quarta-feira, 8 de abril de 2009

Conheça os cursos de quadrinhos nas bibliotecas da prefeitura de São Paulo


Por Sérgio Codespoti

Em abril, a Prefeitura de São Paulo realizará o evento HQ nas Zonas de Sampa. Serão 11 cursos gratuitos de quadrinhos realizados nas bibliotecas da cidade.

Confira abaixo a lista completa dos cursos:

Alexandre Nagado, editor de Mangá Tropical, será o professor do curso de quadrinhos que ocorre na Biblioteca José Paulo Paes (Largo do Rosário, 20, na Penha). As aulas ocorrem às quintas-feiras, de 16 de abril a 16 de julho, das 13h30min às 14h30min. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelos telefones 0XX-11-2295-9624 e 0XX-11-2295-0401.

Edson Pelicer, que também faz trabalho social na Fundação CASA, ministrará o curso da Biblioteca Paulo Setúbal (Avenida Renata, 163, na Vila Formosa), todas as terças-feiras, de 14 de abril a 14 de julho, das 13h30min às 14h30min. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelos telefones 0XX11-6211-1508 e 0XX-11-6211-1507.

Eduardo Mendes, de Garagem Hermética, dará o curso de HQ da Biblioteca Viriato Corrêa (R. Sena Madureira, 298, na Vila Mariana), todas as quartas-feiras, de 15 de abril a 08 de julho, das 14h às 17h. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelos telefones 0XX-11-5573-4017 e 0XX-11-5574-0389.

Mendes também será o professor do curso de quadrinhos que ocorre na Biblioteca Roberto Santos (Rua Cisplatina, 505, no Ipiranga). As aulas ocorrem às segundas-feiras, de 6 de abril a 6 de julho, das 14h às 17h. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelos telefones 0XX-11-2273-2390 e 0XX-11-6163-0901.

O ilustrador Ezê (Antônio Ezequiel de Souza Neto) será o professor do curso da Biblioteca Lenyra Fraccaroli (Praça Haroldo Daltro, 451, na Vila Nova Manchester), todas as terças-feiras, de 14 de abril a 14 de julho, das 13h às 14h. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelo telefone 0XX-11-2295-2295.

O curso da Biblioteca Belmonte (Rua Paulo Eiró, 525, em Santo Amaro) também será ministrado por Ezê. As aulas ocorrem aos sábados, de 18 de abril a 28 de novembro, das 9h às 12h. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelos telefones 0XX-11-5687-0408 e 0XX-11-5691-0433.

Jozz (Jorge Otávio Zugliani), de Circo de Lucca, dará o curso de HQ da Biblioteca Sylvia Orthof (Avenida Tucuruvi, 808, no Tucuruvi), todas as quintas-feiras, de 16 de abril a 16 de julho, das 13h30min às 16h30min. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelos telefones 0XX-11-2081-6264 e 0XX-11-2081-6263.

O curso da Biblioteca Gilberto Freyre (R. José Joaquim, 290, no Sapopemba) também será ministrado por Jozz, e acontecerá todas as terças-feiras, de 14 de abril a 14 de julho, das 9h às 12h. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelo telefone 0XX-11-2143-1811.

Rodrigo Bueno, de Gatipos, será o professor do curso da Biblioteca Érico Veríssimo (Rua Diógenes Dourado, 101, na Parada de Taipas), todas as sextas-feiras, de 03 de abril a 03 de julho, das 13h30min às 16h30min. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelo telefone 0XX-11-3972-0450.

O ilustrador Weberson Santiago, da Folha de S. Paulo, ministrará o curso de HQ da Biblioteca Rubens Borba de Morais (Rua Sampei Sato, 440, em Ermelino Matarazzo), todas as quintas-feiras, de 09 de abril a 16 de julho, das 13h30min às 16h30min. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelo telefone 0XX-11-2943-5255.

Sam Hart (ilustrador da Veja, Folha de S. Paulo e desenhista da HQ inglesa Robin Hood), Eduardo Mendes e Nobu Chinen (pesquisador de quadrinhos da USP e colaborador do UHQ), ministrarão um curso avançado de HQ na Biblioteca Paulo Duarte (Rua Arsênio Tavolieri, 45, no Jabaquara, ao lado da estação Jabaquara do metrô).

O curso de HQ avançada acontecerá todas as quartas-feiras, das 9h às 12h, e começa em 15 de abril indo até 8 de julho. As inscrições podem ser feitas na própria biblioteca ou pelos telefones 0XX-11-5011-7445 e 0XX-11-5011-8819.

A proposta do curso avançado é de aprofundar os conhecimentos adquiridos nos outros cursos do evento HQ nas Zonas de Sampa. Também podem participar pessoas com experiência comprovada de quadrinhos, como aqueles que já fizeram fanzines ou outros cursos da área.

Este curso tem apenas 25 vagas disponíveis e o material sugerido é lápis, canetas pretas, papel sulfite A4 e A3, régua, borracha, apontador, nanquim, pincel e bico de pena.

Além disso, a Prefeitura de São Paulo realizará em 25 de julho o IV Encontro Fanzines nas Zonas de Sampa, que acontecerá na Biblioteca Paulo Duarte (Rua Arsênio Tavolieri, 45, no Jabaquara, ao lado da estação Jabaquara do metrô).

Fonte: Universo HQ

Quadrinhos na escola

Mais sobre quadrinhos na escola. Estou ansiosa aguardando a chegada dos gibis aqui na E.M. Judith Lintz Guedes Machado.

Quadrinhos nas bibliotecas das escolas públicas de todo o país

Histórias em Quadrinhos de consagrados quadrinistas como o Henfil e Ziraldo; e o célebre personagem gaulês Asterix, de Goscinny e Uderzo estarão fazendo parte dos acervos das bibliotecas Escolares de todo o país até o fim de julho deste ano.

Além dos quadrinhos ainda teremos os clássicos nacionais e internacionais como Tia Júlia e o escrivinhador, de Mário Vargas Llosa; Agosto, de Rubem Fonseca; O alienista, de Machado de Assis; Cem anos de solidão, de Gabriel Garcia Márquez; Anarquistas, graças a Deus, de Zélia Gattai; e Crime e castigo, de Fiodor Dostoievski. Livros campeões de vendas, como A menina que roubava livros, de Marcus Suzak; Marley e eu, de John Grogan; O menino do pijama listrado, de John Boyne; e O senhor dos anéis, de J. R. R. Tolkien.


A distribuição dos títulos faz parte do Programa Nacional Biblioteca da Escola, executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Neste ano, todas as escolas da rede pública que oferecem o ensino médio e/ou os anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) receberão novos acervos. No total, são 10,39 milhões de exemplares que beneficiarão mais de 20 milhões de alunos de 52 mil escolas. Os acervos são compostos por livros de variados gêneros, como romances, contos, novelas, biografias, poemas, crônicas, quadrinhos e obras clássicas.


“Até o fim de julho, todas as escolas terão recebido seus acervos”, afirma Rosália de Castro, coordenadora de produção e distribuição do FNDE. Segundo ela, os primeiros livros devem chegar às unidades de ensino ainda este mês. A distribuição dos acervos segue os mesmos critérios para o ensino médio e o fundamental: escolas com até 250 alunos receberão um acervo; com 251 a 500 estudantes, dois acervos; com mais de 500 alunos, três acervos. Cada acervo do ensino fundamental tem, em média, 95 livros; no ensino médio, 91.


Fonte: http://zinebrasil.wordpress.com/

terça-feira, 7 de abril de 2009

Os ''causos'' de Antonio Vieira


Protagonista do cenário musical maranhense e brasileiro, com suas sensíveis composições, Antonio Vieira também contribuiu de outra forma para enriquecer a cultura popular. Em uma matéria da TV Mirante, feita pelo repórter Sidney Pereira em 10 de abril de 2003, é possível conhecer um pouco mais sobre a vida do compositor.

Já em uma matéria publicada no caderno Alternativo, de O Estado, em 22 de julho de 2007, ele falou sobre o seu livro "Contos Fantasmagóricos", que até hoje não foi lançado e que reúne cerca de 30 histórias sobre experiências sobrenaturais, possivelmente vividas por pessoas próximas do compositor.

Na entrevista, ele revelou a preocupação e cuidado que tinha em preservar a cultura popular, com seus aspectos simples e comuns ao povo maranhense.

"Causos" de Antonio Vieira

Depois de enriquecer a cultura maranhense com mais de 300 composições musicais, Antonio Vieira enveredou recentemente por outro caminho, para contribuir para a memória popular do estado. O livro Contos Fantasmagóricos, de sua autoria, é uma reunião de causos contados por pessoas próximas ao mestre que afirmam ter passado por experiências sobrenaturais.

Escritos por Vieira, os 30 contos foram selecionados e resumidos para integrar a obra, em formato de histórias em quadrinhos, que, para o autor, é a melhor maneira de conquistar leitores, já que alia o texto à visualização das cenas. “São contos que retratam experiências reais de pessoas que eu conheço, inclusive uma que eu vivi. Essas histórias vinham naturalmente aos meus ouvidos, então achei que isso tinha alguma importância”, conta ele, que é personagem no conto A Mulher de Branco, na qual ele conta que viu seu cunhado (já falecido), apavorado por ter visto a sogra (mãe de Vieira) num dos quartos da casa.

De acordo com o compositor, ele demorou quase cinco anos para conseguir concluir o livro, já que foi uma iniciativa própria e que ainda precisa de patrocínio para publicação. “Eu paguei para realizar esse trabalho e fico feliz dele ter sido concluído. Se ele vai ser ou não publicado, eu não sei. Mas já estou feliz só de fazê-lo”, afirma.

Processo

Antonio Vieira conta que essas histórias são registros de vários anos, revelando até que boa parte dos personagens dos contos já morreu. “Isso não foi de uma hora para outra. Há décadas em venho ouvindo essas histórias, e como sou muito observador, fui registrando todas elas. Aí eu pensei que fazer esse livro é uma maneira de guardar esses acontecimentos na lembrança, já que foram vividos por maranhenses”, ressalta ele, que conta experiências de vizinhos, do pai e de amigos que viram os espíritos de familiares, falaram com animais, entre outras situações incomuns no dia-a-dia.

Para o autor, esse trabalho é uma forma de mostrar, mesmo para quem não acredita, que a vida não tem fim no corpo físico, mas que continua em outra dimensão. “Não acredito que todas essas pessoas estejam mentindo. São muitas histórias. Eu acredito e penso que são acontecimentos comuns na nossa terra”, completa.

Tudo isso é ilustrado pelos desenhos de Antônio do Anjo, um vigia, descoberto por José de Ribamar Cordeiro Filho, amigo do compositor. Foi o desenhista amador que pensou nas cores, nos traços e nas letras. “É impressionante como o nosso estado tem talentos escondidos, que dificilmente são descobertos. Achar esse rapaz para fazer o meu livro foi muito bom. Ele fez um belo trabalho”, diz Vieira. Além de Antônio do Anjo, o livro teve colaboração de Cordeiro Filho, responsável pela adaptação dos textos, Epitácio Filho, que fez a digitalização eletrônica e o projeto gráfico, e Herbert de Jesus Santos, que assina a revisão.

Importância

Para Antonio Vieira, o livro vai além de um registro da memória de histórias sobrenaturais. Os contos têm um fundo moral, crítico e religioso, abordando certas atitudes, mostrando que é necessária uma boa conduta e um respeito à natureza. “A gente percebe que sempre que um fantasma aparece para aquela pessoa, ela está fazendo algo errado, e ele vem para dar lições de conduta”, diz.

“Uma das grandes lições que esse livro traz é a preservação da natureza. Um dos contos mostra que certos costumes do interior não deveriam continuar, assim como aconteceu com um vizinho meu”, comenta Vieira falando sobre o conto O Rei dos Curiós, em que depois de muito caçar o pássaro na mata, o Eloi Ferreira viu um curió gigante pedindo para que ele soltasse os pássaros.

Há alguns meses, o projeto do livro ficou pronto, mas por enquanto não tem previsão para ser lançado. Segundo Antonio Vieira, o projeto foi entregue há uns meses na Secretaria de Estado da Cultura, que não deu qualquer resposta sobre o assunto.

Fonte: http://imirante.globo.com/noticias/pagina195982.shtml

Projeto Xaxado Itinerante



Para comemorar o aniversário dos 10 anos da Turma do Xaxado será lançado na Bienal de Livros da Bahia o Projeto Xaxado Itinerante com a edição de um superlivro da Turma do Xaxado com 1.000 tiras, 215 páginas e 21,0 X 28,0 cm. e uma exposição de quadrinhos feito pelo autor e cartunistas famosos de várias partes do Brasil, entre eles: Bira Dantas, Flávio Luiz, Sidney Falcão, Lailson de Holanda, Spacca, Cau Gomez, João Marcos, Lucas Lima e Hector Salas. O prefácio é do professor, escritor e jornalista Sérgio Matos que foi o primeiro editor a publicar o Xaxado no caderno Municípios do jornal A Tarde e a orelha, do jornalista Paulo Ramos do Blog dos Quadrinhos.


O Projeto Xaxado Itinerante é uma ação comemorativa aos 10 anos da Turma do Xaxado e trata-se de uma atividade cultural de fomento aos quadrinhos e a literatura nordestina, aliada a uma política de conscientização do uso destes produtos como ferramentas de educação de crianças e adolescentes.


O projeto tem apoio institucional do Programa de Fomento à Cultura, Fundo de Cultura do Governo da Bahia e consiste na publicação de uma edição especial da Turma do Xaxado e uma exposição com tirinhas especialmente produzidas pelo autor e cartunistas convidados.


Depois do lançamento na Bienal do Livro, o projeto continua com a exposição e o lançamento de livros nas cidades de Jacobina, onde o autor começou a fazer seus desenhos, em Itaparica, na Biblioteca Central dos Barris e em diversas escolas da capital e interior.


QUANDO: 19 HORAS, DIA 21 DE ABRIL.

ONDE: BIENAL DO LIVRO DA BAHIA NO CENTRO DE CONVENÇÕES.

Exposição de quadrinhos em Castanhal

O Programa Campo Aberto do Instituto de Artes do Pará leva a Castanhal o Circuito Artes Visuais 2009, com a exposição “Pretérito mais-que-perfeito: Imagens de Belém”, de Otoniel Oliveira. A mostra exibirá painéis de história em quadrinhos de Otoniel Oliveira, contemplado com a Bolsa de Pesquisa, Experimentação e Criação Artística do IAP em 2007.

A mostra pode ser visitada até o dia 30 deste mês, na Fundação Cultural de Castanhal (Funcast). “Pretérito mais-que-perfeito” é um projeto de história em quadrinhos criado e produzido por Otoniel Oliveira. O projeto conta, em histórias curtas, fragmentos da vida e da história de pessoas que passaram por um mesmo lugar, as imediações de umbanco da Praça da República, num período de 200 anos.

Cada história representa, em média, uma década do período, e além de apresentar no roteiro características de eventos históricos acontecidos na época, as histórias são desenhadas com referência de quadrinhistas e movimentos artísticos do período.

SERVIÇO: Exposição “Pretérito mais-que-perfeito: Imagens de Belém”,de Otoniel Oliveira. Abertura hoje, às 18h, na Fundação Cultural de Castanhal (Av.Senador Lemos 749 –Centro). Entrada franca.

A Gibiteca em números

Tirei o dia hoje (minha folga), para analisar nossos registros de 2008 e 2009 e fiz um relatório com dados estatísticos sobre o funcionamento da nossa rede de empréstimos na Gibiteca. Para uma outra oportunidade irei incluir uma análise dos empréstimos feitos pelos nossos alunos voluntários e pelos professore.

Para isto estou fazendo um registro separado destes empréstimos para facilitar a análise dos dados. Segue o relatório, que foi colocado em Scribid para que os leitores possam ler na tela cheia e imprimir, se for o caso. Este relatório será entregue a todos os nossos professores para que eles possam tomar conhecimento dos gostos de leitura dos nossos alunos.

dados estatísticos_gibiteca

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Projeto apresentado para o Prêmio Professores do Brasil de 2008

Como mais de uma pessoa me pediu para ver o projeto que eu enviei par ao Prêmio Professores do Brasil, estou disponibilizando-o no Blog e espero que seja útil para professores que desejem participar da seleção este ano.

PRÊMIO PROFESSORES DO BRASIL

Palestras e exposições

O Zine Brasil noticiou uma série de eventos sobre quadrinhos. Confira:

No dia 17 Abril de 2009 (sábado) ás 8:00 da manhã acontecerá uma palestra sobre o livro Desenhando os Quadrinhos, de Scott Mc Cloud,(imagem ao lado) ministrada pelo professor Rafael da Faculdade Mauá.

“Se você lê, escreve, ensina ou desenha histórias em quadrinhos; se deseja fazer isso; ou se quer simplesmente ver um mestre das explicações em ação, você precisa ler este livro.” Diz Neil Gaiman Sobre o livro.


A Palestra será realizada na Biblioteca Carlos Drummond de Andradre - Ceilândia – DF, e a mesma esta sendo coordenada pelo Mauro César Bandeira.

Mais Informações:
fone: 3901-1360
Coordenador:
61 8506-2821


A Exposição Página Dois - A Charge e o Humor Picante de Angeli, Glauco e Jean apresenta como o própuio nome já diz, os trabalhos de Angeli, Glauco e Jean. A exposição, que é gratuita, acontece no bar Salve Jorge (Praça Antônio Prado, 33 - Centro), até o dia 30 de abril. A mostra conta com 50 charges publicadas pelos três artistas no jornal Folha de S.Paulo, onde ilustram a seção Página Dois. O Evento conta com a curadoria de Fernando Costa Netto.


Mais Informações:

(11) 3107-0123


Realizada pela Pandora - Escola de Desenho, acontecerá no próximo dia 9 de abril a 8 de maio a exposição “Desenha-me um carneiro”. A exposição reunirá mais de 20 artistas comemora os 65 anos de “O Pequeno Príncipe” de Saint Exupéry, um dos livros mais traduzidos e difundidos de todos os tempos. Utilizando diversos formatos e mídias - além de transitar por diversos campos da expressão artística, os participantes tem como objetivo trazer a história até os nossos dias, contando-a de uma maneira atualizada e ilustrativa, inspirando o visitante a fazer uma análise pessoal sobre o teor filosófico e poético da obra.


A exposição ficará funcionando de Segunda a sábado - das 10h às 22h - Domingos e feriados - das 13h às 21h; na livraria Cultura Shopping Center Iguatemi - Av. Iguatemi, 777 - Lojas 04 e 05 - Piso 1 - Vila Brandina - Campinas – SP.

Mais informações:

http://www.pandora.art.br/


Fonte:http://zinebrasil.wordpress.com/

sábado, 4 de abril de 2009

Exposição Zizi Sexual


Depois do sucesso da exposição CIDADE DA CIÊNCIA DE PARIS, que teve o representativo número de 360.000 visitantes, agora é a vez da exposição adaptada do GUIA DA ZIZI SEXUAL, de Zep e Hélène Bruller, se instalar no Genebra Palexpo. A exposição vai de 2 de abril a 28 junho de 2009.

A exposição é uma iniciativa da Fundação Hans Wilsdorf, em colaboração com o Departamento de Instrução Publica de Genebra.

Nascida da vontade de explicar aos jovens o fundamento dos comportamentos amorosos, a exposição tem como objetivo, também, valores de cidadania, como o respeito, o consentimento mútuo e a tolerância. A exposição é toda ilustrada por dois personagens dos quadrinhos muito populares na Suíça: Titeuf e Nádia.

Para saber mais sobre a exposição, visite o site oficial (em francês), clicando aqui.
Assista o vídeo e conheça os personagens.

Escolas investem no prazer da leitura


Sentado, em pé ou até mesmo deitado na cama. Não importa quando e onde, o livro é sempre uma excelente companhia.

Seja em folhas de papel ou em códigos binários. Pode ser qualquer suporte, desde que a leitura seja feita.

Para a psicopedagoga da Escola Crescimento, Regina Sodré, a tecnologia é mais uma ferramenta para aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos estudantes. “A Internet não é um inimigo dos livros mas pode ser um aliado para prática da leitura. Cabe aos pais e a escola explorarem a oportunidade”, explica.

Uma das estratégias usadas pela escola para desenvolver o hábito da leitura, é o “Carrinho da Biblioteca”. Semanalmente, a bibliotecária passa com o carrinho no pátio da escola propondo atividades de leitura ou dramatizações de histórias. Outro método de incentivo é um diploma de “Leitor do Mês” entregue ao aluno – ao final do mês é feito um levantamento por sala da quantidade de livros lidos por aluno.
A psicopedagoga conta que se a criança convive com familiares em um ambiente propício, ela desde cedo desenvolverá o gosto pela leitura. “É importante que os pais tenham uma rotina que possibilite essa valorização como, por exemplo, ler histórias para a criança antes de dormir. Já na escola, faz-se necessário criar estratégias que fortaleça esse hábito”, conta.

Uma boa leitura enriquece o vocabulário e desenvolve a capacidade de interpretação. Hoje, 02.04, é comemorado o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil e o Na Mira tem algumas dicas para melhorar o hábito da leitura:

A internet é um bom ‘lugar’ para desenvolver pequenos projetos literários.
Em relação às crianças, elas não gostam apenas de ouvir histórias mas também de contá-las. Então pode-se usar o suporte para montar livrinhos virtuais a partir dessas histórias. Juntando a elas imagens, sons e vídeos.

Leituras de histórias, jornais, revistas em quadrinhos, músicas, são atividades que favorecem o despertar do desejo de ler e pode ser feito pela família.

O melhor momento para uma boa leitura é pela manhã, quando o cérebro está mais descansado; ou no entardecer, após um banho relaxante.
Ler sempre em lugares com boa iluminação.

Fonte: http://imirante.globo.com/plantaoi/plantaoi.asp?codigo1=195627

Onomatopéia, imagem e ação

Seleção de 23 títulos de histórias em quadrinhos para distribuição pelo Programa Nacional Biblioteca na Escola, voltado às redes públicas, alça o gênero a novo patamar dentro da literatura escolar

Por: Rachel Bonino

O alienista, Moby Dick, O triste fim de Policarpo Quaresma. Os títulos listados não causariam surpresa por figurarem na lista deste ano de livros do Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE), do Ministério da Educação, não fosse pelo fato de serem adaptações em histórias em quadrinhos das obras originais. O MEC anunciou mês passado a inclusão de 23 títulos nesse formato nos acervos a serem distribuídos a escolas públicas do país todo. É o maior lote de HQs já relacionado pelo órgão.

Só em 2007, dez anos após a criação do PNBE (Programa Nacional Biblioteca na Escola), as histórias em quadrinhos começaram a ser incluídas nos acervos distribuídos a bibliotecas escolares. Foram 14 livros naquela edição e outros 16 no ano seguinte. Em 2009, as HQs representam 4,2% dos 540 títulos listados pelo programa, a maior participação até hoje. O que se vê é uma formalização desse gênero textual no ambiente escolar, que já tinha seu emprego reconhecido pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).

"No começo, a percepção do MEC foi de conceber as HQs como caminho ou degrau para a literatura tida como 'mais nobre'. Agora, esse recorte perde espaço, até mesmo pelo aumento de obras indicadas que não são adaptações de obras literárias. Há um avanço no entendimento das HQs, que passam a não ser mais vistas apenas como material de diversão voltado para criança", analisa Waldomiro Vergueiro, coordenador do Núcleo de Histórias em Quadrinhos da Escola de Comunicações e Artes da USP. A lista registra um feito inédito: títulos voltados ao ensino médio, lembra Vergueiro, que estuda o tema desde 1990. "Obras adaptadas ou mesmos livros com histórias longas no formato quadrinhos vêm sendo colocadas no mesmo nível da literatura tradicional", afirma.

Percebendo a aposta crescente do MEC no gênero, as editoras têm jogado no mercado toneladas de adaptações. Em dois anos, foram quatro as versões dedicadas a contar com texto e imagem a história de O alienista, de Machado de Assis, título recorrente na lista de livros do vestibular. "O aumento [de quadrinhos na lista do MEC] é resultado do trabalho de avaliação e seleção dessas obras nos últimos anos. De certa forma, isso estimulou a produção e a apresentação, por parte de autores e editores, de novos títulos a cada edição do PNBE", avalia Marcelo Soares, diretor de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação Básica, do Ministério.

Mas há muita coisa ainda para evoluir. Autor do livro Como contar as histórias em quadrinhos na sala de aula (Contexto), Vergueiro explica que as boas adaptações - e mesmo as HQs originais - precisam respeitar uma regra simples: serem verdadeiramente histórias em quadrinhos e não um resumo, ou a transposição integral das obras originais. Para isso, devem usar bem os signos do gênero, abusar de onomatopéias e metáforas visuais, além da principal indicação: a narrativa tem de estar bem dividida entre texto e imagem. "Eles devem contar a história em igual proporção", alerta. "Apesar de alguns títulos ainda fracos, a proliferação de produtos tem ajudado a refinar o processo de produção de obras desse gênero", avalia.

Para Flávio Calazans, autor de História em quadrinhos na escola (Paulus), as adaptações são importantes porque fazem a primeira aproximação do estudante às obras originais. "Isso torna mais tranqüila a leitura do original, pois já haverá familiaridade com o tema, como acontece com as adaptações para o cinema, por exemplo", defende. Ele lembra que o formato já é tradicional em vários países europeus, que começaram sua produção nos anos 80: Inglaterra (adaptações de Shakespeare), Portugal (obras e biografias de Gil Vicente, Eça de Queirós, entre outros), Itália, Alemanha e até na vizinha Argentina.

Instrumentalização
Mas o uso de obras de HQs ainda enfrenta resistência dos docentes. Ele já existia quando o mais comum era o uso de tiras ou histórias curtas para exemplificar disciplinas, e permanece com o boom dos álbuns (livros com HQs longas e adaptações). Mais ainda com as adaptações. Acredita-se ser um despropósito trocar o texto original por qualquer título "pretensamente facilitador".

Seja pelo histórico de preconceito contra esse gênero literário, ou pelo desconhecimento na aplicação dessa ferramenta em sala de aula, o fato é que os professores ainda têm dificuldades para manusear um título de história seqüencial. "Eles trabalham com uma geração muito ligada ao visual, sendo que eles tiveram uma experiência de ensino mais verbal", pontua Calazans.

"O trabalho com quadrinhos era esparso. Agora, é uma proposta governamental para a educação. Muitos professores terão dificuldade em aplicar HQs em sala, já que grande parte cresceu com a idéia de que não são leitura indicada. É necessária uma alfabetização dos professores para que consigam usar os quadrinhos com toda a sua potencialidade", avalia Vergueiro. "Os docentes devem conhecer a parte técnica dos quadrinhos, até para interpretá-los em toda a sua essência", destaca Calazans.

O MEC ainda não desenvolveu um projeto específico para viabilizar essa instrumentalização do professor para o treinamento sistemático no uso de quadrinhos em sala. Por ora, o foco é estimular a leitura entre os estudantes: "Trabalhamos na perspectiva de realizar a formação do professor para o trabalho com a leitura de forma mais ampla, voltada para a formação de alunos leitores", justifica Marcelo Soares.

Com 17 anos dedicados ao magistério, Lucimar Mutarelli já usou os quadrinhos com turmas do ensino fundamental ao médio. "Todos recebem muito bem, o importante é a abordagem que o professor toma do assunto", diz. Ela sempre fez questão de incluir HQs - em tiras isoladas ou livros - na programação bimestral do seu planejamento. Na lista de livros usados, obras de Hergé, Gen Nakazawa, Spiegelman, Will Eisner, Adão, Angeli, Laerte, Fernando Gonsales e Lourenço Mutarelli (seu marido). A dedicação ao tema rendeu a dissertação de mestrado defendida junto à Escola de Comunicações e Artes da USP, Os quadrinhos autorais como meio de cultura e informação: um enfoque em sua utilização educacional e como fonte de leitura, defendida em 2004.

Para a docente, não existe didática para aplicar a ferramenta em sala, mas algumas diretrizes ajudam os principiantes a começar o trabalho. Lucimar recomenda de início um levantamento do número de alunos leitores de HQs, além de saber a opinião primária deles sobre o veículo. Importante também ver quais quadrinhos são conhecidos pelos alunos. Feito isso, recomenda um bate-papo com os estudantes sobre a possibilidade de realizar o trabalho em aula. Dessa forma, "será possível verificar como é a recepção à idéia e se existe algum tipo de preconceito em relação à linguagem". Recomenda ainda o trabalho em grupo, pois alguns alunos se sentem tímidos para trabalhar com produção de texto ou imagem.

No colégio Santa Cruz, em São Paulo, os professores aproveitam as reuniões de conselho para trocar idéias sobre como usar as tiras ou livros em quadrinhos em sala, conta Cristine Conforti, diretora da educação infantil e do ensino fundamental 1. Lá, as HQs estão presentes no dia-a-dia dos alunos desde a pré-escola. "Os quadrinhos não podem só fazer parte do acervo da biblioteca. Precisam estar presentes no material escolar. O apoio das imagens ao texto é especialmente útil para as crianças que estão em fase de alfabetização. Além de estimular desde cedo os processos argumentativos", diz.

Escolhas de material
Dada a variedade de materiais à disposição, cabe aos professores definir critérios para adotar os quadrinhos em sala de aula, principalmente se a meta for usar adaptações ou livros de HQs como conteúdo escolar.

"O fato de uma HQ ser ambientada em um tempo passado não sugere que seu conteúdo seja integralmente fiel ao contexto histórico", ponderava a professora Natania Silva Nogueira, de Leopoldina (MG), durante apresentação no Encontro da Associação Nacional de História (Anpuh), realizado em 2005. A docente é autora do Projeto Gibiteca, aplicado na EM Judith Linrz Guedes Machado, desde 2006. Ela cita como exemplo a obra de Frank Miller, Os 300 de Esparta. "É uma HQ inspirada em um fato histórico real, mas que usa também elementos fictícios e romanceados. Pode ser utilizada como referência em uma aula de história? Certamente. Mas cabe ao professor orientar a leitura e possibilitar aos alunos recolher do texto informações que possam ser fonte de aprendizado", alerta.

A obra romanceada tem suas licenças para as quais os professores devem ficam atentos. As historietas do Asterix, por exemplo, são alvo de críticas no uso em aulas de história. Especialistas acreditam que a narrativa histórica não pode ser base de estudo por apresentar uma visão muito avessa à cronologia oficial dos fatos da Europa da Idade Média. Os que defendem esse ponto de vista se esquecem, no entanto, de uma questão recorrente na historiografia moderna, sobretudo aquela que se debruçou sobre o uso dos registros de imagem como fonte de pesquisa histórica: como bem analisa o historiador e professor de sociologia audiovisual Pierre Sorlin em relação ao cinema, "os filmes que reconstituem o passado nos falam mais de como era ou é a sociedade em que foram produzidos, do seu contexto, que do feito histórico ou referente que buscam evocar". Ou seja, os filmes - assim como os quadrinhos - são discursos que articulam uma visão sobre o fato histórico. E são documentos que evidenciam o olhar do momento em que são produzidos. Como, de resto, os próprios livros didáticos.

As primeiras HQs focadas em educação
Enquanto o Brasil engatinha na produção de adaptações e de títulos originais de quadrinhos, muitos estudantes mundo afora já devoram onomatopéias, balões e imagens em movimento há muito tempo. As primeiras histórias focadas no ensino foram publicadas nos Estados Unidos, na década de 40, registra Waldomiro Vergueiro em seu livro

Como contar as histórias em quadrinhos na sala de aula (Contexto). True Comics, Real Life Comics e Real Fact Comics traziam quadrinhos sobre personagens e eventos importantes da história.

Ainda na mesma década, surgiram as HQs que se dedicavam ao ensino religioso e de fundo moral. Outro título tradicional que transpôs para a arte seqüencial as histórias de vários ícones da literatura mundial foi a Classics Illustrated, que adaptou contos de Shakespeare, Dickens, Victor Hugo, entre outros. A China comunista de Mao Tse-Tung também se valeu dos quadrinhos, nos anos 50, para viabilizar campanhas "educativas", para retratar "vidas exemplares".

A Europa também adotou a HQ como suporte mais agradável ao processo de aprendizagem já na década de 70. A publicação L´Histoire de France em BD, em oito volumes, teve mais de 600 mil edições vendidas.

Pela formação do leitor-professor

Há três anos, Aparecida Paiva, do Ceale (UFMG), é responsável por coordenar a seleção dos títulos que compõem a lista do PNBE. Na entrevista abaixo - concedida por e-mail -, conta como foi o processo de trabalho. Fala, também, da necessidade de se investir na formação do leitor-professor.

Como se explica o aumento dos títulos de quadrinhos no PNBE? Há alguma orientação nesse sentido?
A explicação é simples: consta no edital do MEC (divulgado no site) a chamada para a categoria quadrinhos e, como os segmentos avaliados na edição passada foram os anos finais do ensino fundamental e ensino médio, em que a produção editorial nesse gênero é maior, o número de inscritos cresceu.

Quais foram os critérios para a seleção dos títulos de quadrinhos?
Os mesmos estabelecidos para qualquer outro gênero em avaliação, com atenção às especificidades desse tipo de linguagem: qualidade textual; qualidade temática; qualidade gráfica.

Quantos professores participaram da seleção dos títulos da lista 2009?
Participaram da seleção 72 avaliadores (mestres e/ou doutores na área), vinculados a instituições de ensino superior (preferencialmente públicas) de 14 estados brasileiros, agrupados em quatro sub-coordenações, submetidas a uma coordenação geral e uma consultoria. As deliberações finais sobre os acervos foram submetidas a um colegiado de 12 pesquisadores, representantes de cinco núcleos consolidados de pesquisa e pós-graduação na área de teoria literária e ensino de literatura, instância da qual fizeram parte, também, técnicos do MEC.

A quantidade de adaptações voltadas ao ensino médio pode engrossar as futuras listas do PNDE em função do vestibular?
Não, essa vinculação não procede. As edições do PNBE atendem, anualmente, segmentos diferentes. Na próxima edição, muito provavelmente, serão contemplados os segmentos da educação infantil e os anos iniciais do ensino fundamental. Nova seleção de títulos (todos os gêneros) para o ensino médio só deverá ser realizada para distribuição em 2011.

Como a senhora recebeu as críticas à escolha de muitas obras adaptadas?
As críticas, muito provavelmente, fundamentam-se em posições mais conservadoras sobre o texto literário, pouco voltadas para a recepção do leitor pretendido, para a possibilidade de mobilizá-lo com uma linguagem que lhe seja mais atraente. Isso não significa abrir mão do texto original, ou barateá-lo, como supõem alguns; pelo contrário, foram selecionadas e defendidas excelentes obras em sua versão original. As obras adaptadas, pelo menos as selecionadas, preservam o valor estético da obra original, agregam valores oriundos de uma outra linguagem e pressupõem uma porta de entrada para futuras leituras do mesmo texto.

O professor sabe trabalhar livros de HQs em sala de aula?
As mesmas dificuldades encontradas para trabalhar esse gênero em sala de aula se aplicam aos demais. Está clara a necessidade de se investir no "uso" dos acervos do PNBE como um todo. As pesquisas demonstram claramente quanto ainda é fundamental investir na formação do leitor-professor para que ele esteja em condições de exercer uma boa mediação de leitura, independente mente do gênero trabalhado.

Os quadrinhos escolhidos pelo MEC

A análise das obras, sob responsabilidade da Secretaria de Educação Básica, foi feita por uma equipe de especialistas coordenada pelo Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (Ceale/UFMG). Confira os 23 títulos que serão distribuídos:

Ensino médio
- O alienista, de Machado de Assis (Editora Agir)
- Domínio público - Literatura em quadrinhos, de João Lin e Christiano Mascaro ((DCL Difusão Cultural do Livro)
- O sonhador, de Will Eisner (Devir)
- Um contrato com Deus, de Will Eisner (Devir)
- A força da vida, de Will Eisner (Devir)
- Irmãos pretos, de Lisa Tetzner e Hannes Binder (Edições SM)

Ensino fundamental
- A história do mundo em quadrinhos: a Europa medieval e os invasores do Oriente, de Larry Gonick (Blocker Comercial)
- As fabulosas histórias de Merlin e do Rei Arthur, de Benjamin Bachelier, Gilles Massardier (Companhia Editora Nacional)
- Oliver Twist, de Charles Dickens (Companhia Editora Nacional)
- Moby Dick, de Herman Melville (Companhia Editora Nacional)
- Maluquinho por arte: histórias em que a turma pinta e borda, de Ziraldo (Globo)
- O beijo no asfalto, de Nelson Rodrigues (Editora Nova Fronteira)
- Asterix nos jogos olímpicos, de Goscinny e Uderzo (Record)
- Asterix e a volta às aulas, de Goscinny e Uderzo (Record)
- D. João Carioca: a corte portuguesa no Brasil (1808-21), de Lilia Moritz Schwarcz (Companhia das Letras)
- A volta da Graúna, de Henfil (Geração)
- Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto (Ibep)
- Deus segundo Laerte, de Laerte (Olho D'Água)
- 10 Pãezinhos: meu coração, não sei por quê, de Gabriel Ba (Via Lettera) - A turma do Pererê? As manias do Tinnim, de Ziraldo (Globo)
- Suriá, a garota do circo: o Universo Mágico da Criança e do Circo!, de Laerte (Devir)
- Níquel Náusea: tédio no chiqueiro, de Fernando Gonsales (Devir)
- Luluzinha vai às compras, de John Stanley (Devir)

Fonte: Revista Educação- 144


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Vídeo com nossos alunos da Gibiteca

O vídeo foi feito ano passado, para participar de um concurso. Eu consegui converter em AVI e estou disponibilizando a versão longa, que tem quase 4 minutos. Espero que gostem dos nossos jovens "protagonistas".

2º Concurso de Criação de Personagens


Já estão abertas as inscrições para o 2º Concurso de Criação de Personagens promovido pela revista Licensing Brasil, o projeto conta com o patrocínio da Foroni e apoio da Associação Brasileira dos Ilustradores Profissionais (Abipro), do Programa Brasileiro do Design (PBD) e da Associação Brasileira de Licenciamento (Abral).

Para entrar na disputa, o desenho deve adequar-se aos seguintes critérios: empatia, criatividade, maturidade e sofisticação da técnica, adequação da proposta junto ao público-alvo, conceito e facilidade de aplicação em diferentes plataformas. Haverá premiação diferenciada, com um primeiro lugar para estudantes e outro para profissionais. Excelentes profissionais irão compor o júri, entre fabricantes, professores de design e empresários.

Até o dia 30 de maio, os interessados, maiores de 18 anos, podem esclarecer todas as suas dúvidas por meio do regulamento e fazer suas inscrições.

Fonte:http://zinebrasil.wordpress.com/

Dois livros falam sobre super-heróis


Outro dia eu li um texto dizendo que a era dos super-heróis estava no seu fim. Acho engraçado porque, nos últimos 8 anos, estamos tendo uma invasão de super-heróis no cinema, dos menos aos mais prováveis. Também as animações estão aumentando, tanto em quantidade quanto em qualidade. Agora eu li duas matérias, no Universo HQ, sobre livros envolvendo ou falando sobre super-heróis. Imagino que eles ainda devem resistir muito ao seu tão proclamado fim. Mas vamos às notícias que saíram no UHQ.

O escritor de ficção científica Kevin J. Anderson, autor do livro The Last Days of Krypton (Os Últimos Dias de Krypton), volta ao universo dos super-heróis em seu novo romance literário.Enemies & Allies (Inimigos & Aliados, William Morrow, 336 páginas) mostra o primeiro encontro entre Batman e Super-Homem em uma trama ambientada nos anos 1950.

O início da Guerra Fria, o medo de ataques nucleares e a neurose acerca de invasões alienígenas, assuntos reinantes nos noticiários e pensamentos rotineiros da população norte-americana naquela década, são o pano de fundo para uma história com clima retrô e reconstituição de época, na qual as personalidades conflitantes do Cavaleiro das Trevas e do Homem de Aço são postas à prova quando os heróis precisam se unir contra inimigos comuns.

Um iminente holocausto atômico, a Rússia comunista e o gênio do crime Lex Luthor são os vilões da vez em Enemies & Allies. O livro será lançado no próximo dia 5 de maio e está em pré-venda em livrarias virtuais e e-shops dos Estados Unidos.

O outro livro é Marvel Comics in the 1960s: An Issue-by-Issue Field Guide to a Pop Culture Phenomenon, da TwoMorrows. Escrita por Pierre Comtois, a obra é um documento histórico que narra a explosão de criações de personagens que viraram ícones da cultura popular norte-americana e os artistas que deram vida a elas; como a Marvel se destacou em uma indústria combalida e ganhou reputação positiva no mercado; sua contribuição na área sociológica; e outras conquistas construídas na década em que a editora, fundada em 1939, adotou o nome que a consagrou.

Marvel Comics in the 1960s tem 224 páginas e está em pré-venda em e-shops e no site da TwoMorrows. O lançamento está previsto para o próximo mês de julho.

Fontes:
http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/n03042009_01.cfm
http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/n03042009_03.cfm

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Cartilha da mulher

Sábado, o lançamento PSDB Mulher lança neste sábado a cartilha sobre direitos e orientação contra a violência

LUCIANA CARNEVALE
Especial para a Gazeta

Levantamento realizado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), de Piracicaba, revela que os registros de crimes contra a mulher sofreram leve aumento no mês de fevereiro deste ano, no comparativo com o mesmo período do ano passado. A curiosidade é que de janeiro de 2008 para janeiro de 2009, houve queda no número de denúncias. Foram 294 casos neste ano e 282, ano passado. Em fevereiro deste ano, foram registrados 257 crimes. No mesmo mês de 2008, foram 275 registros.

O sobe e desce é estatístico, ou seja, não mede se a violência contra a mulher sofreu os mesmos revezes, oficialmente. Isso porque, apesar dos registros, muitos outros boletins deixaram de ser feitos. Apurando os registros, o que se percebe, na cidade, é a frequência de casos de lesões corporais dolosas (com intenção), ameaças, além de calúnia, difamação e injúria. Nas estatísticas, esses são os crimes mais registrados na cidade (veja nesta página).

Para se ter uma ideia, no último mês de fevereiro, foram 127 lesões para 124 em fevereiro de 2008. Há registros de 89 mulheres ameaçadas em fevereiro, e 103 no mesmo mês do ano passado. Existem números iguais nos mesmos períodos. É o caso da tentativa de homicídio, um crime considerado grave na escala dos atendidos pela DDM.

Houve um caso em janeiro de 2009 e o mesmo número em janeiro de 2008. Nos meses de fevereiro de 2008 e de 2009, não foram registrados boletins de ocorrência semelhantes. Em entrevista à Gazeta, a delegada de polícia, Monalisa Fernandes dos Santos, deixa claro que não há um fator que determine a queda ou o avanço dos casos.

Outros especialistas concordam que não há como analisar objetivamente a questão porque dependem de um crivo mais detalhado quanto a comportamentos e situações. É algo bem mais complexo do que parece ser.

NÃO À VIOLÊNCIA. De qualquer maneira, o Secretariado de Mulheres do PSDB de Piracicaba, presidido pela advogada Mônica Montezano, pretende lutar, ainda que pacificamente, contra agressões ou quaisquer outros tipos de violência a crianças, adolescentes, mulheres adultas e idosas.

O grupo decidiu lançar neste sábado (4), às 9h30, no Salão Nobre da Câmara de Vereadores, localizado à rua Alferes José Caetano, 834, a cartilha intitulada 'Diga Não à Violência contra as Mulheres'.

Idealizada pelo PSDB nacional e distribuída em larga escala em escolas, organizações não-governamentais, entre outras instituições - a primeira tiragem da cartilha, de 20 mil unidades, esgotou no primeiro dia em que foi divulgada -, a publicação deve chegar a entidades locais imediatamente após o lançamento. A edição atual é de 130 mil folhetos.

Assinada pela psicóloga Maria Perroni, a cartilha, de fácil manuseio, é colorida, apresenta uma linguagem didática e lembra um gibi, com histórias reproduzidas em quadrinhos. Presidente do Secretariado Nacional do PSDB Mulher, a deputada Thelma de Oliveira explica que a iniciativa do partido visa à orientação das mulheres para que elas tenham seus direitos garantidos. "Na cartilha, é possível conferir histórias de cinco mulheres diferentes que sofrem violência dentro de casa. Se alguém estiver vivendo algo parecido, que faça como elas: denuncie!", enfatiza a parlamentar.

Nancy Ferruzzi Thame, engenheira agrônoma e coordenador ade articulação política do PSDB Mulher, ressalta que a mensagem contra a violência não ocorre de forma unilaterial, isto é, apenas entre mulheres. "Agimos em parceria com os homens. Mesmo porque, valorizamos os homens que fazem leis em defesa das mulheres", observa.

Segundo Nancy, a amplitude da cartilha atinge, inclusive, quem nunca foi agredida em qualquer momento. "As mulheres que sofrem, se identificam. Por outro lado, as que não passaram ou passam por isso não podem ficar alheias. Defendemos a solidariedade", enfatiza.

Uma dos lemas do trabalho das mulheres tucanas é 'o pão, as rosas e o poder'. Nancy observa que o pão representa a qualidade de vida, enquanto que as rosas lembram a ternura. O poder revela o posicionamento que as mulheres precisam em relação às suas decisões. "Somos mais de 50% da população. Mesmo assim, apenas 9% das mulheres brasileiras ocupam cargos eletivos no Brasil. Em outros países, o índice chega a 18%. É preciso mais", reitera.

Além da presidente Mônica Montezano e da agrônoma Nancy Thame, o PSDB Mulher de Piracicaba é liderado pela ex-secretária municipal de Desenvolvimento Social, Aracy Lovadini, vice-presidente da entidade; e pela primeira-dama, Sandra Negri, segunda vice-presidente.

Fonte:http://www.gazetadepiracicaba.com.br/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1627386&area=26050&authent=EDFD9E856371539CBCA991700012AB

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Historiador leva exposição de histórias em quadrinhos a Taubaté

Os fãs de HQs terão a oportunidade de visitar a exposição "A história das histórias em quadrinhos", no Espaço Cultural Georgina de Albuquerque da Câmara de Taubaté. O evento começa amanhã (2) e se estende até o dia 19 deste mês, às 19h.

O trabalho é do colecionador e historiador Jorge Hata, em parceria com a Academia Valeparaibana de Letras e Artes. Ele irá expor revistas desde a década de 40 até as atuais para explicar o surgimento das HQs e discutir alguns de seus elementos.

A exposição divide espaço com trabalhos acadêmicos e literários da Academia Valeparaibana.

A Câmara de Taubaté fica na avenida Walter Thaumaturgo nº 208, no centro.

Fonte: http://www.vnews.com.br/noticia.php?id=46654

Oficina de Mangá na Casa de Cultura Mario Quintana (RS)


Uma Oficina de Mangá será ministrada a partir do dia 4 de abril, das 14h às 16h, pelos professores Jefferson Vieira Barboza e Lilian Mahila Lima Vigna na Casa de Cultura Mario Quintana (Sala C3 (3ºAndar) - Rua dos Andradas, 736 - Porto Alegre-RS). Será seguido o seguinte programa: Introdução ao gênero Mangá e as Histórias em Quadrinhos, noções de desenho básico (proporção e anatomia da figura humana, o movimento e a expressão, introdução à perspectiva, luz e sombra, esboço e layout de página, arte-final e acabamento), criação de personagem para Quadrinhos gênero Mangá; Direito Autoral e Registro de Personagens e Histórias em Quadrinhos, Encerramento e Conclusão dos trabalhos realizados durante a Oficina de Mangá e entrega do certificados de participação emitidos pela Casa de Cultura Mario Quintana. O investimento é de R$ 80,00 e as vagas são limitadas. Inscrições pelo telefone (51) 3211-5608 (tratar com Diana no 2º andar).

Fonte: http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1238564088

Grupo neonazista distribuía HQs racistas na Alemanha

Como hoje o blog está repleto de temas polêmicos, segue mais um. Da mesma forma que se pode usar os quadrinhos para coisas boas, como combater a violência e preconceito, há também que as use para propagar o ódio e a intolerância.

O governo alemão proibiu nesta semana a atuação do grupo de jovens neonazistas HDJ, um dos mais radicais da Alemanha, informou o londrino Telegraph.

Em uma de suas últimas manifestações ideológicas, o HDJ distribuiu revistas em quadrinhos com mensagens racistas contra judeus, negros e estrangeiros, convocando crianças e jovens a discutir sobre a "pureza de sangue" e outros assuntos de igual teor sectário.

Os gibis foram confiscados pelas autoridades.

Por meio dessa e de outras ferramentas afins, o grupo tem angariado centenas de integrantes, desde sua fundação, em 1990.

Fonte: http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/n01042009_07.cfm

Trecho da Cartilha Maria da Penha em PDF


Recentemente, divulguei aqui, o lançamento da Cartilha Maria da Penha, material lançado pela Academia Paulista de Magistrados - APM - com apoio do Tribunal de Justiça de São Paulo e da Escola Paulista da Magistratura; material que apresenta em quadrinhos a lei de defesa da mulher contra a violência doméstica.


Da mesma forma, a cartilha tem como objetivo maior, levar a lei 11.340/06, a chamada Lei Maria da Penha às escolas e lares; como falei às educadoras que questionaram nos comentários do poste citado, as ONGs e instituições de ensino podem adquirir o material pelo e-mail apmbrcom@ig.com.br; mas pra dar aquele gostinho básico, especialmente para quem curte quadrinhos institucionais e ainda mais dessa categoria, com um valor histórico evidente; dei uma pesquisada na internet e encontrei um link super bacana, (A Voz do Cidadão) que apresenta um trecho da Revista, onde um professor fala para seus alunos as dificuldades enfrentadas pelas mulheres para a conquista de seus atuais direitos, se interessar é só clicar aqui para baixar.


Fonte: http://zinebrasil.wordpress.com/

Super-heróis são usandos para combater o preconceito

No ano de 2001, o Grupo Gay da Bahia distribuiu cartazes pela cidade de Salvador ilustrados com desenhos do cartunista Hector Salla. A obra fazia uma releitura dos clássicos personagens de histórias em quadrinhos das editoras Marvel e DC Comics. Agora, as imagens estão na internet, no site do GGB, e podem ser compartilhadas para passar uma mensagem contra a homofobia.


A frase impressa nos cartazes avisa: "preconceito contra homossexuais é crime contra a humanidade. Estamos de olho". As versões gays dos heróis ganharam contornos mais delicados, como no caso do o incrível Hulk, que aparece com piercings no mamilo, cabelos loiros e segurando uma flor.

Em outro cartaz, uma Mulher-Maravilha negra aparece com seu laço da verdade. Não poderia faltar a dupla mais misteriosa, no que diz respeito a sexualidade, é claro, Batman e Rodin abraçados e pra lá de felizes. Na campanha, o super-homem ganha uma versão brazuca e gay: surge em uma roupa de lycra, rosa, com barba, brinco na orelha e um G no peito. Porém, quem mais soltou as frangas na campanha do GGB foi o homem mais rápido do mundo, o Flash, numa versão superpintosa. Mara!

Fonte: http://www.acapa.com.br/site/noticia.asp?codigo=7741&titulo=Campanha+do+Grupo+Gay+da+Bahia+usa+super-her%F3is+no+combate+a+homofobia