Dragon Ball é um dos mangás mais lidos no Brasil,
adaptado para anime e até para filme. O mangá foi criado por pelo japonês Akira
Toriyama, em 1984, e suas histórias foram reunidas em 42 volumes, que venderam
mais de 240 milhões de exemplares no mundo todo.
Mas pouca gente sabe que este
mangá, e seu personagem principal, Son Goku é inspirado em Sun Wukong, uma
criatura mítica que faz parte do folclore e da literatura chinesa, cujas
primeiras histórias teria surgido no século X. Inclusive, a capacidade de voar
em uma nuvem, de Son Goku é uma das habilidades de Sun Wukong.
O Rei Macaco ou Macaco Rei, é uma
criatura mística, que nasceu de um cristal encantado, que desde sua criação se
envolveu em diversas peripécias no mundo dos homens e no mundo dos deuses, Ele
nasce com a virtude e com o vício, ou seja, com o potencial par ao bem e o mal.
Sun Wukong é muito forte, rápido e tem o poder de se transformar em 72 coisas,
entre animais e objetos. Além disso, é um mestre em artes marciais e pode
comandar os ventos, as águas e até congelar pessoas.
Com muito poder e pouco
juízo, essa entidade acabou sendo castigada por Buda e permaneceu presa por 500
anos, tendo sido libertado para participar de uma viagem para recuperar os escritos (sutras) budistas que
estavam na Índia, ao lado do monge Xuanzang, história que é contada
em “Jornada ao Oeste”, um romance épico chinês que reúne vários personagens
mitológicos.
Se você quiser saber mais sobre esse personagem da
mitoligia chinesa, há animes, séries e filmes no Netflix que contam sua
história e trazem novas aventuras. Seguem algumas sugestões:
As novas aventuras do Macaco (2020)
Uma Odisseia Coreana (2017)
A lenda do Rei Macaco 3 - Reino das Mulheres (2018)
Quem nasceu no Amazonas conhece bem as lendas
regionais que invadem o imaginário caboclo. Histórias passadas de geração para
geração, e que muito mais do que contos para assustar visitantes, refletem a
identidade cultural de povos indígenas que habitaram a Amazônia há pelo menos
40 mil anos. E foi inspirado por figuras como o Saci, o Curupira e o Mapinguari
que um ilustrador brasiliense (DF) decidiu dividir a vida de analista de
sistemas com a missão de promover o folclore amazônico por meio de histórias em
quadrinhos.
A natureza do criador
Eron Costa, de 48 anos, ou Ikarow Ilustrador, como
é conhecido no mundo geek, nasceu na capital do país, em Brasília. Ele contou
que a arte de desenhar o acompanha desde sempre e que antes mesmo de falar suas
primeiras palavras, já rabiscava folhas de papeis com lápis de cores. O nome de
trabalho (Ikarow) descende de uma lenda grega onde o personagem tenta alcançar
o sol voando sob asas de cera, mas acaba morrendo afogado no mar ao ter o par
de asas derretidas pelo calor da grande estrela
.
“Antes de eu falar eu já desenhava, a diferença é
que as pessoas param de desenhar quando crescem, e eu continuei. Sempre me
interessei por desenhar e ler quadrinhos pois sou fascinado por essa forma de
comunicação. Acredito que os quadrinhos são uma incrível forma de transferir
conhecimento, pois trabalha o cérebro não só lendo o texto, mas também
decifrando imagens”, revelou o artista.
Como nos quadrinhos de super-heróis, Ikarow também
divide a vida entre duas personalidades. Além de ilustrador, o desenhista atua
como analista de projetos – profissão na qual se qualificou profissionalmente.
Já a aptidão com o papel e as cores é mais natural do que parece, pois é como
autodidata, que o também roteirista desenvolve suas produções.
“Todo o meu trabalho é autodidata. Sou ilustrador,
roteirista, quadrinhista e colorista. Tenho pouco tempo livre porque viajo com
frequência, então precisava arranjar uma solução para continuar produzindo
mesmo quando estivesse em viagens. Por isso hoje eu faço o esboço de todas as
minhas artes e depois aplico as cores digitalmente, direto no Ipad”, esclarece
Ikarow.
A paixão pelo folclore amazônico
“Nosso folclore nos une como nação bem mais do que
a bandeira do Brasil”, destaca o desenhista.
O folclore brasileiro é como uma verdadeira mina de
ouro que poucos garimpeiros ainda exploram. Apaixonado por mitologias, o
artista destaca que sempre teve facilidade em encontrar informações sobre a
cultura grega, egípcia, nórdica, entre outras, mas se incomodava com a falta de
material para leitura sobre as histórias folclóricas do próprio Brasil.
“Eu sou apaixonado pela mitologia brasileira, e a
fonte dessas histórias começa aí na Amazônia, todos os mitos vem da floresta
como a Mãe d’Água, o Saci, o Mapinguari, Jurupari. A Amazônia é a mãe da
mitologia brasileira e você percebe isso quando viaja para essa região e
enxerga de perto como essas pessoas convivem com essa misticidade de forma
saudável, fazendo dessas lendas sua identidade cultural e dando extremo valor a
isso”, esclareceu o artista.
Foi a partir desse processo de autoconhecimento
cultural que Ikarow começou a desenvolver um universo de personagens da cultura
brasileira. Quem eram os Deuses cultuados aqui antes da invasão dos europeus?
Quem eram os povos que habitavam aqui? Como eram suas relações como o sagrado e
com o profano? Essas são algumas das perguntas que o quadrinhista se fez ao
assumir a responsabilidade de levar ao mundo a identidade folclórica da
Amazônia.
“Para escrever a ‘Rio Negro’ fui buscar referências
em livros muito difíceis de encontrar, alguns nem existem mais, e graças a Deus
a internet me ajudou muito por meio de resgates em PDF. Também estudei
pesquisas acadêmicas, onde cientistas recolheram relatos de indígenas que
contam sobre essas lendas ainda em suas línguas nativas. Ainda é tímido, mas
existe um movimento de resgate da cultura brasileira, trabalhando e pesquisando
muito”, disse o analista de projetos.
Rio Negro HQ
Foi dos anseios de quem buscava se orgulhar por sua
própria identidade cultural que nasceu a série em quadrinhos Rio Negro HQ.
Disponível por enquanto apenas em edição virtual, o conto dialoga sobre a
existência de seres aquáticos ainda desconhecidos nas águas região amazônica.
Ikarow revelou que a inspiração para o roteiro surgiu após uma conversa entre
ele e uma pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas do Amazonas (Inpa).
“Rio Negro é uma série em HQ e que já conta com 2
edições. Ela é inspirada na mitologia de vários personagens do folclore
brasileiro. A ideia inicial era fazer uma história curta, mas o conteúdo é tão
rico que decidi fazer uma série”, explica o artista que ainda completou: “Em
1997 uma cientista do Inpa pesquisava camarões na base do rio negro, mas acabou
achando um peixe diferente de tudo que ela já tinha visto. Ao recolher o animal
e levá-lo para o laboratório foi descoberto que ele não era uma espécie
catalogada e que o instituto não descobria uma nova espécie nos rios da
Amazônia há pelo menos 150 anos. Pesquisadores voltaram ao local e procuram
outro peixe igual aquele por 4 anos, mas nunca o acharam novamente”.
Atualmente a ‘Rio Negro’ já soma duas edições, e
sob a mesma ótica Ikarow também lançou mais um HQ virtual intitulado ‘Monstro’,
onde a lenda amazônica do Mapinguari é contada. Agora o ilustrador trabalha no
nascimento de mais uma obra, dessa vez o conto ‘A Bruxa’ deve trazer aos
leitores a lenda da Cuca, personagem metade jacaré e metade bruxa, criada pelo
escritor brasileiro Monteiro Lobato.
Mais informações sobre o trabalho de Ikarow
Ilustrador podem ser encontradas por meio das redes sociais do artista, que
levam o seu nome.
Edição: Bruna Chagas
*Artigo publicado originalmente por João Gomes, em 06
Um saci mais ameaçador do que a figura até
simpática apresentada nos livros escolares estampa a capa do livro Lendas.
Ao seu lado, outro mito folclórico do
Brasil, o Curupira. Ambos são retratados com uma boa carga de
terror pelo desenhista Ivan Reis,
paulista que atualmente assina o traço de histórias em quadrinhos do
Superman.
Lendas é um projeto
que nasceu para ser portfólio dos artistas de todo o país que integram o quadro
de agenciados do estúdio virtual Chiaroscuro. Mas a iniciativa foi ganhando
maior proporção até virar um volume com pretensão didática.
Com lançamento previsto para este mês de janeiro na
plataforma da Amazon, ao valor estimado de R$ 90, Lendasvendeu 200
exemplares na Comic Con
Experience (CCXP), grande evento voltado à cultura pop
realizado em dezembro, em São Paulo. Entre os fãs que pediam autógrafos
aos 40 artistas presentes no estande de divulgação (ao todo, são 61
profissionais envolvidos), havia professores que garantiam que o livro ilustrado
seria trabalhado em sala de aula para mostrar aos estudantes como a origem de
cada figura folclórica conta um pedaço da história do Brasil.
Após seis meses de pesquisas em uma bibliografia
que reúne de autores contemporâneos, como Januária Alves, a registros
históricos, como a Carta de São Vicente 1560, escrita pelo jesuíta espanhol
José de Anchieta (1534-1597), o projeto foi lançado para financiamento coletivo
no site Catarse. Com a meta de arrecadar R$ 25 mil para a produção, encerrou as
doações em novembro com 355% a mais do que o almejado.
A lenda da Iara ganhou uma versãoem quadrinhos. A EditoraNemo lançou o livro ‘A Iara: Uma lenda indígena em quadrinhos’ (56 páginas, R$ 42), escrito e desenhado pelo pernambucano Silvino.
O álbum traz uma história de amor e terror, inspirada nas narrativas indígenas brasileiras. A versão em quadrinhos reúne um traço moderno e uma história tradicional, abordando um tema ao mesmo tempo muito brasileiro e bastante universal.
Com um acabamento cuidadoso e linguagem atual, o livro traz a lenda dos povos indígenas de uma forma dinâmica.
Inspirado em Branca de Neve e os Sete Anões, o livro infantil traz os contos de fada para as florestas brasileiras.
Sobre o autor: Cezar Augusto Cordeiro Cordovil - Cecord começou a escrever e desenhar quadrinhos aos 15 anos. Em 2004 criou Justine: Justiça Cega, Quadrinhos para adultos. Em 2007 lançou o livro ilustrado em quadrinhos: "O Surgimento de Porto Velho Em Quadrinhos", foi sua primeira incursão em trabalhos para o público infantil. Passou então a dedicar-se a produzir trabalhos educativos e a desenvolver histórias com os personagens chamados "Turminha do Porto". Cézar é um defensor de quadrinhos educativos, depois de ter editado "O Surgimento de Porto Velho em Quadrinhos" (para crianças) trabalha para promover seus livros infantis e romances gráficos como uma valiosa ferramenta para alfabetização e educação em escolas, bibliotecas, e em casa. Ele acredita que quadrinhos em escolas, bibliotecas, e eventos na comunidade ajudar formar um interesse em artes, ajudando a criança a pensar e escrever criativamente. Mais informações clicando aqui!
A Editora Nemo revelou um novo título nacional que será lançado em breve: A Iara. A lenda da Iara é recontada nesta HQ de amor e terror, inspirada nas narrativas indígenas tradicionais. Com dinâmica e dramaticidade a cada página, esta versão em quadrinhos criada por Silvino reúne um traço moderno e uma história tradicional, um tema ao mesmo tempo muito brasileiro e bastante universal.
A Iara tem 56 páginas em formato 20,5 x 27,3, ao preço de R$ 42,00. Silvino nasceu e foi criado no Recife (PE), onde estudou Geografia. Nesse curso, teve contato com a geografia cultural, com a antropologia brasileira e com estudos sobre as tribos indígenas do nosso país, bases que o levaram a escrever esta HQ.
Porém, suas verdadeiras paixões sempre foram a ilustração e os quadrinhos. Assim, Silvino começou a trabalhar com desenho, tornando-se ilustrador e quadrinista profissional. Hoje ele já conta com mais de uma dezena de títulos publicados.
A Editora Nemo, divisão do Grupo Editorial Autêntica, estreou em julho de 2011 com a proposta de reunir nomes consagrados das HQs e autores brasileiros contemporâneos. Comandada por Wellington Srbek, já trouxe trabalhos de Moebius, Enki Bilal,Hugo Pratt, entre outros.
No mês de
agosto a gente chega na escola, depois das férias, e uma das primeiras coisas
que a supervisora pergunta é: o que você pensa em trabalhar sobre folclore?
Pois é, agosto
é o mês do folclore e lá vai uma dica: use quadrinhos para trabalhar o tema.
Na Gibiteca
temos quadrinhos que tratam de personagens do folclore. Os que fazem mais
sucesso são os Turma do Xaxado. Temos três edições que são diretamente relacionadas
ao tema: Lendas e Mistérios, vol 01; Lendas e Mistérios, vol. 02 e O Livro de Encantamentos da
Maré Vazante.
Com esses quadrinhos nossos professores tem a possibilidade de trabalhar com o tema, de forma divertida e lúdica, não apenas por meio da leitura, mas preparando atividades em sala de aula baseadas histórias e em personagens das revistas.
Para quem não pode ter acesso a essas publicações (e não custa nada pedir para a diretora comprar para a biblioteca da escola), é possível encontrar tirinhas da Turma do Xaxado na internet e usá-las com os alunos.
Partindo do folclore o professor ainda pode abordar outros temas. Basta usar a criatividade. Muitas vezes quanto mais simples a atividade, maior é o retorno, tanto para o aluno quanto para o professor.
Vídeo musical com o Pererê, personagem de Ziraldo.
O Pererê foi publicado primeiramente em cartuns em 1959 nas páginas da revista brasileira O Cruzeiro. Seus personagens foram criados pelo cartunista Ziraldo em 1958. A revista explodiu na década de 1960; foi publicada mensalmente de outubro de 1960 a abril de 1964. A tiragem, em média, foi de 120 mil exemplares. Segundo o próprio Ziraldo em sua autobiografia, "o Pererê, no dizer de Moacy Cirne, era um dos símbolos da época. Um tempo em que se acreditava que, pelas idéias, poderíamos mudar nossa história". Hoje as histórias do Pererê fazem parte da memória de muitos adultos,
tendo marcado uma fase na história deste tipo de publicações no Brasil.
Após o enorme sucesso de "A Turma do Xaxado: Lendas e Mistérios volume 1", a turminha está novamente envolta em mistérios fantásticos com os personagens do folclore brasileiro que já fazem parte da imaginação do nosso povo. São histórias transmitidas de pai para filho há várias gerações, contadas através do talento mágico de Antonio Cedraz.
O folclore brasileiro é recheado de figuras incríveis, com suas histórias maravilhosas e poderes mágicos, e que são tão fantásticas quanto as fadas, os duendes, magos, bruxas, sereias, dragões e elfos das culturas de outros países. As personagens aqui apresentadas são baseadas em entidades do folclore, são parte desta nossa cultura brasileira, tão desconhecida de muitos de nós.
No álbum, Lendas e Mistérios volume 2, Xaxado e sua turma contracena com a Comadre Florzinha, Lobisomem, Homem do Saco (Papa-Figo), Boitatá, Cabeça de Cuia, Iara e Anão dos Trilhos.
Na ocasião será lançado também o livro Crie a História. Neste livro o leitor vai encontrar histórias com os "balões" em branco para que cada um escreva a sua história do jeito que quiser, do jeito que a imaginação mandar.
O lançamento de Lendas e Mistérios vol.2 e Crie a História
Gabriel e Andressa são estudantes do primário que, apesar de frequentarem as aulas na mesma sala, são inimigos declarados.
O que deveria ser uma tranquila tarde de Festa Junina, se torna uma jornada cheia de aventura quando os dois desencadeiam um acidente mágico, que os coloca numa busca para quebrar a maldição lançada sobre seus pais e todos os presentes no evento.
Em Anarriê (104 páginas, R$ 29,90), o autor Michel Borges e seus colaboradores mostram as belezas de diversos lugares e costumes do nosso país, em busca de um objeto indígena mágico.
A obra, realizada com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural - ProAC 2009, é um lançamento da editora HQM e já está à venda nas livrarias e lojas especializadas.
No blog Alfabetizando com Mônica e Turma há várias Hqs para download com histórias envolvendo personagens do folclore brasileiro. Para conferir, clique aqui!
Salomão Ventura - O Caçador de Lendas é uma HQ de terror sobre o folclore nacional. Em sua primeira edição, mostra a versão "original" do Saci, ou seja, uma criatura amargurada, vingativa, criada do ódio e rancor - conforme relatos colhidos pelo folclorista Luis da Câmara Cascudo em seu livro Geografia dos Mitos Brasileiros.
O autor, Giorgio Galli, foi o vencedor do concurso da Oi Quadrinhos sobre HQs do gênero terror. Entre os futuros projetos de Giorgio, está lançar o personagem numa versão impressa.
Encontrei uns quadrinhos bem legais, com lendas e personagens do folclore brasileiro que podem ser utilizados na sala de aula. São curtos. Há também algumas atividades e textos. Eu montei tudo em um documento do word. Vou levar para a escola, impresso, e deixar aqui no site para reprodução.
Amigos, eu consegui uma das revistas que faltavam para a minha coleção VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA, que era publicada pela Globo. Está nas bancas, ao preço de 1,99. Como Agosto é mês do folclore, acredito que a Globo tenha se antecipado à Panini e colocado o encalhe nas bancas, para aproveitar a ocasião.
Disputas entre editoras a parte, confiram na banca de jornal mais próxima. É um excelente material para os professores do Fundamental I, além de trazer muitas atividades.
Eu adoro esta coleção, que tem sido publicada com o nome de SAIBA MAIS, TURMA DA MÔNICA. Só tem material bom e que pode ser utilizado para dar boas aulas, em ciências, história, geografia, literatura, etc.
Tivemos nossa II Festa do Folclore, na Escola Municipal Judith Lintz Guedes Machado. Como no ano passado, nossos alunos trabalharam muito para conseguir algum dinheiro poder ampliar e atualizar o acervo da nossa Gibiteca (completar coleções, coisa do tipo). Este ano fizemos uma rifa (idéia de nossos alunos voluntários) de uma linda cesta de chocolates.
Foi um sucesso! Vendemos muitas rifas. Com o dinheiro já compramos 40 HQs (usadas) e ainda sobrou cinquenta reais para mais compras. Nossos alunos voluntários estão mostrando muita garra e muita criatividade para ajudar a fazer nossa gibiteca cada vez melhor. O sorteio da rifa foi hoje pela manhã e o número sorteado foi 199. A feliz vencedora foi Mariana, filha da professora do segundo ano do fundamental, Sheyla Costa.