O pró-reitor Geraldo Eduardo da Luz coordena o PET desde 2010, mas terá que se afastar agora em 2016 em virtude da aprovação de uma bolsa de produtividade do CNPq. Segundo o pró-reitor, já está em vigor o edital para que outro professor de Química do curso possa substituí-lo e passar pela experiência como coordenador do projeto.
terça-feira, 8 de março de 2016
Revista em quadrinhos de estudantes da Uespi auxilia estudantes da rede pública
O pró-reitor Geraldo Eduardo da Luz coordena o PET desde 2010, mas terá que se afastar agora em 2016 em virtude da aprovação de uma bolsa de produtividade do CNPq. Segundo o pró-reitor, já está em vigor o edital para que outro professor de Química do curso possa substituí-lo e passar pela experiência como coordenador do projeto.
sábado, 21 de abril de 2012
Universitária cria quadrinho japonês para ensinar química e ciências
sábado, 26 de novembro de 2011
Professora do DF usa bactérias para desenhar Hello Kitty e Batman
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Dicas sobre o uso de quadrinhos na sala de aula

Encontrei um texto muito bom sobre quadrinhos e ensino de matemática no blog Matemática Significativa. Vale a pena conferir o texto clicando aqui!
Ainda na área de exatas, um texto apresentado no XV Encontro Nacional do Ensino de Química fala sobre a produção de
Histórias em Quadrinhos. O tema é a produção de perfumes. Para ler e salvar o texto (em pdf) basta clicar aqui! Na área de história, encontrei o texto de Marjory Cristiane Palmares (pdf), sobre Hqs e o ensino de história (clique aqui).
Na revista A Margem, do departamento de letras da Universidade Federal de Uberlândia, temos o texto HISTÓRIA EM QUADRINHOS: UMA PROPOSTA DE ENSINO, que pode ser lido clicando aqui! Espero que gostem das dicas! Um bom ano de 2011!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Quadrinhos e Química na Escola
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Química e Quadrinhos

Depois [14/09], haverá uma Exposição dos Quadrinhos de Química, produzidos pelos próprios alunos. Todos os trabalho estarão concorrendo a um prémio ( um dia de cinema, com um filme que tenha sido adaptado de Hqs).
Veja mais detalhes sobre o trabalho que a professora Thaísa está realizando, clicando aqui e visitanto seu Blog.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Dicas de textos sobre quadrinhos e ensino de ciências e matemática

Resolvi, então, durante essa semana colocar no blog várias postagens relacionadas a quadrinhos e ensino. Para começar, quero disponibilizar vários textos referentes ao ensino de quadrinhos, relacionados aos conteúdos de "ciências". São links de textos (a maioria em pdf) disponíveis na Internet.
É comum eu receber e-mails de professores de vários conteúdos pedindo material. os que tem mais dificuldade são professores de química física e matemática. Então, segue minha contribuição. Bom proveito!
O Gênero História em Quadrinhos no Ensino de Química
HISTÓRIAS EM QUADRINHOS E O ENSINO DE FÍSICA: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO SOBRE INÉRCIA
AS FASES DA LUA EM HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO ENSINO
FUNDAMENTAL
Uso de história em quadrinhos como ferramenta complementar ao processo de ensino-aprendizagem em Fisiologia Vegetal
HISTÓRIA EM QUADRINHOS: UM RECURSO DIDÁTICO PARA AS AULAS DE FÍSICA
LIGA MATEMÁTICA: PORQUE JUNTOS PODEMOS APRENDER
HQ em Matemática
Cascão em Ora, bolinhas! Uma conexão entre a Geometria e a História em Quadrinhos
QUESTÕES AMBIENTAIS E HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: UMA REFLEXÃO CONSTRUÍDA POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO
A Geometria em quadrinhos
Tendências contemporâneas do ensino de Biologia no Brasil
Quadrinhos podem aprimorar ensino de biociências e saúde
HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Elaboração de Histórias de Química em Quadrinhos
Os autores do trabalho são: ARAUJO, K. C. M. (CEFET-MA) ; SÁ, M.C. (CEFET-MA) ; NEVES, M. A. (CEFET-MA) ; CAMPOS, T. C. (CEFET-MA) ; BRITO, N. M. (CEFET-MA) ; AMARANTE JÚNIOR, O. P. (CEFET-MA).
O principal objetivo deste trabalho consiste em elaboração de Histórias em Quadrinhos como instrumento auxiliar no ensino da Química. Com o objetivo específico, tratar Histórias em Quadrinhos enfatizando os períodos pré-história, idade média, idade antiga, idade moderna e idade contemporânea, que a química teve em destaque, descobrimentos e evoluções ao longo destes períodos. Assim, com a criação das Histórias em Quadrinho da história da química apresenta um grande potencial para o ambiente educacional.
INTRODUÇÃO
Segundo SANTOS (2001), o objeto formador da atividade lúdica busca uma performance livre das tensões, fazendo com que o aluno se aproprie de forma mais prazerosa dos conhecimentos, ajudando na construção de novas descobertas. O desafio pode estar inserido na elaboração explícita de uma situação problemática que deve ser resolvida, prever situações infortunísticas em um contexto definido ou em ambas. Com base neste contexto, o objetivo principal é elaborar uma revistinha em quadrinho sobre a história da química, que despertem o interesse do aluno.
MATERIAL E MÉTODOS
Primeiramente fez-se um levantamento bibliográfico da história da química em livros como: A história da química e na internet. Em seguida foram divididas em cinco períodos, sendo criada cinco revistas, com os seguintes títulos:
- A pré-história: onde tudo começa.
- A idade antiga: do misticismo à ciência.
- A idade média: da feitiçaria a alquimia.
- A idade moderna: A química como ciência.
- A idade contemporânea: o vitalismo e a descoberta do átomo.
Os materiais usados na confecção das revistinhas foram: papel, tesoura, computador e impressora.
RESULTADOS E DISCUSSÃO: Durante a fabricação das revistinhas procurou-se fazer de maneira dinâmica, ilustrativa, que desperte o interesse do leitor.
A primeira edição aborda a utilização da química de maneira espontânea como uso pigmentos nas cavernas, a descoberta do fogo que permitiu o desenvolvimento da cozinha relacionando com os primeiros laboratórios químicos. A segunda edição descreve que pouco conhecimento químico foi conseguido, mas alguns elementos foram reconhecidos. A metalurgia começou com o descobrimento do cobre. Outro campo de desenvolvimento que acompanhou o homem desde a Antiguidade até o laboratório moderno é a cerâmica e o vidro. A terceira edição relata que a química, como as outras ciências, durante a idade media tiveram seu desenvolvimento prejudicado em função da perseguição da igreja.
Acredita-se que houve um retrocesso cientifico durante este período. A quarta edição mostra um período em que o caráter mágico foi desaparecendo e a alquimia separou-se da feitiçaria. A química começa a desenvolver-se entre os séculos XVI e XVII. Pelo século XVIII adquire definitivamente as características de uma ciência experimental. A ultima edição expõe que química orgânica desenvolveu-se inicialmente pela curiosidade sobre os produtos presentes nos seres vivos e a síntese dos corantes ou tinturas. Pela metade do século XIX, havia aproximadamente 60 elementos conhecidos. Dmitri e Mendeleev publicaram sua primeira tabela periódica. Em 1896, Becquerel e os Curies descobriram a radioatividade. Em 1919, Rutherford descobriu que os elementos podem ser transmutados. Bohr finalizou a teoria atômica. E até os dias atuais novas descobertas são obtidas no campo da química.
CONCLUSÕES
Este trabalho nos permite perceber que as Histórias em Quadrinhos apresentam um grande potencial para o ambiente educacional, pois estas revistinhas oferecem o desenvolvimento cognitivo da história da química e também o interesse pelo ensino de química, uma vez que aborda este assunto de forma lúdica.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA:
FARIAS, R. F., Para gostar de ler a história da química. São Paulo: Ed. Átomo, 2003.
SANTOS, S.M.dos,(2001) A Ludicidade como Ciências, São Paulo: Editora Vozes.
TESTONI, L.A., Os Quadrinhos e o Ensino de Física. Monografia apresentada à comissão de graduação do IFUSP para conclusão da Licenciatura em Física, 2000
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Livro ensino ciências por meio de histórias em quadrinhos
Ciências em Quadrinhos
Um gibi americano faz sucesso ao ensinar experiências de física e química de fo
rma divertida. Tudo pode ser feito em casa com sucata e objetos recicláveis
As histórias são contadas pelos personagens Celine e Tucker, dois irmãos que descobrem uma maneira divertida de curtir as férias sem apelar para o computador. Eles resolvem juntar objetos fáceis de encontrar em casa e fazem experiências. Em uma delas, usam um saco plástico, gelo e sal para simular as baixas temperaturas de um freezer e ensinam a preparar um sorvete de creme ultragelado (ao lado). Esta é uma das 15 histórias do livro Howtoons: the Possibilities Are Endless (Howtoons: as Possibilidades São Infinitas).
O gibi faz sucesso porque propõe experiências curiosas e fáceis de ser copiadas. Não é exatamente a ciência por trás de cada episódio que encanta o público. É a linguagem simples, a sintonia com os assuntos infanto-juvenis e os desenhos do ilustrador Nick Dragotta. Ele já foi da DC Comics e da Marvel, duas das maiores editoras de histórias em quadrinhos do mundo. “Os quadrinhos mostram que o mundo não precisa ser como é, que as crianças podem modificar e imaginar o futuro que querem criar”, afirma o engenheiro australiano Saul Griffith, que criou o Howtoons em parceria com seu colega americano Joost Paul Bonsen. Na época, os dois estudavam Engenharia no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e ajudavam a organizar workshops sobre ciência para alunos de escolas da região.
O manual de experimentos caseiros desperta o interesse das crianças para conceitos da Física e da Química, disciplinas geralmente consideradas chatas, principalmente porque costumam ser tratadas apenas na teoria. “O Howtoons traz a ciência para o dia-a-dia das crianças. O interesse dos alunos pela Física e pela Química muda drasticamente quando se constrói um revólver que atira marshmallows”, diz Bonsen. “Ou quando se cria um submarino com garrafa de refrigerante e uma prancha de surfe feita com madeira e tubo de PVC.”
O Howtoons se tornou uma poderosa ferramenta de apoio ao ensino de ciências em escolas americanas. E pode fazer ainda mais diferença em países em que há deficiências no sistema de ensino. O Brasil ficou entre os seis últimos colocados no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), um dos indicadores mais respeitados de qualidade do ensino. O exame avaliou o desempenho dos alunos em 57 países. “A escola não é o espaço de experiências que deveria ser”, afirma Bianca Encarnação, editora-executiva da revista Ciência Hoje para Crianças, publicação brasileira com uma proposta parecida com a do Howtoons. “Os professores têm dificuldade de despertar o interesse dos alunos porque o modelo educacional é antigo, repetitivo.”
Ainda não há versão em português para o Howtoons. Mas a meta é que até o fim deste ano ele seja traduzido para 15 idiomas. Se depender dos autores, depois de ler Howtoons as crianças nunca mais vão olhar a sucata com os mesmos olhos.





