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sábado, 20 de agosto de 2022

A MAGIA DAS GIBITECAS NA FORMAÇÃO LEITORA

Nossa Gibiteca saiu em uma matéria especial no Boletim Biblioteconomia, número 80, do Conselho Federal de Biblioteconomia, cujo tema é #soubliotecaescolar. Confira a matéria, clicando aqui!

segunda-feira, 27 de junho de 2022

DICA DE LEITURA: O DIÁRIO DE ANNE FRANK EM QUADRINHOS


Temos na gibiteca a adaptação em quadrinhos do “Diário de Anne Frank”, considerado um dos livros mais importantes publicados no século XX. Essa adaptação em quadrinhos, premiada, é a única edição autorizada pelo Anne Frank Fonds. A obra é baseada nos relatos da jovem Anne Frank, que aos 13 anos teve que viver escondida em um sótão de uma casa na cidade de Amsterdã, Holanda. Seus relatos emocionantes trazem o dia a dia de um adolescente judia que vive os horrores da II Guerra, tentando sobreviver ao Holocausto.

Além dos relatos sobre a situação dos judeus durante a II Guerra o livro mostra a jovem adolescente Anne passando pela puberdade, descobrindo as mudanças pelas quais o seu corpo está passando. Um relato de uma adolescente como tantas outras, numa fase crítica do seu desenvolvimento físico e psicológico. O Diário de Anne Frank, muito mais do que um registro histórico ajuda a entender outros aspectos da vida de uma adolescente.

Lançado em 1947, O diário de Anne Frank tornou-se um dos livros mais lidos do mundo. Sua adaptação em quadrinhos é igualmente emocionante. A obra foi roteirizada por Ari Folman

e desenhada por David Polonsky. A Gibiteca Helena Fonseca recomenta a leitura dessa obra em quadrinhos e do livro. Agradecemos a doação desse quadrinho pelo Dr. Ormeu Lopes de Faria Filho, um dos apoiadores locais do nosso projeto.

Sobre Anne Frank

Anne Frank nasceu em 12 de junho de 1929 na cidade alemã de Frankfurt. Para fugir do clima de perseguição inciado com a acessão dos nazistas ao poder sua família mudou-se para a Holanda. Em 1939, quando Anne tinha 10 anos, a Alemanha invade a Polônia, dando início à II Guerra Mundial. No ano seguinte, a Holanda também é invadida. Começa a perseguição aos judeus naquele país. Primeiro os judeus forma marginalizados, excluídos de atividades sociais e tiveram suas empresas fechadas. Em seguinda, começaram a ser envidados para campos de concentração. Para sobreviver, a família de Anne criou um abrigo secreto. Foi que Anne escreveu seus diários. Em 1944, o esconderijo foi descoberto e todos foram presos. Parte dos diários de Anne Frank não foram encontrados pela polícia nazista e, depois da guerra, foram publicados na forma de livro. Anne é enviada para o campo de concentração de Bergen-Belsen, onde morreu aos 15 anos de idade, de febre tifoide.

“Eu me livro de tudo escrevendo. Minha tristeza desaparece, minha coragem se levanta novamente. Mas, e essa é a grande questão, serei capaz de escrever algo grande, algum dia me tornarei jornalista e escritora?" Anne Frank


Fonte consultada: 

Anne Frank House. Disponível em: https://www.annefrank.org/en/anne-frank/who-was-anne-frank/quem-foi-anne-frank/. Acesso em 25 jun. 2022.


terça-feira, 14 de junho de 2022

DICA DE LEITURA: JUN (준이오빠)


A dica de leitura da Gibiteca Helena Fonseca de hoje é uma obra que nos faz repensar sobre muitos assuntos e que destaca o papel da família e do acolhimento na nossa sociedade:  Jun (준이오빠), da autora sul-coreana Keum Suk Gendry-Kim, publicada no Brasil pela editora Pipoca & Nanquim, em 2022. 

É um Manhwa, nome que se dá às histórias em quadrinhos na Coréia do Sul. A autora já teve outros dois quadrinhos publicados no Brasil, A Espera (2021) e Grama (2020). Os quadrinhos dessa autora têm como característica se basearem em depoimentos, em histórias reais, e em pesquisas que ela realiza para poder compor o cenário de suas obras.

No caso de Jun Choi, Keum Suk Gendry-Kim, faz um trabalho biográfico sobre a vida de um jovem com autismo, que descobriu na música tradicional coreana, o pansori (clique aqui para conhecer esse estilo musical) uma forma de se expressar. A história de Jun é contada a partir da perspectiva da irmã mais nova, que não apenas busca apoiar o irmão e ajudá-lo a ser cada vez mais autônomo, como também relata as dificuldades da família na criação de Jun. 

Uma verdadeira lição de vida que fala sobre família, preconceito e, acima de tudo, superação. Jun nos ensina que cada um tem seu valor e que todos, igualmente, podemos encontrar nosso lugar na sociedade. Quem tiver a oportunidade de poder ler esse quadrinho, não a perca.

 


segunda-feira, 28 de março de 2022

GIBITECAS SÃO A NOVA ATRAÇÃO DOS ESPAÇOS DE LEITURA DA CIDADE DE GUARULHOS

Despertar o interesse pela leitura por meio de quadrinhos que contêm linguagem prática, colorida, textos curtos e enriquecem a criatividade de crianças e adultos. Esses são alguns dos objetivos das gibitecas, a grande novidade nos Centros de Incentivo à Leitura e CEUs da cidade.

Cerca de 2 mil exemplares, entre histórias em quadrinhos, mangás e fanzines, compõem o acervo dos espaços e são destinados a consultas e empréstimos. As coleções trazem títulos da Turma da Mônica, Naruto e super-heróis da Marvel e da DC Comics, entre outros sucessos que prometem aguçar a criatividade e a imaginação dos leitores.

Além de espaço para convivência de fãs e profissionais da área, que se reúnem para desenhar, trocar experiências ou confeccionar fanzines, as gibitecas também são ótimos recursos educacionais de caráter lúdico. Esses espaços contribuem para a implementação de projetos de promoção da leitura, levando em conta a democratização de seu acesso para a produção, a disseminação e a apropriação da cultura e a inclusão social.

Entre as atividades que podem ocorrer no espaço estão feira de troca de gibis, exibição de vídeos de animação japonesa, RPGs, palestras e oficinas de quadrinhos para crianças e jovens.

Lei o texto completo na postagem original, clicando aqui!

sexta-feira, 27 de maio de 2016

CÍRCULOS DE LEITURA

O projeto "Círculos de Leitura", organizado pela prof. Begma Tavares Barbosa, da Academia Leopoldinense de Letras e Artes, tem por objetivo motivar a formação de leitores literários na escola e pretende reunir professores interessados no tema, em práticas de leitura e troca de experiências nos encontros mensais.

Primeiro Encontro: 14 de junho, às 19:30, no Museu Espaço dos Anjos.

Vagas limitadas! Inscrições abertas até completar a turma.

Faça sua inscrição acessando o seguinte link: http://zip.net/bktj6G

terça-feira, 2 de setembro de 2014

SUGESTÃO: TEM TREM NA LINHA

Tendo como personagem principal um trem, o livro “TEM TREM NA LINHA”, de Rita Nasser, mostra diversas paisagens (naturais, rurais e urbanas) e como a passagem do veículo modifica a vida das pessoas. Ao longo da narrativa,a passagem do tempo (das horas e das estações do ano) também é bem representada.
Da janela do vagão dá para ouvir muitos sons e ver muitas cores e formas: a tempestade barulhenta, os passarinhos cantando, os campos verdes, o céu azul (ou cinza de chuva!), as nuvens branquinhas…

O livro traz muitas onomatopeias. Esse é um recurso típico de histórias em quadrinhos. Para os professores, as sugestões são levar para a sala de aula alguns quadrinhos e mostrar como as onomatopeias aparecem; estimular os alunos a criarem suas próprias histórias, usando esses recursos; pedir que os alunos façam silêncio absoluto por alguns minutos e prestem atenção nos sons ao redor; peça que anotem os sons que estão escutando. Você pode também solicitar que eles fechem os olhos e tentem adivinhar o que você está fazendo para provocar um som. Você pode usar apitos, amassar papel celofane, bater dois cocos um no outro… o que parece ser?

“TEM TREM NA LINHA”, de Rita Nasser, com ilustrações de Carla Pilla. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 29,90.

Publicado no Blog do Aldo

domingo, 6 de abril de 2014

TV ESCOLA: UM SALTO PARA O FUTURO - HISTÓRIA EM QUADRINHOS COMO RECURSO DE ENSINO

Eu encontrei o programa completo. Nele há entrevistas com profissionais da área, fala das adaptações de livros para quadrinhos. Tudo muito agradável e lúdico. Professores, assistam! Vale a pena. Sei que temos pouco tempo, mas faça um esforço. Vai valer a pena.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Histórias em quadrinhos podem ajudar a formar leitores, diz Instituto Pró-Livro

A gerente executiva de Projetos do Instituto Pró-Livro (IPL), Zoraia Failla, disse nesta segunda-feira, em entrevista à Agência Brasil, que as histórias em quadrinhos (HQ) podem ser uma ferramenta para formar leitores e auxiliar na educação de crianças e adolescentes. "Eu penso que dentro de um espaço de mediação, todo tipo de leitura é importante, especialmente para a gente tirar aquela imagem que se cria em relação a um livro que é oferecido em uma sala de aula e que se transforma em obrigação, em tarefa."

oraia acredita que o trabalho com quadrinhos dentro da escola pode quebrar um pouco a seriedade do livro, contribuindo para trazer a criança e o jovem para a leitura de uma forma mais prazerosa e interessante. "Eu acho que pode ser um meio, nunca um fim. Porque o quadrinho pode até trabalhar algum conteúdo, mas o faz de forma superficial. Como incentivo à leitura, ele pode ser um mobilizador", disse.
Para a gerente do IPL, a HQ pode desenvolver habilidades na escola, entre as quais a concentração e o interesse pela leitura em geral. "Sem dúvida, deveria ser melhor trabalhada para conseguir que, a partir dali, o aluno se interesse por uma leitura um pouco mais complexa, com mais conteúdo." Zoraia avaliou que é preciso se usar hoje todos os meios para conseguir conquistar as crianças e jovens para a leitura.
Zoraia indicou que a HQ pode ser um instrumento eficiente para passar conteúdos de disciplinas curriculares, como história, ciências e geografia, para os estudantes. "É uma forma talvez mais agradável, mais interessante, para a garotada de hoje, de levar o conhecimento". Como as crianças, em geral, sentem uma atração forte pelos quadrinhos, que são considerados uma forma de entretenimento, ela avalia que "seria inteligente usar essa ferramenta como uma forma de trazer a garotada seja para a leitura, seja para conteúdos mais complexos".
O diretor comercial da Comix Book Shop, uma livraria especializada em histórias em quadrinhos, Jorge Rodrigues, destacou a qualidade, inclusive literária, das histórias em quadrinhos feitas no Brasil. "Hoje, a gente tem crescido bastante na produção de quadrinhos nacionais. O mercado independente, onde o autor mesmo produz o seu livro, edita e lança, aumentou muito de uns anos para cá e há gráficas que imprimem com demanda menor. Com isso, há muitos projetos e ideias muito boas sendo lançadas que, de repente, não encontraram respaldo nas editoras", disse.
Rodrigues ressaltou que muitas editoras têm investido em adaptar literatura clássica para quadrinhos. "É uma vertente que tem crescido muito no mercado". O objetivo, conforme enfatizou, é que o governo compre e as escolas venham a consumir esse produto, visando que seja uma ferramenta na parte da educação. O estande da Comix na 16ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, encerrada ontem, foi um dos mais frequentados durante os 11 dias do evento, com filas extensas na porta que reuniam público de todas as faixas etárias.
O Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) supre as escolas de ensino público das redes federal, estadual, municipal e do Distrito Federal de obras e materiais de apoio à prática da educação básica, incluindo HQs. Em 2013, serão atendidas as escolas dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio, informou a assessoria de imprensa do Ministério da Educação. O programa vai distribuir cerca de 6,7 milhões de obras literárias a mais de 68,8 mil escolas de todo o país. Os investimentos na compra dos livros alcançam em torno de R$ 66 milhões.
Em 2006, por exemplo, o Ministério da Educação incluiu livros de histórias em quadrinhos e de imagens na coleção do PNBE. Dom Quixote em Quadrinhos, de Caco Galhardo; Toda Mafalda , de Quiño; Na Prisão (mangá - quadrinho japonês), de Kazuichi Hanawa; Santô e os Pais da Aviação, de João Spacca de Oliveira; e Café Van Gogh, de Ana Maria Machado Mello & Mayer Design, foram alguns dos HQs incluídos na li.
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Lançamentos, relançamentos e adaptações

Janeiro está sendo um mês de muitos lançamentos, principalmente das adaptações, da literatura e da TV, que tem conquistado um considerável espaço nos últimos anos.

A Devir Livraria lança este mês Dom Casmurro, obra de Machado de Assis, adaptada por Felipe Greco, que ficou responsável pelo roteiro, e Mario Cau, que cuidou da arte. A obra foi uma das selecionadas em 2011 pelo ProAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado de São Paulo.

Dom Casmurro tem 232 páginas, formato 20,5 x 27,5 cm e tem preço previsto de R$ 56,00.
Luiz Gonzaga – Asa Branca: O Menino Cantador, com roteiro de Maurício Barros de Castro e arte de Wesley Rodrigues, é uma iniciativa inédita, que pretende aproximar a vida e obra de Luiz Gonzaga do público jovem. A obra apresenta um pouco da história e da cultura do Nordeste por meio da vida do músico, que, entre suas aventuras e errâncias, inclui a descoberta do xote, do baião e do forró, a saga dos retirantes nordestinos, o sonho de vencer na cidade grande como cantor e a conquista do tão almejado sucesso. O álbum conta ainda com breves citações de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Dominguinhos, Fagner e Alceu Valença sobre a importância da música de Gonzaga em suas vidas. 
O álbum tem 64 páginas, formato 20,5 x 27,5 cm e custa R$ 39,90.

Suburbia, série de Luiz Fernando Carvalho com roteiro do escritor Paulo Lins e colaboração de Carla Madeira, chega às livrarias no formato de histórias em quadrinhos, com adaptação do quadrinista Pedro Franz. Dando uma nova camada à série de TV, Suburbia em quadrinhos nos permite olhar a periferia do Rio de Janeiro pelo olhar de Conceição, que divide com o leitor suas lágrimas e seu encanto pela cidade e sua gente. Suburbia se passa no início dos anos 1990 e conta a história da menina pobre que fugiu da extrema miséria em uma carvoeira em Minas Gerais e se tornou rainha do funk em um subúrbio do Rio de Janeiro. Nos quadrinhos, a história é contada por ela, Conceição, que narra seu cotidiano à sua “santinha”, uma imagem de Nossa Senhora Aparecida que recebeu de sua mãe, antes de partir. 


O álbum tem 64 páginas, formato 25,5 x 35 cm e custa R$ 39,90.

Chega às bancas, também,  I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias, novo volume da coleção Clássicos em HQ da Editora Peirópolis. Publicado em 1851, o poema apresenta em 10 cantos a história do grande guerreiro tupi I-Juca Pirama e o drama de sua captura pela tribo dos índios timbiras. I-Juca Pirama – cujo nome significa, em tupi, “aquele que há de ser morto” -, ao cumprir a exigência de entoar seu canto de morte antes de ser sacrificado e devorado pelos inimigos, pede que o deixem viver para cuidar do pai doente. Seu pedido é interpretado como covardia e ele é solto, e a partir daí a história se desenrola até que ele possa provar sua coragem e recuperar a sua honra. 

Clássicos em HQ – I-Juca Pirama em Quadrinhos tem 48 páginas em cores, formato 20 x 27 cm e custa R$ 35,00.
Por fim, um dos menos conhecidos livros de Monteiro Lobato, O Garimpeiro do Rio das Garças  está sendo relançado  selo Globinho, da Globo Livros, agora com arte de Eloar Guazzelli Filho. A história nos apresenta João Nariz, um matuto que vende tudo o que possui para tentar fazer fortuna no garimpo de ouro e diamantes do Mato Grosso, como muitos outros fizeram na época. Em sua aventura, João conta apenas com seu olfato superior e seu cãozinho Joli.
O livro tem 64 páginas no formato 17,5 x 23 cm e preço de R$ 32,00.

RETIRADO DO HQ MANIACS:
http://hqmaniacs.uol.com.br/Devir_lanca_adaptacao_de_Dom_Casmurro_37871.html
http://hqmaniacs.uol.com.br/Luiz_Gonzaga_e_Suburbia_em_quadrinhos_37763.html
http://hqmaniacs.uol.com.br/Peiropolis_lanca_I-Juca_Pirama_em_Quadrinhos_37663.html
http://hqmaniacs.uol.com.br/Livro_de_Monteiro_Lobato_ganha_republicacao_37835.html





domingo, 1 de janeiro de 2012

Vídeo sobre importância da leitura

Fantástico! Uma daquelas dicas que a gente não pode deixar de repassar, além de ser uma ótima postagens para o primeiro dia de 2012. Não deixem de assistir!

domingo, 16 de outubro de 2011

"A ludicidade na aquisição da leitura e da escrita" - Minicurso

O grupo FALE  está oferecendo o minicurso"A ludicidade na aquisição da leitura e da escrita" dirigido a quem deseja entender como os jogos e as brincadeiras interferem na aprendizagem da criança. Ele acontecerá nos dias  20 e 27 de outubro (quinta), das 18:30 às 22:10 e será ministrado pela Profª. Ms. Abigail Magalhães.

O minicurso seguinte, "Alfabetização, Linguagem e Letramento", será dirigido para aqueles que querem entender melhor  o que significa letramento e leitura. Acontecerá nos dias 03 e 10 de novembro (quinta) das 18:30 às 22:10, ministrado pela  Profª Ms. Luciane A. Souza

Ambos serão realizados na Faculdade de Educação(FACED) - UFJF.

As inscrições já estão abertas. Valor de cada minicurso: 30,00.

Basta enviar a ficha de inscrição (disponível no site abaixo)  e aguardar confirmação de vaga. Em seguida, efetuar o depósito e enviar confirmação de pagamento para: grupo.fale@ufjf.edu.br

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Comunidades rurais de todo o País receberam mais de 8,7 mil bibliotecas

O programa Arca das Letras, criado peloMinistério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em 2003, já implantou em todo o Brasil mais de 8,7 mil bibliotecas rurais. O número de livros distribuídos passa de dois milhões. A administração das bibliotecas é feita por 17 mil agentes de leitura que contribuem para melhorar os índices educacionais das comunidades, valorizar a cultura e apoiar os processos produtivos no meio rural. 


O programa beneficia famílias do campo, formadas por agricultores familiares, assentados da reforma agrária, comunidades de pescadores, remanescentes de quilombos, indígenas e populações ribeirinhas. Para incentivar e facilitar o acesso à leitura, as bibliotecas são instaladas na casa dos agentes de leitura ou nas sedes de uso coletivo (associações comunitárias, pontos de cultura, igrejas), de acordo com a escolha da comunidade e disponibilidade dos agentes. 

O acervo inicial de cada arca conta com mais de 220 livros e histórias em quadrinhos (gibis). Os exemplares são escolhidos de acordo com a indicação e demanda das famílias atendidas. Os acervos são formados por literatura infantil, para jovens e adultos, livros didáticos, técnicos, especializados e de referência ao exercício da cidadania.

AGENTES DE LEITURA as bibliotecas são administradas voluntariamente por moradores das comunidades atendidas. Formadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, estas pessoas se tornam agentes de leitura e ficam responsáveis pelas atividades da biblioteca. INSCRIÇÃOPara receber uma biblioteca Arca das Letras é preciso reunir os moradores, preencher o formulário de consulta comunitária -- disponível neste link (arquivo PDF) - que vai pontuar as características das famílias que serão beneficiadas e indicar os livros que vão atender a comunidade. Um ponto importante para agilizar a implantação é conquistar parcerias que viabilizem a construção do móvel-biblioteca.

DOAÇÃO DE LIVROSPara realizar doação de livros para o programa, escreva para arcadasletras@mda.gov.br. Outras informações podem ser obtidas no telefone (61) 2020-0201.

PARA VER A PUBLICAÇÃO ORIGINAL, CLIQUE AQUI

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Promoção estimula hábito de leitura

A promoção do Diário do Nordeste “Clássicos da Literatura em Quadrinhos” confirma seu sucesso de público e de venda e, ontem, lançou o sétimo livro da coleção, O Enfermeiro.

Iniciada no dia 22 de agosto, a promoção prossegue até o dia 24 desde mês e visa incentivar o hábito de leitura entre crianças e jovens.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Coleção Ópera em Quadrinhos, da Scipione, estreia com Aída

Está chegando às livrarias mais uma interessante iniciativa editorial usando a força da arte sequencial. Trata-se da Coleção Ópera em Quadrinhos, da Editora Scipione, que estreia com o álbum Aída (formato 20 x 27,5 cm, 40 páginas coloridas, R$ 24,90), do italiano Giuseppe Verdi, que foi adaptada por Rosana Rios (texto), Klayton Luz (arte), Julia Bax e Ronaldo Barata (cores) e Tainan Rocha (letras e balões).
Aída é um clássico sobre o amor e a coragem de uma jovem que pode mudar o destino de duas nações. No alto Egito, duas mulheres se apaixonam pelo mesmo homem, Radamés, comandante do exército. 
Leia mais, clicando aqui!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Editora Globo lança Meu Primeiro Maluquinho

O Menino Maluquinho é tão conhecido e querido pelas crianças que até mesmo os meninos e as meninas que ainda não sabem ler se interessam por suas histórias. Meu Primeiro Maluquinho em Quadrinhos foi pensado justamente para estes novos leitores.

O livro reúne aventuras inéditas e superdivertidas da turma do Maluquinho. Os quadrinhos, quase sem palavras, trazem ao final de cada história somente um balão com uma frase. E não é necessário saber ler essa frase para entender a HQ. O balão apenas acrescenta um toque de humor.Como o próprio Ziraldo, criador do personagem, diz na apresentação do livro, “ler não é somente juntar letrinhas, fazer bê-á-bá. É também juntar ideias, uma ao lado da outra, e compreender o sentido completo do que se vê – ou do que está escrito”.Meu Primeiro Maluquinho é em formato quadrado, 25 x 25 cm, tem 64 páginas e custa R$ 28,00.
POSTADO ORIGINALMENTE NO HQ MANIACS

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Auto da Barca do Inferno ganha adaptação em quadrinhos

O álbum Auto da Barca do Inferno é o sétimo título da coleção Clássicos em Quadrinhos, da editoraPeirópolis.
Na adaptação, o texto de Gil Vicente, escrito originalmente em 1517, consta na íntegra e em português arcaico, porém há notas nas páginas com a tradução de algumas palavras e termos que facilitam o entendimento do leitor.
A adaptação é de Laudo Ferreira, que também teve a ideia do projeto. De acordo com o autor, além do grande interesse pelo texto e pela temática da obra de Gil Vicente, um detalhe que ajudou muito na adaptação foi a ligação que tinha com o escritor, pois sua esposa, que é atriz, trabalhou durante anos com esse texto no teatro.
LEIA MAIS CLICANDO AQUI!

terça-feira, 22 de março de 2011

Cada leitura em sua época


Obter informações do autor e do livro vem ajudando muito a comerciante Dulce Ferres Gomes, 50, a selecionar as obras literárias indicadas para seus dois filhos, Maria Vitória, de 9 anos, e Alan, de 10 anos. As duas crianças estudam na 4ª série da escola Antônio Gomes e adoram frequentar livrarias e ler.

Este comportamento além de apropriado para a formação dos pequenos tem um papel essencial na formação de leitores. As duas crianças de Dulce encontram na leitura uma forma de lazer e distração.

“Cada um gosta de um estilo de livro. A menina, por exemplo, gosta de ler de tudo, livros, revistas e até jornais. Já o menino prefere as histórias em quadrinhos”, conta.

Na gama de leitura de Maria Vitória, Dulce colocou uma ressalva: ainda não está na hora de tramas como ‘Lua Nova’ e ‘Crepúsculo’, best-sellers da escritora norte-americana Stephenie Meyer, que é uma verdadeira febre entre o público juvenil, principalmente com as meninas adolescentes.

“Explico para ela: tudo tem seu tempo, chegará a sua vez de ler ‘Lua Nova’ e outros livros deste gênero”, ressalta a mãe. O gênero em questão enfoca realismo fantástico e aspectos do sobrenatural, em meio as paixões e as dúvidas da adolescência.

Como Maria Vitória só tem 9 anos, Dulce compreende que a leitura mais apropriada para ela são as tramas infantis, os contos de fadas e historinhas lúdicas. Porém, uma vez, Maria Vitória não resistiu à curiosidade de leitora e, mesmo escondida de sua mãe, leu um romance do tipo. “Escondi o livro no travesseiro e lia à noite, antes de dormir. Gostei da história”, revela a peraltice.

Dulce teve uma conversa com a filha e explicou, mais uma vez, que tudo tem seu tempo e que ela poderia queimar etapas da infância ao buscar uma literatura mais adulta. “Falei que ela não entenderia a trama e tudo mais”, diz.

Ação e HQs prendem atenção dos meninos

Se as meninas e adolescentes se encantam pelo cavalheirismo do vampiro ético Edward, protagonista das tramas de Stephenie Meyer, autora de ‘Lua Nova’ e ‘Crepúsculo’, entre outros, o heroísmo de Batman, a força de Hulk e a perspicácia de Sherlock Holmes dominam as leituras dos meninos. Alan Ferres Gomes, 10 anos, irmão de Maria Vitória, 9 anos, revela que é fã do Batman e de suas histórias em quadrinhos.

“O Batman tem um carro que é muito legal! Já o Hulk é muito forte!”, detalha o pequeno leitor. Para o estudante Pedro Henrique da Silva, 11 anos, aluno da escola pública Baltazar de Godoy, o mistério em livros sobre investigações de detetives é o que mais lhe agrada.

“Em livros de mistério você começa a ler e a conhecer os personagens, que são suspeitos. Aí, no final, você descobre quem era o verdadeiro culpado”, diz.

Como orientar a leitura?

Para orientar a leitura dos pequenos é preciso seguir um roteiro inspirado em perguntas. A primeira delas é a seguinte: ‘O que você espera de um livro para o seu filho?’. Outras questões essenciais: ‘Que ensine algo didaticamente?’ e ‘Que tenha moral no final?’. A partir destas reflexões, os pais conseguirão compor uma orientação ideal, bem próximo do que é apropriado a cada idade.

Na análise do escritor Mário Milani, integrante da Associação dos Poetas e Escritores de Marília (Apem), na fase da alfabetização, como são os casos de Maria Vitória e Alan, o mais indicado são obras que reúnam teor didático, com criatividade, tudo para estimular aprendizado com imaginação. “Recentemente li uma informação que me deixou preocupado: os estudantes brasileiros são os que menos possuem livros em casa. Isso é triste e devemos mudar este panorama”, pontua. Milani entende como fundamental o acompanhamento dos pais na formação de leitor dos filhos. “Idas às livrarias integram esta formação”.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO DIÁRIO DE MARÍLIA



terça-feira, 1 de março de 2011

Autor argentino traz propostas para aumentar o número de leitores no Brasil


É importante que os pais sejam leitores? O que fazer se meus filhos não gostam de ler? Qual a melhor idade para começar a leitura em voz alta? Que texto é o mais conveniente? E se as crianças não ficam quietas? Ler história em quadrinhos é recomendável? Essas são dúvidas que frequentemente perturbam pais e professores quando o assunto é introduzir o hábito de leitura para as crianças. A Editora Nacional lança o livro Voltar a ler - propostas para ser uma nação de leitores (Editora Nacional), do educador e jornalista argentino Mempo Giardinelli. A obra é resultado de mais de vinte anos de trabalho e da consciência da importância de uma política de leitura que tantos países necessitam.

Algumas ideias apontadas no livro foram adotadas como políticas de Estado na Argentina. Em algumas províncias, como Chaco, onde reside o autor, desde 2008 as estratégias de leitura em voz alta que o livro propõe foram aplicadas em todo o sistema escolar. "Há nove anos estávamos numa situação catastrófica, e posso dizer que hoje temos uma sociedade mais leitora, sobretudo uma juventude e uma infância que leem muitíssimo mais do que nas duas décadas anteriores", diz Giardinelli. O mais recente informe do Program for International Student Assessment (PISA), ou Programa Internacional de Avaliação de Alunos, indica que em 2009, a Argentina aumentou 24 pontos em compreensão leitora, em relação a 2006. Junto com a Colômbia, foram os dois países que mais cresceram em competência leitora.

No livro Voltar a ler, são aprofundados temas como a pedagogia da leitura, escola de literatura, a leitura em voz alta e a silenciosa, leitura e as novas tecnologias, a função da biblioteca e muito mais. O autor ainda propõe uma política nacional de leitura nos moldes do que vem sendo feito na Argentina. No final do livro, Mempo Giardinelli publica um guia para pais, professores e mediadores de leitura com perguntas e respostas. "Tomara que os educadores brasileiros compartilhem desse otimismo e encontrem no livro uma ajuda na tarefa de incentivo à leitura", exalta Giardinelli.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO 45 GRAUS