sexta-feira, 8 de março de 2013

Dica: Guia Mangá

A série Guia Mangá explica as principais matérias científicas e técnicas usando quadrinhos em estilo japonês. Cada guia é escrito por um cientista ou matemático com amplo conhecimento na área e é ilustrado por um profissional em mangá, garantindo a autenticidade e a exatidão que os leitores procuram. Os títulos que podem ser de seu interesse são:


Guia Mangá Álgebra Linear
Shin Takahashi
Ano: 2012
Páginas: 264
Kenji Ishikawa
Ano: 2012
Páginas: 256

Guia Mangá de Biologia Molecular
Masaharu Takemura e Becom Co. Ltd.
Ano: 2010
Páginas: 240

Guia Mangá de Cálculo Diferencial e Integral
Hiroyuki Kojima e Becom Co. Ltd.
Ano: 2010
Páginas: 256
Guia Mangá de Física Mecânica Clássica
Hideo Nitta e Trend-Pro Co. Ltd.
Ano: 2010
Páginas: 248


Guia Mangá de Estatística
Shin Takahashi e Trend Pro Co. Ltd.
Ano: 2010
Páginas: 224

Guia Mangá de Eletricidade
Kazuhiro Fujitaki e Trend Pro Co. Ltd.
Ano: 2010
Páginas: 224

Guia Mangá de Bancos de Dados
Mana Takahashi Trend-Pro Co. Ltd
Ano: 2009
Páginas: 224


Masaharu Takemura
Ano: 2012
Páginas: 272
Guia Mangá Relatividade
Masafumi Yamamoto Trend-Pro Co. Ltd
Ano: 2011
Páginas: 192



DIA INTERNACIONAL DA MULHER


segunda-feira, 4 de março de 2013

Curso de pós-graduação em História em Quadrinhos em Curitiba

Clique na imagem para ampliar

As faculdades OPET, de Curitiba/PR, estão com inscrições para pós-graduação em Histórias em Quadrinhos, Ilustração, Publicidade e Cinema.
O foco do curso será a arte sequencial aplicada na publicidade, no cinema e no plano corporativo, envolvendo, também a ilustração comercial.
Segundo os organizadores, as histórias em quadrinhos constituem um meio de expressão específico com possibilidades próprias; e o domínio dessa técnica abre possibilidades profissionais para as áreas de design, ilustração, publicidade, cinema, educação, artes plásticas, literatura, relações públicas, dentre outras.
Os professores responsáveis pelos diversos módulos são mestres e doutores com trabalhos sobre histórias e quadrinhos e cinema, vindos de diversas áreas do conhecimento.
A duração do curso é de 18 meses, com aulas em sábados alternados, sendo que a inaugural está marcada para o dia 23 de março, a partir das 8 horas.
As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de março. Para outras informações, entre em contato pore-mail ou clique aqui.
PUBLICADO NO UNIVERSO HQ

Eventos comemoram os 50 anos da Mônica



Como parte das comemorações dos 50 anos da criação da Mônica por Maurício de Sousa, o ano de 2013 será repleto de eventos e exposições de sua obra.
 
Entre os eventos está uma exposição inteiramente dedicada ao coelho Sansão, no Memorial da América Latina, a mostraMônica 50 Anos, ainda sem local e data definidos e as peças de teatro Mônica Mundo, no Rio de Janeiro, e Mônica e Cebolinha no Mundo de Romeu e Julieta, em São Paulo. 
 
No MuBE, a exposição Maurício 50 anos mostrará tora a trajetória do autor desde seus tempos de repórter até os dias de hoje, história que também será contada em um livro, ainda sem nome. 
 
Também serão lançados os livros Bidu 50 anos, o CD Maurício, 50 anos de Música, a animação Mônica Toy no Cartoon Network e uma linha de bonecos retrô, incluindo a boneca Mônica da Troll e Monica Mixface, lançada originalmente pelaGrow.
 
Por fim, um documentário sobre a carreira de Mauricio será exibido no Biography Channel em 18 de junho, e a edição 75 da revista da Mônica será comemorativa, com capa metalizada e a republicação da primeira história da baixinha.

A Turma da Mônica foi criada por Mauricio de Sousa na década de 1960 e fez sua estreia pela Editora Continental, passando pela Editora Abril de 1970 a 1986, pela Editora Globo de 1987 a 2006 e a partir de 2007 sendo publicada pela Panini Comics. Além de fazer sucesso nos quadrinhos, a Turma da Mônica já rendeu filmes, desenhos animados e uma grande variedade de produtos licenciados, conquistando não só o Brasil como também diversos outros países.

POSTADO NO HQ MANIACS

A série "Os nomes da vida": crônicas do cotidiano em quadrinhos



A série "Os nomes da vida" narra crônicas do cotidiano, com um enfoque especial na questão social. Cada HQ narra histórias do dia-a-dia, tendo sempre uma pessoa no centro da história - um nome representando o universo infinito da vida humana. A partir desta pessoa, buscam olhar amplamente o cotidiano: às vezes com dureza, às vezes com alegria, outras com dor, esperança, entre muitos outros adjetivos para explicar a vida diária. 

Os responsáveis pelo projeto são o professor e roteirista Tiago Pavinato Klein e Paulo Daniel.

Vale a pena conferir as HQs, clicando aqui. Elas estão disponíveis para download.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Bibliotecas públicas oferecem oficinas gratuitas de quadrinhos



Estão abertas as inscrições para as oficinas de histórias em quadrinhos na rede de bibliotecas daSecretaria de Cultura de São Paulo.
Os cursos, oferecidos nas modalidades Quadrinhos módulo básico e Mangá, são gratuitos e realizados em várias bibliotecas de bairro, com aulas uma vez por semana, durante três meses. Dentre os instrutores estão profissionais com atuação no mercado, autores com vários trabalhos publicados e reconhecida experiência na área dos quadrinhos.
Ao final do curso, cada turma produzirá uma revista independente com o trabalho dos alunos. A idade mínima é de 12 anos e não é necessário nenhum conhecimento prévio para participar das oficinas.
As aulas começam a partir de 4 de março e as inscrições podem ser feitas na própria unidade.
PUBLICADO NO UNIVERSO HQ

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Volta às aulas - 2013

Retornamos às aulas esta semana, mas a Gibiteca ainda não está em funcionamento pois temos que colocar muita coisa em ordem. Então, pedimos paciência.

Neste meio tempo o Blog voltará à sua programação normal, com várias notícias sobre quadrinhos e afins. 

Mas, em março esperamos poder estar de portas abertas para nossos alunos e visitantes. Este ano teremos muitas novidades e, é claro, muitos gibis. Aguardem!

7º CONCURSO CULTURAL DA TURMA DO GABI

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EMT – Estúdio Moacir Torres e a Fundação Pró-memória de Indaiatuba (SP) estarão realizando até Julho deste ano o 7º Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho. Este ano a comissão organizadora do concurso escolheu como tema: CONSCIÊNCIA NEGRA.
Os participantes (de 9 a 14 completos) devem fazer um desenho com esse tema e enviar para: Rua Pedro Gonçalves, 477, Jardim Pau Preto, CEP: 13.330-210, Indaiatuba, SP ou  entregar direto na secretaria doCasarão Cultural Pau Preto.
Serão oferecidos aos autores dos três melhores desenhos um “Tablet” cada, e as três menções receberão um kit com revistas da Turma do Gabi.
O regulamento completo e ficha de Inscrição estão disponíveis no site Turma do Gabi”.
Os trabalhos escolhidos pelo júri para a exposição receberão certificados de participação.
Maiores informações poderão ser obtidas nos telefones: (19) 3875-8383 ou 3834-6319.
 o 7º Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho é uma realização do Estúdio EMT eFundação Pró-Memória com o apoio da Prefeitura Municipal de Indaiatuba (SP).
Em tempo, o criador da Turma do Gabi, Moacir Torres, estará amanhã (13) no “Programa Resenha” apresentado por Roberto Tempesta e levado ao ar pela TV SOL Comunidade de Indaiatuba (SP). Moacir Torres fala sobre como surgiu a “Turma do Gabi”, e comenta ainda sobre seus projetos para 2013. Para quem não mora na região de Campinas poderá acessar o programa pelo site:www.tvsolcomunidade.com.br.

Fredric Wertham manipulou dados do livro Sedução do Inocente


A Professora Dra. Carol L. Tilley, da University of Illinois Graduate School of Library and Information Science, afirma que o psiquiatra Fredric Wertham manipulou os dados usados no livro A Sedução do Inocente.
Num artigo publicado no Information & Culture: A Journal of History Tilley revela que Wertham modificou os dados obtidos em seus estudos para escrever o livro, como, por exemplo, a idade das crianças, a omissão de fatores mitigantes e a distorção de citações.
Em 1954, Wertham foi chamado para depor sobre delinquência juvenil, na subcomissão do senado dos Estados Unidos, justamente em virtude dos "méritos" do livro Sedução do Inocente. O resultado direto da investigação foi a criação do Comic Code Authority, o código de censura dos quadrinhos e a falência da E.C. Comics, na época a mais relevante editora de quadrinhos dos EUA, especializada em histórias policiais e de terror.
A pesquisa de Tilley foi iniciada com um propósito diferente. Quando os arquivos pessoais do psiquiatra - que faleceu em 1981 -, preservados na Biblioteca do Congresso, foram colocados à disposição do público, em 2010, ela buscava saber se Wertham havia trocado correspondência com bibliotecas e bibliotecários naquele período. O que ela descobriu, entretanto, foi a manipulação sistemática das entrevistas e de outros dados usados no preparo do livro.
LEIA TODA A REPORTAGEM NO UNIVERSO HQ, CLICANDO AQUI!

1º ENTRE ASPAS


A Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS), com sede na cidade de Leopoldina, MG, cordialmente convida você para participar de seu primeiro encontro nacional, o 1º Entre ASPAS, a se realizar no CEFET – Campus Leopoldina, entre os dias 22 a 24 de maio de 2013. 

A proposta deste encontro é reunir pesquisadores, estudantes, docentes de diferentes áreas e de distintas partes do país para compartilhar pesquisas, trabalhos, experiências e promover o debate de temas atinentes à arte sequencial. Tem o objetivo de iniciar uma caminhada de congregar perspectivas e forças, a fim de consolidar e fortalecer a área de estudos sobre arte sequencial no país. É um encontro interdisciplinar desde sua gestação, ensejando o diálogo entre as diferentes áreas do conhecimento em torno de um tema comum.

Nessa direção, o encontro também visa consolidar a ASPAS, em processo de constituição, enquanto órgão agregador, promotor e difusor de pesquisas relacionadas a arte sequencial e de pesquisadores que se ocupam com o assunto, tornando-se igualmente referência na produção intelectual, didático-pedagógica no país.

Diante disso, seguem abaixo, informações referentes ao evento, bem como prazos e datas relacionados. Estas informações também podem ser encontradas no site oficial do evento: http://1entreaspas.wordpress.com

Os heróis em sala de aula




Por Marcelo Rafael
 
As aulas em todo o país retomam seu ritmo natural. E, além dos estudantes, os heróis também vão ao banco escolar. E não se trata da Escola Jean Grey de Ensino Superior (antiga Escola para Jovens Superdotados do Professor Xavier, local fictício das histórias dos X-Men), mas de muitas universidades pelo país onde os temas de quadrinhos, incluindo super-heróis, geram congressos, artigos científicos e debates.

Não é de hoje que a 9ª Arte vem sendo analisada academicamente. Estudos aprofundados tornaram-se grandes referências, como História da Caricatura no Brasil, de Herman Lima, e Shazam! e História das Histórias em Quadrinhos, de Álvaro de Moya. Os dois autores estão entre os maiores especialistas do País no assunto, tendo tratado de HQs em meados do século passado.

O tema segue atual. Tanto que uma capa do gibi do Capitão América, em que o herói soca a cara de Adolph Hitler, serviu como base para uma questão do último ENEM, em novembro de 2012.

Pode soar mais comum analisar questões de gênero na obra da quadrinista norte-americana Alison Bechdel, como o faz a doutoranda Renata Dalmaso, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ou então esmiuçar as percepções de outras culturas e de si mesmo e destrinchar as ideias de Ocidente/Oriente em Persépolis, da iraniana Marjane Satrapi, foco do mestrado de Thayse Madella, também da UFSC. Mas poucos imaginariam que as virtudes e vicissitudes de Superman ou de Batwoman pudessem render longas e bem-estruturadas teses.

Dalmaso, por exemplo, tem artigo publicado nos EUA sobre a minissérie 1602, que conta as histórias dos heróis ambientadas durante as Grandes Navegações. Em seu texto, ela analisa o revisionismo histórico realizado por Neil Gaiman (criador de Sandman, entre outros) ao abordar questões de gênero e sexualidade no universo heroico da Marvel.

Relações de gênero e representações do feminino também estão presentes na linha de pesquisa de Natania Nogueira, que trabalha com quadrinhos norte-americanos da primeira metade do século XX e tem cinco artigos publicados na área.

Com especialização em História do Brasil pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), ela versou, em artigo na revista História, Imagens e Narrativas, sobre representações femininas em HQs aqui no Brasil, no período da extinta EBAL (Editora Brasil América). Seu primeiro trabalho nessa linha de pesquisa foi sobre Angelo Agostini, o piemontês radicado no Brasil considerado o criador dos primeiros quadrinhos no país, ainda no reinado de D. Pedro II.

Sávio Roz, graduado em História pela Universidade Federal de Salvador (UCSAL), também analisou o feminino nos gibis, especialmente em relação à Mulher-Maravilha. Mas seus estudos vão além, enveredando para outros personagens e seus paralelos com o mundo fora dos gibis.

“Os quadrinhos de super-heróis são um dinâmico jogo de relações entre realidade e imaginário, dosando aproximações e afastamentos com a realidade. Então temos ‘passeios’ entre campos sociais, culturais, políticos, etc.”, explica Roz.

Além das questões de gênero, a História também é outra área bastante usada para analisar a 9ª Arte. Thiago Monteiro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), após uma série de artigos sobre vampiros, ufologia e Role Playing Games, engatou no estudo de Quadrinhos com a monografia Supersoldados e Nação: Uma Análise das Representações de Heróis e Vilões nas Histórias do Capitão América, nos Estados Unidos da década de 1960.

A política foi o tema de seu segundo trabalho, Sob o Manto do Morcego: Uma Análise do Imaginário da Ameaça nos EUA da Era Reagan através do Universo Ficcional do Batman.
 

Roz também seguiu por diferentes caminhos dentro das análises: o Pantera Negra e sua relação representativa dos afrodescendentes nos EUA, a apropriação do uso do deus nórdico Thor nas HQs e até mesmo as tradições medievais nas idealizações de Superman estão entre os seus trabalhos.

Mesmo parecendo um tema tão consolidado, resolver estudar algo que, para muitos, ainda soa apenas como puro entretenimento gera resistência. “A maior dificuldade era eu, um aluno de graduação, então com 19 anos, convencer o corpo docente de que eu não estava simplesmente querendo brincar de ler gibi”, conta Monteiro sobre seus primeiros passos.

“Temos uma Academia densamente povoada por tradições impositivas, um corpo de produtores e pensadores que se apavoram quando se defrontam com o novo”, completa Roz.

Ele exemplifica com o caso de um professor da faculdade que, ainda no primeiro semestre, exigiu-lhe “manter-se em sua insignificância” de conhecimento diante de temas como o marxismo. No semestre seguinte, o mesmo professor desmereceu a camiseta que Roz usava, estampada com o emblema de um super-herói ao peito. Prontamente, Roz rebateu: "O senhor conhece esse personagem a fundo? Já leu as produções que o têm como protagonista?". Ao que o professor respondeu: "Não". Roz sugeriu: "Se não conhece o assunto, é mais seguro se manter em sua insignificância. Este assunto eu conheço e domino”.

Felizmente, muitos estudantes, país afora – e também no exterior – encontram professores que se empenham no assunto e oferecem orientação. Assim, Roz, Madella, Nogueira, Dalmaso e Monteiro podem seguir com suas pesquisas.
 
Vários estudos saíram da esfera acadêmica e ganharam linguagem mais acessível. As sugestões abaixo abordam a estrutura dos quadrinhos em diferentes países e outras análises sobre o assunto:

Muito Além dos Quadrinhos - Análises e Reflexões Sobre a 9ª Arte - Paulo Ramos e Waldomiro Vergueiro

Bienvenido - Um passeio pelos Quadrinhos Argentinos - Paulo Ramos

Mangá - Como o Japão Reinventou os Quadrinhos - Paul Gravett

Literatura em Quadrinhos no Brasil - Álvaro de Moya, Moacy Cirne, Naumin Aizen e Otacílio D'assunção

Prática de Escrita - História em Quadrinhos - Carlos de Andrade

A Guerra dos Gibis - Gonçalo Júnior

Os Iconográfilos - Teorias, Colecionismo e Quadrinhos - Agnelo Fedel


PUBLICADO NA SARAIVA CONTEÚDO, NO DIA 19 DE FEVEREIRO

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Prorrogadas as inscrições para o I Prêmio Petrobrás de Quadrinhos



As inscrições para o I Prêmio Petrobras de Quadrinhos foram prorrogadas até o próximo dia 18 de março. Por causa dessa mudança, as datas de divulgação e premiação dos vencedores também foram alteradas e acontecerão, respectivamente, nos dias 9 e 11 de abril.
Podem participar estudantes de escolas e universidades públicas e privadas do Rio Grande do Norte, além de artistas gráficos, amadores ou profissionais, que residam no estado.
Para concorrer, os autores precisam criar histórias em quadrinhos inéditas com no mínimo uma e no máximo cinco páginas que atendam ao tema Causos e histórias da cultura potiguar.
Os interessados devem acessar a ficha de inscrição no site da Feira de Livros e Quadrinhos de Natal e enviar três copias impressas do material, além um CD com os arquivos digitais, para o endereço que consta do regulamento.
A premiação será dividida em três categorias: ensino fundamental e médio, universitário (estudantes ativos nesses níveis) e livre (aberta ao público em geral). O ganhador de cada categoria receberá umtablet.
I Prêmio Petrobras de Quadrinhos foi lançado em outubro do ano passado, durante a Feira de Livros e Quadrinhos - FLIQ.

PUBLICADO NO UNIVERSO HQ

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Quatro Barras e Portugal farão intercâmbio de trabalhos da Gibiteca


Histórias em Quadrinhos dos alunos de Quatro Barras serão expostas na cidade de Beja, dentro de um dos festivais mais importantes do país. Gibiteca daqui também vai expor trabalhos portugueses
Um importante intercâmbio cultural entre Brasil e Portugal foi consolidado no ano passado pela Gibiteca de Quatro Barras e a Bedeteca de Beja, em Portugal. A partir de uma conversa entre seus coordenadores, que lecionam o Curso de Histórias em Quadrinhos, Enéas Ribeiro Corrêa (QB) e Paulo Monteiro (Beja), surgiu a ideia de aproximar as duas culturas, ampliando os horizontes de alunos brasileiros e portugueses.
O projeto intitulado “Gibanda”, uma junção da palavra Gibi com o termo “Banda Desenhada” (como são chamadas as histórias em quadrinhos na Europa) tende a ultrapassar muros maiores do que a distância. Com o intercâmbio, os alunos de Quatro Barras terão seus trabalhos expostos em território português, dentro do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, um dos eventos de maior prestígio do segmento em Portugal. Os alunos de lá também terão reconhecimento de fora, expondo suas histórias em território brasileiro.
O tema abordado será “Lendas de Minha Terra”, retratando mitos e lendas do Brasil e de Portugal nas páginas de HQs. “A proposta é fazermos esse intercâmbio em comemoração ao ano do Brasil em Portugal. Estamos conquistando nosso espaço a cada dia nessa verdadeira jornada dos quadrinhos brasileiros, buscando lançar nossos novos talentos para projetos mais ousados”, conta Enéas.
Os trabalhos ainda serão produzidos nos próximos meses e as datas das exposições já estão definidas: serão no dia 1º de junho em Portugal e no dia 4 de junho em Quatro Barras. A Bedeteca de Beja fica localizada no estado de Baixo Alentejo, e há 20 anos desenvolve o Curso de História em Quadrinhos, bastante similar ao realizado em Quatro Barras desde 2010.  

Notícia em dia de comemoração
A notícia é dada agora, como forma de comemoração ao dia 30 de janeiro, quando é comemorado o Dia do Quadrinho Nacional. Neste dia, no ano de 1869, Ângelo Agostini publicou a primeira história em quadrinhos brasileira, com o personagem "Nhô Quim" (1869) e "Zé Caipora" (1883), nas revistas Vida Fluminense, O Malho e Don Quixote.
PUBLICADO NO AGORA PARANÁ

Sant'Anna da Feira - Terra de Lucas


Foi lançado o álbum Sant'Anna da Feira - Terra de Lucas(180 páginas, formato 21 x 27 cm, R$ 30,00), resultado de 13 anos de pesquisa histórica e iconográfica do autor Marcos Franco sobre Lucas de Feira, escravo baiano que se revoltou e tornou-se líder de um bando de salteadores da Bahia provincial.
A edição tem desenhos de Hélcio Rogério e sua produção foi patrocinada pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult).
A trama se desenvolve na província da Bahia, no século 19. Depois de 20 anos de ações delituosas, o temível Lucas da Feira é capturado. A população da Vila de Sant'Anna da Feira comemora o seu encarceramento e a sentença capital a ele é imputada. Às vésperas de sua execução, as lembranças de um passado tortuoso vêm à tona, revelando todas as glórias e desventuras do escravo rebelde que conquistou a liberdade, por meio da altivez e crueza dos seus atos.
Veja abaixo algumas páginas do álbum.
Os interessados podem adquirir a edição diretamente com o autor, pelo e-mailsantanadafeira@gmail.com.
PUBLICADO NO UNIVERSO HQ

Samuel Eto'o apresenta biografia em quadrinhos


O atacante camaronês Samuel Eto'o apresentou nesta sexta-feira, no Festival Internacional de História em Quadrinhos de Angoulême, na França, o primeiro dos nove volumes de sua biografia contada em quadrinhos.
O craque africano foi até a cidade francesa para lançar a revista Eto'o fils, naissance d'un champion (Eto'o filho, o nascimento de um campeão).
Trata-se de um trabalho de 48 páginas da desenhista camaronesa Joëlle Esso, escolhida pessoalmente pelo jogador, e publicado pela fundação do atleta e pela editora Dagan, especialista em história em quadrinhos africana e caribenha.
Eto'o, que já havia apresentado a história em Camarões no mês passado, aproveitou para saudar o desenhista Albert Uderzo, autor da saga de Axterix ao lado do falecido roteirista René Goscinny, estrela do festival, que terminará no próximo domingo.

PUBLICADO NO TERRA ESPORTES

Releituras de Jane Austen no Mangás Femininos Japoneses

Trabalho muito interessante, realizado pela amiga Valéria Fernandes. Vale a apena dar uma conferida.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

André Diniz lança Morro da favela em Portugal e palestra na França


André Diniz, autor de obras como O quilombo Orum Aiê,A cachoeira de Paulo AfonsoFawcettO negrinho do pastoreio e outras, acaba de lançar o álbum Morro da favela em Portugal, pela editora Polvo.
"A edição é um pouco diferente da brasileira, com uma nova capa e ilustrações de sete quadrinhistas brasileiros: Laudo, Will, Pablo Mayer, José Aguiar, Marcelo Costa, Magno Costa e Ricardo Manhães", revela Diniz.
O autor esteve recentemente em Portugal para a exposição O morro da favela e outras histórias, naBedeteca de Beja, inaugurada no último dia 12 de janeiro.
Em grande fase, André Diniz estará também na França, no Festival de Angoulême, autografando aedição francesa Photo de La Favela, entre 31 de janeiro e 3 de fevereiro. Além disso, no dia 31, ele participará da conferência La bande dessinée au Brésil aujourd'hui (Os quadrinhos hoje no Brasil), ao lado de Rafael Coutinho, de Cachalote, que também foi lançado naquele país .
Atualmente, Diniz está produzindo o seu próximo trabalho: a adaptação em quadrinhos de O idiota, do russo Fiódor Dostoievski, e negociando, ao mesmo tempo, com os mercados francês e brasileiro.
PUBLICADO NO UNIVERSO HQ

Exposição celebra os dez anos da série de tiras Só Dando Gizada



No próximo dia 31 de janeiro, no Espaço Cultural Pandora (Rua Joaquim Novaes, 146, Cambuí), em Campinas/SP, terá início a exposição Dez anos de Só Dando Gizada: a tira sob o olhar de outros artistas, em comemoração ao aniversário de uma década da série de tiras do jornalista e cartunista DJota Carvalho.
Reunindo trabalhos de vários artistas do traço - como Bira Dantas, Dalcio Machado, Junião, Caio Yo, Carriero, Mario Cau, Angelo France, Dimaz Restivo, Jésus Maia, André Pádua, Venceslau, Dinei Ribeiro, Robson Reis e outros -, que emprestam sua própria visão para os personagens de DJota Carvalho, a mostra seguirá até 23 de fevereiro (com uma breve pausa no feriado de Carnaval).
A entrada é gratuita e os visitantes poderão conferir o evento de segunda a quinta-feira, das 9h às 21h; às sextas, das 9h às 18h; e aos sábados, das 9 às 13h.
Clique aqui para conferir as aventuras colegiais de Só Dando Gizada.
PUBLICADO NO UNIVERSO HQ

Histórias em quadrinhos ajudam no tratamento de distúrbios do sono em crianças


O objetivo do estudo foi evitar o agravamento desses problemas, além de trazer o reconhecimento de que roncar não é normal.



Um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) utilizou histórias em quadrinhos para ajudar crianças em idade de pré-alfabetização a identificarem a presença de distúrbios do sono nelas mesmas ou em membros de suas famílias. Os desenhos ajudam no reconhecimento do ronco, insônia, síndrome da apneia obstrutiva do sono (uma espécie de parada respiratória durante o sono) e síndrome das pernas inquietas.
O objetivo do estudo foi evitar o agravamento desses problemas, além de trazer o reconhecimento de que roncar não é normal e pode significar problemas de saúde mais sérios. Foram submetidas a uma avaliação 548 crianças, com idades entre 6 e 10 anos, estudantes do ensino fundamental em escolas públicas e privadas.
Segundo a autora da pesquisa, Eleida Camargo, doutora em ciências da saúde, foram distribuídos questionários às crianças com questões referentes aos temas de distúrbios do sono. A maioria delas respondeu que acredita que roncar seja algo normal (57,9%) e apenas 39,6% reconheceram que o ronco possa representar sintoma de alguma doença.
Após a leitura das histórias em quadrinhos, que trazem esclarecimentos sobre os temas ligados aos distúrbios do sono de forma lúdica, o percentual de alunos que avaliaram o ronco como algo normal caiu para 37,3%. A maioria das crianças (61,4%) passou a identificar o ronco como um sintoma. Outro dado interessante da pesquisa foi a percepção de que o ronco é visto principalmente como um incômodo social. “A gente percebe que o hábito do ronco acaba sendo considerado negativo mais pelos seus aspectos culturais do que pelo reconhecimento de que pode ser uma doença”, disse.
O foco na faixa etária infantil, explica a pesquisadora, foi importante porque as crianças representam o futuro, além de terem papel fundamental ao despertar a atenção dos pais. “A população pediátrica é interessante porque ela é multiplicadora, as crianças são muito comunicativas, chegam em casa e falam para os pais. Estamos trabalhando preventivamente com uma geração, que vai se tornar adulta. Esse conhecimento vai se perpetuar ao longo do tempo”, explica.
O diagnóstico dessas doenças de maneira precoce, disse Eleida, torna seus tratamentos mais eficazes. O ronco primário infantil, por exemplo, quando não tratado, pode desencadear a apineia obstrutiva. “A longo prazo, quem tem essa apineia obstrutiva do sono está muito mais sujeito a ter problemas cardiovasculares ao despertar. Inclusive o AVC [Acidente Vascular Cerebral] chega a ser 40% mais propenso em homens adultos”.
Existem, além disso, casos de pacientes que se tratam durante anos contra a insônia, com medicação muitas vezes prejudicial, mas descobrem que o verdadeiro problema que possuem é a síndrome das pernas inquietas. De acordo com a pesquisadora, a insônia pode ser apenas uma consequência dessa síndrome, que se caracteriza pela necessidade de movimentação das pernas quando a pessoa entra em estado de relaxamento.
“Ela vai se deitar e começa a sentir formigamento na perna, que só melhora quando a movimenta. Então, a pessoa está com muito sono, mas começa a sentir aquilo. Ela começa a mover as pernas, o sono passa e ela vai dormir só de madrugada”, explica.
A síndrome das pernas inquietas tem difícil diagnóstico, muitas vezes em razão do próprio desconhecimento dos médicos. Entre as crianças, a detecção do problema é ainda mais complexo, uma vez que elas apresentam sintomas diferentes dos adultos. Eleida explica que os pacientes infantis conseguem superar o formigamento no momento de dormir, mas, ao acordar, o problema se manifesta de forma muito mais intensa. “Quando a criança está na escola, não consegue ficar parada e é diagnosticada equivocadamente com hiperatividade”, disse.
De acordo com a pesquisadora, o tratamento para a síndrome pode ser muito simples, apenas pela reposição de ferro. Por isso, essa doença é mais comum entre mulheres, justamente porque as pacientes femininas perdem ferro por meio da menstruação. Outra causa da síndrome, por sua vez, é o fator hereditário, que pode afetar famílias inteiras, esclarece a pesquisadora.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO CORREIO

FELIZ DIA NACIONAL DOS QUADRINHOS!!