domingo, 17 de junho de 2012

Cartunista americano recria Jesus como astro punk

Cartunista Sean Gordon Murphy
Quando era criança, Sean Gordon Murphy desenhava pequenos Calvins e Haroldos em cadernos escolares, inocente tributo aos personagens de Bill Watterson e ao mundo dos quadrinhos, no qual um dia ingressaria.

Hoje, aos 31 anos, após emprestar seus traços às aventuras de "Batman" e "Vampiro Americano", o quadrinista americano é tido como uma das promessas da DC Comics, gigante dos quadrinhos, responsável por títulos como "Liga da Justiça".

Murphy estourou como artista gráfico nos últimos anos, passando de desenhista respeitado e arte-finalista (além de escritor diletante) a nome visado pelo mercado, assinando as minisséries da Vertigo "Joe, o Bárbaro" e "Hellblazer: Cidade dos Demônios", entre outras.

O artista ganhou projeção ao publicar, no início da década passada, de forma independente, adaptações para quadrinhos de filmes e séries de TV, como "Star Wars", "Law & Order: SVU" e "Buffy, a Caça-Vampiros".

Com tiragens quase esgotadas e reedições previstas, suas versões se tornaram cobiçadas em leilões virtuais.

Seu primeiro projeto solo é "Off Road" (Oni Press, 136 págs., R$ 14, na amazon.com), romance gráfico publicado em 2005, pelo qual venceu o American Library Association Award -e que se inspira no clássico da geração beat de Jack Kerouac.

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sábado, 16 de junho de 2012

Revista da Turma da Mônica Jovem: Bullying



Temos um exemplar na Gibiteca!
Não deixe de ler!

ESTAREMOS LÁ, SE TUDO DER CERTO

Se tudo correr bem, estaremos este ano participando da premiação do Troféu HQ Mix, apenas como ouvintes, claro, mas já está bom demais!

Diálogos literários: quadrinhos em sala de aula

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Somando-se à programação sobre Histórias em Quadrinhos, desenvolvida pelo Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV) desde maio, a L&PM Editores firma parceria para promover o evento Diálogos literários, com encontros bimestrais gratuitos destinados a professores da rede pública e privada. O objetivo é fornecer conteúdo literário e apresentar didáticas diferenciadas para ministrar literatura em sala de aula.

O primeiro encontro acontece na quinta-feira, 21 de junho, das 13h30min às 17h30min, na sala O Retrato, 4º andar do CCCEV, na Rua dos Andradas, 1223, Centro Histórico de Porto Alegre. Informações e inscrições pelo telefone (51)3226.7974, das 13 às 18h, com Mariane ou pelo email
cultural@cccev.com.br.  

O encontro inaugural abordará a temática Quadrinhos em sala de aula, ministrado pelo professor doutor Waldomiro Vergueiro, especialista no assunto. A escolha do tema se deve pela crescente inclusão de histórias em quadrinhos no ensino brasileiro, inclusive pela lista do PNBE (Programa Nacional de Biblioteca da Escola), que traz aos professores um novo desafio educacional.

A proposta do professor Vergueiro é promover a compreensão da fascinante linguagem das HQs e os caminhos que podem ser trilhados em sala de aula, a partir de exemplos práticos. Ao final do encontro será fornecido atestado de participação.

Sobre Waldomiro Vergueiro - Pós-doutor pela Loughborough University of Technology (Inglaterra) e professor titular da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, onde coordena o Observatório de Histórias em Quadrinhos e ministra a disciplina Editoração de Histórias em Quadrinhos. Atua como membro do corpo editorial da Revista Interamericana de Bibliotecologia e da International Journal of Comic Art

"Racismo e Ideologia Nas Histórias em Quadrinhos"

Amigos, estarei com uma oficina "Racismo e Ideologia Nas Histórias em Quadrinhos" na sexta-feira, dia 22 de junho, das 13:00 às 17:00h. É parte do minicurso que estarei ministrando com a colega/amiga Valéria Fernandes da Silva, nos dia 02.03 e 04 de julho na UNICAMP.
 
O trabalho está vinculado ao "Projeto Memória e Patrimônio: Leopoldina-MG", a Casa De Leitura Lya Botelh.
 
É voltado para educadores, são 20 vagas, mas havendo disponibilidade e, claro, interesse, outras pessoas da comunidade podem se inscrever.

As inscrições devem ser feitas por e-mail: casadeleitura@gmail.com , ou diretamente na Casa de Leitura Lya Botelho: R. José Peres, 4 (Centro) Leopoldina-MG

Turma da Mônica: uma marca com mais de 3 mil produtos

Os personagens de Maurício de Sousa saíram dos gibis para todo tipo de produto; turma aguarda a chegada do jogador Neymar às tirinhas neste ano

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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Feira HQ reúne no Piauí especialistas em quadrinhos de todo o Brasil

Há muito tempo, as histórias em quadrinhos não são coisa só de criança. Elas conquistaram os adultos, invadiram as escolas e são estudadas até nas universidades. E é esse universo múltiplo que a 12ª edição da Feira HQ e o 4º Seminário de Quadrinhos do Piauí vai mostrar. Os eventos acontecem concomitantemente entre os dias 26 e 29 de julho e contam com o apoio da Fundac e da Coordenadoria de Comunicação do Governo do Estado do Piauí.

As inscrições acontecem até o dia 22 de junho para a Feira e 9 de julho para o Seminário.

Bernardo Aurélio - Feira HQ(Foto: Regis Falcão)Segundo o idealizador da Feira, Bernardo Aurélio, o evento ocorrerá no Clube dos Diários e contará com exposição competitiva, publicação de títulos, concurso de cosplay além do seminário que deve reunir grandes nomes dos quadrinhos nacionais e internacionais.

Entre os convidados que já confirmaram presença estão o cearense Ed Benes, que já desenhou para a DC Comics; Daniel Brandão, também cearense, que fez diversos trabalhos para a DC e Dark Horse entre outras editoras; o escritor paraibano Gege Carsan e o gaúcho Gervásio Santana, especialistas em Tex; o dublador Élcio Sodré, responsável pelas vozes de personagens como Shiryu e Kamen Rider; Sonia Bibe Luyten, doutora em comunicação especializada em HQs; Waldomiro Vergueiro, doutor da USP e fundador do Observatório de Histórias em Quadrinhos; além do jornalista Gonçalo Junior, autor de diversos livros sobre quadrinhos e Leonel Caldela, especialista em RPG.

“A Feira HQ já é uma referência para muitas pessoas que trabalham com histórias em quadrinhos. A nossa intenção é sempre aprimorar e aprofundar a discussão sobre o tema e mostrar que os quadrinhos são importantes ferramentas não só de entretenimento como também de educação”, descreve Bernardo Aurélio.
12ª Feira HQ(Foto: Divulgação)Segundo ele, um dos pontos altos da Feira será o 4º Seminário de Quadrinhos onde estudiosos de todo o país podem se inscrever para debater o tema. “A proposta do evento é discutir as Histórias em Quadrinhos do ponto de vista universitário, através da pesquisa e da produção científica. A programação inclui exposições dos trabalhos produzidos, palestras e oficinas, com direito a certificado e a publicação destes trabalhos em CD-ROM com ISBN”, acrescenta.

A Fundac cedeu o espaço para a realização do evento e a CCom garantiu o material impresso com dois mil cartazes, cinco mil panfletos, dois mil folders, mil revistas onde serão publicados os trabalhos premiados e 200 camisetas.
Para mais informações acesse o site: http://nucleodequadrinhos.org/

PUBLICADO ORIGINAMENTE NO 180 GRAUS

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A Festa Junina da E. M. Judith Lintz é amanhã!!

Pessoal, está chegando a hora!
Não percam a festa mais animada do Bairro Bela Vista.
Principalmente, não deixem de visitar a barraca de doces da GIBITECA!!!

Teremos doces variados, dos tradicionais, como cocada, doce de mamão e de abóbora, aos mais badalados como bombons, brigadeiros e cupcakes.


Estamos esperando vocês!
Festa Junina 2012
Escola Municipal Judith Lintz Guedes Machado
Av. Dos Expedicionário, s/n
Início: 18:00
 

Aluno da Escola Municipal Professor Jarí cria histórias em quadrinhos

Verdadeiro artista. É dessa maneira que se pode chamar o aluno Vanderson dos Santos Borges, de apenas 13 anos, que está cursando o 7° ano A, na Escola Municipal Professor Jari Edgar Zambiasi.

O aluno conta que desenha desde os cinco anos de idade e que foi através do incentivo dos professores que descobriu o universo das histórias em quadrinhos. “Como houve na escola um concurso para elaboração de gibis, eu comecei a desenhar, me interessei e não parei mais”.

Para o pequeno escritor, a produção de histórias em quadrinhos é inspirada na família e nos amigos. “Primeiro tive que imaginar a história, depois criar os desenhos, os personagens e, por fim, escrever os diálogos” explica.

Conforme Vanderson, o tempo para elaboração de um gibi curto (tirinha) é de 10 minutos, já o gibi grande demora cerca de meia hora. Ele ainda relata que está ensinando vários colegas de classe, que tiveram interesse em desenvolver as atividades.

“Os meus amigos Marcos e Carlos aprenderam a desenhar em uma semana, agora estão aprendendo a desenvolver a arte final, que é a pintura perfeita. Nós estamos pensando em preparar vários gibis e trazê-los para a escola, pois o meu maior sonho é ter pelo menos um gibi publicado” conta Vanderson.

Segundo o diretor Laércio Duarte, a escola desenvolve vários projetos direcionados para despertar a criatividade dos alunos. “Sempre que possível, nas aulas de artes nós procuramos mantê-los informados dos projetos que vêm sendo trabalhados nas escolas, assim aproveitando a capacidade de cada um deles” ressalta.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO TOP NEWS

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A Noite Mais Tensa na Gibiteca de Santos

Nesse sábado, dia 09/06, o cartunista e escritor Lico Mota (Tropa de Heróis) estará recebendo o público na exposição de seus mais recentes trabalhos na Gibiteca Municipal de Santos.
 
A exposição A Noite Mais Tensa traz uma compilação de quadrinhos, tirinhas e desenhos variados com destaque para a edição mais recente do fanzine Tropa de Heróis. Também estarão expostos projetos paralelos do autor como o Detetive Sombra, Deltar, O Guardião e o projeto evangélico Ao Deus Desconhecido
 
Quem comparecer à Gibiteca ganha também uma cópia gratuita da revista Tropa de Heróis #4 podendo escolher uma entre as quatro capas disponíveis.
 
Os trabalhos de Lico Mota ficarão expostos até o dia 15/06 na Gibiteca localizada no Posto de Salvamento 5 na praia do Boqueirão em Santos (Av. Bartolomeu de Gusmão, s/n). 
 
A entrada é gratuita e o evento estará aberto ao público de segunda a sábado das 9 às 19hs e aos domingos das 9 ás 14hs.
 
Download gratuito ou leitura online de fanzines no site da Tropa de Heróis. 
 
Contato com o autor pode ser feito através do e-mail, ou do Twitter.

Consciência ambiental em história em quadrinhos

Um personagem para inspirar as novas gerações a cuidarem do meio ambiente é a proposta de “Grande Japi”, uma série idealizada por Fábio Campos Alves e apadrinhada pelo professor Osmar Arroyo,  que nesta semana ganhou sua primeira passagem virtual. "A gente veio conversando sobre isso nos últimos anos e foi ele quem indicou o Felipe Rosa, um desenhista sensacional que criou esse ponto de partida, uma homenagem à data”, diz Alves.

Juntos, estão trabalhando em outros personagens como um macaco e uma coruja falantes, um cientista maluco chamado Salber, uma figura dos povos afrobrasileiros chamada Preto Veio e até mesmo vilões.

Mas o alvo não é especificamente Jundiaí ou mesmo apenas a Serra do Japi. Da primeira abertura na rede social Facebook, onde foi criado o perfil do “Grande Japi”, a ideia é encontrar parceiros para outras possibilidades, como jogos interativos, roteiros teatrais e materiais impressos. “Sempre tendo em vista que nosso público alvo do futuro está ligado com essa ideia de gerações ainda mais conscientes reverterem os rumos para o bem”, diz.

O contato sobre o projeto, como não podia ser diferente, é grandejapi@gmail.com

Mitologia/A Serra do Japi como um repositório ancestral de valores é uma inspiração bastante antiga nas cidades da região e sua própria silhueta é uma referência cultural.

Evitando um enquadramento religioso ou partidário, o projeto quer aproveitar esse imaginário para passar mensagens preservacionistas. Mas os produtos futuros vão depender de novas parcerias.
Ambiente sempre atrai desenhistas
O panfleto ao lado, usado para a histórica passeata de 2,5 mil pessoas pela proteção da Serra do Japi em 30 de julho de 1978, já trazia o apoio de desenhistas. O movimento dos moradores de Jundiaí resultou no tombamento da serra, cinco anos depois.   Sem assinatura, a ilustração era parte do esforço da comunidade. Até bombeiros emprestaram gerador para a música no Pico do Mirante.  

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO DIÁRIO DE SÃO PAULO

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Quando os super-heróis invadem a literatura

Os quadrinhos são generosos na tarefa de levar para os gibis os heróis - superpoderosos ou não - nascidos nas páginas de um romance ou conto literário.

Muitos desses personagens estão até hoje, em maior ou menor nível de popularidade, protagonizando aventuras em HQs e agradecendo aos gibis o fato de continuarem resistindo à atração implacável do buraco negro do esquecimento.

Zorro, criado por Johnston McCulley, em 1919, para um conto publicado na revista All-Story Weekly; Aranha, criação de Harry Steeger, em 1933; e Conan, surgido, em 1932, da imaginação do escritor Robert E. Howard, são alguns dos que devem aos quadrinhos, em grande parte, a menção de seus nomes na cultura pop atual.

E nesse rol há outras figuras não muito comentadas - e não menos importantes no cenário -, como o herói espacial Buck Rogers (1928), de Philip Francis Nowlan, e os guerreiros Solomon Kane (1928) e Kull (1929), de Robert E. Howard.
Mas é ainda maior a lista dos heróis que fizeram - e continuam fazendo - o caminho inverso, saindo dos gibis para viver nos livros de prosa as aventuras que pareciam possíveis ser vistas apenas com a ajuda de desenhos e não por meio da particular interpretação visual que a imaginação de cada leitor produz.

LEIA TODA A MATÉRIA DE MARCOS RAMONE NO UNIVERSO HQ CLICANDO AQUI!

Quadrinhos levam mensagem ambiental a crianças

As crianças do município de Treviso ganharam uma nova aliada no aprendizado sobre preservação ambiental, a revista em quadrinhos “Mapú e as Aventuras no Aguaí”. A publicação foi criada pelo projeto Felinos do Aguaí, que é desenvolvido pelo Instituto Felinos do Aguaí em parceria com as Empresas Rio Deserto. A revistinha foi distribuída nesta terça-feira durante as atividades do Dia Mundial do Meio Ambiente para mais de 300 crianças das três escolas do município. Nesta primeira edição da história, Mapú, que é um puma, ajuda a salvar a sua amiga Benedita, que na verdade é um pássaro da espécie Benedito-de-testa-amarela, das garras de caçadores.

De acordo com a bióloga e coordenadora do projeto,
Micheli Ribeiro Luiz, a ideia é lançar outras edições, sempre passando a ideia de preservação dos recursos naturais e respeito à natureza. Além da distribuição da revista, as crianças também fizeram apresentações sobre o tema meio ambiente, assistiram à apresentação da bióloga sobre a Reserva Ambiental do Aguaí e encerraram o dia com o plantio de mudas de árvores no pátio da Escola Estadual Udo Deeke.

PUBLICADO ORIGINALMENTE NO ENGEPLUS

terça-feira, 5 de junho de 2012

A Turma do Xaxado e o meio ambiente

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Para comemorar a Turma do Xaxado está lançando um livro muito especial que fala dos cuidados que devemos ter com o nosso planeta.

O livro Meio Ambiente e Cidadania (tem 32 páginas colorido em papel reciclato 115 g e capa em cartão 250g). Trata-se de histórias sobre a preservação do nosso planeta e de como devemos ter cuidados com o lixo que produzimos.

Preço de lançamento já com o porte simples dos correios: R$ 20,00

Editora Cedraz – Turma do Xaxado

sexta-feira, 1 de junho de 2012

UNICAMP: minicurso e apresentação de trabalho sobre quadrinhos

Entre os dias 02 e 05 de julho estaremos no VIII Encontro Nacional Perspectivas do Ensino de História e do III Encontro Internacional de Ensino de História, a ser realizado na UNICAMP com um minicurso e uma apresentação de trabalho sobre quadrinhos. 
O minicurso será ministrado em parceria com a Prof. Dra. Valéria da Silva  Fernandes (Colégio Militar e Faculdade Teológica Batista – Brasília). O tema é Racismos, Relações de Gênero e Ideologias Políticas nas Histórias em Quadrinhos: perspectivas de ensino e pesquisa
Estaremos, também, no GT  Diversidades de linguagem e práticas na sala de aula apresentando o trabalho HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE HISTÓRIA, baseado no trabalho que desenvolvemos na escola junto à Gibiteca. 
Este evento tem como objetivo dar continuidade aos encontros anteriores, contribuir para a melhoria do Ensino de História na América Latina através de debates entre os profissionais que atuam na área do ensino e da pesquisa, promovendo a reflexão sobre diferentes temas como produção de saberes, memórias e sensibilidades presentes no Ensino de História.

Vale ressaltar que nosso trabalho só é possível porque temos apoio da escola e da secretaria de educação. Já passamos por duas gestões e nunca nos faltou incentivo para desenvolver trabalho e pesquisa pela melhoria da educação em nossa escola por meio da Gibiteca. nestes cinco anos já levamos nossa experiência para a UFMT, USP, UFPE, UFRJ, FIOCRUZ e agora estamos indo para a UNICAMP.

Obrigada por acreditarem em nós!

Oficina Racismos e Ideologias Políticas nas Histórias em Quadrinhos


No dia 22 de junho de 2012 a Gibiteca Escolar, em parceria com a Casa de Leitura Lya Müller Botelho, estarão oferecendo a oficina (gratuita) Racismos e Ideologias Políticas nas Histórias em Quadrinhos para professores da rede municipal, pública e privada do ensino fundamental ao Médio. A proposta da oficina é explorar junto aos professores as várias possibilidade de se trabalhar temas atuais  como a guerra, os racismos, a ecologia, dentre outros utilizando o recurso das histórias em quadrinhos. A oficina será ministrada pela professora Natania Nogueira, coordenadora da Gibiteca.
Período: das 14 às 17 horas.
Vagas:  20 
As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: gibitecacom@gmail.com

Você sabe o que são Quadrinhos?



Quadrinhos são literatura? Entrevista com Paulo Ramos

Encontramos uma entrevista com o amigo Paulo Ramos, professor univesitário e especialista no tema (quadrinhos), que esteve conosco no III Seminário sobre Quadrinhos. Assista e descubra a opinião dele: quadrinhos são ou não são literatura?

Da leitura de gibis ao lançamento de grandes projetos

A ideia sempre foi ousada: misturar os caminhos de fomentação da leitura de uma biblioteca com a criação de um espaço de convívio e lazer, como o de um parque. Deu certo. As Bibliotecas Parque despontam hoje como projetos multifuncionais de sucesso em áreas de risco da cidade. Depois de fincar estantes e projetos bem-sucedidos em Manguinhos e Niterói, o modelo, vinculado ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ganha a comunidade da Rocinha. A partir de 4 de junho, o C4 – Centro de Convivência, Comunicação e Cultura – abre as suas portas, com cinco andares dedicados à literatura, às artes, à integração dos moradores com as práticas locais, à cultura contemporânea e, é claro, aos clássicos.

Inspirada no formato bem-sucedido de experiências realizadas em Medelin e Bogotá, na Colômbia, a Biblioteca Parque é um espaço de troca e aprendizado, desenvolvido para o aprimoramento social e cultural. Através da reflexão e da criação, o projeto contribui para a diminuição da violência, criando um espaço de convivência dentro da comunidade. A expectativa é de que a nova biblioteca da Rocinha receba 216 mil pessoas por ano, entre moradores da região e de bairros próximos, tendo capacidade inicial para 15 mil livros e dois mil DVDs, além de disponibilizar 48 computadores e 12 notebooks pra uso.

Espaço aberto de diálogo entre o livro e o conhecimento

A diretora da C4, Daniela Ramalho, conta que a ideia de criar um centro cultural nasceu fundamentalmente de um sonho da própria comunidade, que levou o desejo até a Secretaria de Estado de Cultura. "Há uma grande expectativa na região porque a Rocinha tem muitos grupos e atores sociais e culturais, que são interlocutores importantes para o nosso trabalho. Sabemos que a Rocinha é muito populosa e que o público do espaço vai ser muito grande. Por isso, temos conversado com as lideranças e manteremos permanentemente um diálogo aberto com os moradores e com esses agentes”, declara.

O jornalista Robson Melo, funcionário do setor de mídia e música da Biblioteca Parque da Rocinha, atesta, como morador fiel, a implementação do projeto como um grande passo para a comunidade. “É o espaço público mais importante de todos os tempos na Rocinha, porque, apesar das nossas outras reivindicações por melhorias nas condições da favela, cultura não tem preço. Podem te levar tudo, menos o seu conhecimento. A biblioteca vai trazer toda uma vida de saber e criação para comunidade”, garante ele, que costuma incomodar-se com o ambiente formal das bibliotecas tradicionais. “Eu gosto de ler, mas não gostava de biblioteca. O silêncio obrigatório do espaço me incomodava porque acredito em momentos de conversa e de interação durante uma leitura. O centro de convivência da C4 permite que as pessoas dialoguem e debatam”, acrescentou o jovem de 29 anos.

Para a Superintendente da Leitura e do Conhecimento, Vera Saboya, a biblioteca potencializa uma tendência que já fervia na comunidade. “A Rocinha é uma comunidade repleta de artistas, agentes e mediadores culturais. Ela tem uma vocação cultural muito grande. O modelo da Biblioteca Parque é de um espaço múltiplo que trabalha todas as artes: música, cinema, teatro, literatura, gastronomia etc”, comenta. “Na Rocinha, o prédio que sedia o espaço revela a estrutura arquitetônica própria do lugar, uma estrutura toda verticalizada”, completa.

A Secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes, também reforça a importância do projeto. "O conceito de biblioteca vem evoluindo muito, de um lugar apenas guardar livros, de consulta para pesquisas e estudos para um centro de cultura, conhecimento e de idadania”, explica. “É um lugar de acesso livre e irrestrito à informação. É isso que forma um cidadão de primeira classe. E é isso que estamos tentando criar com o programa de Bibliotecas Parque”. 

Além das prateleiras com livros, o conjunto de ambientes do espaço conta com uma DVDteca, um cineteatro, um sala multiuso para cursos, estúdios de gravação e edição audiovisual, setor de internet comunitária, cozinha-escola e café literário. “Queremos fazer um atendimento de qualidade e, por isso, contamos com historiadores, atores, bibliotecários, entre outros profissionais. São 45 funcionários, sendo que apenas sete deles não fazem parte da comunidade. Isso nos revela uma compreensão que vem de dentro da Rocinha e uma expectativa enorme. Queremos atrair desde o menino que quer ler o seu gibi até os grupos culturais que querem desenvolver seus projetos”, acrescenta Daniela.

“Imaginamos criar em todas as regiões do estado pelo menos uma biblioteca desse tipo. Todas interligadas, cada uma funcionando como cabeça de rede das bibliotecas municipais, escolares, comunitárias, de todos os projetos de leitura e educação. Seriam as condutoras, a referência de um modelo novo de se discutir a questão do conhecimento, da formação, da educação”, conclui Adriana.

Em um ano de funcionamento,  a Biblioteca Parque de Manguinhos recebeu 130 mil usuários, teve 61.929 consultas ao acervo e 37 mil empréstimos domiciliares e  emitiu 9 mil carteirinhas.

Por sua vez, ao longo de seis meses de funcionamento a Biblioteca Pública de Niterói – a segunda da nossa rede de bibliotecas-parque, re-inaugurada em julho de 2011 após cuidadoso restauro e completa modernização – , recebeu 48.800 usuários, teve 52 mil consultas, emprestou 25 mil livros e emitiu 5.300 carteirinhas.

Depois da Rocinha, a próxima etapa do projeto é a inauguração da Biblioteca Parque do Alemão.

A Gibiteca na festa junina de Escola Municipal Judith Lintz Guedes Machado

Gente, vamos ter a mior festança aqui na escola e a Gibiteca vai ficar por conta da barraca de doces e do correio do amor! 

Venham se deliciar com nossos quitutes e, de quebra, participar da melhor festa junina do Bela Vista.  Teremos danças e comidas típicas! 

A festa será dia 15 de junho às 18 horas. 
Participe! Traga sua família e seus amigos e comam muitos doces!! A arrecadação da barraca será destinada à compra de gibis e para patrocinar atividades (oficinas) para nossos alunos no segundo semestre.