domingo, 28 de junho de 2009

50 anos de Maurício de Souza


le comanda uma empresa que lidera 80% do mercado de quadrinhos no Brasil, além exportar para 126 países não apenas revistas, mas outro produtos Ubiratan BrasilAgência EstadoMauricio de Sousa é capaz de dar a volta pelo mundo em poucos minutos - pelo telefone, acerta um contrato com a China; via e-mail, responde a uma consulta de empresários americanos; sob sua mesa, no estúdio que mantém na Lapa, na zona oeste de São Paulo, estão revistas publicadas na Indonésia com seus personagens.

O criador da Turma da Mônica mantém uma rotina espartana para manter a qualidade de um produto que vai completar 50 anos no dia 18 de julho - foi nessa data, em 1959, que saiu publicada a primeira tirinha, com Bidu e um menino que, com o tempo, se transformou no Franjinha. "Foi uma longa jornada, na qual aprendi muita coisa sozinho", conta Mauricio, hoje no comando de uma empresa que lidera 80% do mercado de quadrinhos no Brasil, além exportar para 126 países não apenas revistas, mas produtos como livros, material escolar, brinquedos e também desenhos para cinema, televisão e até celular.

Os 50 anos serão comemorados ao longo de um ano, a partir de 18 de julho, com eventos diversos. Um dos mais originais será a publicação do livro "MSP 50", que significa "Mauricio de Sousa Por 50 Artistas Brasileiros", um trocadilho com a sigla da empresa, Mauricio de Sousa Produções. "Convidei 50 artistas para cada um recriar seu personagem preferido de acordo com o traço próprio", conta Sidney Gusman, organizador do volume, que contará com desenhos de Ziraldo, Laerte, Renato Guedes, Gabriel Bá e Fábio Moon, entre outros.

"Quase todos confessaram ter aprendido com o Mauricio." De fato, aos 73 anos e pai de dez filhos, Mauricio de Sousa busca informações no seu dia a dia. "Quando comecei, jovem ainda, a única experiência que realmente dominava era a minha relação com um cãozinho, daí o Bidu ter sido o primeiro personagem. Em seguida, ao observar o comportamento das minhas filhas, consegui me sentir seguro para criar a Mônica, a Magali.

E hoje ainda observo os pequenos e suas relações com a tecnologia para ficar sempre atualizado." Foi a partir de tal observação que Mauricio vislumbrou o passo seguinte à Turma da Mônica, ou seja, iniciar uma coleção com os personagens já adolescentes. Mais: notou a voracidade com que os jovens brasileiros devoravam quadrinhos em mangá e decidiu criar a Turma da Mônica Jovem que, agora em seu décimo número, tem uma tiragem média de 200 mil exemplares. É pela editora Panini que Mauricio desdobra seus projetos, que incluem livros e coleções. Antes, ele passou pela Editora Abril, onde começou a publicar em 1970, e Globo (1988).

"Foram grandes parceiros mas, em um determinado momento, senti falta de mais fôlego nos investimentos." Ele, de fato, é insaciável. Depois de uma frustrada negociação com a TV Globo nos anos 1990, Mauricio pretende retomar a produção de desenhos para telas pequena e grande. Na televisão, ele negocia com o canal Discovery um programa com bonecos, semelhante ao Vila Sésamo. No cinema, o esquema envolve parceria com produtoras de diversos países, cada uma cuidando de um personagem. "Assim, teremos vários filmes em um mesmo tempo." E os quadrinhos continuam na pauta: já há um projeto de histórias do Penadinho com o traço tridimensional.

"Quero agora investir em educação", conta Mauricio, que já acertou com a China conteúdos sobre a história do Brasil. "Eles se interessaram, por exemplo, sobre o descobrimento do nosso País. Quero fazer isso também aqui." As Homenagens Aos 50 Anos

- Um documentário sobre Mauricio de Sousa no canal Biography, que será exibido no dia 18 julho para toda a América Latina;

- O livro "MSP 50 - Mauricio de Sousa por 50 Artistas Brasileiros", no qual 50 profissionais do traço homenagearão o criador da Turma da Mônica fazendo, no seu próprio estilo, histórias em quadrinhos com personagens criadas por Mauricio. Previsão de lançamento: setembro, na Bienal Internacional do Livro do Rio;

- O livro "Bidu 50 Anos", para comemorar e relembrar os 50 anos do Bidu, o primeiro personagem de Mauricio de Sousa. A edição vai trazer uma edição fac-similar de Bidu 1, a raríssima primeira revista-solo de Mauricio, publicada em 1960 pela Editora Continental. Previsão de lançamento: setembro, na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro;

- No site Máquina de Quadrinhos, crianças de todas as idades poderão criar suas próprias histórias da Turma da Mônica utilizando bancos de imagens com personagens, cenários, objetos e balões;

- Um livro - ainda não batizado - vai contar a trajetória artística de Mauricio de Sousa, década a década. A obra apresentará as informações contidas na exposição do MuBE de forma mais completa e outras inéditas. Previsão de lançamento: dezembro de 2009.

Polêmica na biblioteca


Começou com uma história em quadrinhos em São Paulo, passou por um romance em Santa Catarina e na semana passada teve ecos no Rio Grande do Sul a recente polêmica a respeito de que leituras crianças e adolescentes devem ter acesso por meio da escola. A questão vai além de casos específicos como os registrados no último mês (veja o quadro nesta página) e aponta para uma discussão mais candente: até que ponto os educadores cumprem seu papel como mediadores entre a produção artística e os alunos?

No Rio Grande do Sul, a questão foi saber se três álbuns em quadrinhos do artista americano Will Eisner – um deles o aclamado Um Contrato com Deus, marco das HQs – eram adequados para figurar nas bibliotecas de escolas estaduais. Comprados por um programa federal, os livros foram alvo de uma recomendação da Secretaria Estadual da Educação para que fossem retirados das estantes, por tratarem de temas como adultério, violência e pedofilia em imagens contundentes.

Uma recomendação veementemente contestada pelo cineasta e escritor Jorge Furtado, em artigo publicado em Zero Hora. Um debate que dá espaço à pergunta: há temas proibidos para estudantes?– Quem não quer falar sobre esses temas, a criança ou o adulto? – pergunta o psiquiatra e escritor para jovens e crianças Celso Gutfreind. – Isso é uma não-compreensão da criança.

Há cem anos, imperava a ideia de que a criança era um ser desprovido de maldade, de sexualidade, que não entendia nada. Vejo tudo isso como um resquício dessa história, ainda recente. É a necessidade de idealizar a criança como um reservatório da pureza, o que é diferente de vê-la e ouvi-la. Ela é curiosa e pode se interessar por qualquer tema, e não há calendário para isso.O próprio Gutfreind viveu experiências parecidas. Ao chegar a escolas para falar com a criançada, já ouviu a recomendação: não mencionar algumas de suas obras como O Pum, que traz a palavra “bunda” e Vovó não Vai para o Céu, que trata da morte – uma hipocrisia, na opinião do autor.Hipocrisia por quê?

O argumento é que a escola não pode funcionar como muralha para situações, termos e questionamentos que são da sociedade – e facilmente encontráveis do lado de fora: na internet, na TV ou até na esquina de casa. Uma opinião partilhada, no todo ou em parte, pelos defensores da escola como um fórum adequado para tratar de temas contemporâneos. A pedagoga Beth Serra, secretária-geral da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), é uma delas. Teme que tais episódios representem uma onda de conservadorismo que afaste a realidade da escola.

– Os professores têm que saber lidar com a realidade. Quando um tema aparece na literatura por que não aproveitar para tratar da questão?

Falta preparo, uma cultura de conhecer o texto literário. E aí a reação é conservadora ao novo, ao inesperado. E a defesa é o ataque.Nem todos partilham da mesma concepção. Embora concorde que a escola, por despreparo dos professores, muitas vezes abdica do papel que seria o seu, o de mediar o acesso ao conhecimento, o professor César Aparecido Nunes, do Grupo de Estudos e Pesquisas em Filosofia e Educação (Paideia), da Unicamp, ressalva que o argumento da realidade na escola deve ser tomado com cautela.

– A cada faixa etária corresponde uma determinada concepção de mundo, uma determinada capacidade de entendimento, e a escola é uma instituição que tem um papel regulador. Ela não pode ser espelho da sociedade, pelo contrário, ela é modelar, deve partir da realidade e ser um exemplo. O papel da escola é chamado deontológico, ou seja: é o “dever-ser”, não uma reprodução moral dos costumes.Nunes não é um proibicionista, contudo. Acha que a escola não deve banir conteúdos e obras, e sim selecioná-las mais adequadamente, e lembra que clássicos da literatura brasileira e estrangeira sempre abordaram temas delicados e polêmicos. Se sexo e violência fossem barrados das bibliotecas escolares, poucos autores se salvariam. Talvez não os melhores.

– João Ubaldo Ribeiro, Dalton Trevisan e o Jorge Amado tratam de temas um tanto árduos, e aí que destaco o papel dos pais no que a criança lê e a figura do professor – afirma Nunes.Algo que passa, na opinião do educador, pela questão do preparo dos professores para apresentar tais obras aos alunos em um contexto educativo e não se restringe aos docentes de sala de aula em alguns dos casos recentes. Apesar de tratar-se de um negócio que movimenta milhões (a título de exemplo, somente para o ano letivo de 2009, o Governo Federal gastou R$ 70 milhões na compra de 10.389.487 livros, segundo o MEC) não há consenso entre os educadores sobre o que, dentre as obras contemporâneas, deve ser indicado para leitura. O que foi avaliado positivamente por técnicos da Secretaria de Educação de São Paulo mais tarde foi contestado pelo próprio secretário.

E no Rio Grande do Sul o que passou pelo crivo de especialistas do MEC não agradou à secretária estadual de Educação, Mariza Abreu.A questão não exclui um viés econômico (o Governo é o maior comprador de livros do mercado nacional) nem político – conforme apontado por Jorge Furtado em seu artigo de 22 de junho em ZH e corroborado por especialistas ouvidos por Zero Hora. Na maioria dos episódios, as autoridades educacionais responsáveis foram alvo de cobranças por parte da oposição, independentemente de partido. O PT que acusou o governo de Serra está no Governo Federal que compra os livros do MEC.

– Não é uma discussão neutra, há um caráter político. O que vem de um partido é criticado por outro – diz Raimundo Helvécio Aguiar, doutor em Educação pela Universidade de Campinas e professor da Faculdade de Educação da UFRGS.A despeito do caráter político ou econômico e do dissenso sobre que temas devem ser abordados nas escolas, essa polêmica converge para uma discussão acerca do valor estético e literário de determinadas obras para leitores em formação. Alguns temas exigem uma abordagem diferenciada? Há limite ou formas adequadas para ensinar o aluno a perceber a diferença entre o chulo a serviço da estética e o simplesmente vulgar?

O livro em quadrinhos Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol foi recolhido das escolas em São Paulo porque, indicado para alunos do Ensino Fundamental, trazia em uma de suas histórias a expressão “chupa minha rola” – a própria editora e alguns autores reforçaram que o álbum foi concebido como publicação para adultos, e que não se esperava que fosse indicado para crianças.– Na literatura você encontra palavrões, mas se há uma coisa que choca apenas pelo lugar-comum, sem nenhuma beleza, daí não é questão de censura, mas de ensinar a apreciar o que é bem escrito – ressalva Beth Serra.

– Essa linguagem existe, o que não significa que se possa falar assim em qualquer momento e lugar. É uma boa oportunidade de se dizer que o livro é um objeto de arte, não uma linguagem oral. E acho que podemos mostrar essa diferença para a criança. É um trabalho difícil, mas vamos lá. Não é censurando e ocultando que vamos chegar a um lugar melhor – rebate Celso Gutfreind, que ainda destaca a importância dos pais também como mediadores.

– O problema para a criança e o adolescente não se resume ao acesso a determinados assuntos, mas a não ter com quem compartilhar o seu espanto, com quem conversar.Autor das fotos publicadas na capa e na central do Cultura, o carioca Alécio de Andrade (1938 – 2003) fez carreira na França. Parte da sua obra, toda em preto-e-branco, está em exposição na Galeria do Instituto Moreira Salles, no Shopping Bourbon Country (Avenida Túlio de Rose, 100), na Capital.

Fonte: Zero Hora

De Limoeiro do Norte para o mundo

Gente, é uma história muito legal. Talento bem aproveitado e persistência. Às vezes, só isto é suficiente para o sucesso.


O cearense José Edilbenes, ex-servente de pedreiro,faz sucesso desenhando super-heróis para uma das mais poderosas editoras de quadrinhos dos Estados Unidos

Em Limoeiro do Norte, no interior do Ceará, onde as carroças ainda disputam espaço com motos e bicicletas nas ruas, todos conhecem José Edilbenes Bezerra, de 36 anos, como "aquele que desenha". Desde os 18, quando deixou de fazer bicos em uma fábrica de filtros e de trabalhar como servente de pedreiro, ele passa até onze horas por dia, incluindo sábados e domingos, sentado numa escrivaninha com o lápis em punho.

Mesmo sem entender inglês nem nunca ter saído do país, Edilbenes é contratado exclusivo da poderosa DC Comics, a segunda maior editora de quadrinhos dos Estados Unidos, detentora de títulos como Batman e Superman. Os quadrinhos que desenha raramente chegam a uma das três bancas de Limoeiro, mas ele não se incomoda com isso.

"Aqui todos sabem o que eu faço. Vira e mexe vem um garoto me mostrar uma ilustração e pedir dicas", diz Ed Benes, apelido pelo qual é conhecido no exterior. O cearense não é o único brasileiro do ramo a fazer sucesso nos Estados Unidos. O número de artistas nacionais que emprestam seus traços às editoras de quadrinhos americanas triplicou nos últimos quatro anos. Atualmente, outros 150 desenhistas e coloristas trabalham nesse mercado. A maioria faz 22 páginas por mês, o equivalente ao tamanho de uma edição. Como recebem de 50 a 500 dólares por página desenhada, sua renda mensal varia de 1 100 a 11 000 dólares.

Os desenhistas brasileiros são parte de uma indústria que movimenta anualmente, só com a venda de publicações, 330 milhões de dólares nos Estados Unidos. Neste ano, dos dez quadrinhos mais vendidos por mês, dois foram desenhados por artistas nacionais. O traço brasileiro não agrada só ao público: faz sucesso também entre os críticos.

Em 2008, o gaúcho Rafael Grampá e os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá, de São Paulo, venceram o Eisner Awards, premiação americana que é considerada "o Oscar dos quadrinhos". A equipe, que inclui dois outros desenhistas estrangeiros, ganhou com uma série de histórias sem balões em que os personagens são os próprios desenhistas. "Depois do prêmio, ficou muito mais fácil discutir novos projetos com as editoras", conta Moon. Hoje, ele e o irmão trabalham juntos em projetos para duas editoras internacionais.

O crescimento da participação de estrangeiros no mercado de quadrinhos americano (além dos brasileiros, também italianos e filipinos vêm ganhando espaço nele) deve-se principalmente à facilidade com que, graças à internet, as editoras identificam novos artistas e recebem deles os desenhos. Além disso, o preço de página de um iniciante estrangeiro é menor do que o de seu equivalente americano. "Enquanto um brasileiro que está começando cobra, no máximo, 75 dólares por página, um americano não trabalha por menos que isso", diz Joseph Rybandt, editor da Dynamite Entertainment. "Claro que, quando eles ficam mais renomados, o salário acaba se igualando", diz.

As agências especializadas, que se encarregam de fazer a ligação entre artistas e editoras, são outro elemento facilitador na contratação de estrangeiros pelos americanos. Segundo Chris Allo, coordenador de talentos da Marvel Comics, grande parte dos desenhistas brasileiros não fala inglês e, portanto, não entende os roteiros originais das histórias que ilustra.

As agências é que se encarregam de fazer a tradução. Ed Benes usa esse tipo de serviço. Mas, quando tem de se comunicar com o intermediário que vende originais de seus trabalhos a fãs nos Estados Unidos (ao preço de até 10 000 dólares cada desenho), recorre ao tradutor automático do Google. Mensalmente, ele recebe da DC Comics em torno de 8 000 dólares, descontados os 18% que ficam com a agência. O dinheiro o tornou um dos moradores mais ricos de sua cidade. Difícil é gastá-lo, já que na pequena Limoeiro nem cinema tem. Para ver seus heróis na tela, o artista tem de viajar 200 quilômetros até Fortaleza.

Quando os primeiros desenhistas brasileiros começaram a ser contratados nos Estados Unidos, no fim da década de 80, os editores temeram que seus nomes soassem latinos demais para os ouvidos americanos. Ao sul-mato-grossense Marcelo Campos, por exemplo, sugeriram que assinasse "Marc Fields". "Não gostei, mas acabei topando assinar como Marc Campos", diz. Um dos pioneiros do mercado, ele foi desenhista dos mutantes do X-Men e do Homem de Ferro, entre outros personagens.

Hoje, Marc voltou a ser Marcelo e abriu uma escola de desenho em São Paulo, para ensinar garotos que aspiram um dia dar vida ao Superman ou mostrar uma batalha entre o Homem-Aranha e o Duende Verde na Times Square – ainda que nunca tenham estado lá, como Ed Benes. Há algum tempo, o artista cearense foi convidado pela DC Comics para participar de uma convenção de quadrinhos em San Diego, na Califórnia. "Tudo pago, mas eu não quis ir. Nem passaporte eu tenho, e daria muito trabalho para tirar." Ed chegou a morar em São Paulo, mas não gostou da experiência. "Lá é um desassossego só. Não quero sair daqui, não." Nem precisa. De Limoeiro do Norte, seus desenhos já dão a volta ao mundo.

sábado, 27 de junho de 2009

fotos da Gibiteca no Social em Ação

A participação da GIBITECA no Social em Ação foi um sucesso. Tivemos muitas visitas, principalmente de crianças, e elas mostraram um entusiasmos enorme pelos gibis.

Gostariamos de agradecer ao convite para participar do evento. Todos adoramos e nossos "voluntários" se divertiram muito.

Seguem algumas das fotos!


sexta-feira, 26 de junho de 2009

Recebemos doação de gibis da Turma da Mônica


Hoje recebemos uma grande doação de gibis da Turma da Mônica. São aproximadamente 100 gibis, praticamente novos, doados por Cristiano Fófano, do A2 Criação e designer. Agradecemos muito a generosidade e lembramos a todos que estamos sempre precisando de doações, pois apesar de nossa acervo ter crescido muito, os gibis são um material frágil e que, com o constante manuseio, estão sempre precisando ser substituídos.

Gibiteca no Social em Ação


Amanhã, das 09 às 14 horas, a gibiteca estará participando do Social em Ação, evento destinado à comunidade do Bairro Bela Vista e arredores, com uma mini-gibiteca, onde estaremos mostrando nosso trabalho, falando mais sobre gibis e disponibilizando um pequeno espaço para a leitura. Venham conferir!

Acidentes que podem acontecer nas festas juninas

A professora Gisele, de ciências, trabalhou com o 6º ano os acidentes que podem acontecer nas festas juninas. O trabalho foi em forma de quadrinhos, que estão sendo expostos em um painel.

A professora, que está na escola este ano e que ainda não conhecia nossa gibiteca está adorando o material e disse que a experiência foi muito enriquecedora para ela e que aprendeu tanto quanto os alunos (e aprendeu com os alunos).

Os quadrinhos e as ilustrações estão muito lindos e os alunos mostraram que entenderam bem o conteúdo e estão dando o recado de forma bem lúdica. Seguem algumas fotos do painel.


quinta-feira, 25 de junho de 2009

Talento precoce na E. M. Judith Lintz Guedes Machado

Temos na nossa escola uma aluna extremamente talentosa e que tem desenvolvido muito sua técnica de ilustração. Ela tem 14 anos e está cursando o 6ª ano do Ensino Fundamental II. Ingrid já tem se destacado já há uns 3 anos, participando de oficinas que a gibiteca ofereceu e, atualmente, faz aulas de grafite. Seguem algumas de suas ilustrações:






Curso de produção de Quadrinhos na UNICID (SP)


O publicitário e apresentador do programa Tô no palco (AllTV), Allan Albuquerque, e o Prof. Juarez Tadeu de Paula Xavier, Diretor do Curso de Comunicação Social da UNICID estão coordenando um Curso de produção de HQs nas dependências da UNICID - Universidade Cidade de São Paulo. O curso tem caráter de extensão universitária e abordará, além de desenho e roteiro, história da arte e mercadologia aplicada às Histórias em Quadrinhos, onde os alunos terão a possibilidade de aprender como explorar várias ferramentas para lançar um personagem/projeto novo no mercado, como divulgar e lucrar com seu trabalho independente, além de conhecer as leis de incentivo e vários editais que são abertos durante o ano.

Segundo os organizadores, o objetivo do curso é preparar o aluno para a concepção e prática das técnicas de desenho e roteiro. Levá-lo a compreender o processo de criação de personagens. Estimular o potencial criativo e promover o desenvolvimento de uma visão mercadológica do segmento publicitário e de Histórias em Quadrinhos. Os professores que ministrarão o curso são dois velhos conhecidos do público de HQs nacionais, confiram abaixo. Os interessados em realizar o curso podem obter mais informações no site da UNICID.

* Professor de Roteiro: Daniel Esteves Machado PereiraMinicurrículo: Graduado e licenciado em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Roteirista, palestrante e vencedor do Prêmio HQMIX 2006 de Roteirista Revelação.

* Professor de Desenho: Wanderson de SouzaMinicurrículo: Desenhista, professor de História em Quadrinhos da escola HQEMFOCO, desenhou para revistas como Nanquim Descartável e Front Quadrinhos.

Fonte: Bigorna

Novas oficinas de quadrinhos e desenho em Salvador


A Ação Cultural Oficina HQ (Salvador/BA) está com inscrições abertas para novas oficinas de quadrinhos (para maiores de 12 anos) e de desenho (para crianças de 7 a 12 anos).

As oficinas serão realizadas em parceria com a Aliança Francesa e EBEC Escola de Inglês.Nas oficinas de quadrinhos, serão abordadas as etapas de realização de uma HQ, como desenho, criação de personagem, análise de figurino, simbologia de cores, roteiro e mais. As aulas dividem-se entre teoria e prática.

Já nas oficinas de desenhos, serão apresentados de forma lúdica alguns processos de criação e técnicas de desenho com ênfase no desenvolvimento da percepção visual. Para outras informações, clique aqui ou entre em contato no telefone 0XX-71-8807-4331.

Entrega de Prêmios do Concurso de Histórias em Quadrinhos da Gibiteca


A entrega dos prêmios aos vencedores do Concurso de Histórias em Quadrinhos foi realizada hoje pela manhã pela nossa diretora, Neuza Helena da Silva, às duas alunas vencedoras, que coincidentemente pertencem à mesma sala de aula (6º Ano A). Seguem as fotos.

Kethyn Santos Silva - 1ª Colocada


Jainne Soares Luciano - 2ª Colocada


Partido Comunista do Japão atrai juventude desiludida pelo capitalismo


O Partido Comunista do Japão, que foi proibido de existir até antes da Segunda Guerra Mundial e que chegou a ser considerado "um grupúsculo" pela mídia corporativa, está crescendo à medida que a crise do capitalismo se aprofunda no país.

Um "mangá", ou revista de histórias em quadrinhos japonesa, sobre O Capital de Karl Marx se transformou em um best-seller em todo o país; e um conto do período entre as guerras mundiais sobre a exploração encontrou novos leitores travestido de histórias em quadrinhos.

Apesar de ser a segunda economia do mundo, o Japão assiste ao surgimento de um movimento juvenil que questiona o sistema capitalista, quando sua economia sofre a pior recessão desde 1945, com megaempresas no vermelho, eliminando postos de trabalho.

O Partido Comunista do Japão não defende a revolução violenta, mas a desilusão com os partidos políticos tradicionais e com os sindicatos fez o partido crescer a um ritmo de mil novos filiados por mês, enquanto seu diário, Bandeira Vermelha, é lido por mais de 1,6 milhão de pessoas, segundo dirigentes.

"Este é o segundo país capitalista", afirmou Kimitoshi Morihara, vice-presidente da secretaria de relações internacionaisdo partido. "Mas agora a situação é bastante difícil, particularmente para os jovens", completou.

A desregulamentação do mercado de trabalho facilitou às empresas empregar e demitir trabalhadores, e o tradicional emprego de vida toda japonês deu lugar à incerteza e a salários mais baixos para a geração que entrou agora no mercado de trabalho.

O Partido Comunista do Japão, fundado em 1922, foi legalizado logo depois da Segunda Guerra Mundial. Desde os turbulentos anos de 1960 e 1970 tem sido um tenaz partido de oposição.

Atualmente possui apenas 16 deputados, de um total de 722 que dispõe o parlamento, o que o converte, de todos os modos, no quarto partido político do país, entretanto o número de filiados está aumentando, enquanto que os dos demais partidos caem. Isso já se sente nas ruas.

A manifestação de 1.º de Maio deste ano, em Tóquio, da qual o partido fez parte da organização, atraiu cerca de 36 mil pessoas, com muitos jovens dentre elas.

A versão "mangá" de O Capital é um best-seller, da mesma forma que a história em quadrinhos do classico da literatura japonesa de 1929 "Kanikosen", ou "O Barco Enlatador de Caranguejos", que descreve a brutal exploração dos trabalhadores.

A versão cinematográfica estreiará neste verão (no hemisfério norte), com a participação no papel principal de Ryuhei Matsuda, uma das estrelas do cinema japonês.

Fonte: Vermelho

Quando o catador de lixo vira caçador de tesouros

Família mantém biblioteca improvisada com restos da Esplanada, onde obras de Jorge Amado e Machado de Assis dividem espaço com Allan Kardec e até Sarney

Michael Faustino, filho de catador de lixo: alegria no dia a dia com quadrinhos e livros de história
Quem precisa do lixo para sobreviver é treinado a encontrar o que há de bom em amontoados de sujeira e mal cheiro produzidos diariamente pela Esplanada. Às vezes, essa riqueza é aparente, resultado do desperdício de quem resolve, por exemplo, jogar fora obras de Machado de Assis ou de Jorge Amado. Outras vezes, depende da percepção de artesãs, capazes de enxergar em jornais velhos, latinhas usadas e garrafas vazias a matéria-prima para brincos, colares, bolsas, abajures, mandalas, porta-lápis, descanso de mesa, de copo etc.

A casa da família de Francisco de Assis Almeida, 58 anos, é uma vitrine das pérolas achadas no lixo do Congresso Nacional e ministérios (tema de uma série de reportagens do Correio iniciada no domingo). Há 12 anos, Assis vive do lixo. Catou, selecionou e negociou a parte aproveitável das sobras da burocracia. Hoje, ele faz parte da direção da Central das Cooperativas dos Catadores de Materiais Recicláveis do DF e chefia uma cooperativa do Recanto das Emas.

Desde a época em que começou a viver do comércio do lixo da Esplanada, Assis praticamente montou uma biblioteca particular, além de ter doado alguns achados recorrentes nos contêineres da Esplanada. Edições da Constituição, por exemplo. Uma delas, Assis guarda em casa, as outras repassou para a escola dos filhos. Se tem burocrata que não vê mais valor na Carta Magna, o mesmo não se dá com Assis, que tornou-se um voraz leitor estimulado pelas obras desprezadas nas caçambas do governo e do Congresso.

Acervo Faz parte do acervo do catador, por exemplo, Conto de escola e outras histórias curtas de Machado de Assis, e Tieta do agreste, de Jorge Amado. Além das obras, Assis resgatou dos detritos oficiais uma coleção inteira com a biografia de personagens como Frei Caneca e Visconde de Mauá. Os encartes, são de 1969, mas estão em perfeito estado de conservação.

A família também guarda em casa uma cópia da Agenda 21 (Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento) que mobilizou os políticos em 1992, quando representantes de 179 países participaram da Eco-92, e assunto que mais tarde saiu da pauta – o que deve explicar o motivo de algumas das cópias do documento terem ido parar no lixo. A reprodução guardada por Assis é toda cheia de apontamentos dos técnicos que um dia estudaram o assunto. Sobre os grifos originais, o catador fez suas observações.

O lixo da Esplanada também é ecumênico. Nele tanto podem ser encontrados o Evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, como uma edição do Novo Testamento. E que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), não saiba, mas um de seus livros, Falas de bem-querer, foi descartado.

Para acalentar o senador, a obra agora descansa em paz em uma prateleira da casa de Assis onde a mulher deste, Maria Aparecida Faustino, espana o pó da biblioteca todos os dias. A arte que brota no lodoParte do lixo produzido na Esplanada volta para as mãos dos servidores sob a forma de artesanato. Um grupo de mulheres se especializou em reciclar papel e transformar detritos em bijuterias e objetos de decoração.

A oficina que agrega valor a cacarecos funciona no quintal da casa das artesãs. Lá, elas estocam a matéria-prima pescada dos contêineres e guardam os equipamentos. Entre as ferramentas, batedeira de papel e peneira. Os objetos reciclados foram vendidos nas últimas exposições que as artesãs fizeram em repartições públicas. Sônia Maria Sousa, 54 anos, revela o lucro da última feira: R$ 160. “Não é muito, o que era lixo e virou enfeite”, comemora.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Fotos da entrega dos prêmios


Fizemos entrega dos prêmios do concurso de desenhos hoje a tarde, para os alunos do Fundamental I. Todos ficaram muito empolgados e a primeira colocada, muito emocionada. Seguem as fotos.


Erick - 3º Colocado


Yasmin - 2ª colocada

Joyce - 1ª colocada

Erick, Joyce e Yasmin

Corinthians ganha HQ estilo mangá


A BB Editora, em parceria com o clube de futebol Corinthians, lançará no próximo dia 25 de julho a revista em quadrinhos Timão - Um amor por toda vida.

Desenhada em estilo mangá, a publicação narra os acontecimentos mais marcantes dos últimos dois anos da história do time paulista, partindo da queda para a segunda divisão do campeonato brasileiro de futebol, passando pelo retorno à elite da competição e chegando à conquista invicta do "Paulistão", sem esquecer de registrar a contratação do jogador Ronaldo Fenômeno.

Com tiragem total de 50 mil exemplares, a revista chegará em duas versões: uma em formato pequeno, para venda nas bancas; outra, disponível nas livrarias, em tamanho maior, capa dura e páginas extras contendo depoimentos de ex-jogadores do Corinthians e demais personalidades que participaram de grandes momentos do clube.

A editora ainda não divulgou as quantidades de páginas e os preços.Essa não é a primeira incursão do Corinthians nos quadrinhos. Em 2003, a Publishouse lançou algumas edições de Coringuinhas, apresentando as aventuras da equipe de jogadores mirins da escolinha de futebol do Timão.

Resultado do II Concurso de HQs da Gibiteca

Tivemos dois finalistas para o Concurso de Histórias em Quadrinhos. Foram duas meninas, que criaram duas histórias sobre a importância de ler ou que se referia à leitura, de forma geral. Recebemos quadrinhos de todos os turnos, mas muitos foram eliminados porque não atendiam às exigências do concurso. Muitos alunos fizeram quadrinhos fora do tema, ou com número inferior de páginas. É um ponto que deve ser trabalhado, acredito eu. Eles não tem ainda o hábito de seguir regras. Assim, tivemos muitas inscrições - o que vale para o concurso de desenhos, também -, mas poucos realmente atendiam às normas estabelecidas pelo concurso. Alguns, com um boa arte, mas totalmente fora de contexto. Seguem as histórias (eu tive que editar os balões, pois as falas estavam a lápis e a leitura ficaria ruim).

1º Lugar
Júlia vai à Biblioteca

2º Lugar

Concurso de quadrinhos - Jainne


Os patrocinadores do concurso foram o Colégio Imaculada Conceição, que estará premiando o primeiro lugar e a VPA Construções, que estará dando o prêmio para o segundo lugar. A entrega será na quinta, as nove horas da manhã. Também queremos agradecer ao Sr. Claudio Iennaco, que estará presentendo os vencedores com um livro de poesias de sua autoria. Agradecemos a todos, em nome da escola e de nossos alunos.

terça-feira, 23 de junho de 2009

II Concurso de desenhos da Gibiteca

Temos os vencedores do 2º Concurso de Desenhos da Gibiteca. Os prêmios serão entregues nesta quarta-feira, a tarde. Os vencedores são alunos do 5º ano (antiga 4ª série) e do 2º anos (antigo primeiro ano). Destaque para a preferência dos nossos alunos do Fundamental I pela Turma da Mônica, que foi escolhida pela grande maioria como fonte de inspiração para os desenhos, com destaque para Cebolinha e Magali.

A escolha dos desenhos foi feita em três partes. Primeiro, foram separados os desenhos que não estavam dentro dos critérios estabelecidos pelo concurso. Em seguida forma selecionados, por professores da escola, do Fundamental II, os seis melhores. Por fim, os alunos do 8º ano votaram nos três melhores desenhos. Os prêmios são uma oferta das senhoras Cidinha e Teresinha Lintz, filhas da professora Judith Lintz Guedes Machado e de José Luís Machado Rodrigues.

Confira as obras dos nossos jovens artistas artistas!

1º Lugar


2° Lugar




3º Lugar


Aguardem as fotos da entrega. Na quarta feira, também, serão entregues os prêmios para os vencedores do II Concurso de Quadrinhos, com mais prêmios, aguardem!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

HQs de alunos do 4º ano

Alunos do 4º ano, da professora Claudia, fizerem uma série de HQs, algumas muito bem alaboradas, todas muito criativas. Confira:

sábado, 20 de junho de 2009

Oficina de Stop Motion



Estão abertas as inscrições para as Oficinas GRATUITAS de Animação Stop-Motion. VOCÊ que é de JOINVILLE ou região e gostaria de aprender as técnicas BÁSICAS para um curta-metragem de STOP MOTION, chegou a sua hora!

As animações produzidas no curso poderão participar do 2º Prêmio Menino Caranguejo de Animação Estudantil com exibição no Dia Internacional da Animação, dia 28 de outubro de 2009 no Teatro Juarez Machado, Joinville.

Confira as datas das oficinas, não perca a chance, inscreva-se já!

Horários: Das 14h às 18h
Local: Univille – Campus Universitário, Bom Retiro – Laboratório de Animação.

Agosto:
1ª semana do dia 10 a 14
Setembro:
1ª semana do dia 14 a 18
Outubro:
Dia 28- Dia Internacional da Animação no Teatro Juarez Machado.

As melhores animações serão exibidas e concorrerão no 2º Prêmio Menino Caranguejo de Animação Estudantil. Para participar ligue para o telefone:(47) 8835 1107 e fale com a Carla

Depois preencha a ficha de Inscrição (faça download do arquivo .doc clicando aqui) e leve ela assinada por seus pais ou responsável.

Estão disponíveis 20 vagas por turma, ou seja, por semana.
Esperamos vocês!

Equipe Desenho Animado Ambiental

França inaugura museu de história em quadrinhos


O mais importante museu de histórias em quadrinhos da Europa, com um acervo de 8 mil desenhos originais, será inaugurado no sábado em Angoulême, no sudoeste da França, cidade que se tornou uma referência para os fãs de HQs com a realização de festivais internacionais sobre o tema desde 1974.

O Museu de Histórias em Quadrinhos de Angoulême, instalado em um antigo armazém de vinho, reúne - além de pranchas de desenhos e edições originais - inúmeros documentos, vídeos e variados objetos que tratam de HQs sob diferentes formas. O museu retraça a história dos quadrinhos, desde sua criação, no século 19, pelo suíço Rodolphe Töpffer, até os autores contemporâneos.

Pranchas de desenhos da obra Tintin no Tibete, de 1959, e de outros personagens famosos, como Asterix e Corto Maltese, além de criações mais antigas de autores como Cham e Winsor McCay, são algumas das raridades que podem ser vistas no local. Para garantir a boa conservação das obras, o conjunto de pranchas e desenhos originais serão trocados três vezes por ano, o que permite aos visitantes descobrir uma nova parte do acervo a cada quatro meses.

Tintin e Asterix

O percurso da visita se divide em quatro seções. Na primeira delas, sobre a história dos quadrinhos, a partir de 1883, é feito um paralelo entre a tradição franco-belga, de personagens como Tintin, Asterix, Bécassine, Zig e Puce e Corto Maltese, publicadas em revistas semanais e álbuns de capa dura, e os quadrinhos americanos, publicados em tiras de jornais e revistas de pequeno formato, conhecidos como "comic books".

Essa parte histórica da exposição revela ainda como os quadrinhos evoluíram para se tornar obras para adultos entre 1955 e 1980, ao relatarem as mudanças sociais da época, e apresenta também um espaço dedicado aos quadrinhos japoneses, conhecidos como mangá, que totalizam o maior número de títulos e leitores em todo o mundo.

O restante do percurso propõe ainda aos visitantes um ateliê que mostra como as histórias em quadrinhos são criadas, além de uma sala onde estão reunidas 26 pranchas de desenhos consideradas entre as mais importantes do acervo, que serão substituídas regularmente. No final da visita, uma galeria apresenta os autores contemporâneos e obras criadas em escolas de desenho da França e de outros países. Em cada uma das quatro seções do museu existem salas de leitura, onde uma seleção das revistas e dos álbuns em quadrinhos apresentados pode ser consultada pelo visitante.

Artes gráficas e literárias

O museu dispõe ainda de uma biblioteca, com mais de 115 mil revistas e 43 mil álbuns e livros , e também de uma livraria, com 40 mil títulos. "As histórias em quadrinhos são um estilo criativo que mistura artes gráficas e literárias", afirma Ambroise Lassalle, curador do museu de Angoulême. "Uma arte popular durante muito tempo considerada uma forma de subcultura." "Mas elas também representam um fenômeno cultural complexo, com dimensões econômicas, técnicas e sociológicas que continuaram mudando com as épocas", acrescenta.

O museu, que será inaugurado no sábado pela ministra francesa da Cultura, Christine Albanel, possui uma área total de 5 mil metros quadrados. As obras para a renovação do prédio existente custaram 9,6 milhões de euros. O museu integra a Cidade Internacional de Histórias em Quadrinhos e da Imagem, criada em 1984.

Um outro museu existia nessa área, mas foi fechado em 2000, quando foi decidida a construção do novo espaço no antigo armazém de vinho. No ano passado, o local deixou de ter o estatuto de uma associação privada para se tornar um museu público da França.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

ARRAIAL DA ESCOLA MUNICIPAL JUDITH LINTZ GUEDES MACHADO


Amanhã, a partir das 14 hora, haverá uma animadíssima festa junina na nossa escola. A equipe da gibiteca convida a todos para ir à escola, que fica na Av. dos Expedicionário, s/n - Jardim Bela Vista, Bairro Bela Vista. Vau haver muita coisa gostosa para comer, além de pescaria, danças e outra brincadeira. Toda a renda da festa será usada para efetuar pequenas (mas importantes) reformas na escola.

Venha conferir!

Mauricio de Sousa defende publicidade infantil 'consciente'


O cartunista Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica e presidente do Grupo Mauricio de Sousa, defendeu a existência de publicidade dirigida às crianças, mas dentro de um ambiente de "consciência do consumo". "Na hora de vender um produto, se pergunte se você daria esse produto ao seu filho", disse Sousa, durante audiência que discute a proposta de proibir a propaganda dirigida a crianças, prevista em substitutivo ao Projeto de Lei 5921/01.

Para o cartunista, a consciência sobre o que apresentar para as crianças vem crescendo, inclusive no conteúdo das histórias em quadrinhos. Ele citou algumas mudanças nas histórias da Mônica, que "não bate mais nos meninos, só ameaça". Além disso, disse que o personagem Cebolinha não aparece mais pichando muros e que os cachorros dos quadrinhos estão sempre presos nas coleiras.


Abusos na publicidade

Também na audiência, a coordenadora-geral do Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, Isabella Henriques, manifestou apoio ao substitutivo que proíbe a publicidade dirigida às crianças.

Isabella Henriques lembrou que, atualmente, os abusos na publicidade são controlados de forma dispersa pelo Poder Judiciário, pelo Departamento de Proteção de Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, pelos Procons e pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), especialmente quando provocados. Para ela, o controle do Conar não é suficiente e, além disso, o conselho não tem poder punitivo.

Paulistas no Festival Internacional


Sete dias de espetáculos, cerca de 15 companhias de teatro de animação nacionais e internacionais, duas oficinas, mesas redondas e conversas. O Festival Internacional de Teatro (Fitafloripa) está longe de terminar.O quarto dia do evento, que segue até sábado, tem seis espetáculos voltados para os públicos infantil, jovem e adulto.

O encerramento fica por conta da montagem “Antologia”, da Cia. Jordi Bertran, da Espanha, no Centro de Cultura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).Hoje de manhã, às 10 horas, entram em cena as companhias Cirquinho do Revirado, com “O Sonho de Natanael”, no teatro da UFSC, e Gioco Vita (Itália), com “Pépé e Stella”, no Teatro Alvaro de Carvalho. Às 12h30, o AnimaSonho (SP) apresenta “Bonecrônicas”, na concha acústica da UFSC.

O AnimaSonho criou o “Bonecrônicas” para comemorar os dez anos de atividade do grupo, apresentando esquetes divertidos e números musicais inspirados em cartuns, histórias em quadrinhos, piadas de circo, desenhos animados e conversas com grandes mestres do teatro de bonecos como: Javier Villafañe, Guaira Castilla e os irmãos di Mauro.Já a tarde, às 15h30, será apresentado o espetáculo “Circus - a Nova Turnée”, no auditório do Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

A narrativa “Circus – a Nova Turnée”, da Cia. Circo de Bonecos (SP), é contada no picadeiro de um cirquinho mambembe, onde dois saltimbancos se revezam em números circenses. Confira a programação completa em http://www.fitafloripa.com.br/.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sonia Luyten ministra palestras em evento de quadrinhos na Bolívia


A especialista em quadrinhos e colaboradora do Universo HQ Sonia Luyten ministra, para professores, a palestra El manga como aliado em La sala de aula, na V Semana Cómic, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.

O evento, organizado pelo Centro Simón I. Patiño, começou no dia 15 de junho e termina amanhã, quando, novamente às 19h30min, Sonia ministrará outra palestra - Manga y Anime, su expansión al Ocidente -, desta vez para jovens leitores.Este ano, a V Semana Cómic terá uma exposição do ilustrador italiano Roberto Raviola, oficinas de desenho e criação de personagens, de colorização digital, de ambientação e perspectiva nas HQs e de adaptações literárias nos quadrinhos, concurso de personagens feitos em massinha de modelar, apresentação de seis revistas (todas bolivianas) e outras atrações.

As Semanas Cómics anteriores tiveram a participação de convidados nacionais e internacionais, como Lorenzo Mattotti (como expositor) e Ariel Olivetti, como conferencista. Isso sem contar com a projeção de animês, oficinas de desenho e ilustração etc."A ideia de trabalhar quadrinhos com professores no Centro Simón I. Patiño surgiu no início do ano com o projeto Cómic en la Escuela, que foi criado para aproximar o gênero dos jovens leitores", conta Carolina Petry, brasileira que integra a organização.

Segundo Carolina, o movimento de quadrinhos (sejam norte-americanos ou mangás) no país está crescendo. "Realmente, o gosto pelas historietas está ganhando espaço no comércio, e cada vez mais jovens buscam alternativas de leitura", explica. Pedro Tinta, represente nacional do Comic Club Bolívia, entidade que há mais de oito anos difunde a arte sequencial naquele país, transmitiu ao Universo HQ um pouco do panorama atual dos quadrinhos na Bolívia.De acordo com Pedro, o trabalho do Comic Club tem motivado muita gente a pesquisar, estudar e criar quadrinhos e novos personagens.

A intenção é divulgar o valor artístico, cultural e educativo das HQs. "Este ano, centramos nossos esforços em realizar eventos culturais e artísticos gratuitos", explica. Atualmente, existe um grupo em La Paz, chamado Viñetas con altura, que realiza anualmente festivais com exposições e convidados de várias partes do mundo.O deste ano, o 7º Encuentro Internacional de Historietas, aconteceu em maio, em diversos espaços culturais de La Paz: museus, Centro Simón I. Patiño, praças etc.

Dentre as exposições, trabalhos de nomes como Mike Diana (Estados Unidos), Ibn al Rabin (Suíça), Javier Olivares (Espanha), Eloar Guazzelli (Brasil), Juan Saenz Valiente (Argentina), Alejandro Amezquita, Jesus Cossio e David Galliqui (Peru) e Magnus (Itália).Ainda este ano, o Comic Club Bolívia está trabalhando para realizar outros eventos.

Palestra e exposição de quadrinhos com Samicler Gonçalves


A partir do próximo dia 22 de Junho, o Quadrinista Samicler Gonçalves estará participando da IV Semana do Escritor Chapecoense através da Palestra e Exposição “A História por trás das Histórias em Quadrinhos” que será realizada no Centro Eventos Plinio Arlindo de Nês, nos dias 22 de Junho das 9:30 as 10:30 e 23 de Junho, das 14:00 as 15:00 o evento conta com o limite de 500 vagas.

Samicler Gonçalves é quadrinista há 17 anos e além de ser conhecido no meio independente já trabalhou para o mercado americano de quadrinhos, sendo também professor de artes plásticas, desenhos animados e ilustração de livros infantis, em 2008 foi premiado como Melhor Desenhista Brasileiro pelo Troféu Bigorna.
Mais informações
samicler@sgarte.com.br

Fonte: http://zinebrasil.wordpress.com/

Censura nas bibliotecas escolares


A onda de caça a obras literárias disponíveis em bibliotecas escolares chegou ao Paraná. O vereador Jair Brugnago (PSDB), de União da Vitória, na Região Sul do estado, retirou das prateleiras da biblioteca da Escola Estadual São Cristóvão, onde é diretor, duas obras literárias indicadas para alunos de ensino médio. Após considerar o conteúdo dos livros inadequado, Brugnago entrou com ação no Ministério Público do município para pedir que todos os exemplares de Amor à Brasileira – que reúne vários contos, dentre eles um de Dalton Trevisan – e Um Contrato com Deus – e Outras Histórias de Cortiço, do escritor americano Will Eisner, sejam retiradas de todas as escolas da cidade. A retirada dos livros é criticada por especialistas (ver matéria nesta página).

As obras são enviadas pelo Ministério da Educação, por meio do Programa Nacional das Bibliotecas Escolares (PNBE), às escolas públicas de todo país. Elas fazem parte de uma lista selecionada e analisada por uma comissão de professores universitários da área selecionados pelo MEC. Os livros só chegam às bibliotecas das escolas depois de aprovados. A ação do vereador ocorreu após casos semelhantes em São Paulo e Santa Catarina. Em São Paulo, o conteúdo de Um Contrato com Deus já havia sido questionado por alguns educadores (leia box) por conter cenas de violência, sexo, estupro e pedofilia. Escrita em 1978, a obra recria memórias da infância do autor, vivida em um cortiço do Bronx, em Nova Iorque, nos anos 30. Eisner é considerado um dos artistas mais importantes de histórias em quadrinhos e da cultura popular do século 20.

Amor à Brasileira é uma coletânea de contos organizada por Caio Porfírio Carneiro e Guido Fidélis. Um dos contos questionados pelo vereador Brugnago é de autoria de Rodolfo Konder, jornalista que conquistou o Prêmio Jabuti, em 2004. O erotismo presente no conto traz termos classificados pelo vereador como “pouca vergonha”. Segundo o vereador, as obras não são adequadas para os adolescentes. Ele resolveu lê-las depois que percebeu que os estudantes da escola estavam emprestando o livro com muita frequência. Retirou então os exemplares da biblioteca e agora eles estão com a promotoria de Justiça para serem analisados. “Esses livros não condizem com a realidade da educação. Os termos neles são vulgarizados e tem até trechos de pedofilia. Acho inadmissível gastar dinheiro público para colocar pornografia nas escolas públicas”, diz.

Como vereador, ele pediu que os responsáveis pela biblioteca municipal não emprestassem as obras para estudantes, somente para os universitários. “Não ia querer que um filho meu lesse isso. Os pais da escola e da cidade concordam comigo”, comenta. A secretária de educação de União da Vitória e esposa do vereador, Marli Brugnagno, diz que como educadora não consegue permitir esse tipo de material dentro das bibliotecas. “Os livros chegaram e foram direto para a biblioteca, só depois vimos. Se o MEC manda, a gente confia que é bom.”

O presidente do Conselho Estadual de Educação, Romeu Gomes de Miranda, explica que não é permitido retirar obras da biblioteca dessa forma. Segundo ele, primeiro o vereador teria de entrar com ação no Ministério Público e as obras só seriam recolhidas se a Justiça permitisse. “O MEC tem uma comissão de alto nível. Nenhum vereador tem o poder de retirar os livros das escolas. Isso é censura”.

O diretor da LGE Editora, Antonio Carlos Navarro, responsável pela comercialização do livro Amor à Brasileira, ressalta que há um processo muito rígido na escolha dos títulos que vão integrar o Programa Nacional das Bibliotecas Escolares. “Sempre há uma intenção, um objetivo pedagógico e cultural dos profissionais que escolhem os livros. Esse livro é uma coletânea de contos, com autores renomados. O livro em si não tem nada demais”, diz. A Editora Devir, que comercializa o livro Um Contrato com Deus, foi procurada pela reportagem, mas não retornou até o fechamento desta edição.

Na estante de 689 escolas

No Paraná, 689 escolas receberam – ou vão receber – os livros Amor à Brasileira e Um Contrato com Deus. Eles começaram a ser enviados pelo MEC no fim de abril e devem ficar nas estantes das bibliotecas destinadas aos alunos de ensino médio. A orientação dada pelo Ministério é que cabe às bibliotecárias cuidar do que é adequado a cada faixa etária, para que estudantes do ensino fundamental não tenham acesso às obras do ensino médio.

Na Escola Estadual Jayme Canet, em Curitiba, os livros já chegaram, mas ainda não estão nas estantes. Estão em processo de catalogação, assim como outras obras que a escola recebeu do MEC neste ano. A bibliotecária do colégio, Isabel Simões Klin, explica que eles ficam na biblioteca e todos os alunos podem pegar qualquer um deles. “Geralmente o que eu faço é orientar os menores, da quinta e sexta séries, em quais estantes estão os livros indicados para eles”, diz.A bibliotecária conta que os professores não costumam ir à biblioteca ver as obras, mas que ficaram bastante entusiasmados com os novos livros que o MEC tem mandado, inclusive obras de vestibular que antes a escola não tinha.

“Eu vi o livro Um Contrato com Deus e fiquei chocada. Achei inadequado, inclusive por falar em suicídio. Ainda não sei como ele vai ficar aqui na escola.”

Para a diretora da Escola Estadual Hasdrubal Bellegard, Francisleia Ishikiriyana, que está para receber o material, retirar os livros não é a forma correta de educar. ”Lutamos tanto pela democratização nas escolas e agora vamos proibir livros? Isso é contrariar tudo que acreditamos.” A escola também possui uma bibliotecária responsável pelo empréstimo de livros. Porém, Francisleia explica que nada vai para o local sem que os professores tenham visto e analisado.

Em defesa da literatura

Para a doutora especialista em leitura Marta Morais da Costa, professora da pós-graduação em Letras da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a literatura tem uma característica de descompromisso com a escola. “Há uma incompatibilidade entre a proposta da literatura e de uma escola sistematizada e normativa. A escola foi convertida num espaço e recebeu a função de passar cultura escrita para as crianças, coisa que famílias e outras instituições sociais não fazem”, diz. A professora ressalta que toda situação de censura leva a extremos. “Começa devagarinho e logo vamos ter uma pseudo literatura pasteurizada nas escolas”, ressalta.


Professor de literatura há 12 anos, Marlus Geronasso ressalta que essa atitude é perversa. “Teremos de censurar tudo, sobretudo a televisão e internet. Se uma equipe de profissionais resolveu adotar esses livros, houve critérios e o dinheiro público não pode ser desperdiçado. O professor tem de analisar a situação em sala de aula”, diz. Geronasso lembra que em 1998 sofreu censura em uma escola particular com a obra Juliano Pavolline, de Cristóvão Tezza, o mesmo autor que teve livros recolhidos em Santa Catarina. “É possível contornar a situação, conversando com pais e com a escola. Quem se aventura na escolha do livro tem de ter um propósito. É hipocrisia quem faz busca aos livros”, diz.

A psicóloga e pesquisadora sobre aprendizagem e adolescência Gabriella Mello Sabag acredita que não há problema que o jovem tenha acesso ao conteúdo literário sobre sexo, desde que seja orientado pelos pais e professores. “O adolescente vai ter contato com sexo de qualquer forma, então é melhor que os responsáveis o ajudem a pensar nas consequências e a refletir sobre o que lê e vê."

Fontes:
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=896996&tit=Em-defesa-da-literatura
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=896995&tit=Na-estante-de-689-escolas
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=896993&tit=Censura-a-livros-chega-ao-Parana

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Documentário apresenta a trajetória de Mauricio de Sousa


Como parte das comemorações dos 50 anos de carreira do cartunista e empresário Mauricio de Sousa, o canal The Biography Channel, do grupo A&E, apresenta Biography: Mauricio de Sousa, com a trajetória do criador da Turma da Mônica.

O programa, inédito e exclusivo, mostra desde a infância, abordando sua forte ligação e a influência da família em sua carreira, à consagração, com cerca de um bilhão de revistas publicadas e 100 empresas nacionais e internacionais licenciadas para lançar, aproximadamente, três mil produtos com a marca Mauricio de Sousa em 120 países.

A produção conta com depoimentos de familiares e de admiradores, como Pelé, Herbert Vianna, Ivete Sangalo e Roberto Civita; de representantes de órgãos internacionais, de Ziraldo e cartunistas internacionais, entre eles Jim Davis (Garfield), Mort Walker (Recruta Zero), Chris Browne (desenhista e filho do criador de Hagar). Biography: Mauricio de Sousa será exibido para toda a América Latina, no dia 18 de julho, sábado, às 22h. O documentário é uma realização da produtora Videografia.

ORIGINALMENTE PUBLICADO NO SITE Universo HQ

Lançada a Revistinha do Casarão #1


Acaba de ser lançada pela Fundação Pró-Memória com a edição e produção do Professor e Cartunista Moacir Torres (autor da Turma do Gabi), uma revista para divulgar os trabalhos dos alunos da primeira Oficina de Desenho, realizada de fevereiro a Junho deste ano no Casarão Cultural Pau Preto, em Indaiatuba (SP).

As revistas, bem como os certificados serão entregues aos alunos no final das atividades. O diferencial nisso tudo, é que os novos alunos saem do curso com um trabalho já publicado. Para as próximas Oficinas, a Fundação continuará a publicar os trabalhos dos alunos. A publicação é coordenada por: Moacir Torres, Marcelo Alves Cerdan e Analma Queiroz Moura.
Maiores informações: (19) 3875-8383.

Vamos ajudar a Oficina de Quadrinhos de Ceilândia!!


Sem recursos para a aquisição de material de desenho (papel, lápis, gibis, réguas e canetas), a Oficina de Quadrinhos de Ceilândia está aberta para o recebimento de doações. O curso é gratuito e possui atualmente 60 alunos – a maioria da própria comunidade – e ensina técnicas de produção de histórias em quadrinhos (HQs), bem como roteiro, diagramação, desenho, argumento, estrutura e letramento.

Segundo o criador do projeto, Mauro César Bandeira, o material doado pela Biblioteca de Ceilândia – durante a criação da Oficina, no segundo semestre de 2008 – já está danificado e atualmente já faltam até mesmo folhas de papel.

Quem quiser ajudar é só aparecer aos sábados das 8h às 12h na Biblioteca Pública de Ceilândia Carlos Drummond de Andrade.

A Oficina de Quadrinhos foi criada a partir do trabalho de conclusão de curso de Mauro César Bandeira, formado em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB). A monografia tratava do uso das histórias em quadrinhos na educação formal. As aulas em Ceilândia têm a duração de seis meses e são abertas a todas as idades. No final, o aluno recebe um certificado de aprendizagem. Para quem quiser doar mais informações no local ou por telefone:

Endereço: QNN 13 lote B Área Especial - Centro Cultural, ao lado da estação de metrô.
Telefone: (61) 3901-1361.

Fonte: Toka di Rato

Gibis estão entre os mais pedidos pelos estudantes


HARRY POTTER: A saga em sete livros de J.K. Rowling (Rocco) sobre o bruxinho que luta contra as forças do mal e ainda sofre com as agruras da adolescência é, de longe, a mais cobiçada nas escolas. Das crianças do ensino fundamental aos estudantes do ensino médio, todo mundo lê. Os empréstimos aumentam mais quando algum filme está perto de ser lançado.

PRINCESAS: Os títulos da escritora americana Meg Cabot, como "Diário da princesa", "A princesa apaixonada" e "Lições de princesa" (Record) fazem sucesso com as meninas.

VAMPIROS: Todo mundo quer ler sobre a história de amor de um vampiro que não gosta de beber sangue humano com uma adolescente rebelde de "Crepúsculo", "Lua nova" e "Eclipse", da autora Stephenie Meyer (Intrínseca).

MALU EM SÉRIE: "Fala sério, mãe", "Tudo por um namorado" e "Traição entre amigas" (Rocco) são alguns dos títulos de Thalita Rebouças, que está entre as mais pedidas, principalmente entre as meninas dos primeiros anos do ensino médio.

GUARDA ROUPA: A série "Crônicas de Nárnia", do autor irlandês C.S. Lewis, cujos livros também foram adaptados pela Disney para a telona, estão em destaque na lista de empréstimo das bibliotecas.

GIBIS: Histórias em quadrinhos como "Turma da Mônica", a série nova "Turma da Mônica Jovem", publicações da Disney e mangás são outra febre. São lidos principalmente na própria escola, nos horários de intervalo.
Fonte: Globo.com

terça-feira, 16 de junho de 2009

Quadrinhos na 25ª Feira do Livro de Canoas


Entre os dias 20 de junho e 4 de julho, acontece a 25ª Feira do Livro da Canoas, no Rio Grande do Sul. Ao longo do evento, a prefeitura da cidade organiza uma mostra de quadrinhos, com o intuito de aproximar os canoenses dos autores de HQ no país.

Para isso, o município conta com a ajuda de Marko Ajdarić, pesquisador e editor da newsletter Neorama dos Quadrinhos.A feira abre diariamente das 9 às 19h30. Nos dias 20, 23 e 27 de junho, Ajdarić participa de palestras na manhã e na tarde. Além dele, artistas como Rodrigo Rosa, Ronaldo Cunha Dias, Gilmar Fraga, Carlos Ferreira, Lourenço Mutarelli e Daniel HDR estarão presentes, distribuindo autógrafos e conversando com o público.Serão exibidos também quatro filmes sobre a Nona Arte na sessão de cinema da feira, entre eles o Dossiê Rê Bordosa.

As exibições acontecem na sede da Câmara de Dirigentes e Lojistas de Canoas (CDL).Na exposição de quadrinhos, serão exibidos álbuns de cerca de 70 autores nacionais e 200 estrangeiros, de países como Alemanha, Canadá, Equador, México e Suécia.

O acervo fica à disposição dos visitantes da feira, para ler e folhear.A 25ª Feira do Livro de Canoas acontece no Calçadão de Canoas (Av. Tiradentes) e os demais eventos na Praça da Bandeira da cidade.

Romances de Patricia Briggs em quadrinhos


A Ace Books, uma divisão do Penguin Group, anunciou a publicação de uma minissérie em quadrinhos baseada no romance Alpha and Omega: Cry Wolf, de Patricia Briggs. A adaptação ficará por conta da Dabel Brothers, que já trabalhou com Briggs antes ao transpor para as HQs a série de sucesso Mercy Thompson.

Alpha and Omega apresenta dois personagens secundários que apareceram originalmente nas páginas de Mercy Thompson e que tiveram sua primeira história solo apresentada em um conto publicado na antologia On the Prowl. A boa recepção dessa história fez com que a autora considerasse uma nova série de livros estrelada por esses personagens.

O volume 1, Cry Wolf, foi publicado no ano passado e o segundo volume, chamado Alpha and Omega: Hunting Ground, chegará às livrarias americanas em agosto.Também em agosto será lançado o primeiro número da minissérie em quatro partes que adapta Cry Wolf para as HQs. Os outros três números serão lançados mensalmente, sendo que a edição encadernada está prevista para chegar às comic shops em novembro.Cry Wolf, o quadrinho, foi escrito por David Lawrence e desenhado por Jordan Gunderson.

A Dabel Brothers Productions é uma editora fundada em 2001, com sede na cidade de Atlanta, Geórgia, e mais conhecida pelas adaptações de romances para os quadrinhos. Tendo originalmente entrado no mercado publicando trabalhos originais e obtendo resultados pífios, a Dabel usou seus últimos recursos para adquirir a propriedade de The Hedge Knight, uma famosa novela escrita por George R. R. Martin.

A adaptação, publicada na forma de uma minissérie em seis partes, foi um sucesso. A empresa tem se especializado nesse nicho de mercado desde então.

Fonte: HQ Maniacs

Tarzan vira tema de exposição em museu parisiense


O museu de Quai Branly de Paris inaugura nesta terça-feira uma grande exposição dedicada a Tarzan, o mítico herói de uma África imaginária e convertido no símbolo da proteção da natureza.

"Tarzan: o Rousseau entre os Waziri" é o título da mostra que, até 27 de setembro, dará uma atmosfera de selva ao museu parisiense, com trechos de filmes, ritmos africanos e, é claro, o célebre grito do Homem-macaco popularizado pelo cinema.

"Tarzan permite compreender como se forma um mito da humanidade; trata-se de uma grande montagem de elementos procedentes da imaginação e da realidade", explica o antropólogo Roger Boulay, curador da exposição.

Tarzan, protetor incansável da selva contra os traficantes e saqueadores, também é considerado um dos primeiros defensores do meio ambiente. "Há 80 anos, E.R. Burroughs já levantava questões sobre a destruição das riquezas da África", afirma Boulay.Tarzã nasceu em 1912 da imaginação do escritor americano Rice Burroughs (1875-1950), que lhe dedicou 26 romances.

A idéia do personagem, arquétipo do herói popular, veio da leitura de Burroughs do "Livro da selva", de Rudyard Kipling, e da descoberta que ele fez da África aos 18 anos, durante a exposição univeresal de Chicago de 1893.

"Tarzan dos macacos" (1912) foi o primeiro capítulo da saga. Mas a popularização do personagem veio com o cinema através de Johnny Weissmuller, campeão de natação transformado em ator para viver um Tarzã saltando de cipó em cipó com uma tanguinha.

Com seu sensual traje de pele de pantera, Jane foi acrescentada para dar um toque de erotismo à história.As histórias em quadrinhos foram outro veículo para o mito Tarzan, e os desenhos de Burne Hogarth estão presentes na exposição.