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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Gibi ensina a criançada a lidar com o dinheiro

Cada vez mais cedo, as crianças fazem parte da vida financeira das famílias influenciando no consumo, decidindo por produtos, marcas e locais de compra, além de serem fortemente atingidas pela publicidade direcionada a elas. Pensando nisso, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – Proteste lançou o Gibi Mesada para ensinar os pequenos consumidores a lidar com dinheiro. Cartilhas, revistas de histórias em quadrinhos e livros são instrumentos que podem ajudar os pais na educação dos filhos com noções básicas da vida econômica.

Voltados para o público infantil, os quadrinhos da Proteste apresentam a melhor maneira de planejar os gastos e as táticas que ajudam a “esticar” a mesada. As dicas mostram que o assunto pode ser bem divertido. A proposta da publicação, que tem 16 páginas, é mostrar a diferença entre necessidades e desejos de consumo, a fim de estabelecer limites entre as coisas de que as crianças realmente precisam e aquelas que querem comprar.

De acordo com a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci, quem aprende a controlar a mesada na infância e adolescência tem mais chances de equilibrar as finanças a vida inteira. “A publicação ensina aos pequenos de maneira lúdica. O gibi oferece uma leitura bem dinâmica, com mensagens claras e situações do dia a dia próximas à realidade da criança. Por meio dos diálogos entre os personagens Laurinha e Bruno, são ensinados conceitos e ideias importantes, como consumo consciente, administração do dinheiro, aprendizado sobre o que é caro e barato e reconhecimento do valor do trabalho, mostrando para as crianças que os pais não têm acesso a quantidades ilimitadas de dinheiro.”

Leia mais, clicando aqui!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Dicas sobre o uso de quadrinhos na sala de aula


Como faço ocasionalmente, dei uma olhada em novos textos publicados na internet sobre quadrinhos e ensino. Localizei um material interessante que pode ser incluído no planejamento de várias disciplinas em 2011.

Encontrei um texto muito bom sobre quadrinhos e ensino de matemática no blog Matemática Significativa. Vale a pena conferir o texto clicando aqui!

Ainda na área de exatas, um texto apresentado no XV Encontro Nacional do Ensino de Química fala sobre a produção de
Histórias em Quadrinhos. O tema é a produção de perfumes. Para ler e salvar o texto (em pdf) basta clicar aqui!

Na área de história, encontrei o texto de Marjory Cristiane Palmares (pdf), sobre Hqs e o ensino de história (
clique aqui).

Na revista A Margem, do departamento de letras da Universidade Federal de Uberlândia, temos o texto HISTÓRIA EM QUADRINHOS: UMA PROPOSTA DE ENSINO, que pode ser lido clicando aqui! Espero que gostem das dicas! Um bom ano de 2011!


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Logicomix


A Martins Fontes que lança, no Brasil, a biografia do matemático Bertrand Russell, em quadrinhos.

Bertrand Russell pertencia a uma família aristocrática inglesa. Foi criado pelo avô, Lord John Russell e, com a morte deste, pela avó, Lady Russell. Educado em casa, por tutores, Bertrand Russell ingressou em 1890 na universidade de Cambridge, para estudar filosofia e lógica.

Em 1894 casou-se com Alys Pearsall Smith, uma americana seguidora da seita quacre, de quem viria a se separar em 1911. Dedicando-se ao estudo da lógica e da matemática, Russel passou a publicar seus ensaios em revistas especializadas. Em 1901 descobriu o famoso "paradoxo de Russell", com grande repercussão no campo da lógica.


Em 1908, tornou-se membro do "Trinity College", em Cambridge. Dois anos depois publicou o primeiro volume de sua obra "Principia Matemática", que se tornou célbre. Bertrand Russell ganhou reputação como um dos maiores lógicos do século 20 e um dos fundadores da filosofia analítica.


Durante a Primeira Guerra Mundial, Russell dedicou-se ao ativismo político. Em conseqüência de seus protestos contra a guerra, foi expulso, em 1916, do Trinity College. Dois anos depois, foi condenado a cinco meses de prisão, onde escreveu "Introdução à Filosofia Matemática".


Em 1920 Russell viajou para a Rússia e a seguir foi para Pequim, onde viveu durante um ano como professor de filosofia. No ano seguinte casou-se com Dora Black, com quem teve dois filhos. Nessa época ganhou a vida escrevendo livros populares de ética, física e filosofia. Seus escritos para o grande público despertaram grande interesse.


Em 1927 fundou a escola experimental "Beacon Hill", junto com sua esposa. Com a morte de seu irmão, em 1931, Bertrand Russell tornou-se o terceiro Conde Russell, título que pouco usou. Tendo-se divorciado de Dora em 1935, casou-se no ano seguinte com uma estudante da Universidade de Oxford chamada Patrícia Spence, com quem teve um filho.


Mudou-se para os Estados Unidos em 1939, para lecionar na Universidade da Califórnia. Logo em seguida foi convidado a atuar como professor no City College de Nova York. Sua nomeação, no entanto, acabou sendo anulada, sob a alegação de improbidade moral, por suas opiniões radicais.


Em 1944 Russell retornou à Inglaterra, integrando novamente os quadros do Trinity College. No ano seguinte publicou sua extensa "História da Filosofia Ocidental". Cinco anos mais tarde, foi agraciado com a Ordem do Mérito e, em 1950, ganhou o Prêmio Nobel de Literatura.


No final dos anos 1960 escreveu sua autobiografia, em três volumes. Morreu lúcido, aos 98 anos, na Gália, onde suas cinzas foram dispersas. (
Bertrand Russell. Disponível em: http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_969.html, acesso em 07/07/2010)

Dica da GHQ: saiu uma matéria sobre a publicação no Estadão, para conderir, clique aqui.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Turma da Mônica vai ensinar crianças a lidar com dinheiro


Gibi de 20 páginas terá 200 mil cópias e distribuição gratuita
Helenice Laguardia

A Turma da Mônica, eternizada pelo escritor Maurício de Sousa, tem um novo desafio pela frente: o da educação financeira para as crianças e toda a família. A história da "Turma da Mônica em Superendividados" começa com a Mônica que vai comprar alguns cartões e se encontra com a amiga Magali ajudando o pai a fazer compras num supermercado.

O carrinho de compras está cheio de supérfluos que a Magali colocou. O pai leva um susto, mas aceita pagar, ou pelo menos tenta. Tenta com um cartão, com outro, com cheque e nada. O restante da história você vai saber quando a próxima Revista da Turma da Mônica for lançada no dia 13 de março, em São Paulo. A gente adianta para você a capa da edição (veja ilustrações ao lado).

Serão 20 páginas com as peripécias da Mônica e da turma em 200 mil exemplares divididos em duas edições. A distribuição será gratuita. Quem quiser saber como conseguir um exemplar também pode acessar o site www.sosconsumidorsp.com.

A criadora do projeto que o escritor Maurício de Sousa adotou é a presidente do Movimento SOS Consumidor, Marli Aparecida Sampaio. Ela contou que a ideia nasceu durante a preparação para a tese de mestrado dela. "No mestrado, através de um trabalho, eu desenvolvi um tema sobre o endividamento, e, junto com o orientador, começamos a fazer histórias em quadrinhos para tocar no assunto. Então, resolvi ligar para o Maurício de Sousa, que se encantou pelo projeto", contou. A Turma da Mônica, para Marli Aparecida, teria uma linguagem mais fácil de atingir os consumidores infantis e também toda a família, de todas as classes e em todas as regiões.

Ex-diretora-executiva do Procon de São Paulo por dois anos, Marli Aparecida explicou que tem acompanhado com preocupação o problema do consumidor endividado. "Ele se sente sozinho, envergonhado, não quer falar do problema com a família, fica à margem da sociedade", disse.
Marli Aparecida vê as crianças como compradoras de tudo. "A educação financeira tem que começar logo no início para ela saber o valor do que está comprando, os gastos que podem acontecer e se os pais ficarem numa situação difícil", observou.

No mercado editorial brasileiro já é comum encontrar títulos direcionados à educação financeira infantil. "O Menino do Dinheiro", Editora Gente, do consultor financeiro Reinaldo Domingos, é o mais recente. Os personagens são o Menino do Dinheiro, a mãe Dona Providência, o pai Senhor Desprevenido, o professor Reimoney e o rival do menino, o Gastão. Todos eles são usados para o autor contar como saber poupar e fazer escolhas para a conquista dos sonhos.

Sem ser chato, "Filhos Inteligentes Enriquecem Sozinhos", também da Editora Gente, é do consultor Gustavo Cerbasi. Consagrado autor de livros de autoajuda financeira, como "Casais Inteligentes Enriquecem Juntos", mostra o ato de educar os filhos sem fórmulas ou planilhas complicadas.

Educação financeira vai parar na sala de aula das escolas
"É de pequeno que se torce o pepino" já dizia o ditado popular, e as escolas estão adaptando o currículo para o ensino da educação financeira. Neide Noronha, professora de matemática do colégio Santo Antônio, em Belo Horizonte, contou que a partir dos 6 anos as crianças da escola começam a trabalhar com "notinhas imitando dinheiro dentro da sala".
No ano seguinte, já começam a ler o livro "Aprender Juntos", que ensina como lidar com o dinheiro na forma real. "Tem criança que não sabe o valor do dinheiro. Se o brinquedo vai custar R$50 ou R$ 500 é a mesma coisa", disse. As lições, que incluem visitas ao supermercado, vão até os 11 anos. "Eles levam os folders para a sala para comparar os preços". (HL)

Ensinando o filho
1- Escolhas
É preciso ensinar seu filho a fazer escolhas, pois não dá para comprar tudo o que se quer

2- Diferenças
Explicar à criança o que é a diferença entre desejo de consumo e necessidade

3- Planejar
Ajudar o filho a planejar o uso do dinheiro que ele recebe como mesada

4- Multiplicar
Mostrar ao filho que, quando o dinheiro é poupado, ele vai se multiplicar por causa dos juros e aí ele poderá comprar o brinquedo depois

5- Custo
Mostrar que os produtos são adquiridos com o dinheiro que os pais ganham com o trabalho

6- Parcelar
Conte ao filho que as compras parceladas no cartão ou cheque são uma forma de antecipar o consumo para alguma coisa de grande necessidade

7- Dívidas
Explique ao filho que as dívidas têm que ser pagas

8- Contas
Conte quantas horas são necessárias no local de trabalho para pagar contas e que quanto maiores os gastos, mais tempo você terá que trabalhar

No Congresso
Projeto. Tramita no Congresso Nacional projeto que obriga a educação financeira em escolas públicas. O texto já foi apreciado na Câmara e está no Senado para avaliação.

FONTE: O TEMPO

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Guia Mangá de Estatística traz matemática em quadrinhos


A Novatec Editora acaba de lançar no Brasil o Guia Mangá de Estatística, uma obra que, em quadrinhos, pretende auxiliar os estudantes a dominar uma das disciplinas menos agradáveis para os pouco afeitos à matemática.

Por meio dos personagens Yamamoto e Luya, respectivamente professor e aluna, o leitor aprenderá a "calcular a média, a mediana e o desvio-padrão de pontuações de boliche; representar os preços de diversos tipos de lámen em um histograma; calcular o coeficiente de Cramer para determinar como meninos e meninas preferem ser convidados para sair; aprender como o valor-padrão é usado para ajustar as notas de provas quando os professores qualificam utilizando uma curva de desempenho" e outros tópicos apontados no press release da obra, cujo método de ensino utiliza situações do dia a dia para uma melhor compreensão do conteúdo.

Além das HQs, a publicação traz um caderno de exercícios e respostas para a prática das lições abordadas.

Produzido por Shin Takahashi, Iroha Inoue e Trend-Pro Co., o guia foi publicado originalmente nos Estados Unidos e faz parte de uma coleção de livros em quadrinhos que tratam de várias áreas do conhecimento científico, como a eletricidade e a física, alguns já publicados pela Novatec e outros com lançamento agendado para breve.

Guia Mangá de Estatística tem 224 páginas, custa R$ 39,00 e está à venda em livrarias e no site da editora.

Fonte: Universo HQ

domingo, 24 de janeiro de 2010

Dicas de textos sobre quadrinhos e ensino de ciências e matemática


Esta semana nós vamos comemorar o dia Nacional dos Quadrinhos. Uma pena que não seja ainda dia letivo, pois seria uma boa proposta separar uma semana para exposições, palestras, oficina sobre quadrinhos. Infelizmente, quem é professor sabe que na primeira semana de aulas é quase impossível fazer qualquer coisa bem organizada, sem reuniões e preparação prévia.

Resolvi, então, durante essa semana colocar no blog várias postagens relacionadas a quadrinhos e ensino. Para começar, quero disponibilizar vários textos referentes ao ensino de quadrinhos, relacionados aos conteúdos de "ciências". São links de textos (a maioria em pdf) disponíveis na Internet.

É comum eu receber e-mails de professores de vários conteúdos pedindo material. os que tem mais dificuldade são professores de química física e matemática. Então, segue minha contribuição. Bom proveito!

O Gênero História em Quadrinhos no Ensino de Química

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS E O ENSINO DE FÍSICA: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO SOBRE INÉRCIA

AS FASES DA LUA EM HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO ENSINO
FUNDAMENTAL


Uso de história em quadrinhos como ferramenta complementar ao processo de ensino-aprendizagem em Fisiologia Vegetal

HISTÓRIA EM QUADRINHOS: UM RECURSO DIDÁTICO PARA AS AULAS DE FÍSICA

LIGA MATEMÁTICA: PORQUE JUNTOS PODEMOS APRENDER

HQ em Matemática

Cascão em Ora, bolinhas! Uma conexão entre a Geometria e a História em Quadrinhos

QUESTÕES AMBIENTAIS E HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: UMA REFLEXÃO CONSTRUÍDA POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO

A Geometria em quadrinhos

Tendências contemporâneas do ensino de Biologia no Brasil

Quadrinhos podem aprimorar ensino de biociências e saúde

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

CRIAÇÃO E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS QUE ESTÃO NOS GIBIS

sábado, 30 de junho de 2007

Experiência de ensino: A turma da Mônica e a matemática

A professora Roseane Peres Rocha está tornando as avaliações de matemática uma gostosa brincadeira para os alunos da 5ª série do Ensino Fundamental da E. M. Jutith Lintz Guedes Machado. Ela está utilizando tirinhas da Turma da Mônica para montar problemas matemáticos e desafiando os alunos a fazerem o mesmo. Esta experiência está sendo colocada em prática há aproximadamente um mês e tem dado ótimos resultados.
Segundo a professora, os alunos prestam muito mais atenção aos problemas quando eles são apresentados nas tirinhas. A professora ainda destaca que é interessante o fato dos alunos se preocuparem com pequenos detalhes quando preenchem os balões: "Eles colocam a fala errado do Cebolinha e sublinham as palavras que estão erradas”. Roseane dá uma dica: ela usa os quadrinhos com balões em branco que ela retira do site http://www.4shared.com/. Ela vai em shearch files e digita quadrinhos. Lá há diversos documentos em word e pdf. É de lá que ela tira o material que usa em suas aulas.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Mangá ensina matemática


Uma contribuição da minha amiga Valéria Fernandes (http://www.shoujohouse.clubedohost.com) para os professores de matemática interessando em trabalhar com quadrinhos.

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Enquanto uns se preocupam com os clássicos, no Japão os mangás são usados para educar. Claro que existe a discussão. De acordo com o Comi press (http://comipress.com/news/2007/04/09/1788), o governo japonês autoriou o uso de mangá nos livros de matemática do ensino médio no ano de 2006. Alguns especialicialistas acham que mangá não combina com matemática ou com ciência e que há muito mais mangá do que teoria nas publicações posteriores à permissão.

O livro criticado contém uma história que começa com 5 estudantes pegando um livro didático. Depois que um deles rasga uma página sem querer, o matemático grego Arquimedes aparece e os leva por uma viagem pelo tempo e por diferentes lugares, como as Grandes Pirâmides e os palácios europeus e lá os alunos são confrontados por problemas de matemática apresentados por diferentes pessoas, como um cortesão europeu, um nativo americano e um samurai. Os alunos só poderão voltar para casa depois de resolverem todos os problemas contidos no livro.

E os críticos acham que falta "caráter educativo" a este material... De acordo com os "educadores" do comit~e que pretende reprovar o livro, as ações e os problemas no livro não casam e que eles não conseguiram "entender" o quadrinho. Desconfio porquê... Já o responsável pela edição, diz que tentaram fazer um livro que fosse agradável e educativo mesmo para os alunos que não fossem bons ou gostassem de matémática. Eu acredito nele.

Should Manga be Used in High School Math Textbooks?
The results of the school textbook authorization of 2006 were announced on March 30th in Japan. "Manga Textbook" appeared on the results as a Mathematics II textbook for high schools. However, the textbook's publisher, Keirinkan, had to delete more than half of the manga-related contents the draft version of the textbook.
Working with the idea that students tend to "avoid subjects related to math and science," Keirinkan made the textbook through the process of trial and error, but according to an editor, "MEXT (Ministry of Education, Culture, Sports, Science and Technology) decided that manga just isn't suitable as the main content of a schoolbook."
Keirinkan has prepared three kinds of textbooks. Out of the three, the manga textbook is made for students that do poor in math. A total of 183 pages contained manga in the draft of the textbook. According to an official from MEXT, "This book could be the first textbook to carry so much manga."
The story of manga begins with 5 students picking up a textbook. After the students tear out a page of the book by mistake, the Greece mathematician Archimedes appears and proceeds to take them to various times and places, such as the Great Pyramids and palaces in Europe, where the students are met with math challenges from different types of people, including a man from the European palace a Native American and a samurai. The students are not allowed to return to their own time until they understand the solution of the math problems contained in the book.
In the Trigonometry chapter, one of the boys sees a problem and yells: "I know this! I used to do this, yay!" And the samurai replies "Yay!" and winks. During the authorization trial, several committee members claimed that "the relationship between the actions of the characters and the object of the textbook don't connect" - "We don't understand the meaning behind the words said by the samurai."
MEXT official commented that within the Textbook Authorization Committee, some supported the approval of using manga for educational purposes: "We won't disapprove a schoolbook containing manga, but the manga in the textbook must also focus on education. In this textbook, students could simply read the manga without reading the texts." On the other hand, an editor of Keirinkan said, "We intended to make a textbook that even students not good at math will be able to read, thus giving them a chance to enter the world of mathematics."

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Hqs e matermática

A pedido das professoras de matemática da E M Judith Lintz Guedes Machado (em especial a Neusa), estou disponibilizando alguns textos e dicas sobre o uso das hqs em matemática e outras ciências exatas. Segue o primeiro, retirado do www.cosmohq.com.br.

Matemática das HQs
Proporções, percentagens e até mesmo frações. Tudo isso é possível de ser ensinado ou, pelo menos, fixado por meio de exercícios práticos com histórias em quadrinhos. Como? Bom, primeiro basta mostrar ao aluno que é impossível desenhar a história no tamanho que ela é lançada. Na verdade, todo quadrinhista que se preza produz sua história em um formato bem maior do que aquele que acaba sendo publicado na revistinha ou nas páginas de jornais, afinal, é preciso desenhar uma série de detalhes que, por mais que sejam visíveis no tamanho publicado, seriam impossíveis de fazer naquele espaço. Ou seja, uma história é produzida em um tamanho maior e depois disso acaba sendo reduzida proporcionalmente para que seja publicada. O professor pode mostrar, então, uma tira de jornal (normalmente publicada com 14,5 de largura com 4,5 de altura) e explicar aos alunos que ela foi produzida em formato maior. Suponha, por exemplo, que um quadro de 4 cm de altura por cinco de largura, por exemplo, pode ter sido feito originalmente com 8 cm. por 10 cm.; 16 por 20 e assim por diante. Pode-se mexer aqui com proporções, porcentagens (o original é 100% maior, 200% maior e assim por diante) e até frações, mostrando a similaridade entre 20/16, 10/8, 5/4 e assim por diante. Um exercício que pode se propor aos alunos é pedir que produzam suas próprias tiras. O professor pode determinar o tamanho em que a tira seria publicada e pedir a cada aluno que produza uma tira em uma determinada proporção - duas vezes maior ou 35% maior e assim por diante. Ele pode pedir, anda, que o estudante verifique o tamanho da letra usada nos balões da tira original e que siga a mesma proporção na sua tira (afinal, a letra também é reduzida na publicação e, se o quadrinista não leva isso em conta, o diálogo vai ficar ilegível).
Segue, também, link com diversas questões de Questões de Ciências da Natureza & Matemática - UERJ:

Fonte: CBPF