quarta-feira, 10 de julho de 2013
O Homem de Aço – Desvendando o lendário mundo do Superman, da Panini
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Pesquisadora autografa livro sobre cinema e quadrinhos
terça-feira, 31 de julho de 2012
Sucesso no cinema, "Os Vingadores" deve virar série de TV
Os detentores dos direitos da saga estão em negociações com a emissora norte-americana ABC, que também pertence ao grupo Disney, para fazer uma série dramática baseada na famosa série em quadrinhos.
O projeto ainda está nas conversas iniciais, explorando novas possibilidades narrativas para os heróis. Uma delas é que o programa seja policial.
Uma nova série protagonizada pelo personagem Hulk também vem sendo desenvolvido para a televisão, sob supervisão de Guillermo Del Toro. O plano é que a série vá ao ar no fim de 2013.
O longa "Os Vingadores", lançado no primeiro semestre, alcançou o terceiro lugar na lista das maiores bilheterias da história, atrás apenas de "Avatar" (2009) e "Titanic" (1996).
quinta-feira, 15 de março de 2012
Warner quer tirar o mágico Mandrake do papel
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
MAIS UM TRAILLER DOS VINGADORES!!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
terça-feira, 10 de julho de 2007
Cinema, hqs e narrativa seqüencial
O texto a seguir foi escrito pelo prof. Arthur Soffiat, que participou do I Seminário sobre quadrinhos, leitura e ensino e que é um grande colaborador do nosso projeto. O texto fala sobre a narrativa através da comparação entre quadrinhos e cinema.A legenda no cinema e nos quadrinhos
Em se tratando dos quadrinhos, outra arte seqüencial, dificilmente a legenda pode ser dispensada. Existem criadores que se afinam com o cinema mudo e apelam mais para a imagem. Pinduca (no original Henri) é um destes casos. Ele foi criado por Carl Anderson em 1932 e prosseguido por John Liney, quando da morte do pai do personagem, em 1942. Pinduca jamais abre a boca para falar. A imagem é que fala em cenas inusitadas e cômicas. Outro é Reizinho (The Little King), criado por Otto Soglow em 1934. Ele se movimenta muito, mas nunca pronuncia palavras. Ambos eram publicados em uma página semanal ou em tiras.Em outros personagens de quadrinhos, a legenda aparece como narrativa indireta e na parte inferior dos quadros, como no cinema. Angelo Agostini, considerado um dos primeiros quadrinistas do mundo, legendava suas histórias desta forma. Também Harold Foster vale-se deste recurso em Príncipe Valente (Prince Valiant), que apareceu em 1937. Talvez, a narração indireta visasse proteger o belíssimo traço de manchas provocadas pelos balões e onomatopéias. Foster é um clássico e um quadrinista conservador em sua estética.
O leitor de quadrinhos tem uma grande vantagem sobre o espectador de filmes. Nos quadrinhos, mesmo a contaminação do balão e da onomatopéia permite apreciar o desenho, já que este não se movimenta. Quem se move são os olhos do leitor. O tempo de leitura deles é escolhido pelo leitor, que pode ser rápido ou lento, inclusive lendo-os por parte em dias seguidos. No cinema, o filme é que corre ante os olhos do espectador, numa duração não estabelecida por ele, mas pela edição. A fita e o DVD permitiram a libertação do espectador em relação ao filme. Os novos recursos tecnológicos possibilitam rodar o filme em câmara lenta, fazê-lo avançar quadro a quadro, acelerar o seu ritmo e até paralisar um fotograma para examiná-lo com detalhe. É possível, inclusive, suspender a apresentação para o momento desejado.



