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segunda-feira, 18 de julho de 2022

ESTUDANTES FAZEM MANGÁ SOBRE TRATAMENTO E CONSUMO CONSCIENTE DA ÁGUA

Estudantes do 6º ano da Escola Estadual Jairo da Silva Rocha, zona leste de Manaus, produziram mangá (história em quadrinhos em estilo japonês), a partir do projeto “O mangá na educação ambiental: uso sustentável da água”, apoiado pelo Governo do Estado, via Programa Ciência na Escola (PCE) – edital Nº 004/2021, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). O PCE é um programa criado pela Fapeam, desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto e Secretaria Municipal de Educação (Semed-Manaus), que apoia projetos de pesquisa em âmbito da educação básica.

Intitulado com o nome “A Última Gota”, o mangá produzido em dez páginas foi disponibilizado em versões impressas para os alunos de duas turmas do 6º ano da escola, alcançando aproximadamente 100 estudantes. De acordo com a coordenadora, professora de Biologia Anna Carla Paixão, a história explica na forma de desenho como funciona o tratamento de água, formas de economizar o consumo e a importância do recurso natural para a vida humana e animal e do planeta.

Texto adaptado. Consulte o original clicando aqui!


sábado, 23 de abril de 2022

QUADRINHOS QUE INFORMAM SOBRE A DOENÇA DE CHAGAS

O dia 14 de abril foi oficialmente instituído como dia mundial de combate à doença de Chagas durante a 72ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada em 2019. Desde então, várias instituições nacionais e internacionais trabalharam ainda com mais afinco na conscientização da população para o combate dessa doença que ainda é pouco conhecida.


Segundo a organização Médicos Sem Fronteira (MSF),  afeta de 6 a 7 milhões de pessoas em todo o mundo, e, aproximadamente, 10 mil mortes serão causadas por enfermidades que estão relacionadas a Chagas todos os anos. Na América Latina, a patologia é endêmica nos 21 países, colocando 75 milhões de pessoas da região sob risco de infecção.

 

Para informar a população dos riscos da doença a FIOCRUZ  produziu a HQ Triatomíneos - transmissores da doença de Chagas, desenvolvida pela equipe do Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), cuja distribuição é gratuita. A cartilha pode ser acessada gratuitamente clicando aqui!


Na mesma direção, a MSF, em parceria com o Instituto Mauricio de Sousa lançou uma HQ da Turma da Mônica, direcionada ao público infantil. A publicação também conta com o apoio da Fiocruz e da Iniciativa Medicamentos para Doenças (DNDi) e pode ser acessada gratuitamente, clicando aqui

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

HQ CONTA A HISTÓRIA DA CIÊNCIA E FALA SOBRE RACISMO


Foi lança uma  nova HQ, disponível gratuitamente online, que fala sobre a história das ciências e o racismo. Com roteiro de João Vitor de Lima e arte de Lucas Hass, estudantes do Ensino Médio, e lançada durante o  Simpósio Nacional de Ensino de Física (SNEF), "ESPAÇOS" conta a história de mulheres negras norte-americanas que tiveram um papel fundamental na corrida espacial. A narrativa aborda ainda a forte segregação racial nos Estados Unidos do século passado e a guerra fria.

Você pode ler a HQ, clicando aqui!


terça-feira, 4 de maio de 2021

REVISTA EM QUADRINHOS TRAZ AS MULHERES NEGRAS NAS CIÊNCIAS


O pesquisador e pedagogo Carlos Antônio Teixeira, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, é o criador das histórias em quadrinhos (HQs) ‘Entrevistas Além do Tempo‘ e ‘Meninas e Mulheres na Ciência‘ que trazem o protagonismo negro e feminino na ciência nacional. O objetivo dessas publicações é promover o interesse de estudantes pela ciência e destacar a importância da contribuição de cientistas negros para a área. 

Esses quadrinhos, também, estimulam a discussão sobre questões de raça e gênero no cenário científico brasileiro e norte-americano, já que a pesquisa contou com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e do Consulado dos Estados Unidos.

Na primeira HQ, ‘Entrevistas Além do Tempo’, os protagonistas são estudantes que  encontram figuras históricas como Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson, as três matemáticas negras da Nasa que contribuíram para o sucesso das primeiras viagens espaciais.

Já a HQ  ‘Meninas e Mulheres na Ciência’, a personagem principal é uma garota negra que sonha em ser cientista. No decorrer de suas páginas, a história traz aspectos sociais e culturais da sociedade brasileira. A missão da personagem é discutir com seus colegas a presença feminina na ciência nacional, citando nomes como o de Enedina Alves Marques, primeira mulher negra a se formar engenheira civil no País.

Os quadrinhos poder ser lidos clicando aqui e aqui.


* Texto adaptado. Confira a versão original clicando aqui!



sábado, 6 de junho de 2020

ESCOLAS DOS ENSINOS FUNDAMENTAL E MÉDIO TERÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM QUADRINHOS


Por: Felipe Lucena

Foi lançado nesta sexta-feira, 5/6, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, o e-book Falando de Meio Ambiente em Quadrinhos que reúne 21 histórias criadas e ilustradas por alunos da graduação de Engenharia Ambiental da Universidade Veiga de Almeida (UVA). O material traz conceitos de ecologia e sustentabilidade de forma didática e criativa para ser usado como ferramenta de educação ambiental por professores dos ensinos fundamental e médio.

A organização do conteúdo teve a curadoria da professora da disciplina Ecologia e Sustentabilidade, Viviane Japiassú. Ela reuniu o material, inseriu as informações conceituais e distribuiu as tirinhas em três capítulos: sucessão ecológica e produção primária; indivíduos, população e comunidades; espécies exóticas nativas e endêmicas.
Além de adotar a linguagem dos quadrinhos, que conversa diretamente com o público jovem e adolescentes, no fim de cada capítulo o e-book traz um jogo de palavras-cruzadas e um quiz.

“Esse conteúdo adicional é um incentivo para interação uma vez que a proposta é que sejam realizados desafios on-line entre os estudantes. Isso é muito positivo nesse cenário de isolamento social ocasionado pelo novo coronavírus”, destaca Viviane.

A professora avalia que a pandemia da covid-19, além de todos os impactos socioeconômicos, também provocou questionamentos sobre a forma como lidamos com o planeta.

“Não existe economia sem os recursos naturais e pessoas. Por isso, é preciso pensar nos próximos passos para nos adaptarmos à nova realidade. E a educação ambiental é uma importante aliada na construção de seres conscientes e engajados”, conclui.

O e-book Falando de Meio Ambiente em Quadrinhos já é resultado do novo modelo pedagógico UVA Maker, implantado no começo deste ano pela instituição de ensino, cujo objetivo é que o aluno se transforme em protagonista do processo de aprendizagem, através de ações atreladas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. O e-book será distribuído para as Coordenadorias Gerais de Educação do Munícipio (CREs) e também estará disponível para o download no site da universidade. Para acessar basta se cadastrar no site.

Postado originalmente no Diário do Rio.Com

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

PROFESSORES DA AMAZÔNIA INOVAM E ENSINAM CIÊNCIAS POR MEIO DOS QUADRINHOS


Ao falarmos sobre histórias em quadrinhos, lembramos daquelas fantásticas e divertidas trazidas pelos gibis. Mas já imaginou ser informado e aprender ciência por meio delas? É o que o professor da Universidade Federal do Pará Bruno Spacek Godoy, em parceria com o cientista Luciano Lopes Queiroz, começou a fazer. O primeiro quadrinho de nome “Ciclos” foi publicado este mês e já está disponível, em inglês e português, no site do cientista.

Foi por meio das tirinhas que os autores acharam uma forma de inovar na propagação das informações cientificas que têm sido produzidas diariamente no ambiente acadêmico e não são de conhecimento da comunidade externa. “Produzir os quadrinhos possibilitou uma reflexão do nosso grupo de trabalho,para a simplificação de nossas ideias. Para conseguirmos colocar o conteúdo no formato de quadrinho, é necessário que as informações sejam simples e claras, sem linguajar científico ou técnico. Isso nos ajuda muito, pois permite um momento para entendermos bem o que estamos fazendo”, ressalta Bruno Godoy.


Por se tratar de uma história em quadrinhos, que facilita o aprendizado por meio do desenho, o conteúdo alcança leitores de todas as idades e leva o conhecimento científico até quem não era alcançado anteriormente. “Eu vejo essa expansão com bons olhos, pois, no Brasil, o trabalho de fazer ciência é visto como algo distante da realidade. Podemos mostrar ao grande público que ciência é algo simples, ao mesmo tempo que pode ser divertido aprender e construir conhecimentos”, explica Bruno Godoy.

Quadrinhos
O quadrinho intitulado “Ciclos” está disponível, em português e inglês, no site do cientista Luciano Queiroz. O roteiro das tirinhas de “Ciclos” foi criado por Luciano Lopes Queiroz e a ilustração, por Marco Merlin, que viram na forma que os quadrinhos são compartilhados uma boa alternativa para a divulgação científica. “As pessoas adoram o formato de tirinhas e ainda compartilham, marcam amigos e comentam”, lembra Luciano Queiroz.

E mesmo com pouco tempo da divulgação inicial, a inicitiva já tem repercurtido por todo o país, o que anima a equipe a continuar trabalhando neste tipo de divulgação. “No mesmo dia em que publicamos o quadrinho, vários conhecidos vieram parabenizar e comentar o material. Toda essa visualização nos fortaleceu para continuarmos e elaborarmos mais conteúdo nesse sentido”, comenta o professor da UFPA.

Sobre a pesquisa
O estudo de Bruno Godoy, professor do Instituto Amazônico de Agriculturas Familiares, objetiva entender como ocorrer a colonização de riachos por insetos aquáticos. Ele foi realizado por meio do financiamento da UFPA pelo Programa de Apoio à Publicação Qualificada (PAPQ), que busca fomentar a publicação de artigos científicos de autoria de docentes, técnicos e discentes dos Programas de Pós-Graduação, em revistas estrangeiras.

Para ter acesso ao artigo completo, escrito por Bruno Spacek Godoy, Luciano Lopes Queiroz, Sara Lodi, Jhonathan Diego Nascimento de Jesus e Leandro Gonçalves Oliveira, clique aqui.

Publicado originalmente no Portal Amazônia

quinta-feira, 24 de março de 2016

História em quadrinhos desvenda a física quântica para todas as idades

Entender a física quântica através de uma história em quadrinhos é o desafio que o físico e professor Thibault Damour e o desenhista Mathieu Burniat enfrentaram ao criar Le Mystère du Monde Quântique (“O Mistério do Mundo Quântico”).
Colaboração de Tatiana Marotta
Publicada pelas edições Dargaud (ainda não disponível em português), o livro é resultado de uma vontade pessoal de Thibault Damour, físico e professor no Instituto Francês dos Altos Estudos Científicos, que existia desde 1989: popularizar a física quântica, uma ciência mal conhecida pelo mundo, mas que, segundo ele, “é a base de tudo o que nos cerca”.
“Se olharmos a luz do sol, sua origem vem da física quântica. Se olharmos o interior do nosso smartphone, ele também vem da física quântica”, afirma Damour. Com a ajuda indispensável do desenhista Mathieu Burniat que, além da parte gráfica, ajudou a escrever o roteiro, Le Mystère du Monde Quântique representa “uma nova maneira de expressar o mundo quântico” através de uma revista em quadrinhos.
“O formato não foi escolhido por acaso, pois “apresenta uma vantagem enorme em comparação com um livro normal, no sentido de que se pode utilizar as possibilidades gráficas de superposição de cores para explicar o que é a física quântica”, conta o autor.
Física quântica através um sonho onírico
As equações matemáticas são a razão por que Bob, o protagonista da história, nunca entendeu nada sobre física. Detetive, naturalmente curioso, sempre à procura de um novo mistério a ser resolvido, Bob foi pensado à imagem daquele tipo de gente que não tem afinidade particular com teorias científicas. “Ele é um novato na disciplina. O leitor pode confiar nele, pois ele sempre vai dizer ao cientista que não entendeu nada do que foi falado”, explica Thibault Damour.
A curiosidade leva o protagonista a uma missão especial à lua, junto ao seu cachorro Rick, em busca de um objeto não identificado que foi visto dentro do satélite natural. O que eles não previram foi a queda súbita de um meteorito, que acabou quebrando o capacete do Rick. O cachorro acaba morrendo.
Leia a postagem original, completa, clicando aqui!

terça-feira, 8 de março de 2016

Revista em quadrinhos de estudantes da Uespi auxilia estudantes da rede pública

O ensino de química para alunos da rede estadual de ensino público tornou-se mais divertido. Isso porque a partir de 2015 o PET- Programa de Educação Tutorial do curso de Química – do campus Poeta Torquato Neto, passou a usar histórias em quadrinhos como meio didático para facilitar a compreensão da disciplina, considerada por muitos como uma das mais difíceis do ensino médio. O projeto, coordenado até então pelo pró-reitor da Prop, Geraldo Eduardo da Luz, já lançou três edições.
O PET foi implantado no curso de química em 2010 e funciona fisicamente no Laboratório de Metodologias de Ensino (Lamec), do CCN Uespi. O programa é responsável pela implantação de novas praticas no ensino como jogos educativos, experimentos, kits experimentais de baixo custo para o ensino de química, análise de livros didáticos de forma a orientar melhor os professores de educação básica na elaboração e planejamento das aulas.
A mais recente das alternativas propostas pelo programa foi a revista “Mundo dos Elementos”, em forma de quadrinhos. Segundo o pró-reitor Geraldo Eduardo, que é docente do curso de Química, os próprios alunos são os responsáveis tanto pelo roteiro quanto pelos desenhos, além de jogos e outras interações também presentes nas edições. A primeira edição abordou a tabela periódica, a segunda teve como foco a utilização de vidrarias de laboratório, e a terceira aborda questões gerais, tais como funções inorgânicas, sais, bases, cálculo estequiométrico e outros assuntos.
“Já colhemos resultados, eles estão inseridos numa dissertação de mestrado de um aluno de pós-graduação em química da UFPI. Ele tem mostrado que as revistas em quadrinhos aumentam a atenção dos alunos e o desejo deles por aprender química. Por ser uma atividade também lúdica, tem uma história e todo o enredo que os envolve, e durante esse processo eles vão aprendendo a química”, relata Geraldo. De acordo com o pró-reitor, além da história a revista também contém cruzadas, questionários, indicações de pesquisas, sites, livros, revistas, para que o aluno conheça mais a respeito do tópico que está sendo abordado dentro da edição.
Para o graduado João Ferreira da Cruz Filho, a experiência foi significativa: “Pra mim foi gratificante porque aprendi a fazer a produção das revistas, a como converter o assunto em química para dentro da metodologia, e a como fazer a interdisciplinaridade da revista com o assunto de química pra apresentar em sala de aula”, relata. Segundo ele o fato de levar o assunto desta forma facilita o aprendizado: “Isso virtualiza o processo, a revista em quadrinhos torna mais elucidativa pra eles os assuntos, que são muito abstratos, e como é uma leitura mais descontraída, o assunto de química fica impregnado como uma interpretação”, finaliza.
Acesse aqui e conheça a revista “Mundo dos Elementos”.
Bolsa de Produtividade
O pró-reitor Geraldo Eduardo da Luz coordena o PET desde 2010, mas terá que se afastar agora em 2016 em virtude da aprovação de uma bolsa de produtividade do CNPq. Segundo o pró-reitor, já está em vigor o edital para que outro professor de Química do curso possa substituí-lo e passar pela experiência como coordenador do projeto.
A bolsa aprovada é uma espécie de reconhecimento do CNPq pela produção acadêmica dos pesquisadores, o foco principal é a produção científica, mas leva-se em consideração também a contribuição administrativa para a ciência. “O pesquisador, ao aprovar a bolsa, torna-se um consultor do CNPq, e institucionalmente isso é importante porque a grande maioria dos comitês de área do CNPq exige que nas propostas de submissão de novos cursos de mestrado ou doutorado existam pelo menos dois bolsistas de produtividade compondo o corpo docente do programa”, pontua.
Ainda de acordo com o pró-reitor, na área da Química são necessários pelo menos dois bolsistas para que o curso possa pleitear um mestrado ou doutorado. “Além disso há faixas específicas de editais no CNPq que só esses bolsistas podem concorrer, o que aumenta a capacidade da universidade de por meio dos seus pesquisadores captar recursos para o desenvolvimento científico e tecnológico”, finaliza.
Publicado originalmente no Portal do Governo do Estado do Piauí

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

A TURMA DA MÔNICA: ÁGUA BOA PARA BEBER

Dica para professores que querem trabalhar com o tema da água nas suas aulas. O sirte do Ministério Pùblico do Paraná tem, disponível, em pdf, para donwload a HQ " Água boa para beber", da Turma da Mônica. Para baixar a revista, basta clicar aqui!

sábado, 17 de janeiro de 2015

Quadrinhos contra o Ebola

O artista moçambicano Justino Cardoso, 54 anos, lançou em agosto do ano passado uma polêmica obra em quadrinhos sobre os perigos epidêmicos do ebola.

O lançamento foi em conjunto com uma exposição no Museu Nacional de Etnologia de Nampula, região norte de Moçambique, no dia 06 de agosto de 2014 com encerramento no dia 06 de setembro do mesmo ano. Nampula está numa região com grande movimentação de imigrantes, principalmente de lugares afetados pelo ebola.

A história em quadrinhos "O Sorriso do Ebola" ironiza a doença e sua mortandade, alertando seus leitores sobre os verdadeiros riscos de surto epidêmico. Seu objetivo é a conscientização das populações tanto locais quanto vindas das regiões mais afetadas do continente. Material publicado no país, mas ainda não aproveitado pelos países vizinhos.

O artista já havia participado de outro lançamento de livro, "Macuas de Moçambique", e ministrado um curso, em comunhão com a UNESCO, de artes gráficas, desenho e escultura na instituição, e viu oportuno fazer uma narrativa informativa de alerta às populações na região. O Ebola voltou enquanto surto no começo de 2014 e ainda é uma doença ameaçadora no continente africano, aproximando-se de 9 mortes em 21 mil casos registrados até recentemente. A Organização Mundial de Saúde, no dia 14 de janeiro deste ano, registrou queda na mortalidade, apesar de que a crise do Ebola deve durar até final de 2015.

Se a taxa de tratamento e hospitalização continuar na faixa de 85%, o desfecho da epidemia poderá ocorrer em junho de 2015, segundo o pesquisador John Drake, da Escola de Ecologia Odum da Universidade da Geórgia.
 
PUBLICADO NO QUADRO A QUADRO

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Mangá cheio de química


Paixões adolescentes, intrigas de um colégio interno e química, em todos os sentidos. A mistura inusitada foi proposta por um projeto da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e transformada no mangá Sigma Pi, história em quadrinhos ao estilo oriental que explora as confusões da rotina de um colégio interno a partir da ciência. O resultado final é uma série que mostra de maneira simples e divertida como a química está presente nas mais diferentes situações do dia a dia.

A trama, que já está na sétima edição, é de autoria da química Adriana Yumi, da UFSCar, que teve a ideia de misturar suas duas paixões: química e quadrinhos. “Sempre fui fã de quadrinhos, como a Turma da Mônica, e de mangás, e comecei a desenhar e escrever o Sigma Pi em 2009, quando ainda estava cursando a graduação em química”, lembra. “Acho que essa é uma ótima forma de despertar o interesse de adolescentes e do público em geral pela química e pelas ciências exatas.”

As histórias são destinadas principalmente ao público infanto-juvenil e envolvem as rotinas de cinco personagens que estudam juntos em um colégio interno.

“Branca, a protagonista, vai estudar nessa escola, onde todos devem se filiar a algum clube, e ela acaba obrigada a entrar no clube de química, o Sigma Pi”, conta. “Apesar da resistência inicial, ela acaba gostando da experiência e conhecendo novos amigos e percebe que a química está em todos os lugares e pode ser muito interessante”, conta Yumi.  

Química do dia a dia

Além de desentendimentos, romances, comédia e outros ingredientes que têm tudo para despertar o interesse do público, a autora aborda temas como átomos, os três estados da matéria, ácidos, bases.
A autora, que atualmente escreve o oitavo número do mangá, pretende concluir a trama em vinte edições.
 
“Por exemplo, em um ponto da história, as personagens não podem entrar no laboratório do clube, então decidem fazer um experimento com elementos do cotidiano, fora do laboratório, para distinguir ácidos de bases”, destaca Yumi. “Eles mostram que, se fizermos um suco de repolho roxo, que serve como um indicador de acidez, e adicionarmos vinagre, a mistura fica rosa, indicando que o vinagre é ácido. Se colocarmos sabão em pó, fica verde, pois o sabão é uma base.”

A autora, que atualmente escreve o oitavo número do mangá, pretende concluir a trama em vinte edições. Cada revista custa de 4 a 6 reais, mas todas elas também estão disponíveis para leitura on-line. “Apesar dos gastos que tenho com a série, vale a pena porque, além de ser um meio de entretenimento, é uma forma de divulgar a química”, ressalta. “E o trabalho também é muito importante para mim, pois evoluí bastante como escritora desde a primeira edição.”

PIsabelle Carvalho
Retirado do Ciência Hoje On-line

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Secretaria de Saúde usará histórias em quadrinhos para orientar crianças sobre alimentação saudável

A Secretaria de Saúde de Chapadão do Sul está promovendo uma ação de orientação sobre a importância de se consumir alimentos saudáveis. A campanha é desenvolvida pelo Departamento de Vigilância Sanitária e Coordenação de Atenção Básica de Saúde e usará histórias em quadrinhos para atrair a atenção das crianças.

O trabalho de orientação será integrado com profissionais de saúde. As Fonoaudiólogas irão utilizar os livros da Turma da Mônica,“ Alimentos Saudáveis ”, com as  crianças no desenvolvimento da  linguagem oral e escrita.

São historinhas divertidas sobre a importância dos alimentos para saúde, dicas básicas de prevenção, como lavar as mãos, lavar as frutas, verduras e legumes, cuidados com a data  de validade dos produtos, conservação dos alimentos, entre outras. 

Desta forma, a Secretaria de Saúde acredita que as crianças estarão aprendendo sobre cuidados com a saúde e melhorando a leitura e escrita.

Retirado do Correio News

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Cartilha Digital - Turma do Gabi e Capitão D Combatendo a Dengue


O cartunista Moacir Torres e a Escritora Cybele Meyer desenvolveram uma nova Cartilha Digital com a Turma do Gabi, e dessa vez o tema é “Dengue”. A turma dessa vez conta com a ajuda do Capitão D, novo Super-Herói criado por Torres, e que da uma tremenda força para o Gabi e sua turminha na limpeza e eliminando os focos que se tornam criadouros do Mosquito que transmite a doença da Dengue. Essa cartilha está disponível clicando aqui!

sexta-feira, 8 de março de 2013

Dica: Guia Mangá

A série Guia Mangá explica as principais matérias científicas e técnicas usando quadrinhos em estilo japonês. Cada guia é escrito por um cientista ou matemático com amplo conhecimento na área e é ilustrado por um profissional em mangá, garantindo a autenticidade e a exatidão que os leitores procuram. Os títulos que podem ser de seu interesse são:


Guia Mangá Álgebra Linear
Shin Takahashi
Ano: 2012
Páginas: 264
Kenji Ishikawa
Ano: 2012
Páginas: 256

Guia Mangá de Biologia Molecular
Masaharu Takemura e Becom Co. Ltd.
Ano: 2010
Páginas: 240

Guia Mangá de Cálculo Diferencial e Integral
Hiroyuki Kojima e Becom Co. Ltd.
Ano: 2010
Páginas: 256
Guia Mangá de Física Mecânica Clássica
Hideo Nitta e Trend-Pro Co. Ltd.
Ano: 2010
Páginas: 248


Guia Mangá de Estatística
Shin Takahashi e Trend Pro Co. Ltd.
Ano: 2010
Páginas: 224

Guia Mangá de Eletricidade
Kazuhiro Fujitaki e Trend Pro Co. Ltd.
Ano: 2010
Páginas: 224

Guia Mangá de Bancos de Dados
Mana Takahashi Trend-Pro Co. Ltd
Ano: 2009
Páginas: 224


Masaharu Takemura
Ano: 2012
Páginas: 272
Guia Mangá Relatividade
Masafumi Yamamoto Trend-Pro Co. Ltd
Ano: 2011
Páginas: 192



quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Histórias em quadrinhos ajudam no tratamento de distúrbios do sono em crianças


O objetivo do estudo foi evitar o agravamento desses problemas, além de trazer o reconhecimento de que roncar não é normal.



Um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) utilizou histórias em quadrinhos para ajudar crianças em idade de pré-alfabetização a identificarem a presença de distúrbios do sono nelas mesmas ou em membros de suas famílias. Os desenhos ajudam no reconhecimento do ronco, insônia, síndrome da apneia obstrutiva do sono (uma espécie de parada respiratória durante o sono) e síndrome das pernas inquietas.
O objetivo do estudo foi evitar o agravamento desses problemas, além de trazer o reconhecimento de que roncar não é normal e pode significar problemas de saúde mais sérios. Foram submetidas a uma avaliação 548 crianças, com idades entre 6 e 10 anos, estudantes do ensino fundamental em escolas públicas e privadas.
Segundo a autora da pesquisa, Eleida Camargo, doutora em ciências da saúde, foram distribuídos questionários às crianças com questões referentes aos temas de distúrbios do sono. A maioria delas respondeu que acredita que roncar seja algo normal (57,9%) e apenas 39,6% reconheceram que o ronco possa representar sintoma de alguma doença.
Após a leitura das histórias em quadrinhos, que trazem esclarecimentos sobre os temas ligados aos distúrbios do sono de forma lúdica, o percentual de alunos que avaliaram o ronco como algo normal caiu para 37,3%. A maioria das crianças (61,4%) passou a identificar o ronco como um sintoma. Outro dado interessante da pesquisa foi a percepção de que o ronco é visto principalmente como um incômodo social. “A gente percebe que o hábito do ronco acaba sendo considerado negativo mais pelos seus aspectos culturais do que pelo reconhecimento de que pode ser uma doença”, disse.
O foco na faixa etária infantil, explica a pesquisadora, foi importante porque as crianças representam o futuro, além de terem papel fundamental ao despertar a atenção dos pais. “A população pediátrica é interessante porque ela é multiplicadora, as crianças são muito comunicativas, chegam em casa e falam para os pais. Estamos trabalhando preventivamente com uma geração, que vai se tornar adulta. Esse conhecimento vai se perpetuar ao longo do tempo”, explica.
O diagnóstico dessas doenças de maneira precoce, disse Eleida, torna seus tratamentos mais eficazes. O ronco primário infantil, por exemplo, quando não tratado, pode desencadear a apineia obstrutiva. “A longo prazo, quem tem essa apineia obstrutiva do sono está muito mais sujeito a ter problemas cardiovasculares ao despertar. Inclusive o AVC [Acidente Vascular Cerebral] chega a ser 40% mais propenso em homens adultos”.
Existem, além disso, casos de pacientes que se tratam durante anos contra a insônia, com medicação muitas vezes prejudicial, mas descobrem que o verdadeiro problema que possuem é a síndrome das pernas inquietas. De acordo com a pesquisadora, a insônia pode ser apenas uma consequência dessa síndrome, que se caracteriza pela necessidade de movimentação das pernas quando a pessoa entra em estado de relaxamento.
“Ela vai se deitar e começa a sentir formigamento na perna, que só melhora quando a movimenta. Então, a pessoa está com muito sono, mas começa a sentir aquilo. Ela começa a mover as pernas, o sono passa e ela vai dormir só de madrugada”, explica.
A síndrome das pernas inquietas tem difícil diagnóstico, muitas vezes em razão do próprio desconhecimento dos médicos. Entre as crianças, a detecção do problema é ainda mais complexo, uma vez que elas apresentam sintomas diferentes dos adultos. Eleida explica que os pacientes infantis conseguem superar o formigamento no momento de dormir, mas, ao acordar, o problema se manifesta de forma muito mais intensa. “Quando a criança está na escola, não consegue ficar parada e é diagnosticada equivocadamente com hiperatividade”, disse.
De acordo com a pesquisadora, o tratamento para a síndrome pode ser muito simples, apenas pela reposição de ferro. Por isso, essa doença é mais comum entre mulheres, justamente porque as pacientes femininas perdem ferro por meio da menstruação. Outra causa da síndrome, por sua vez, é o fator hereditário, que pode afetar famílias inteiras, esclarece a pesquisadora.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO CORREIO

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Histórias em quadrinhos: forma criativa de aprender biologia


Estudantes de biologia da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) produzem, semestralmente, o Gibiozine - revista em quadrinhos que viabiliza os conhecimentos acadêmicos de forma divertida. A ideia fez tanto sucesso em São Paulo, que acabou se tornando 


Estudantes de biologia da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) produzem, semestralmente, o Gibiozine - revista em quadrinhos que viabiliza os conhecimentos acadêmicos de forma divertida. A ideia fez tanto sucesso em São Paulo, que acabou se tornando um projeto de extensão e passou a contar com a participação de alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas locais e de colaboradores de outros estados.
O professor Hylio Lagana, motivador do projeto, afirmou que tudo começou de maneira despretensiosa: em um dia de aula, como outro qualquer, em que realizou um exercício para que os estudantes procurassem, recortassem, copiassem e colassem imagens e textos que explicassem os conceitos da biologia.
"Foi uma maneira divertida de divulgar os conteúdos científicos praticados pelos estudantes, tirando o rigor conceitual acadêmico, para apresentá-los com uma linguagem de fácil compreensão", explicou Lagana ao portalPorvir.
A ideia evoluiu tanto que, além de tudo, passou a ser indexada com o Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas (ISSN - sigla em inglês), registro que identifica e individualiza as publicações seriadas.
Os primeiros exemplares foram criados em 2007, com o passar do tempo, avançaram na editoração. Atualmente, a revista é produzida com a colaboração de universitários de de regiões como São João Del Rey e Uberlândia, em Minas Gerais, Goiânia e Rio de Janeiro. Os Gibizones podem ser visualizados pelo portal do projeto.
PUBLICADO NO IBAHIA

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Turma da Mônica dá dicas de como se proteger do sol



Mônica e Magali tomam banho de piscina. Cebolinha vê a cena e comenta que a piscina é tão grande que cabe até uma baleia. Até aí, mais uma pirraça de Cebolinha, que não aguenta ver a Mônica sem soltar uma piadinha. Mas essa história que começa com brincadeira fala de cuidados ao sol. A revistinha ensina que é preciso usar protetor solar em todas as partes do corpo expostas ao sol. E diz que os horários mais adequados são antes das 10h da manhã e depois das 16h da tarde. O gibi "A Pele e o Sol" é uma edição especial, feita pela Sociedade Brasileira de Dermatologia - Regional Estado de São Paulo com apoio de Mauricio de Sousa. Os 500 mil exemplares serão distribuídos nas estradas que ligam São Paulo ao litoral paulista e nas balsas que ligam as cidades litorâneas do norte e do sul do estado.

PUBLICADO NO BOL NOTÍCIAS

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Projeto Ceará Faz Ciência ganha história em quadrinhos

"Popularizar a Ciência e a Tecnologia no Estado e identificar jovens talentosos, estimulando o seu interesse por essa área". Estes são alguns dos objetivos da primeira edição do Projeto Ceará Faz Ciência, uma realização do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior - Secitece e CNPq/MCTI.

O projeto se deu de forma itinerante, com uma seleção de 100 trabalhos científicos de estudantes do ensino fundamental, ensino médio e técnico. 

Os trabalhos selecionados foram expostos em Feiras e Mostras Científicas nos meses de maio e junho de 2012, em quatro regiões do estado do Ceará: Litoral Leste, Região Norte, Cariri e Inhamuns. Nas quatro regiões, os melhores trabalhos recebem bolsas de Iniciação Científica Júnior e participam da exposição Ceará Faz Ciência, a ser realizada em outubro, em Fortaleza, por ocasião da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. 

Em complemento às ações do projeto, foi produzida uma história em quadrinhos com roteiro de Zé Wellington, desenhos de Paulo Fernando e cores de Alef Carloto. A HQ se passa em uma sala de aula, onde um apaixonado professor mostra aos seus alunos como as ciências podem ser encontradas em todos os aspectos das suas vidas.

POSTADO ORIGINALMENTE NO UNIVERSO HQ

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Prof. Pardal: 60 anos de invenções e invencionices


O inventor mais famoso do mundo não vive no mundo real. Morador da fictícia cidade de Patópolis, ele foi criado pelo quadrinhista Carl Barks e se tornou um dos mais conhecidos e queridos personagens da galeria Disney.
A partir de sua estreia, em maio de 1952, na HQ Gladstone's terrible secret (no Brasil, A sorte do Gastão ou A sorte é para quem tem), não foram necessários muitos anos para o tresloucado Prof. Pardal virar ícone da cultura pop mundial, tornando-se sinônimo de gênio inventivo não apenas na seara científica, mas em outras áreas das atividades humanas - como o esporte e a música -, citado até mesmo por quem jamais o reconheceria se o visse numa revista em quadrinhos.
Sua influência na vida real vai ainda mais além do que emprestar o nome como apelido para pessoas inteligentes. O maior exemplo disso é o inventor norte-americano Dean Kamen, que não só carrega o título de verdadeiro Prof. Pardal, como se inspirou no personagem para criar algumas de suas invenções, como o Segway.
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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Cartilha traz passo a passo da produção agroecológica


Em formato de história em quadrinhos, a novaCartilha do Produtor Rural, lançada peloSebrae em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB), traz o passo a passo de como construir uma unidade de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais). O Pais é um projeto apoiado pelo Sebrae que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida e proporcionar sustentabilidade às populações atendidas.

Inspirada numa comunidade de agricultores, a publicação, escrita em linguagem simples, explica com ilustrações como deve ser feita a escolha do terreno. O material também fala da importância de se atuar em sociedade e cooperativas com outros agricultores para aumentar a renda familiar com a venda dos produtos orgânicos derivados do projeto.

A Cartilha destaca ainda as principais dúvidas que podem surgir no processo de implementação do Pais, entre elas o que fazer com os alimentos da colheita que sobram da refeição familiar.

De acordo com Newman Costa, coordenadora de Projetos Orgânicos, Pais e Horticultura do Sebrae, a nova cartilha vai ser entregue em todos os pontos de atendimento da instituição e nas escolas técnicas. "A ideia é disseminar de forma simples a maneira de construir o Pais dentro de uma pequena comunidade", diz Newman Costa.

O produtor que quiser ter acesso à nova publicação pode procurar um ponto de atendimento do Sebrae.

A publicação também está disponível para download na página da internet: www.sebrae.com.br/setor/horticultura.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO AGROSOFT