói.

Um dos maiores eventos de Cosplay realizados no Brasil é o Anime Dreams, que ocorreu na semana passada. Quem quiser saber mais sobre o evento, é só clicar aqui.

Mais curiosidades:

Anime ou animê: termo usado para designar animação japonesa.

Mangá: as histórias em quadrinhos feitas no estilo japonês. Assim como no Japão, no Brasil elas são lidas de trás para frente.

Shonen: estilo de mangá ou anime direcionado a jovens do sexo masculino.

Shoujo: estilo de mangá ou anime direcionado às jovens do sexo feminino.

Hentai: palavra japonesa para designar mangás, desenhos ou ilustrações de teor pornográfico.

Yaoi: histórias de mangás ou animes que tem como tema relações homossexuais masculinas.

Yuri: histórias de mangás ou animes que tem como tema relações homossexuais femininas.

Otaku: termo japonês para designar pessoas viciadas em alguma coisa e que se excluem socialmente por conta dessa obsessão. No Brasil, o termo também é usado para rotular fãs fanáticos de animes e mangás. Muitos admiradores dessas duas artes detestam o termo, por achá-lo ofensivo.

Fontes:
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL958165-7084,00-FEIRA+DE+COSPLAY+AGITA+SAO+PAULO.html
http://planetaterra.terra.com.br/interna/0,,OI3455506-EI10659,00-Confira+dicionario+de+termos+dos+fas+de+anime+e+manga.html