sábado, 6 de agosto de 2011

Resenha da nova HQ de André Diniz, Morro da Favela


Enquadrando a favela


O meio faz o homem ou é o homem quem faz a si mesmo ao superar as adversidades que o meio lhe traz?
Na graphic novel Morro da favela (Barba Negra/Leya,128 páginas, P&B, R$ 39,90), o quadrinista André Diniz faz um relato documental da vida do fotógrafo carioca Maurício Hora, nascido e criado no Morro da Providência, trazendo à tona uma questão deveras debatida pelas ciências humanas.
Maurício é filho de “Seu” Luizinho, que no final dos anos 1950 iniciou o tráfico de drogas no Morro da Providência, no Rio de Janeiro, e conviveu a vida toda com as dores e as alegrias do estigma de ter um pai “bandido”, mas que sempre ajudava a comunidade e zelava por seus moradores.
A realidade da favela distorcia as referências de comportamento para os jovens, que aprendiam desde cedo ser a polícia o mau elemento e, o traficante, o cara do bem. A revolta aumentava com o preconceito social, rotulando todos os habitantes da favela como marginais em potencial.
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