quarta-feira, 6 de junho de 2012

Quando os super-heróis invadem a literatura

Os quadrinhos são generosos na tarefa de levar para os gibis os heróis - superpoderosos ou não - nascidos nas páginas de um romance ou conto literário.

Muitos desses personagens estão até hoje, em maior ou menor nível de popularidade, protagonizando aventuras em HQs e agradecendo aos gibis o fato de continuarem resistindo à atração implacável do buraco negro do esquecimento.

Zorro, criado por Johnston McCulley, em 1919, para um conto publicado na revista All-Story Weekly; Aranha, criação de Harry Steeger, em 1933; e Conan, surgido, em 1932, da imaginação do escritor Robert E. Howard, são alguns dos que devem aos quadrinhos, em grande parte, a menção de seus nomes na cultura pop atual.

E nesse rol há outras figuras não muito comentadas - e não menos importantes no cenário -, como o herói espacial Buck Rogers (1928), de Philip Francis Nowlan, e os guerreiros Solomon Kane (1928) e Kull (1929), de Robert E. Howard.
Mas é ainda maior a lista dos heróis que fizeram - e continuam fazendo - o caminho inverso, saindo dos gibis para viver nos livros de prosa as aventuras que pareciam possíveis ser vistas apenas com a ajuda de desenhos e não por meio da particular interpretação visual que a imaginação de cada leitor produz.

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Um comentário:

Jesus te ama! disse...

passando em seu blog fiquei encantada com teu espaço já estou a seguir boa noite